Daddy
2 CAPITULO 1 - Eu Te Amo Papai
CAPITULO 1
Eu Te Amo Papai
Ser Pai, e uma grande responsabilidade ainda mais quando se é um pai e mãe ao mesmo tempo, Sim assim como os pais as mães também abandonam seus filhos e foi isso o que houve não que eu me importasse mais, só que com o tempo eu notava o quão falta uma companhia me fazia, mas com o tempo percebi que ele sentia falto, O pequeno e carinhoso Diego.
— Assopra as Velas Filho, e faça um pedido – Era o Aniversario de Cinco anos dele, e ele ficou tão feliz com seu bolo de aniversario e seus presentes de aniversario. E Então a vela se apagou, e uma pequena fumaça subiu- se pelo ar, e então o pequeno Diego olhou para mim com os olhos tão puro e sincero e cheio de felicidade.
-Obrigado Papai – Deu-me um abraço, muito forte e sincero.
-Você merece meu filho – Não consegui conter uma lagrima ao lembrar-se de quando ele nasceu – Eu te amo – E Então ele correu para brincar com o seu novo carrinho de controle remoto
— Mais um ano, Eddie, que o pequeno Diego faz aniversario – Cristina era a mulher mais carinhosa e amável, alem de minha Irma era minha amiga, eu poderia sempre contar com ela, e ela sempre podia contar comigo. – Você fez um lindo garoto!
— Obrigado Cris – Certa lembrança de minha ex-mulher passou sobre minha cabeça e quase tive o impulso de dizer ‘’Eu não fui o único que fez ele, a mãe dele era linda’’ mas me interrompeu ao lembrar o quanto ela preferiu a vida fácil usando da beleza ou a vida como mãe.
— Ele será um grande homem – Cris era uma mulher de visão, ela não era superficial ou falsa, ela era uma mulher rara e me doía saber que alguém a feriu, há um ano e meio Cris terminou seu Casamento de há quase oito anos por causa de um safado que a traiu com a nossa prima Camily, ela era uma cachorra e sentia muita inveja de Cris por ela ser tão querida por todos e por ela sempre conquistar tudo o que queria o bom e que camily se mudou para outros pais e nos deixou em paz – Ele será igual ao pai.
— E Igual à Tia, Você e como uma mãe para ele, e te agradeço por tudo Cris, Você e a melhor Irma que alguém poderia pedir – Não pude conter um abraço, Nunca me esqueceria do dia em que o Diego entrou em uma crise asmática e eu não sabia o que fazer e quatro horas da madrugada, Cris venho correndo e me socorreu, ela era realmente um anjo.
-Ta Ta bom, Não quero chorar. Tenho um encontro hoje à noite – Disse ela limpando a lagrima com sua maquiagem que escorreu sobre seu rosto. Cris era surpreendentemente Glamorosa ate chorando ela era bonita.
— Quem e o sortudo?
— E Um cara que conheci no Mc Donald – Cris era Viciada no Mc Donald uma vez, fui junto com ela e ela tinha decorado o cardápio inteiro eu nem precisei folhear o cardápio e o pior ela sabia ate os valores, certo dia ate ela foi convidada para ser supervisora do Mc Donald e ela recusou ela disse que não teria graça trabalhar em um lugar cujo você teria vontade de comer fritas toda hora.
— Só pra variar – Brinquei
— Para – ela deu uma tapa de leve sobre meu ombro – Ele e legal o nome dele e Tito — Cris era uma Romântica incurável e isso eu valorizava muito desde que ela se divorciou ela tentou e tentou e tentou vários relacionamentos e nunca cansou de tentar. Enquanto eu após o primeiro fracasso eu desisti, me dediquei à vida como empresário e como pai, isso bastava para mim, ate hoje.
— Que tipo de cara se chama Tito?
