Notas iniciais
Antes de começar, eu só gostaria de agradecer a cada comentário que recebo aqui e que vocês leks são uns amores!! Leio e respondo cada um, gente vocês não sabem a felicidade que eu sinto, quando leio os comentários de vocês!! Como eu digo sempre, vocês são fodas cara ♥ E ah crianças, cuidado olha as cenas fortes :)

Eduarda:

Dizer que aqueles dois dias em Angra não foram maravilhosos, seria mentira pura. João Lucas se mostrou um verdadeiro romântico e sem contar que me levava a loucuras cada vez maiores, do que quando chegamos. Toda vez que penso naqueles dois dias, arrepios de puro prazer, sobem pela minha espinha.

Amanhã os meus filhos irão completar um ano e nem estou acreditando o quanto o tempo passou rápido, nesses últimos tempos, tudo vem na minha cabeça em formas de flashes: a gravidez, a morte do Comendador, o casamento, João Lucas se tornando um responsável, o sequestro, o nascimento dos meus filhos, a loucura de ter que cuidar dos gêmeos na maior parte do tempo sozinha, a ida à Angra. É muita coisa para assimilar de uma vez só.

Os preparativos para a festa dos gêmeos estava quase tudo pronto, Marta me ajudou na maior parte da decoração. Maria Clara também ajudava, mas passava mais tempo na Império junto com seus irmãos, do que realmente em casa. O que se tornou mais constante nesses últimos tempos aqui na casa dos Medeiros, foi a presença de Cristina.

Ela vinha de vez em quando desde que os gêmeos nasceram, mas nos últimos quatro meses, ela vinha com mais frequência. Tirava foto dos lekinhos, passava bastante tempo conosco e acabou se tornando uma irmã para mim também. Cristina irradiava felicidade e alegria sempre que via os sobrinhos e toda vez que comentava o quanto o Comendador iria ficar babão com os netos, Cristina desvia o rosto, parecia que tinha culpa.

O dia da festa

Tudo estava lindo e maravilhoso, Marta mesmo a contragosto achou interessante fazer o primeiro aniversário dos lekinhos, com os super-heróis que João Lucas e eu amávamos. Por mais que a Império, agora não esteja andando muito bem, a festa tinha de tudo.

Estava muito empolgada para que todos os convidados chegassem, se divertissem. Que nesse primeiro aninho dos gêmeos eles fossem mais felizes do que nunca e que essa felicidade esteja para sempre na vida deles.

" — Nossa Du, tá tudo tão lindo lek! Você mandou muito bem." — o João Lucas falou me dando um selinho. Eu tentei a todo custo deixar tudo no suspense, só o que o Lucas sabia era que a festa era sobre heróis, mais nada do que isso.

Sempre fomos apaixonados por heróis, quando adolescentes vivianos para isso, lembro que até tínhamos camisetas do Batman e do Capitão América.

" — Ué lek, você não soube? Eu nasci pra te surpreender!" — digo rindo. O nosso relacionamento que antes achava que iria cair na mesmice, que deixaríamos de sermos os amigos que sempre fomos, passou a um nível que só tem fofice. É tanta fofura, que ninguém iria imaginar que ficaríamos assim.

João Lucas sempre foi muito babão por Martinha, desde o dia em que contei que teríamos um casal, Lucas se encantou com a ideia de ser pai de uma menina e hoje vê-la nos braços do pai, me emociona. Eles estão se divertindo horrores, enquanto fico brincando com Alfredinho na piscina de bolinhas.

Cristina chegou na festa e desde então está comigo, estamos nos tornando grandes amigas e percebo, por mais discreto que seja, as olhadas que ela dá em direção ao Vicente. Eu nunca vou conseguir entender do por que a Cristina ter desistido tão fácil dele e ainda por cima, aceitar que ele esteja com Maria Clara, tudo bem que ela é irmã do João Lucas, mas o que eu vejo nos olhos da Cris toda vez, é amor. O amor que eu sinto por Lucas.

" — Eu não sei Cris, como você aceitou isso fácil!" — digo olhando para o casal no meio da festa.

" — Aceitado o quê, Du?" — pergunta Cris, virando para olhar na minha direção.

" — Aceitado o fato de que por mais que vocês se amem, não voltam atrás dessa decisão!" — dico indicando com a cabeça em direção à Vicente e Clara. Cristina dá um suspiro.

