Daddy's Fuck Her Little Baby Girl
13 Capitulo 13
Notas iniciais
Calor.
Paixão.
Desejo.
Eram as únicas coisas sentidas no momento.
Gemidos, eram ouvidos, era só o que poderia se escutado.
Desde o mais manhoso, ao agudo, grave, auto, baixo. Eles eram incessantes.
Existia sempre aquele pedido de mais, e mais.
Respirações ofegantes.
Suor.
Excitação.
Emma retesou o corpo quando sentiu Regina brincar com uma pedra de gelo em seu colo, deslizando-a levemente pelas bordas de sutiã, depois levou a pedra aos lábios dela e contornou-os, ela abriu a boca e Regina retirou a pedra como num jogo de gato e rato.
Depois, ainda de maneira lenta Regina abriu o sutiã, revelando-lhe os seios firmes e delicados de sua baby. Deslizou novamente a pedra no vale entre eles e em seguida cobriu os mamilos com ar gelado e ela gemeu mais alto, em seguida mordeu os lábios tentando sufocar o som.
— Solte-se baby.
— Ah, daddyyy...eu...
— Apenas se deixe levar. Eu quero ouvi você, baby.
Em seguida Regina levou a pedra de gelo a boca, e levou novamente aos mamilos rosado dela, ouvindo mais um gemido delicado. Ela roçou o gelo em seus seios, acariciando-os com a língua logo em seguida. Regina mesmo já estava excitada ao extremo.
Desceu o gelo até a barra da calcinha e brincou ali com ele, ameaçando cobrir sua intimidade frágil com o ar frio. Emma arqueou duas vezes gemendo intensamente, perdeu os sentidos naquela tortura deliciosa por alguns segundos e logo depois viu-se completamente nua e entregue ás vontades de sua daddy.
— Quero beijá-la baby. — Regina disse e Emma fez menção de levantar para alcança-lhe a boca. Mas ela a fez deitar-se novamente. — Quero beijá-la em outro lugar.
E sem avisos nem pedidos, abriu-lhe as pernas jogando-as sob seus ombros e mergulhou a língua ainda gelada em sua intimidade. Ela não conseguiu conter um grito. Emma agarrou por instinto os cabelos de sua daddy e pressionou o ventre contra a cabeça de Regina. Ela estava irrevogavelmente excitada e beirava o ápice enquanto Regina lhe presenteava com beijos e lambidas cada vez mais intensas.
— Oh meu Deus... — Ela gritou quando sentiu seu ventre apontar níveis alarmantes. — Da-Daddyyy... eu vou...
— É isso que eu quero baby. Quero que goze, e faça isso sem pudores... — Regina disse entre um beijo e outro. E assim introduziu um dos dedos na intimidade quente dela substituindo sua boca, com a outra mão ela livrou sua baby da venda que cobria-lhe os olhos, e Emma tinha os olhos fechados . Reina sorriu com a bela visão da menina mergulhada no desejo. — Você é incrível baby, mostre-me o quanto está gostando disso. Seu prazer é meu prazer.
Ela cobriu novamente seus seios com a boca enquanto os dedos trabalhavam em sua área intima com força.
— Ah...meu...De....Daddyyyyy....
E com mais algumas investidas dos dedos dela Emma arqueou-se com mais desespero, suas coxas se fecharam e abriram freneticamente buscando mais intensidade, anunciando que ela fora brindada com um orgasmo intenso.
Regina deliciou-se com a forma como ela se entregou ao clímax. Arqueando-se, oferecendo-se, gemendo e mostrando como sua parceira sabia satisfazê-la.
Regina esperou que os espasmos cedessem e a contemplou, largada no balcão, com a boca entreaberta, a respiração pesada, os olhos fechados. Então salivou. Aquele corpo quente e nu estendido ao seu belo prazer era uma visão e tanto.
Sem palavras, Regina a puxou delicadamente de modo a deixá-la sentada e a beijou. Emma agarrou-se a ela correspondendo o beijo sedenta por mais daquele toque de fogo. Ela mordeu a orelha de Emma, depois o queixo, e quando passou para a outra orelha sussurrou:
— Você é deliciosa baby, eu te quero.
Emma gemeu em resposta e então ela sentiu as mãos pequenas abrindo o zíper de sua saia, deixou que o pano escorregasse e livrou-se da calcinha que era única peça que a impedia de ficar em igualdade com sua baby. Emma surpreendeu-se quando Regina passou os braços por baixo de suas pernas e a levantou da mesa.
— Vamos utiliza nossa cama agora baby.
Quando Regina a deitou na cama macia, estava transformada, não era mais lenta e paciente. Ela já havia levando-a a loucura, e agora precisava saciar a si mesma. Emma agradeceu aos céus que ela não recomeçasse aquela doce tortura, pois seu copo reclamava por Regina, clamava por ser tomado novamente.
Regina abriu-lhe as penas e ainda cariciou seu sexo por algumas vezes seguidas antes de ajeitar-se em cima do corpo de sua baby, colando seus sexos num rebolado lento. Emma arqueou-se e soltou um gemido de satisfação.
— Daddyy...
Emma chamava e mais parecia um pedido, um pedido que ela não conseguia completar. Regina ainda repetiu os movimentos lentos mas algumas vezes. O suor lavava-lhe o rosto, mas ela queria se esforçar, queria levá-la ao limite, queria entende qual era seu limite. Estava quase perdendo seu auto controle e então Emma choramingou.
— Por favor...por favor...
Então Regina cedeu.
Com movimentos firmes e preciso Regina deixou-a senti a primeira rebolada mais forte, e gritar por seu nome em resposta. Depois os movimentos começaram a produzir um único ritmo, rápido e intenso. Ambas gemiam saboreando o máximo da perfeição que e aqueles corpos juntos.
Regina teve que confessar a si mesma que apesar da experiência, nunca havia compartilhado algo tão intenso com alguém. Os movimentos ficaram mais frenético, mais intensos, até que ao ouvi-la gritar seu nome e sentir o copo pequeno convulsionar, Regina deixou-se gozar.
Emma havia explodido num clímax forte, mas ao sento o prazer de sua daddy se misturando com o seu, a sensação aumentou e ela se entregou a um orgasmo alucinante e completo.
Fale com o autor