— Do tipo meu – ela era Muito engraçada e extrovertida não tinha como não amar essa mulher, me pergunta ate hoje o que aquele desgraçado viu na magrela da Camily que não viu na perfeita Cris, Ela adorava comer mais ela tinha um corpo totalmente sarado e definido, ela parecia uma modelo da Victoria secret’s – Ta Chega de Conversa, Tenho que ir nessa – Cris Foi e deu um beijo na testa de Diego – Brinca por mim ta garotão.
— Pode deixar, Tia Cris – Ela adorava quando ele falava tia Cris
— Me Deseje sorte! – Seus olhos estavam em um brilho intenso de felicidade
— Boa sorte – Dei um abraço forte e um beijo na testa dela, desde pequeno eu sempre cuidei dela pois sempre víamos nosso pai bater na nossa mãe e então eu tentava distrair ela e o único jeito de ela dormi era com um beijo na testa.
— Eu Sempre soube que você seria um ótimo Pai – E novamente o brilho em seus olhos se intensificou e eu lembrei de quando éramos pequenos quando eu dei a ela um ursinho de pelúcia com o nome dela, seus olhos ficaram com um brilho igual ao de hoje, que me fez lembrar do quanto eu fui pai desde pequeno.
— E Eu sabia que você seria uma grande mulher – dei um abraço novamente nela.
— Graças a você – disse ela sussurrando em meu ouvido, e então ela partiu.
— Papai – a doce voz do meu pequeno Diego me chamava
— Oi Filho – Me Agachei para chegar perto dele
— quer saber o que eu pedir de aniversario? – Disse ele, seus olhos não saiam daquele carrinho de controle remoto vermelho
— Se Você dizer não vai se realizar
— Tem Problema não papai, eu confio em você – seus olhos não saiam do carinho
— Ah É? – Comecei a dar cocegas nele e ele caiu na gargalhadas
— Eu pedi que a mamãe voltasse – e seus olhos ainda estavam no carinho
Pela primeira vez na vida, alguém me deixou sem voz, sem fala, Nunca nem a Cristina tinha conseguido isso me deixar sem fala, Foi quando eu vi que algo faltava sim não só para mim e sim para ele também, Tinha uma mulher que trabalhava comigo na parte dos rosteiros o nome dela era Monique, ela era linda tinha os cabelos negros ate os ombros era muito esperta e tinha um certo charme que atraia a todos. Ela sempre me convidou para varias festas e para jantar, mais eu não tinha espaço para um outro amor, não quando a pessoa em que mais gostei abandonou friamente seu filho e a mim, eu não tinha espaço. Mais ao ouvir Diego falar essas palavras com tal sinceridade eu vi que não era apenas eu que precisava preencher esse espaço em branco. Ele também sentia falta, ele também queria uma presença feminina entre nos e ao ouvi- ló eu vi o quanto fui idiota em recusar a proposta de Monique, ela adorava o Diego e ele o adorava. Não podemos desperdiçar oportunidades sem antes conhecê-lá.
— E Que tal eu te arrumar Outra mamãe?
— E serio papai? – seus olhos brilhavam igual ao de Cristina – Obrigado – e então ele me abraçou e subiu as escadas cantarolando e eu sabia que ele me cobraria isto o resto da vida
Mais tarde, Diego estava deitado em sua cama enquanto eu lhe contava uma historia da qual não me lembro mais, era um livrinho colorido cujo tinha um sol na capa e um leão e então ao terminar percebi que ele já estava dormindo
— Boa Noite tenha bons sonhos – e La estava de novo o beijo na testa cujo era um símbolo de segurança e proteção. – Eu Te Amo Diego. – Eu não conseguia dormi sem dizer isso a Ele
Eu te amo Diego, e As luzes se apagaram, Mais um dia que eu passo sem o meu anjo!
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No Dia Seguinte, alguém estava Pulando em minha cama fazendo com que meu corpo não parasse quieto meu corpo fazia movimentos para cima e para baixo, ele subia e descia ao abrir meus olhos La estava ele, o meu pequeno filho gritando
— Acorda Papai, Acorda – e ao abrir meus olhos – Hoje e o primeiro dia de aula, Primeiro dia de aula – Cantarolou ele, cheio de felicidades
— Calma Filho, Você ainda vai mais esta cedo, Você só chega à escola daqui a algumas horas
— E mesmo? Pensei que seria agora, mas levanta papai antes que eu perca a hora.
