Notas iniciais
Crianças cuidado, cenas fortes vêm aí!!!

João Lucas

Dizer que não foi estranho o encontro da Eduarda com a Vanessa, estaria mentindo, só faltou as duas saírem no tapa na minha frente e quando Eduarda foi embora, Vanessa estava tão ou até mais insuportável que antes de eu encontrá-la, ou melhor dizendo, ela me encontrar na praia.

Tinha saído para dar uma corrida antes de ir para Império, precisava de uma maneira para ficar tranquilo, relaxado e estou correndo com música, quando alguém pega meu braço do nada era a Vanessa e desde que ela sugeriu que fossemos tomar algo no quiosque ali perto, nunca desejei tanto na minha vida não ter saído do lado da Du na cama, mas quando vi Eduarda lá no calçadão, o meu ânimo melhorou e muito, então não tinha clima mais para ficar jogando conversa fora com Vanessa.

“ – Olha Vanessa, vou indo nessa. Daqui a pouco temos que estar na Império e quero passar um tempinho antes com minha família.” – digo já me levantando e indo pagar o suco que eu tinha tomado.

“ – Mas você vai assim? Parece que é só a sua esposa aparecer que você saí correndo que nem cachorrinho.” – diz Vanessa toda debochada.

“ – Escuta Vanessa, não é porque a Du apareceu aqui, é porque eu realmente não quero mais ficar aqui. Tchau, até no trabalho” – digo correndo de volta para minha casa.

Assim que chego vou atrás de Du, que está no nosso quarto. Quando a vejo ali, cuidando dos nossos filhos, sinto que não poderia estar em outro lugar, Eduarda me vê parado encostado na porta e dá um enorme sorriso.

“ – Achei que você iria ficar mais Lucas, não quero atrapalhar você trabalhando” – diz ela colocando Alfredinho no berço. Vou até ela e lhe dou um beijo. Assim que nossos lábios se encostam, o tão familiar fogo que sinto quando estou com Eduarda, vem à tona. O beijo que começou todo inocente se torna algo mais voraz, intenso. – “Lucas, você se esqueceu do trabalho?” – diz Eduarda interrompendo o beijo, mas está rindo e envolvendo meu pescoço com os seus braços. Aperto a sua cintura e dou um sorriso malicioso para ela.

“ – Claro que não me esqueci Du, mas aqui está tão bom!” – digo rindo e a beijando de novo. Assim que começo levar Eduarda para a cama minha mãe aparece.

“ – Desculpa interromper o casal, mas João Lucas você precisa estar na Império daqui a pouco, os seus irmãos já estão lá e precisamos fazer uma reunião.” – diz minha mãe, como sempre do jeito dela, sem se importar de interromper algo importante. Dou risada e Du me acompanha.

“ – Eu te disse, lek” – é tudo o que ela fala. Dou risada mais uma vez e vou para o banheiro tomar uma ducha. Vinte minutos depois estou saindo de casa, mas querendo imensamente ficar naquela cama o dia todo com a Eduarda, o final de semana já estava quase aí e ele pensava em preparar uma surpresa para Eduarda, com esse pensamento foi trabalhar.

Conforme o final de semana chegava, Lucas telefonou para um amigo seu de faculdade.

“ – E aé Matheus, como vai lek?” – pergunto.

“ – Nossa, olha só quem está me ligando. E aí João Lucas, tudo bem e com você? Eu soube dos seus filhos, parabéns cara!” – diz Matheus.

“ – Obrigado cara. Então, sabe aquela tua casa de Angra?” – pergunto.

“ – Sei sim, cara, quer ela emprestada para passar um tempo com a patroa né?” – pergunta Matheus, já entendendo onde quero chegar.

“ – Sim, então tem como você me emprestar ela nesse final de semana?” – pergunto ansioso pela sua resposta.

“ – Claro que sim João Lucas, vou ligar para os empregados darem uma arrumada e vocês podem passar o final de semana lá sem problemas.” – diz ele.

“ – Obrigado mesmo Matheus, te devo uma cara” – assim que desligo já estou com um sorriso enorme do rosto, Vanessa entra na minha sala sem bater.

Quando essa garota iria perceber que não quero nada com ela, e o quanto isso está ficando inconveniente? Era o que eu sempre me perguntava.