" — Está tão óbvio assim que eu ainda amo ele?" — pergunta.

" — Está, para qualquer pessoa que reconhece os sentimentos, sabe o quanto os dois ainda são apaixonados um pelo outro, mas não dão o braço à torcer." — digo olhando na direção do Lucas e lembrando o quanto eu negava o que sentia por ele, um movimento a minha esquerda me faz olhar naquela direção. — "Mas o que essa mulherzinha, está fazendo aqui?" — digo baixo.

Vanessa está entrando na festa dos meus filhos, achando que é a rainha do pedaço e os meus nervos estão à mil. Cristina olha na mesma direção que eu e parece espantada com o que vê: Vanessa indo cumprimentar Lucas. Vanessa agarrando Lucas e dando um beijo nele no cantinho da boca. Lucas se afastando assustado. O meu sangue já estava fervendo com aquela aparição repentina e agora com isso? Consigo incendiar a mara Amazônica tamanha é minha raiva.

" — Juro que ninguém lá da empresa convidou ela Du, quer dizer, tenho certeza que nem João Lucas e nem eu, convidamos ela." — diz a Cristina que percebe o meu estado. Olho para ela e percebo que ela entende tudo o que estou sentindo, dou um sorriso para ela e volto minha atenção ao meu filho.

" — Está tudo bem Cris, só fui pega de surpresa" — Cristina me olha espantada e dou uma gargalhada — "Mas, isso não quer dizer que estou feliz com essa mulher aqui, pode ficar tranquila, ainda não enlouqueci, mas voltando ao seu assunto amiga, acho que vocês deveriam decidir logo o que querem da vida. Está óbvio que ele ainda te ama e você que o ama, então por mais que Maria Clara seja minha cunhada também, eu não vejo os olhos dela brilharem o tanto que os seus brilham, quando olha pro Vicente." — digo.

Cristina só sabe concordar com a cabeça, mas não pronuncia mais nada. Percebo que desde que Vanessa chegou, ela não saiu de perto do João Lucas e por mais que eu não queira demonstrar a ciumenta, ela já está me irritando faz muito tempo.

" — Cris, você pode cuidar do Alfredinho para mim?" — pergunto.

" — Claro Du, vai lá defender o que é teu amiga!" — diz Cris dando risada e eu a acompanho.

Assim que vou me aproximando dos dois, começo a escutar a conversa e o quanto Vanessa está determinada a tomar João Lucas para ela. Se é guerra que tu quer, é guerra que tu vai ter Vanessa, é tudo o que penso.

" — Nossa João Lucas, eu nunca diria que aos vinte e dois anos, tu estaria casado com aquela lá" — Vanessa diz.

" — E eu nunca imaginei Vanessa, que tu iria aparecer na festa dos meus filhos" — digo me aproximando, passando o braço no pescoço de Lucas. Sinto seu corpo relaxar, assim que coloco minhas mãos nele. Vanessa não perde o embalo e sei que a disputa aqui, vai ficar fora de controle. Pois eu não sou insegura, muito pelo contrário, o que pode deixar essa conversa no descontrole é meu gênio forte mesmo.

" — Ninguém te contou? A Clara me convidou para a festa e como eu era amiga de vocês no ensino médio e agora trabalho na Império, ela achou que seria ótimo eu ser convidada pra festa." — diz Vanessa dando um sorriso na direção do Lucas.

" — A Clara se equivocou nessa decisão, como você mesma disse, nós eramos amigos, tipo, muito tempo atrás e hoje você só é uma colega no trabalho do meu marido, então não sei que grau de intimidade é esse que tu tá tentando mostrar" — digo irritada.

Lucas percebeu o quanto estou irritada, pois meu corpo todo está tremendo e não estou conseguindo controlar o impulso de dar na cara dessa mulher.

" — Olha só Du, a minha mãe está chamando. Acho que já está na hora de cortar o bolo, vamos lá. Com licença Vanessa" — João Lucas puxa meu braço carinhosamente para sairmos dali.

" — Que isso lek? Por que você não deixou que a conversa continuasse? Eu gostaria de dar umas boas bofetadas na cara daquela idiota!" — digo. Olho para o João Lucas e ele está rindo, rindo de mim o idiota.

" — Porque essa festa é dos nossos lekinhos, é pra ser de felicidade, você terá outro dia para dar umas bofetadas nela, tudo bem?" — diz me beijando. João Lucas é a calmaria dos meus nervos, paramos o beijo.

