Da Infância à Adolescência
29 Eu te amo (Hot- EliXSieg)
Notas iniciais
_Se você continuar com esse apelido completamente idiota, vai se arrepender amargamente. –Elesis.
_Eu gosto de coisas amargas, Red Nose. –Sieghart.
Elesis não resistiu e riu com o novo apelido dado pelo moreno. Ela abraçou o pescoço dele.
_Ahh, ruivinha…às vezes eu fico pensando todo o tempo: “Que paraíso namorar a ruivinha…”. Você consegue me fazer feliz de um jeito que nunca tinha sido antes. Obrigado por isso. –Sieghart acariando os fios ruivos dela.
_Você tá tão romântico…clichê. –Elesis beijando-o.
_Hm…eu te amo, Elesis. –disse seriamente entre um sorriso e um olhar profundo.
_Eu também. –Elesis sorrindo.
Sieghart pegou uma caixinha do bolso e abriu mostrando para ela.
_E aí? Vamos ir gravar os nomes amanhã? –Sieghart com um sorriso travesso.
_Por mim tudo bem. Mas que prata barata essa, hein? –Elesis batendo no ombro dele de leve.
Ele riu e fechou a caixinha. Elesis ficou encucada…eles não iam pôr?
_Não vamos pôr elas? Não vai se ajoelhar e pedir pra mim? –Elesis.
_Avá, Elesis. Eu não vou fazer isso agora…elas vão incomodar e não quero que arranhem logo de início. –Sieghart abraçando ela.
_Ué? E por que elas iriam arranhar? –Elesis com um sorriso demontrando a ironia nas palavras.
Sieghart foi até seus lábios, e lambeu-os, deixando-os ainda mais úmidos e tentadores. Elesis e Sieghart se abraçaram, agarrando fortemente as roupas e foram andando em direção ao móvel mais próximo…o sofá da sala.
_O Ronan não pode ficar sabendo disso nem morto. –Sieghart falando entre um intervalo e outro.
Elesis o ignorou, trançando suas pernas na cintura de Sieghart, enquanto puxava a blusa dele pra longe do corpo.
Ela estava viajando em sua imaginação pervertida, dentro dos olhos prateados ela via o brliho da lúxuria que tanto a provocavam.
Sieghart mordeu seu pescoço, seu gemido saiu alto, mas ninguém ia escutar mesmo. Ele desceu os lábios para seus ombros, chupando diversas vezes naquela região, arroxeando tudo.
Elesis brincou com os músculos das costas do moreno, fazendo-o se deitar sobre si. Sieghart colocou suas mãos na cintura de Elesis, descendo até as coxas, levantando uma delas e passando os dedos na parte de baixo.
_Quer, ruivinha? –Sieghart.
Ela mal respondeu e ele já foi colocando as mãos na barriga dela e subindo até os seios. Apertou-os um pouco e depois começou a abrir a blusa que ela vestia, que por um acaso era uma blusa de botões listrada que ele tinha emprestado há um tempinho atrás. Ela vestia só a blusa, pois servia como uma camisola para ela.
Sieghart se deparou com uma lingerie branca que ela e Rey estavam na mão outro dia. A calcinha foi o que mais lhe chamou a atenção: diferente de algumas garotas que gostavam de calcinha pequenas, essa era uma parecida com um shortinho, mas bem curto mesmo, que tinha uns bolsinhos dos lados, o que fez dar um sorriso bem tarado com o pensamento.
_Pra que será que serve esses bolsinhos hein? –Sieghart colocando os dedos dentro deles.
Ela corou e virou um pouco o rosto com a mesma expressão infantil que fazia quando estava de birra.
_É bem fofo…me surpreendeu, ruivinha. –disse a envolvendo e colocando a face na curva do pescoço dela.
Ela tocou os dedos a nuca do rapaz, acariciando-o. Por um lado ela queria só ficar perto dele e sentir aquele carinho bom que ele fazia, e por outro ela queria experimentar aquele desejo assombrosamente delicioso.