— Ta Bom, Ta bom – Estava ainda com sono queria estar dormindo ainda, mais não podia decepciona- ló – O que você quer de café da manha ? Panqueca ou C...
— Panqueca – Gritou ele como se estivessem em uma daquelas competições de gritos de guerra.
— Mais eu não terminei de falar – não conseguir conter a risada – Eu ia Dizer Cereal, Tem certeza que não quer Cereal ? Tem Nescau
Ele pensou por alguns segundo
— Não papai, Quer panqueca – ele era tão pequeno mais já tinha os pensamentos formados em sua cabeça se ele disse algo nada no mundo mudaria seu pensamento se ele não queria algo, e porque ele realmente não queria e minha Irma Cris vivia sempre me dizendo que ele havia puxado essa personalidade de mim, que éramos como ela dizia ‘’OSSO DURO DE ROER’’ ao lembrar disso não consegui conter a risada novamente.
— Tudo bem! Será panquecas
-Ebaa
Ele estava tão ansioso para seu primeiro dia de aula e isso me deixava mais inseguro. Não queria que ele fosse ainda achava que ele era muito novo para ir a uma escola. Mas ele estava tão feliz compramos sua bolsa, seu caderno, estojo e tudo mais em que a lista que a escola havia me recomendado a comprar.
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Há alguns anos atrás ainda quando o meu pequeno ainda não andava apenas caminhava. Em uma noite dessas aonde a saudade e a solidão se senta ao seu lado e sopra em seu ouvido coisas em que você não escutava a tempos e te mostra imagens em que você não lembrava.
Lembrei do dia em que conheci ela, a Mulher em que pensei ser perfeita, para mim a mulher que tomaria conta de mim que me faria acordar sorrindo e dormi sorrindo. La estava ela Vanessa, ela era linda tinha os cabelos castanhos escuros ate a altura da cintura, e seu sorriso era único eu sempre me perguntei o que mais me chamava a atenção nela se era o seu olhar ou seu sorriso, nunca encontrei a respostas seu olhar era tão puro que você conseguia enxergar a sinceridade em seus olhos ela era única mas esse brilho em seu olhar se apagou quando ela se entregou as drogas e se perdeu abandonando a mim e a nosso filho.
Nos conhecemos em uma festa no outono, estava na faculdade cursando Cinema enquanto ela estava cursando Pediatria, estávamos em uma festa com nossos amigos de faculdade me lembro de estar conversando com meu amigo Carlos.
-Vai chamar ela para sair ?
-Não, ela não aceitaria – dei um gole em uma bebida forte porem com um gosto adocicado.
-Ou talvez ela diga sim, Eddie você gosta dela desde o primeiro mês em que entramos nessa universidade, você ate dormindo falava nela e eu não aguento mais ver você falando nela.
Carlos era um verdadeiro amigo, mais ele teve que se mudar assim que nos formamos, ele foi uma das pessoas em que mais me ajudou quando Vanessa nos abandonou, nunca mais consegui manter contato com ele mais ainda recebo e-mails dele me dando parabéns pelo homem bem sucedido em que me tornei , ele era dois anos mais velho do que eu era como se fosse um pai para mim, o Pai em que eu e Cristina nunca tivemos.
— Vai lá cara, amanha não tem aula
— O que tem haver ?
— Significa que se ela pisar no seu coraçãozinho com aquela bota nos vamos tomar todas e vamos para uma boate pegar varias. – Era incrível como Carlos era totalmente seguro de sim mesmo e era totalmente otimista deve ser por isso em que todas as aulas e professoras o desejavam, Carlos parecia ter saído de um catalogo da Calvin Klein, Consegui absorver um pouco desse otimismo dele após alguns anos de convivência, porem tudo isso foi pelo ralo assim que ela se foi.