" — Tudo bem" — digo rindo para ele.

Depois de cantarmos parabéns para nossos filhos e assoprarmos as velinhas, pego um pouco de glacê do bolo e passo um pouco no rostinho de Alfredinho, ele ri achando aquilo tudo uma diversão só, aproveito a deixa e passo em João Lucas também, que me olha maliciosamente e me arrependo na hora de passar o glacê nele.

João Lucas pega o glacê, passa também em Martinha, mas depois se vinga de mim passando e desarrumando meu cabelo, todo mundo ali já percebeu que aquilo vai se tornar uma guerra e se afastam da mesa. João Lucas e eu estamos dando risada, quando pegamos um pouco mais de glacê e brincamos um com o outro, aqui só para quando Marta intervem.

" — Pelo amor de Deus, esse bolo é das crianças gente!" — é tudo o que ela diz, mas há uma felicidade em seus olhos, que neste dia está um pouco apagado, pela falta que o Comendador faz na vida dela.

" — Desculpa mãe, mas vocês viram, foi a Du que começou!" — João Lucas diz e todos caem na risada. Percebo que nem todos, Vanessa está me olhando com o seu famoso "olhar matador".

A festa depois de cortarmos o bolo não demorou muito pra acabar, eu apesar de cansada, melada e toda dolorida, me sentia realizada com tudo o que eu tinha. Só tinha uma pequena tristeza dentro de mim, ao me lembrar que meus pais me esqueceram completamente e que o Comendador não está aqui no primeiro aniversário de seus netos.

No dia seguinte, Lucas me surpreendeu ao levar nossos filhos e eu para uma campina, ou eu achava que era uma campina. Ao longe eu via uma casa maravilhosa, mas Lucas disse que os proprietários da casa, liberou para nós passarmos algum tempinho fazendo um piquenique. Os gêmeos estão correndo pelo gramado e eu observo fascinada o quanto isso me lembra o sonho que tive no hospital, logo depois de receber a notícia da gravidez.

Passamos algumas horas na tranquilidade, até que Lucas me diz que devemos agradecer aos donos da casa por ter nos dado esse presente. Assim que vou me aproximando da casa, percebo que tudo está em silêncio e estranho, quando estamos na porta, aperto a campainha mas ninguém saí.

Quando me viro para Lucas, ele está sorrindo e segurando uma chave e é aos poucos que percebo a grande surpresa ali.

" — Você não pode estar falando sério, Lucas. Essa casa é nossa?" — pergunto assombrada.

Lucas está rindo e afirmando com a cabeça, me atiro em seus braços o beijando. Agora sei o quanto nós seremos felizes na nossa casa.

Alguns dias depois

Estou tão empolgada com a mudança para a casa nova, que preciso ir na Império para acertar umas últimas coisinhas com Lucas, antes dos caras da mudança começarem os seus trabalhos.

Assim que vou me aproximando da porta da sala de Lucas, sua secretária me dá um sorriso de felicidade. Provavelmente todos aqui já sabem que nós iremos nos mudar, nada passa quieto na Império, penso rindo.

" — Oi meu amor..." — digo entrando em sua sala, quando paro e vejo a pior cena que uma mulher casada gostaria de ver. João Lucas e Vanessa se beijando. Paro na porta da sala de Lucas e tento entender aquela cena toda, e quando eu percebo, minha visão fica vermelha. Vanessa tentando beijar Lucas. — "Mas que palhaçada é essa João Lucas?" — digo gritando, entrando em seu escritório, batendo a porta atrás de mim.

Os dois se separam rapidamente, mas percebo o sorrisinho de vitória que Vanessa dá e tudo que eu consigo pensar é: Querida, pode tirar esse sorriso idiota da sua cara. Estou puta da vida com ela e não com João Lucas.

" — Du, eu juro que o que você está vendo aqui, não é o que parece." — percebo o quanto Lucas está amedrontado com a situação. Vou em direção à eles, que estão de pé no meio da sala e peço gentilmente para Lucas.

" — Você poderia segurar minha bolsa, amor?" — pergunto, quando ele assente, passo a bolsa pra ele e me virando, dou um soco em Vanessa. A cena pega ambos de surpresa, mas já estou furiosa demais com essa lambisgoia. — "Sua vagabunda!" — grito e parto para cima dela. O movimento a pega de surpresa e ambas caímos no chão.