“ – Olha só, está todo animadinho assim por quê?” – pergunta Vanessa, querendo se fazer de amiga, mas desde aquele dia que a encontrei na praia e percebi a reação da Du, que ela não me desce.

“ – Se estou animado assim ou não, com certeza não é da sua conta, Vanessa.” – respondo.

“ – Nossa desculpe, senhor certinho agora! Queria te convidar para uma festa esse final de semana!” – diz já se animando de novo. Percebo que ela não estende o convite para Du.

“ – Me desculpe, mas já tenho planos para esse final de semana.” – digo, querendo que ela saísse logo da minha sala.

“ – Hum, compromisso com a esposa é? Ah Lucas ela pode esperar, você nunca foi de negar festas!”

“ – É claro que ela não pode esperar Vanessa, eu sou casado e amo minha mulher, então claro que não a deixarei para segundos planos!” – digo irritado pela forma como ela trata Eduarda.

“ – Ah então deixa para uma próxima.” – diz saindo toda emburrada da minha sala. Quando me viro para o monitor, olho as horas e percebo que não estou mais a fim de ficar na Império, descido ir para casa, ficar junto da minha esposa e dos meus filhos.

Quando ele já está em casa, percebe Zezé descendo as escadas e a chama em um canto.

“ – Zezé, será que você poderia ficar aqui nesse final de semana? É que eu gostaria de fazer uma surpresa para Eduarda, sabe? Queria que ficássemos um pouco sozinhos, só nós dois, você poderia?” – pergunto.

“ – Claro que sim, senhor Lucas. A senhora Eduarda merece um descanso, podem ir tranquilos.” – diz Zezé se animando. Percebo o quanto ela e minha esposa são próximas.

“ – Obrigado Zezé!” – digo subindo as escadas e indo para o nosso quarto.

Eduarda está com Alfredinho no colo mimando ele, conversando com nosso filho.

“ – Então meu amor, quando você crescer, vê se não vai se tornar tão irresponsável quanto seus pais viu? Tem que estudar, trabalhar, crescer, aproveitar e não só ficar na balada, tudo bem?” – diz ela e eu fico me lembrando do meu tempo rebelde e só agora com filhos sei o quanto os meus pais ficaram preocupados quando sumia.

Entro no quarto e abraço Eduarda por trás, ela leva um susto.

“ – Que isso lek, não aparece assim do nada não, meu!” – diz, mas se vira com nosso filho ainda no colo, em meus braços e me dá um beijo no pescoço. Penso o quanto estou no trabalho, o quanto estamos passando pouco tempo juntos e sei que esse final de semana será maravilhoso.

“ – Acho que chegarei cedo todos os dias, se for recebido dessa forma” – digo dando um beijo nela, o beijo se torna mais intenso e tudo o que quero fazer é me perder em Eduarda, mas ela me interrompe.

“ – Lucas, o lekinho! Ele é muito novo para perder a inocência assim!” – diz Eduarda rindo e se afastando, coloca Alfredinho no berço e vêm até mim de novo, passa os braços pelo meu pescoço e me dá outro beijo no pescoço. – “ Estava com saudades de você” – ela diz.

“ – Também estava com saudades de você” – digo, dando um beijo em sua testa e já acho que está na hora de ter uma conversa com ela sobre o final de semana. – “Então Du, o que tu acha de nós dois passarmos o final de semana em Angra?” – pergunto. Vejo os olhos dela brilharem, mas logo a luz se apagar um pouquinho.

“ – Mas Lucas e os gêmeos? Eles ainda são muito novinhos, para ficarem sozinhos” – diz.

“ – Du são só dois dias, já perguntei pra Zezé e ela disse que pode cuidar deles e outra, temos duas babás, elas dão conta.” – percebo o quanto ela está com vontade de ir, mas com medo de deixar nossos filhos sozinhos – “Pode ficar tranquila, se acontecer algo, nós voltamos na hora e nós precisamos um pouco de descanso, Du” – digo dando um beijinho em seu nariz. Ela finalmente aceita e já começo a pensar em tudo o que posso fazer para tornar esse momento, mas romântico possível.

Chegou o dia em que iremos para Angra, Eduarda está tão nervosa por deixar nossos lekinhos em casa, que também já estou ficando nervoso.