— Tem razão – Tomei um Gole de Vodka puro me lembro que aquele liquido desceu queimando ate meu estomago – Vamos lá
— Isso! Bom Garoto.
Naquele momento eu me enchi de coragem poderia jurar que se eu fosse um pouco mais como Carlos teria beijado Vanessa de surpresa mais eu não tinha ainda tanta coragem assim, mais eu cheguei nela e isso era um bom começo.
-Oi... Oi Vanessa – Ótimo! Comecei bem gaguejando feito louco
Ela estava com suas amigas, que não me lembro o nome, ela era linda ate sua jogada de cabelo era perfeito e então ela me olhou e abriu o tal sorriso desnorteado para mim.
-Oi! Eddie né?
-Si.. Sim! – Se eu não parasse de gagueja eu iria estragar tudo
-Olá garotas – Uma mão sobre meu ombro me assustou que dei um grito baixinho mais logo depois reconheci a voz, era Ele, Carlos! – Então Vanessa né ?
-Isso! – uma amiga loira que estava ao lado da Vanessa ficou olhando para Carlos quase que de boca aberta.
-O negocio e que – Carlos olhava em dois em dois segundos para loira que estava com vontade de ficar com ele. Era meio que Vanessa, Loira, Vanessa, Loira, Loira, Vanessa. – Meu amigo aqui ta afim de você e queria saber se vocês poderiam sair qualquer dia desses? – Agora ele fixou os olhos em Vanessa, eu corei.
-E Claro – ela abriu um sorriso tão grande e sincero. Que dentro de mim uma voz dizia “ae garotão você conseguiu, ela ta afim de você, vê se não estraga tudo”
-Beleza, Terça feira naquele restaurante perto da universidade, pode ser ?
-Claro! Vou adorar, ate terça.
— Oi Gata! – Carlos olhou para a loira piscou e acho ate que fez biquinho de beijo para ela. Algo me diz que eles combinaram algo apenas por olhares por que exatamente cinco minutos depois os dois foram para o banheiro e ficaram La por um bom tempo. Eu sabia que Carlos iria emendar a boate para casa da loira. Então resolvi ir para casa. Sei que no dia seguinte o veria de novo!.
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-E.. chegamos
-Uhuu! – Diego estava muito feliz, pelo seu primeiro dia na escola.
-Pegou sua Bolsa?
-Sim, Senhor – ele tinha uma mania de imitar o jeito em que falavam no exercito
-Então vamos recruta- Entrei na brincadeira e fomos marchando ate a sala de aula, enquanto ele caia na gargalhada pelo jeito em que estava marchando. – Sentido!
E Na Porta da Sala estava a professora Nancy, ela era adorável e estava se divertindo com nossa brincadeira.
-Bom vejo que o Recruta chegou – Ela também entrou na brincadeira
-Sim, Professora- Ele era tão esperto que eu me surpreendia a cada vez em que ele falava coisas como essa.
-Como sabe que ela e sua professora? – Perguntei
-Por que olha a roupa dela papai – ele apontou para o uniforme da professora que tinha um sol e tinha algumas manchas de tinta guaxe e bem no meio estava escrito Professora Nancy, ele não sabia ler mais acho que ele adivinhou pelo uniforme e as manchas de tinta.
-Bom Vejo que esse pequeno garotinho e muito esperto. – ela tocou no nariz dele e ele corou – Pai, Pode vim buscar ele as Cinco da tarde.
-Tudo bem! – Me agachei na altura do Diego- Vai ficar bem filho? Ainda da tempo de ir embora
— Não papai, eu to bem. Vou aprender – Ele me envolveu em um abraço e disse em meu ouvido – Eu te amo Papai.
-Eu também meu filho – Seus abraços eram únicos e me lembro de ver a professora se comover com a cena.
-Tudo bem, Pai agora pode ir – Disse a professora com sua voz doce e educada.
