A Dama estava se preparando, seria seu primeiro bote. Fez uma rápida autoavaliação física. Condições de uma jovem e bela moça. Jovem demais para matar. Na presença de uma pessoa, ela parou rapidamente sua avaliação. Não queria que sua vítima suspeitasse. Não ainda.

Sua vítima também era jovem. Chamava-se Josh Caller, seu colega de faculdade, aquele que sempre pede cola mas arrebenta no basquete. Uma presa fácil, principalmente pela falta de "massa cerebral". Ela esperou ele passar perto da escada e o surpreendeu, destacando uma faca média de cobre a apontando para seu pescoço.

–Venha comigo, Josh. Você é meu.

Josh não resistiu, simplesmente foi. Os dois subiram a escada, e pararam em um degrau grande. Ela sabia que ninguém a enterromperia, não a meia-noite, quando os alunos já tinham ido quase todos embora.

–Deite-se. Quero o dinheiro.

–Nããão! Gritou Josh.

–Siiiimm! Respondeu a Dama, sarcasticamente.

–Onde está o dinheiro?

–Está no meu armário. A senha é 5-9-1, me deixe em paz!

–Obrigada. Disse a Dama, dando um passo para trás.

Josh levanta, mas sem piedade ela avança sobre ele e embebeda a faca de bronze no seu coração.

–Pronto. Vou começar o meu trabalho.

Ela, querendo tornar o crime sangrento, puxa para baixo a faca de bronze enfiada no coração de Josh fazendo com que abra o peito e a barriga do falecido.

Puxa duas réguas e as coloca entre os lados de pele aberta para não fecha-la e retira seus órgãos vitais. O corpo estava ensopado de sangue, e só faltava uma coisa para tornar o crime mais sangrento: A Dama cortou-lhe a garganta. Josh estava mutilado.

Ela sorriu. Sabia que teria que disfarçar o crime. Pega da sua mochila um pequeno pote de cal e joga sobre o corpo de Josh, disfarçando suas digitais. Estava pronta sua obra de arte. Ela desce as escadas, calma, e vai para casa onde retira os materias da mochila e se preparava para tomar um banho morno. Era 2:30 da manhã e no dia seguinte faltaria, alegando estar doente. Pensou a Dama após completar seu primeiro assassinato. Seria apenas o começo.