Assim que entramos no helicóptero, vendo os olhos de Eduarda, quero que tudo seja uma surpresa para ela.

“ – Que isso Lucas?” – pergunta assustada.

“ – Isso, é uma surpresa, apesar de você saber onde nós vamos, continua sendo surpresa.” – digo rindo dela.

Quando chegamos à casa do meu amigo, ajudo Eduarda a descer do helicóptero, agradeço aos empregados pelo serviço de última hora que eles conseguiram, e subo os degraus para entra na casa, com Du sendo guiada por mim.

Assim que entro na casa, vejo o quanto ela está toda romântica para o clima, e agradeço mais uma vez aos empregados, pelo ótimo trabalho.

“ – Lucas será que dá pra você tirar essa venda dos meus olhos?” – pergunta Eduarda um pouco irritada.

“ – Não, não dá para tirar a venda ainda. Você está estragando a surpresa Eduarda, larga a mão de ser curiosa.” – digo dando risada e me abaixo para pegá-la no colo e ela dá um grito.

“ – João Lucas Medeiros De Mendonça e Albuquerque, para com isso, você está louco?” – diz, mas começa a rir, vou subindo as escadas, onde Matheus tinha me dito que ficaria o nosso quarto.

“ – Sim, estou louco. Louco por você” – digo.

Paro em frente à porta do quarto e vejo que colocaram um monte de pétalas de rosas vermelhas ali, então prevejo que dentro do quarto, eles decoraram tudo como pedi.

Quando entro no quarto vejo o quanto está lindo e a cama, com as rosas espalhadas, me fazem sorrir. Coloco Eduarda delicadamente no chão e vou atrás dela, tirar a venda dos seus olhos. Assim que ela olha para o quarto, todo enfeitado com rosas e velas, os seus olhos ficam marejados e a abraço por trás.

“ – Nossa Lucas, não precisava de tudo isso.” – ela diz com a voz embargada de emoção.

“ – Para você Eduarda, tudo isso ainda é pouco.” – digo beijando o seu pescoço e a ouço dar um suspiro. Ela se vira nos meus braços e coloca as mãos no meu rosto.

“ – Desde que eu esteja com você Lucas, tudo fica maravilhoso meu amor.” – e é aí que eu percebo que eu não tenho mais nem um tico da paciência que estava guardando.

Beijo Eduarda, um beijo que antes era todo apaixonado, agora se tornou mais intenso e faminto que nunca. Estava com saudades do corpo da minha esposa, do seu cheiro, dos seus gemidos e suspiros.

Eduarda responde na mesma intensidade que eu e então percebo o quanto ela estava com saudades disso também.

Tenho que ir com mais calma, quero aproveitar cada segundo de tudo isso, tenho que me controlar e tornar isso mais prazeroso pra ela do que para mim, é tudo o que eu estou conseguindo pensar nesse momento.

Paro de beijar Eduarda e começo a beijar seu pescoço, dando leves mordidinhas, enquanto as mãos habilidosas de Eduarda entram em ação e ela as move para debaixo da minha camisa, fazendo carinho, eu já estou em quase um delírio e desistindo de ser tudo calmo, mas consigo me controlar um pouco.

Levo Eduarda até a cama e começo a me desfazer das peças da roupa dela no meio do caminho, primeiro a blusa, depois o sapato, a calça, só a deixo de calcinha e sutiã no meio da cama, enquanto eu estou totalmente vestido ainda e começo beijando cada parte do corpo dela.

Eduarda é como uma deusa para mim, preciso venera-la, cada parte do seu corpo me atraí de forma intensa, não consigo ficar longe das suas mãos, do seu corpo. Beijo-a intensamente quando ela consegue tirar minha camisa. Percebo cada suspiro que ela dá, cada gemido, todas às vezes chamando o meu nome e isso me deixa louco toda vez.

Passo a beijar o seu pescoço e vou descendo para o seu colo, beijo a pele de cima dos seus seios ainda com o sutiã e Eduarda geme, com as mãos nas minhas costas me apertando. Quando tiro o sutiã, beijo os seus seios e posso dizer que não sei como consigo me controlar, com tanta doçura do corpo da minha esposa.

