Daddy's Fuck Her Little Baby Girl
8 Capitulo 8
Emma vai pro banheiro assim que sua ultima aula termina. Ela deixa sua bolsa em cima da pia, e tira o moletom que tinha vestido — já que tinha esfriado de uma hora pra outra-. Passa um pouco de água no rosto, pescoço, e peito. Pega a toalhinha de rosto que sempre leva na bolsa, e se seca. Quando termina, se olha no espelho e vê que a marca do tapa, estava mais clara. Veste o moletom rosa novamente, e guarda a toalhinha.
Antes de sair, joga o cabelo pro lado esquerdo tampando a marca, pega sua bolsa e sai de cabeça baixa. Chegando no estacionamento se encosta no carro da Regina, pra espera-la.
Depois de alguns minutos vê a morena vindo em sua direção.
— Hey! Demorei muito? — pergunta a morena assim que chega perto.
— Não muito. — sorri, e entra no carro quando a morena destrava.
Regina liga o carro e da a partida. Emma coloca a mão direita na perna da maior, e se encosta no banco olhando a morena dirigir.
— Que foi? — Regina pergunta quando percebe que está sendo observada.
— Nada. Estou apenas apreciando a sua pessoa. Posso?
— Claro que pode pequena. — Regina aproveita que o sinal fechou, e se em clina deixando um beijo casto nos lábios da sua aluna.
*^^*
Quando chegam na casa da morena, elas sobem direto pro quarto da mesma. Enquanto Regina vai tomar um banho rápido, Emma tira o moletom, e deita na cama da morena.
Regina sai do banheiro, vestindo apenas uma calcinha de renda preta e um robe. Olha em direção a cama e vê a loira deitada de olhos fechados, senta do lado da mesma, e tira o cabelo que estava tapando o rosto angelical, mas acaba se surpreendendo com o arroxeado, mesmo que esse esteja fraco.
— Emma, o que foi isso?
A loira suspira e morde o lábio. Ela não queria falar sobre isso, mas sabia que a morena não descansaria até saber de tudo.
— Meu pai descobriu que eu gosto de meninas, e bom... esse foi o resultado.- levanta da cama, e vai até a janela, se encostando na mesma. Não consegui encarar a morena. Não agora.
— Meu deus pequena! Você está bem? Ele fez mais alguma coisa? — vai até a menina e a abraça por trás.
Emma sorri fraco, liberando o peso do seu corpo contra o da morena.
— Não se preocupe, estou bem. Minha mãe chegou na hora. — fecha os olhos sentindo os beijos que Regina depositava em seu pescoço, e ombro.
— Eu posso não conhecer seu pai, mas já o odeio só por fazer isso a ti, minha pequena.
Emma se vira envolvendo seus braços no pescoço da maior. Elas ficam se encarando durante um tempo, até que Regina quebra o espaço entre as duas, e beija a loira.
O beijo que começou casto, logo ganha intensidade, e elas vão em direção a cama, se despindo durante o processo.
*EMMA*
Regina deita em cima de mim, com aqueles olhos castanhos evadindo-me a alma com profundidade. Acariciou todo os meus cabelos, e beijou todo o meu rosto, a testa, as pálpebras, o queixo, até chegar nos meus lábios que já se encontravam inchados.
Desceu os seus lábios pela curva do meu pescoço, dando pequenas lambidas, passou para os ombros, provocando-me arrepios intensos, fazendo-me gemer. Suas mão encontraram meus seios.
Regina os acariciou com movimentos circulares e lentos, passou o dedo em volta da aureola, fazendo a pele contrair-se arrepiada, colocou o polegar sobre o mamilo enternecido e foi rodando, rodando, deixando-o cada vez mais empinado, sua boca foi de encontro com meu seio direito, dando pequenas chupadas, eu já estava ficando louca com aqueles movimentos, aperto sua cabeça contra mim, pedindo mais, sempre mais.
— D-daddy.. por favor.
— Por favor o que, querida?
— E-eu preciso demais. Por favor!
Regina atendendo meu pedido, começa a chupar com mais intensidade, chupando com gosto, e dando pequenas mordidas, que provocam ondas de choques por todo meu corpo. Depois de alguns minutos começa a descer por minha barrida, dando leves mordiscadas por onde passava. A minha umidade escorria sem parar, minha buceta palpitava, ansiava pela sua boca. Regina começa a beijar toda a extensão das minhas pernas.
Sua boca subiu pelas pernas, e coxa, pedacinho por pedacinho, até chegar perto da minha buceta. Eu sentia sua respiração suave, eu contorcia-me toda, em antecipação. Finalmente sua boca chega a minha buceta, dando pequenos beijos. Sua língua percorria de cima a baixo, em movimentos lentos, saboreando-a. Os meus gemidos saiam do fundo da garganta.
— Aiiii não me torture mais, por favor, me chupa, assim ahhh.
A sua boca abocanhava minha buceta toda, chupando, lambendo, enlouquecendo-me. Ela leva sua língua até minha entrada, e me penetra, fazendo círculos com a língua. Já não conseguia controlar meu corpo, rebolava contra ela, sem parar.
A sua boca foi de encontro a meu clitóris, apertando-o, esfregando-o, em movimentos ritmados. Ao mesmo tempo enfia dois de seus dedos dentro de mim, penetrando- me em movimentos certeiros, já não conseguia conter meu orgasmo. Com um grito, eu explodo em sua boca, com fortes convulsões, sentindo meu liquido escorrer em sua boca. Regina lambe tudo, como se fosse o melhor néctar do mundo.
Ela sobe, colando nossos corpos. Nossas bocas se encontram num beijo intenso. Empurrei-a de costas, subindo em cima dela, assumindo o controle do seu corpo. Ouvindo seu protesto.
— Shiii Daddy. Agora é minha vez de faze-la se sentir bem.
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