Notas iniciais
Hey amores. Vieram tirar uma duvida comigo sobre o pq do "Daddy" na fic. Dai me fez ver que pode ser a dúvida de mais alguma de vcs, então escreverei uma breve explicação. Espero que ajude, a quem por ventura também tenha a mesma duvida. Existe um tipo de fetiche chamado 'Daddy Kink'. "Daddy é um tipo de fetiche que algumas pessoas gostam de ser chamada, algo excêntrico, que excita na hora do sexo. A relação daddy kink é quando uma pessoa, geralmente mais velha, sente prazer em ser chamada de daddy pelo/a parceiro/a. O daddy tem uma babygirl (ou littlegirl) que é recompensada com presentes e carinho quando faz coisas boas para seu/sua daddy. Mas é punida sexualmente (Spank) quando faz algo que o/a seu/sua parceiro/a (daddy) não gosta. Nós Littlegirls geralmente usamos roupas delicadas e fofas, mas que são ainda assim provocativas. Gostamos de delicadeza, carinhos, atenção, etc. Mas também gostamos quando nossos daddy's nos punem por sermos uma menina má. Além de termos um grande apetite sexual." Vamos ao capitulo. Espero que gostem. P.S: Pra quem gosta de ler ouvindo musica, eu recomendo Demi lovato- Boty Say.

Calor.


Paixão.


Desejo.


Eram as únicas coisas sentidas no momento.


Gemidos, eram ouvidos, era só o que poderia se escutado.


Desde o mais manhoso, ao agudo, grave, auto, baixo. Eles eram incessantes.


Existia sempre aquele pedido de mais, e mais.


Respirações ofegantes.


Suor.


Excitação.


Emma retesou o corpo quando sentiu Regina brincar com uma pedra de gelo em seu colo, deslizando-a levemente pelas bordas de sutiã, depois levou a pedra aos lábios dela e contornou-os, ela abriu a boca e Regina retirou a pedra como num jogo de gato e rato.


Depois, ainda de maneira lenta Regina abriu o sutiã, revelando-lhe os seios firmes e delicados de sua baby. Deslizou novamente a pedra no vale entre eles e em seguida cobriu os mamilos com ar gelado e ela gemeu mais alto, em seguida mordeu os lábios tentando sufocar o som.


— Solte-se baby.


— Ah, daddyyy...eu...


— Apenas se deixe levar. Eu quero ouvi você, baby.


Em seguida Regina levou a pedra de gelo a boca, e levou novamente aos mamilos rosado dela, ouvindo mais um gemido delicado. Ela roçou o gelo em seus seios, acariciando-os com a língua logo em seguida. Regina mesmo já estava excitada ao extremo.


Desceu o gelo até a barra da calcinha e brincou ali com ele, ameaçando cobrir sua intimidade frágil com o ar frio. Emma arqueou duas vezes gemendo intensamente, perdeu os sentidos naquela tortura deliciosa por alguns segundos e logo depois viu-se completamente nua e entregue ás vontades de sua daddy.


— Quero beijá-la baby. — Regina disse e Emma fez menção de levantar para alcança-lhe a boca. Mas ela a fez deitar-se novamente. — Quero beijá-la em outro lugar.


E sem avisos nem pedidos, abriu-lhe as pernas jogando-as sob seus ombros e mergulhou a língua ainda gelada em sua intimidade. Ela não conseguiu conter um grito. Emma agarrou por instinto os cabelos de sua daddy e pressionou o ventre contra a cabeça de Regina. Ela estava irrevogavelmente excitada e beirava o ápice enquanto Regina lhe presenteava com beijos e lambidas cada vez mais intensas.


— Oh meu Deus... — Ela gritou quando sentiu seu ventre apontar níveis alarmantes. — Da-Daddyyy... eu vou...


— É isso que eu quero baby. Quero que goze, e faça isso sem pudores... — Regina disse entre um beijo e outro. E assim introduziu um dos dedos na intimidade quente dela substituindo sua boca, com a outra mão ela livrou sua baby da venda que cobria-lhe os olhos, e Emma tinha os olhos fechados . Reina sorriu com a bela visão da menina mergulhada no desejo. — Você é incrível baby, mostre-me o quanto está gostando disso. Seu prazer é meu prazer.


Ela cobriu novamente seus seios com a boca enquanto os dedos trabalhavam em sua área intima com força.


— Ah...meu...De....Daddyyyyy....


E com mais algumas investidas dos dedos dela Emma arqueou-se com mais desespero, suas coxas se fecharam e abriram freneticamente buscando mais intensidade, anunciando que ela fora brindada com um orgasmo intenso.
Regina deliciou-se com a forma como ela se entregou ao clímax. Arqueando-se, oferecendo-se, gemendo e mostrando como sua parceira sabia satisfazê-la.


Regina esperou que os espasmos cedessem e a contemplou, largada no balcão, com a boca entreaberta, a respiração pesada, os olhos fechados. Então salivou. Aquele corpo quente e nu estendido ao seu belo prazer era uma visão e tanto.


Sem palavras, Regina a puxou delicadamente de modo a deixá-la sentada e a beijou. Emma agarrou-se a ela correspondendo o beijo sedenta por mais daquele toque de fogo. Ela mordeu a orelha de Emma, depois o queixo, e quando passou para a outra orelha sussurrou:


— Você é deliciosa baby, eu te quero.


Emma gemeu em resposta e então ela sentiu as mãos pequenas abrindo o zíper de sua saia, deixou que o pano escorregasse e livrou-se da calcinha que era única peça que a impedia de ficar em igualdade com sua baby. Emma surpreendeu-se quando Regina passou os braços por baixo de suas pernas e a levantou da mesa.


— Vamos utiliza nossa cama agora baby.


Quando Regina a deitou na cama macia, estava transformada, não era mais lenta e paciente. Ela já havia levando-a a loucura, e agora precisava saciar a si mesma. Emma agradeceu aos céus que ela não recomeçasse aquela doce tortura, pois seu copo reclamava por Regina, clamava por ser tomado novamente.


Regina abriu-lhe as penas e ainda cariciou seu sexo por algumas vezes seguidas antes de ajeitar-se em cima do corpo de sua baby, colando seus sexos num rebolado lento. Emma arqueou-se e soltou um gemido de satisfação.


— Daddyy...


Emma chamava e mais parecia um pedido, um pedido que ela não conseguia completar. Regina ainda repetiu os movimentos lentos mas algumas vezes. O suor lavava-lhe o rosto, mas ela queria se esforçar, queria levá-la ao limite, queria entende qual era seu limite. Estava quase perdendo seu auto controle e então Emma choramingou.


— Por favor...por favor...


Então Regina cedeu.


Com movimentos firmes e preciso Regina deixou-a senti a primeira rebolada mais forte, e gritar por seu nome em resposta. Depois os movimentos começaram a produzir um único ritmo, rápido e intenso. Ambas gemiam saboreando o máximo da perfeição que e aqueles corpos juntos.


Regina teve que confessar a si mesma que apesar da experiência, nunca havia compartilhado algo tão intenso com alguém. Os movimentos ficaram mais frenético, mais intensos, até que ao ouvi-la gritar seu nome e sentir o copo pequeno convulsionar, Regina deixou-se gozar.


Emma havia explodido num clímax forte, mas ao sento o prazer de sua daddy se misturando com o seu, a sensação aumentou e ela se entregou a um orgasmo alucinante e completo.

Notas finais
O que acharam? Ficou bom?