Nunca fui de brigar muito, mas sempre fui boa de briga. Estou descontando todos os anos que essa vaca me humilhou na escola e já não bastasse isso, dando em cima do meu marido.

" — Eu vou acabar com a sua raça, sua cachorra. Vou te deixar toda marcada, pois assim da próxima vez, pense duas vezes antes de dar em cima de homem que já tem dona." — grito batendo nela toda vez. Sinto que ela está revidando, mas nem sinto nada. João Lucas tenta apartar, mas grito com ele também. — "Não encosta em mim João Lucas, ou vai sobrar pra ti cara!" — grito furiosa.

Com nossos gritos, José Pedro, Maria Clara, Maria Marta e até a Cristina invadem a sala do João Lucas, todos tentam me tirar de cima de Vanessa, João Lucas finalmente consegue me tirar de cima dela e eu grito furiosa.

" — Me larga João Lucas, me larga que eu vou acabar com a raça dela. Você não tem nenhum pingo de respeito Vanessa? Nenhum respeito por você mesma? Você está se humilhando para quem não te quer, se enxerga meu!" — grito. — "Lucas, é sério me solta." — digo esperneando.

Ninguém me viu tão nervosa antes, muito menos a Vanessa e o olhar de pânico que ela tem nos olhos, me dá a felicidade de que agora, ela pensará duas vezes antes de mexer com o que é meu. Ela saí apressada da sala, envergonhada e humilhada. Todos querem entender o que aconteceu, mas João Lucas diz que explica depois. Assim que todos saem da sala, Lucas me solta e ambos estamos respirando ofegantes.

" — Mas o que foi que te deu, sua maluca?" — pergunta Lucas assustado.

" — O que foi que me deu? Eu vou te falar o que foi que me deu, e quero que você preste bem atenção Lucas, pois vou falar só mais uma vez: se aquela cachorra voltar a encostar em você eu acabo com a raça dela!" — grito saindo da sua sala e me encaminhando para o elevador.

Ouço João Lucas vindo atrás de mim, assim que as portas do elevador se abrem, me atiro lá dentro descontrolada. João Lucas alcança as portas e entra dentro do elevador comigo, estamos sozinhos.

" — Você não pode sair assim da minha sala nesse estado, dá para me deixar explicar o que aconteceu?" — diz ele.

" — Eu sei muito bem o que aconteceu e não preciso que você me explique nada. Aquela ratazana estava espreitando até dar o bote. Eu sei Lucas que você não iria me trair então pode ficar tranquilo, lek" — digo respirando fundo. Lucas está me olhando assombrado.

" — E como é que você sabe que eu não iria te trair?" — diz.

" — Porque João Lucas, eu te conheço melhor do que ninguém e principalmente porque eu confio em você, então sei, que se algo acontecesse entre vocês, tu me contaria. Quem ama cuida lek, e era isso que eu estava fazendo dentro da sua sala." — digo dando um sorriso para ele.

João Lucas me empurra para a parede do elevador me pegando totalmente desprevenida, segura meu rosto em suas mãos.

" — Eu amo ser cuidado por você e principalmente amo essa confiança que nós temos" — diz me beijando. O beijo começou inocente no inicio, mas depois se tornou mais voraz, faminto, intenso.

" — Lucas, é melhor nós pararmos, ou vamos acabar fazendo aquilo, aqui dentro do elevador." — digo rindo e segurando seu pescoço.

" — Acho válido aquilo acontecer dentro desse elevador" — diz mordendo de leve meu pescoço. Meu corpo todo começa a ficar arrepiado. Já sinto meu sangue ferver e suspiro.

" — Acho melhor nós irmos para casa sabe? Pois esse elevador não irá aguentar o nosso fogo" — digo rindo.

Lucas só sabe concordar comigo, ainda beijando o meu pescoço. Quando chegamos no estacionamento da Império vamos direto para o meu carro e subimos nele. A viajem para o nosso apartamento, foi uma tortura, pois toda hora Lucas ou beijava meu pescoço ou acariciava minha coxa, eu estava delirando e quase parei o carro para que acontecesse tudo ali mesmo, mas me controlei.

Quando chegamos ao apartamento, Lucas me agarrou pela cintura e envolvi sua cintura com minhas pernas, subimos assim as escadas e quando chegamos ao nosso quarto, percebo que a Zezé levou os lekinhos para passear. Melhor hora para isso acontecer, penso.

