Da boca pra fora

4 Amor platônico. (entre a loucura e a sanidade)


Notas iniciais
Olá, cupcakes! ❤️ Tava aqui pensando em umas coisinhas, estou ficando louca, então resolvi escrever aqui. Notas finais leia leia leia leia

Estava aqui pensando com "meus botões", e me veio uma pergunta em mente: o que fazer quando se esta apaixonado por algo ou alguém que jamais sentirá o mesmo por você? Como por exemplo um personagem de filme ou livro.

Já que como é bem óbvio, este personagem não existe na vida real, o que fazer? Eu, por exemplo, estou ficando louca! Completamente. Oh maldita DC Comics por criar aquele personagem perseguidor e ladrão do meu coração.

Qual é? Quem não ama um drama?!

Então, fantasminhas da minha vida... Coringa, Sr. C, Pudim! Oh criatura fictícia que não sai da minha mente. Como acabar com isto? Eu lhe pergunto. O que fazer? Como lidar? Quase impossível, não? É perturbador, é insano!

Assuma que você também já passou por isto, diria até que está passando neste exato momento por essa completa maluquice que é se apaixonar por um personagem!

Olha gente, eu sempre gostei do Coringa, desde os desenhos do Batman que eu lembro como se fosse ontem quando passava no SBT. Sempre fui louca pela loucura dele, e dos demais personagens loucos de filmes, séries, desenhos e afins. Mas depois de Esquadrão Suicida eu fiquei mais louca ainda, minha gente! Não consigo tirar esse personagem da minha mente. E como resolver? Creio que se eu estivesse só gamada no Jared Leto até que estaria tudo bem, pois existe uma pequena chance de ele vir fazer um show no Brasil, ou mesmo só visitar o país, e quem sabe, por um milagre, eu pelo menos conseguisse vê-lo pessoalmente. Mas e o Coringa? O personagem dele, IMPOSSÍVEL minha gente! É só um personagem, impossível eu dar uma de louca e grudar no pescoço dele.

Agora deixando de ser louca e tentando abrir a mente para um raciocínio mais lógico. Amor platônico é algo completamente normal, isto pode acontecer com qualquer um. SIM, qualquer um! Isto acontece quando, por algum motivo, deixamos de achar a realidade em que estamos algo realmente bom para se tornar acessível para nós e passamos a nos identificarmos mais com a ficção, meio que como se a realidade já não fosse o bastante então nos deixamos levar pela fantasia. Se existe cura? Bem, eu realmente não sei. Mas isso não é uma doença, por tanto para que uma cura? Isto é apenas a válvula de escape que algumas pessoas utilizam para tentar fugir desta realidade um tanto chata e monótona. Mas isto, este amor platônico, pode acabar por atrapalhar a sua vida real. Pois você acaba por colocar aquele amor em um pedestal, impedindo assim que pessoas reais se apaixonem por você. Mas cá entre nós, um personagem é bem melhor que um(a) homem/mulher chato(a) no nosso pé.

Então o que fazer? Devo começar a pesquisar como criar uma máquina que transforme ficção em realidade? Ou mesmo criar uma máquina que me leve para dentro daquela realidade?

Não menina, não existe saída, se interna!

Vozes...

Notas finais
HAHAHAHA Brincadeirinha, tô bem. Mas confesso que estou apaixonada pelo palhaço de Gotham City. Comentem, crianças! E bem, boas festas. ❤️
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.