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Era Terça feira eu Contei cada segundo desde sábado na boate na segunda feira Carlos não aguentava mais me ouvir de tanto em que eu falava dela e do encontro, mais finalmente era hoje e poucas horas.
-Calma cara, Vai dar tudo certo.
-Mas Carlos e se eu gaguejar eu nunca tive um encontro na minha vida, acho melhor cancelar.
-Chega cara, te suportei esses dias falando dela ai agora você vem com essa? Eu dei duro pra te ajudar e você faz isso
— Você só falou com ela
-Mais e sobre eu ter tido que ficar com a amiga dela?
— Você ficou por que quis, não tem nada haver comigo e com a Vanessa
— Tem razão.
Eu dei risada. Algum tempo depois, estava pronto usava uma camisa Quadriculada preta e azul e um Jeans e meu tênis, era o melhor que eu conseguiria, Carlos iria me dar uma carona ate o restaurante e eu estava pedindo a deus para que ele não inventasse de entrar e me constranger todo.
-Chegamos!
-Valeu cara. Tem algum conselho?
-Não coma cebola!
-Idiota – não consegui conter a risada, o bom de Carlos era que ele era engraçado e me distraia e assim eu não ficava nervoso ou ansioso demais.
-Seja você mesmo cara, Vai se dar bem. E como eu disse se ela pisar no seu coração nos sai e toma todas. Boa sorte.
E La se foi ele , Olhei em meu relógio eram quatro e quarenta e cinco e o combinado havia sido cinco horas, resolvi entrar e pegar nossos lugares. Alguns minutos depois La estava ela, linda como sempre com um vestido preto e seus longos cabelos amarrado em uma espécie de rabo de cavalo, os garçons a olharam com cobiça e isso de alguma forma me fez sentir ciúmes.
-Demorei? – Era o Tipo de pergunta que uma mulher espera ouvir não, mais não estaria mentindo pois realmente ela não havia demorado.
— Claro que não – Puxei a cadeira para ela sentar. – Você esta linda.
-Obrigada, Você também esta – ao ouvir isso foi em que me lembrei que estava com uma roupa tão diferente da dela ela estava tão formal e linda e eu estava com uma jeans rasgada no joelhos, uma pontada de vergonha tocou em mim.
— Estou feliz por você ter vindo
-Eu Estou feliz que tenha me convidado – disse a bela moça do vestido preto e seu sorriso magnífico.
-Bom... Tecnicamente não foi eu foi o ... – ela me interrompeu graciosamente.
— Vamos dizer que foi você só que com outra voz – ela piscou,e eu sorri
-Garçom – Chamei-o , ao chegar em nossa mesa eu o vi que ele a observava e me observava como se fosse dizer “ o que essa bela dama esta fazendo com esse sujeito”
— O que posso ajudar ? – ele falava enquanto olhava para ela e uma guerra silenciosa acontecia entre nos dois.
Me Lembro em que conversamos sobre as aulas delas e as minhas, conversamos sobre tudo e pela primeira vez me senti bem e não gaguejei ou paguei algum mico foi uma das melhores noites da minha vida me lembrou ouvi –La falar que amava crianças e animais e isso me fez ver que como ela conseguiu abandonar o seu tão sonhado filho por um vicio que a levou a destruição. Ela disse que queria ter dois filhos um menino e uma menina chamados Diego e Alice. E então eu coloquei o nome do nosso filho de Diego porem ela nem saber disso. ainda me perco nas ruas de madrugada em busca dela mais nunca tive uma noticia dela a ultima vez que ouvir dizer sobre ela, foi quando Diego teve pneumonia e ficou internado, ele tinha apenas um ano e alguém com a mesma descrição que Vanessa foi o visitar, não sei ainda se era ela, mais se fosse Vanessa então ela saberia que eu escolhi esse nome pois em cima tinha uma fita identificando cada paciente e se não fosse decisão dela ter nos deixado e se fosse algo maior que a tinha distanciado de nos, e se não ela não tivesse escolha alguma? E Se?...
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