_Vamos ver o quanto você pode me surpreender então? –Sieghart se separando e tirando-lhe a blusa por completo.
Elesis se sentou e beijou Sieghart, passando os dedos por seu peito, conhecendo cada parte dele. Levou sua boca no ombro do moreno, o que o deixou meio deliciado,esse era um desejo dela…beijar os músculos dele, perfeitos, fortes.
Ele sorriu, era quase uma permissão para ele fazer o que quisesse também. Ela segurou o rosto dele com firmeza e lambeu a ponta do nariz dele, depois trilhando um caminho de chupões leves pelo pescoço.
Sieghart a sentou em seu colo, abrindo o fecho do sutiã e tirando as alças.
Os dois envoltos por uma sensação apaixonante, que faziam seus corações baterem descompassadamente, e seus cheiros misturarem no ar, estava calor entre eles, mesmo lá fora estar quase nevando.
As mãos passeavam pelos corpos. Elesis estava completamente nua e Sieghart ainda com uma calça jeans azul-escura desbotada sustentada por um cinto branco…estavam corados, e muito ansiosos.
_Eu quero que você saiba, Elesis, eu te amo…de verdade. –Sieghart sobre ela.
_E-Eu sei…eu também. –Elesis.
Sieghart a beijou segurando as costas dela, reclinando-a em si, separando-a um pouco do sofá. Um sofá de veludo (hohoho) na cor azul-escuro…
Ela suspirava ante as carícias intensas, e continuavam esfregando seus corpos. Sieghart levou uma mão até o meio das pernas de Elesis, ficando de joelhos.
_Hun…-Elesis.
Sieghart mexeu os dedos na virilha dela, úmida e excitada, fazendo a ruiva fechar os olhos. Ele quase sentia em si aquele ardência, uma vontade de acabar logo com aquilo, mas deveria ser paciente, Elesis não ia gostar se ele fosse de uma vez e a machucasse.
_Você fica mais linda ainda quando está gemendo, ruivinha. –disse num tom provocante.
Elesis puxou o cabelo da nuca dele com força. O moreno deu um gemido de dor e olhou para a namorada com um ar vingativo.
_É pra doer então? –Sieghart.
Ele agarrou grande parte dos cabelos dela e os puxou, obrigando a garota a inclinar a cabeça pra trás. As mãos dela foram direto nos ombros dele, enfiando as unhas na carne bem fundo.
Sieghart sentindo a dor, se separou dela. Ela parecia bem diferente quando os cabelos estavam bagunçados e cheias de marcas pelo corpo, parecia aquelas psicopatas de hospital fugitivas.
_Você é masoquista é, ruivinha? –perguntou brincando.
_Seu idiota. –disse arrumando o cabelo e se sentando com os braços em volta dos joelhos.
_Ei, ruivinha…não fica assim. –Sieghart se aproximou abraçando a ruiva.
Ela sorriu um pouco. Voltou ao pescoço dele, dando umas mordiscadas e descendo as mãos até a calça. Sieghart se sentia excitado só de ter o contato dela em seu corpo, mas tudo podia ficar pior, ou melhor…
_Você também tem que tirar a roupa. Não é justo sabia? –disse tirando o cinto e pendurando-o na boca.
Sieghart via aquilo extasiado, ela abrindo o zíper devagar só para provocá-lo e colocar as mãos dentro da calça e rodear os braços tocando seu quadril.
_Credo, ruivinha…assim eu vou achar que você fica assistindo hentai escondido junto com a Rey. –Sieghart.
Elesis só riu com o comentário e abaixou a calça dele. Vestia uma boxer de barra cinza e de cor preta com uns detalhes brancos.
_Graças a Deus. Se fosse daquelas curtinhas eu poderia jurar que você era gay. –Elesis.
_Se continuar com essas brincadeirinhas o Ronan vai acabar chegando e pegando nós dois. –Sieghart.
_Ele não vai voltar…a Arme e ele estão comemorando o novo console deles. E você sabe que eu liguei pra Arme e mandei ela segurar o Ronan lá a noite inteira. –Elesis sorrindo maligna.