“ – Lucas será que você poderia parar de me torturar?” – diz Eduarda, arranhando de leve minhas costas. Dou uma risada de leve.

“ – Torturar? Eduarda, mas é claro que não estou a torturando, isso aqui não está bom?” – digo me abaixando, beijando a sua barriga quase na linha da calcinha.

“ – Está tão bom, que acho que sou capaz de chegar ao céu, lek” – ela diz e suspira. Tiro sua calcinha e começo a beijar suas pernas e coxas, Eduarda está cada vez mais se retorcendo na cama de prazer – “Lucas, por favor!” – ela pede. Estou a centímetros de onde o corpo dela pede para ser explorado com mais atenção e paro. Olho para ela.

“ – Por favor, o que Eduarda? Não está gostando?” – ela só sabe me olhar e concordar com a cabeça.

“ – Por favor, continua logo!” – é tudo o que ela diz.

Chego no meu limite e exploro o lugar onde Eduarda sente mais necessidade, sei que em breve ela chegará ao clímax, por isso vou parando.

“ – Puta que pariu Lucas, para de me torturar meu!” – diz quase gritando.

“ – Calma minha linda, só vou tirar o resto da minha roupa.” – assim que termino de dizer, Eduarda engancha uma perna na minha cintura, e me derruba para o seu lado, subindo em cima de mim.

Olha-la daquele jeito, no limite do seu desejo, fez o meu sangue ferver, o quanto estava excitado não contava.

“ – Minha vez!” – é tudo o que diz, vindo me beijar.

Eduarda me beija com uma voracidade que nunca senti antes nela, morde de leve o meu lábio e o puxa com os dentes, me deixando louco. Ela vai descendo, dando beijinhos no meu pescoço e passa a me torturar beijando o meu peito. Enquanto Eduarda vai descendo pelo meu peito beijando, ela aos poucos vai me arranhando e eu não sei o que saí da minha boca, é gemido ou suspiro.

Quando ela chega à parte da minha calça, ela me olha e dá uma risada.

“ – Acho que está na hora de devolver o prazer que você me deu, não é Lucas?” – pergunta, já abrindo o zíper da minha calça.

Quando percebo, estou nu também e Eduarda se aproxima da minha ereção. Quando ela o coloca na boca, não sinto mais a cama, a terra, o chão, nada. Tudo o que eu sinto são os lábios de Eduarda me envolvendo, estou perto do limite, puxo Eduarda de novo para cima, e a faço rolar na cama, ficando por cima dela.

Olho em seus olhos e percebo o quanto está feliz por ter me torturado só um pouquinho. A beijo com todo o meu sentimento e a penetro, ambos suspiramos de prazer e fico imóvel dentro dela, sentindo o quanto o encaixe é perfeito.

Eduarda arranha minhas costas e começo a me mexer, só um pouco, só dando um prazer inexplicável a nós dois, nos levando ao limite do prazer. Não consigo ficar sem beijar Eduarda, ela é o meu mundo, minha razão, minha vida.

Ambos estamos suados, nossos corpos deslizando com mais facilidade e quando estamos no clímax Eduarda me olha.

“ – Eu te amo Lucas, sempre vou te amar.”

E é quando chegamos ao clímax juntos. Não sei como consegui ir tão devagar, com todo o desejo que ainda estou dentro de mim.

Encosto minha testa em Eduarda, nós estamos ofegantes e suados, dou um beijo em seu pescoço.

“ – Eu também te amo Du, minha vida não seria a mesma sem você” – digo olhando em seus olhos e a beijando com mais intensidade.

Rolo para o lado e a puxo para deitar sobre meu peito, em poucos minutos Eduarda está dormindo, mas ainda não consigo pegar no sono, fico mexendo em seus cabelos e pensando que esse momento não poderia ser mais perfeito.

Notas finais
Pessoal eu espero realmente que essa cena agrade vocês! Eu fiquei sem folego quando estava escrevendo ela, sabe? Esses dois são quentes, meu povo! Ah gostaria de agradecer cada comentário de vocês, sério! Vocês são maravilhosos. E bom, sinto em dizer que toda essa felicidade do casal, vai passar por uma crise, mas uma crise boa, gente.. Bem, pelo menos eu acho ;) Beijos