Regina estava na sala dos professores olhando o material que usaria na próxima aula, quando Robin um dos professores dali entrou e começou com a mesma conversa de sempre.

— Olha se não é a professora mais sexy, e desejada dessa faculdade – se sentando a sua frente

— O que quer Robin? – sem tirar os olhos de seus papeis

— O de sempre, a honra de jantar comigo. – falava sorrindo

— Desista. Isso não vai acontecer. Nem hoje, nem nunca. — falou ainda sem dar atenção a ele.

— E eu posso saber o motivo, de tal recusa?

Regina suspira entediada, e começa a guardar os papéis em uma pasta. Depois de terminar de juntar tudo, se levanta, e finalmente encara o Robin.

— Primeiro, eu não gosto da sua pessoa, nunca gostei, nem vou passar a gostar. Segundo, eu não gosto do que você possui, no meio das pernas.

— O que você quer dizer com isso? — pergunta franzindo a testa.

Regina revira os olhos, e bufa irritado, pela lerdeza do moreno.

— Eu gosto de mulher, de vagina, de por a aranha pra brigar, espremer o limão. Ou qualquer uma dessas idiotices, que as pessoas falam. Você escolhe, qual definição vai te fazer entender. — termina de falar, e sai da sala.

Quando chega no estacionamento, ela destranca o carro, e abre a porta de tras pra colocar os materiais, já que amanhã seria sábado, e ela sempre levava pra casa.

Quando esta.se preparando pra entrar no carro, ela estanca, pois ouve vozes exaltadas, e um grito.

Ela anda pra perto das vozes, e vê uma cena, que a deixou, com muita raiva, e completamente enojada.

*

Tinha acabado de sair da minha ultima aula, e fui direto pro estacionamento, já que hoje, eu vim de carro. Minha mãe é quem mais o usa, pra ir trabalhar, e como hoje é a folga dela, eu pude usar ele.

Quando estou chegando perto do meu carro, alguém segura no meu pulso, me puxando fortemente.

Viro o meu corpo pra ver quem era.

— Killian, será que da pra soltar o meu braça, você está me machucando.

— Desculpe love. É que eu queria falar com você. — fala soltando meu braço.

— Primeiro, não me chama de love, você sabe que eu odeio quando me chama assim. Segundo, se queria falar comigo, bastava me chamar, e não puxar meu braço desse jeito. — fala irritada. — Fala logo o que você quer, quero ir pra casa.

Ele revira os olhos, e chega mais pra perto da loira, invadindo seu espaço pessoal.

— Só queria te chamar pra sair comigo. Depois, nós poderíamos ir lá pra casa. O que acha?

— Você só pode estar brincando comigo. Eu já te falei que eu gosto de mulher. Mulher Killian. Eu não quero sair com você.

Ele coloca as mãos no quadril da loira, e a puxa com força, contra seu corpo.

— Você já me disse isso love. Mais se você sair comigo, eu prometo te concertar.

— Qual é o seu problema babaca? Eu não sou um objeto, que precisa ser concertado não. — fala tentando sair de perto, mais ele a aperta mais ainda contra seus braços.

— Killian ME SOLTA. VOCÊ ESTÁ ME MACHUCANDO.

— Não love, você vai ser minha. Eu vou te provar que não gosta de mulher coisa nem uma. — depois de dizer isso, ele a segura pela cintura, com apenas um braço, enquanto com o outro, seguro o pescoço dela, e tenta a beijar a força.

*

Regina quando vê essa cena, corre até eles. Puxa o menino, o virando em sua direção. Le acerta um soco no rosto, e o segura pela camisa.

— Nunca mais, está me ouvindo bem. Nunca mais. Nessa sua vida de merda, ouse chegar perto dela novamente. — fala olhando diretamente em seus olhos. — Agora, suma daqui. Antes que eu chame a policia.

O menino apenas acena confirmando, com a cabeça, assustado. E sai correndo pra longe da li.

A morena passa as mão no cabelo, tentando recuperar a calma, e se vira rapidamente. Ela vê encolhida contra o carro chorando, e essa imagem aperta seu coração. Logo ela corre até a menina, e a puxa pros seus braços.

Emma quando sente os braços da sua professora, a abraça apertado, segurando sua blusa com força, como se ela fosse sua tabua de salvação. E se entrega num choro compulsivo.

Depois de algum tempo, quando Regina vê que a loira está mais calma, se afasta lentamente. Limpa as poucas lágrimas que ainda escorriam.

— Obrigada, por me ajudar. — agradece, quebrando o silêncio.

— Não precisa me agradecer, pequena.

— É claro que precisa. Você me salvou.

— Fiz. E faria de novo se fosse preciso. — fala sorrindo. — Você está bem? Ele te machucou?

— Só um pouco dolorida. Nada mais.

— Você quer que eu te leve em casa?

— Não precisa. Hoje eu vim de carro.

— Tudo bem, então.

Regina fica olhando pra menina a sua frente, que acaba abaixando a cabeça, corando. A morena abre um sorriso, a achando adorável. Levanta a cabeça da loira, e a beija na bochecha, demoradamente.

— Dirija com cuidado, tudo bem?

— Pode deixar.

Emma entra no seu carro, e da a partida. E Regina logo faz o mesmo.

*


Na manhã seguinte Emma acorda sentindo, seu corpo um pouco dolorido, mesmo tendo tomado remédio.

Mas logo ela deixa a dor de lado, e pega seu celular, pra enviar uma mensagem pra sua daddy.

Ela ainda não conseguia acreditar que esteve entre os braços, de Regina. Mesmo a situação não sendo uma das melhores.

Me:

Hey daddy, bom dia. Espero que tenha dormido bem.


Regina:

Dormi sim, baby girl. E você?


Me:

Tive um sonho maravilhoso.


Regina:

Humm.... É mesmo! E com o que foi que sonhou?


Me:


Eu estava de quatro, com a minha bundinha vermelha, de tanto apanhar, e você me comendo gostoso, com um Strap-on.


Regina:


ONG! Não faça isso comigo baby girl. Sua daddy fica molhada só de imaginar essa cena.


Me:


Eu preciso tanto de você agora, daddy.

Regina:


Eu também baby.... Eu também.

Me:


Sabe o que estou fazendo agora?


Regina:


O que baby?


Me:


Estou me masturbando, dentro de uma banheira, imaginando seus dedos me fodendo, forte, e rápido.


Regina:

PUTA QUE PARIU!

Vem pra mim vem baby. Goza pra sua daddy.


Me:

[ Áudio ]

Regina:


Seus gemidos são tão excitante baby. Deixou a daddy encharcada.

Estou louca pra te foder pessoalmente.


Me:


Não vejo a hora daddy.


Regina.


Quando você sairá do anonimato baby? Não vejo a hora de castigar princesa.


Me:


Prometo que não vai demorar muito tempo daddy. Estou apenas criando coragem, pra me revelar, pra você.


Regina:


Espero que não demore muito. :|