_C-Cruel…mas nem tanto. –Sieghart.
Ela pegou as beiradas da peça que faltava e a retirou. O coração dela estava dando vários saltos, estava tudo tão quieto e silencioso que eles tinham certeza que suas respirações e batidas cardíacas eram ouvidas.
Sieghart a puxou para cima de seu peito, afogando-a num beijo violento e cheio de desejo. Elesis o empurrou, deitando-o e encostando suas coxas nas laterais dele.
_Você vai ter um pouquinho de seu próprio remédio hoje. –Elesis.
Sieghart não fazia idéia do que ela queria dizer, mas numa hora dessas nem era certo falar mesmo. Tudo o que teve de pensamentos decentes até o momento se dissiparam no ar assim como o gemido que não conteve quando a ruiva segurou seu membro.
_Elesis. –Sieghart.
Ela moveu as duas mãos que o seguravam, massageando o pênis mais do que rígido, tentando Sieghart a gemer mais alto.
Ele mordeu os lábios tentando se segurar, seus dedos apertando as coxas da ruiva. Ela parecia bem maior e mais malvada ainda sentada em cima de si. Ela soltou uma das mãos para segurar o saco dele, e o massageou, ameaçando apertá-los um pouco mais forte.
_Hmn…
_Tá bom? –Elesis.
_Não tão quente pra uma ruivinha esquentada. –Sieghart forçando um sorriso de canto.
Elesis podia ter se enraivecido, mas tudo o que foi visto foi ela se afastando e inclinando a cabeça, abrindo a boca.
Ela beijou a glande e praticamente o engoliu, sugando a base e voltando pra cima, mordendo-o.
_E agora? –perguntou com uma linha de saliva ligando sua boca com o pênis.
Sieghart tinha certeza que sua cara estava pegando fogo, tanto quanto seu membro pulsante. Ela era realmente do mal…
_Agora continua…assim sua recompensa vai ser maior. –disse pegando ela pelos cabelos e a forçando a abaixar-se de novo.
Ela masturbou-o até o moreno gozar, o que durou alguns segundos depois, mas numa intensidade que ela mesma teve um orgasmo.
Elesis separou sua boca dele, engolindo aquele líquido amargo…até que era bom. Antes que pudesse falar, o moreno fez ela se sentar normalmente no sofá (normal, entendem?).
_O que foi? –Elesis separando uns fios de cabelo.
Ele se agaixou entre as pernas dela, abrindo-as, tocando a língua na parte interna da coxa e caminhando até chegar na vagina.
Elesis soltou algo como um som indescritível, que ativou Sieghart ainda mais. Sugou o meio, bem em cima da cavidade,infiltrando a língua e circulando-a por dentro.
_S-Sieghart… -Elesis gemeu baixo segurando o cabelo dele.
Ele ouvia os suspiros dela e afundava mais. Mexeu a língua imitando uma penetração, não esperando que ela fosse fechar as pernas em torno de seu pescoço, que recebeu com as mãos, acarinhando-as.
_A-aaa…
Elesis relaxou um pouco depois, liberando outro orgasmo. Sieghart chupou o local experimentando o gosto doce dela…era transparente e levemente gosmento, mas doce e cheiroso.
_Ruivinha…você tá bem? –Sieghart.
Ela assentiu se recuperando de um choque de excitação. Puxou Sieghart, e sussurrou em seu ouvido, mordendo sua orelha.
_Vamos…eu quero você. –Elesis.
_Que pressa. Devia ter feito antes então. –Sieghart apoiando as mãos na parede do sofá.
Elesis abriu as pernas expondo sua intimidade, a cavidade aberta o máximo possível e segurou os ombros recurvados de Sieghart.
Ele colocou a glande na pequena abertura.
_ “Vai ser bem diferente dessa vez…a Nina não era a garota que eu amava. E eu estou vendo a minha namorada agora. E ela está me deixando fazer o que quero…não como aquela vadia. E dessa vez vai ser bom e especial.” –pensava o moreno enquanto forçava a entrada.