Lucas me deita na cama e começa a tirar minha blusa enquanto eu tira a dele. Começa a beijar meu pescoço e vai descendo para os meus seios, arranho as suas costas de leve e gemo. Lucas tira meu sutiã e dá uma atenção especial aos meus seios.

Ele sempre foi bom de cama, mas Lucas às vezes se supera, estou tão excitada com ele dando só atenção aos meus seios que tenho certeza que chegarei ao clímax rápido, mas Lucas vai me torturando ainda mais, vai descendo beijando minha barriga e chega perto da linha da calça e olha para cima, me dando aquele sorriso safado que me faz querer subir pelas paredes.

" — Por favor Lucas, não me tortura agora, é injusto isso!" — digo quase grunhindo. Percebo que ele dá uma risada e começa a tirar os meus sapatos, passa uma mão não minha perna e desabotoa a minha calça e tira junto com a calcinha. Lucas começa a me beijar desde a perna até as coxas, dando uma atenção especial as minhas coxas, já estou em delírio com toda aquela lentidão.

Meu sangue está fervendo para que Lucas sacie o lugar que está clamando por atenção e quando ele faz isso, sinto que posso chegar na lua. Sentir sua língua no lugar onde me da mais prazer é a melhor sensação do mundo, mas percebo que ele está querendo mesmo me torturar, por isso arranho as suas costas com um pouco mais de força, quando ele olha para cima, faço sinal chamando ele, quando está perto demais da minha boca, o derrubo na cama fazendo ele soltar uma risada.

" — Uma fera brigando, mas ninguém sabe além de mim, como você é transando, amor" — João Lucas diz.

Me sento no seu colo o provocando de leve e o fazendo dar pequenos gemidos, o beijo com todo o amor que sinto por ele e vou descendo. Beijo sua orelha e a puxo com os dentes, depois dou uma atenção ao seu pescoço. Lucas toda hora geme e me segura firma pela cintura, quando chego no peito dele, sei que o sangue dele está fervendo tanto quanto o meu, assim que vou descendo rumo para sua calça, percebo o quanto ele está excitado.

" — Nossa Lucas, você sempre está pronto para mim!" — digo tirando o seu cinto, depois os sapatos, a calça e só o deixando de cueca.

" — Eu sempre vou estar pronto para você Du" e é aí que tiro a sua cueca e vejo o quanto ele está pronto para mim. Acaricio-o e ele meio que suspira, meio que geme, puxando de leve meus cabelos, quando o coloco na boca, Lucas dá um grito abafado. Fico alguns minutos provocando ele, levando Lucas ao próprio limite, até que ele não aguenta, me pega pela cintura e me derruba na cama, estou gargalhando com toda aquela situação, quando ele paira os seus lábios sobre os meus. — "Você é uma fera, mas é a minha fera!" — diz me beijando e entrando em mim. Dou um gemido em sua boca e sinto a completude de nossos corpos estarem unidos.

João Lucas no inicio começa devagar, daquele seu jeito maravilhoso de me torturar, arranho suas costas, ombros e mordo o seu lábio.

" — Por favor Lucas, mais forte, mais forte, por favor!" — digo encostando meus lábios no seu ouvido e mordendo. E é quando João Lucas começa realmente se mexer nos levando ao clímax juntos. Estamos suados, mas felizes.

" — Nós podemos brigar sempre não é? Só para termos essa reconciliação maravilhosa, que tivemos agora." — diz João Lucas rolando de lado e me puxando junto.

" — Fui eu que briguei Lucas, não teve "nós" nessa história, mas sim, se toda vez que estivermos fulos da vida, transássemos assim, eu topo, só acho que você não iria aguentar." — digo rindo, beijando o seu peito.

" — Tenho certeza que é você que não aguenta" — diz rindo e me beijando mais uma vez.

E quando começamos tudo de novo, percebo o quanto minha vida é maravilhosa.

Notas finais
Gente, esse capítulo derrubou mais uma vez o meu forninho!! Eu só gostaria de agradecer mais uma vez, todo o carinho que vocês estão me dando leks, juro! É maravilhoso ler e responder cada comentário meu!! E a crise vem aí, mas se acalmem, a crise que estou pensando é boa, mas acho que vocês irão gostar! Beijos :)