Elesis contorceu o rosto um pouco, mas não parecia que estava doendo tanto assim, ela só estava surpresa.
_Está doendo? –Sieghart.
Ela balançou a cabeça num não. Sieghart continuou até se aproximar do corpo de Elesis totalmente. Ficaram nessa posição, Elesis manteve-se parada só sentindo o pulsar do membro de Sieghart dentro dela.
_Quer ir para o quarto, Elesis? –Sieghart perguntou afagando os cabelos dela.
_Tá. –respondeu baixo.
Sieghart a pegou nos braços, com a ruiva envolvendo as pernas na cintura. Ele foi até um dos quartos, que era o dele com certeza. Era todo decorado em cores escuras, a cama era de casal com as colchas pretas e os lençóis azuis-escuros.
O quarto tinha uma vidraça enorme e uma sacada. A cama ficava do lado oposto à vidraça, então não teria problemas em deixá-la sem cortinas.
Sieghart deitou Elesis e se pôs por cima. Estava resistindo para não gozar já, mas ela era tão linda e tão apertada, que o deixava mais e mais tenso.
Elesis deu um selinho no nariz dele e continuou abraçada as costas, começando a sentir o início dos movimentos do moreno.
Sieghart iniciou devagar, mesmo estando fácil para entrar e sair, graças à umidade. Aumentou a velocidade conforme ela se soltava mais em relação aos gemidos.
_Vai, Sieg…mais forte. –pedia ela arranhando as costas dele.
O rapaz atendeu a ruiva, indo cada vez mais forte e rápido. Ele encostava no colo do útero dela a maior parte das vezes e isso o deixava quase insano, querendo forçar e ultrapassar os limites dela e os dele próprio.
Uma de suas mãos segurava a cintura fina de Elesis, puxando-a contra seu membro, batendo suas intimidades com mais intensidade, e a outra segurava a colcha com força.
Elesis desceu suas mãos apertando a cintura do moreno, o forçando a não parar. Ela movia o quadril junto com ele, tentando dar mais impulso.
Ele mesmo não se continha mais em segurar os gemidos. Soltava-os normalmente, e se deliciava em ouvir a voz dela também, isso os ajudava a acertarem o ritmo.
Os corpos suados se mexiam sem atrito, era uma dança sensual entre dois corpos distintos e apaixonados.
Sieghart se apoiou nas colchas, deitando-se em cima de Elesis, sem nenhum espaço entre eles. Fez o movimento com a força de seus braços e do quadril, obrigando a garota a suportar seu peso e os esfregões de seus peitos e seus abdômens.
O suor se misturava…uma onda de calor e de prazer os pegavam.
_ “Ainda bem que o prédio é bem isolado. Deus abençoe aquele pedreiro.” –Sieghart.
Ele pegou uma coxa da ruiva e abriu ainda mais a perna dela, penetrando-a bem mais fundo, causando calafrios e fazendo os gemidos quase virarem gritos.
Não dava pra saber quanto sexo tinham feito, nem que horas eram, mas pela vidraça ele via o escuro e o silêncio da rua.
Sieghart ficou até assustado como ela tinha ficado molhada. Saía um líquido branco do meio das pernas dela, e a cavidade estava gradativamente inchada e avermelhada, sem contar que expandiu muito o tamanho.
Elesis ofegava deitada de lado logo depois que Sieghart parou de vez. Ele sentiu um tremor e se deitou ao lado dela, observando os olhos semicerrados e a face vermelha e suada.
_Ei…-Sieghart acariciando o rosto dela.
Elesis abriu mais um dos olhos e se aconchegou mais nos braços dele. O moreno só sorriu, em pensamento, porque fisicamente não tinha força pra mais nada.
Pregaram os olhos naquela noite…
Continua (NÃO CONTINUA NÃO!) obs: só a história que continua.
Notas finais
Valeu por ler! Ou perder seu tempo com algo assimcrianças fora daqui! (Eu sei que tem uns q naum tem mais de 15 anos lendo esses negócios! Naum me responsabilizo.)
Jaa!
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