Notas iniciais
Tah aí! Naum me matem por naum ser o hentai dea Lezlie!!!!! Vou postar no fim da história! Naum me mateeeemmmm onegaiiiii!!!!



Sieghart pov’s on





Após aquele
dia, nós éramos os melhores e inseparáveis amigos do colégio inteiro. Um grande
número, mas sempre dávamos jeito de nos juntar alguns dias durante aquele
recesso.



Quando
recebi a carta da Lothos falando que poderíamos voltar às aulas, me aliviei um
pouco, mas lembrei da Nina.



Aquilo era
um problema sério a se tratar, tanto porque ela é uma Von Claire. Eu sou de uma
família poderosa, não tanto quanto a dela, mas bem poderosa aqui nessa região.



Armei alguns
planos secretos junto com o Lass para seguirmos ela e arranjarmos provas de que
ela é uma criminosa. É claro, meu tempo com a ruivinha é máximo, então o Lass
me obrigou a ficar com a tarefa de ficar com ela.



O mais
estranho que aconteceu foi o Dio nervoso com a Rey por causa de algo que eles
insistem em não contar. Vou ver se a ruivinha descobre.





Sieghart pov’s off





_Elesis,
você não acredita nisso! –Rey.



_Eu acredito
sim. –Elesis.



_Não é
certo, não faz sentido. Isso só vai nos atrapalhar. –Rey.



_Que nada.
–Elesis.



_A minha
prima é rejeitada, ela morre de amores por aquele troglodita e não podemos usar
a minha prima chata por mais que eu odeie ela. –Rey.



_Eu acho que
mesmo assim. –Elesis.



_Que
conversa mais fiada a de vocês. –Ryan.



_Não
entendemos nada. –Jin.



_Conversa de
mulher é assim mesmo, rapazes. –Lin.



_Então por
que você tá aqui dando atenção pra gente e não pintando as unhas? –Ryan.



_Por que eu
sou uma garota culta. –Lin.



_Pois é.
Reza mais do que padre…eu sou uma dama, preciso dessas coisas. –Rey.



_Tá, uma
dama. –Ryan.



_Eu sou uma
dama, sim. E de nome, filhão. Por que acha que sou cobiçada por dois Pon Zec? E
invejada por uma Von Claire? –Rey.



_Essa eu não
sabia…qual é seu nome, Rey? –Jin.



_Não sabe o
meu nome?!!!! –Rey pegando fogo.



_Não, você
nunca disse. –Ryan.



_É Rey Von
Crimson, manés. –Rey.



_Von
Crimson? Aquela família rival ao Pon Zec? Por que namora o Dio?! –Ryan.



_Por que…EU
AMO ELE! –Rey.



_Mas suas
famílias… -Jin.



_Quem liga
pra família?! Ele não, e nem eu, tanto por que meu pai concorda parcialmente
com meu relacionamento. Ele entende que eu tenho minha vida. –Rey.



_Só que o
pai do Dio não entende isso, e mesmo o Duel sendo o primogênito e legítimo
herdeiro das indústrias Pon Zec, ele quer o Dio no comando. Ele é mais
inteligente e esperto. Mas os dois tem bom gosto pra garotas. –Rey.



_Ah, é. Se
os dois gostam de você… -Elesis.



_Por isso
minha querida priminha me odeia. Ela odeia ser rejeitada pelo Duel e eu ser
amada por ele. –Rey.



_Uuuuhhh.
Rey poderosa hein? –Jin.



_Pois é, mas
ela também não entende que nunca vou tocar aquele cara. –Rey.



_É bom
mesmo. –Dio entrando no quarto.



_Ehh, vai
fazer o que? Vai me prender e me estuprar que nem a Nina fez… -Rey.



Rey pos a
mão na boca assim que notou o olhar curioso de todos e os olhos arregalados de
Elesis e Dio.



_A Nina o
que? –Jin.



_Estuprou
quem?! –Ryan.



_Olha,
fiquem com a dúvida. E não comentem com ninguém o que ouviram. Isso é perigoso
e sério, então se alguém falar alguma coisa eu vou saber hein? –Dio.



_Você sabe
então Dio? –Ryan.



_Quer
morrer, Ryan? Não é nem pra pensar no que ouviram. –Dio batendo na cabeça do
alaranjado.



_Ai, tá
legal, grandalhão. –Ryan.



_Sou um
túmulo. –Jin.



_Igual a
Amy? –Dio.



_É. –Jin.



_Então vai
levar surra adiantado. –Dio.



_Não! É
sério, ela é muito reservada com segredos. –Jin.



_Nem em
sonho que acredito. –Elesis.



_Pergunta
alguma coisa sobre o Lass pra ela. Ela sabe de tudo dele, mas não conta. –Jin.



_Isso te
deixa puto né? –Ryan rindo.



_É! Agora
vamos, preciso arrumar as coisas pra amanhã. –Jin.



_Até
meninos! –Rey acenando.



_REY!
–Elesis e Dio.



_Foi mal.
–Rey.



_Já tem
gente o suficiente pra saber dessa história. –Dio.



_Desculpa,
por favor! –Rey.



_Se você
abrir a boca de novo… -Dio.



_Vai me
beijar? –Rey.



_Não! Vai
ficar uma semana sem beijar. –Dio.



_Noooo! No
consigo ficar sem beijo, é impossível!
–Rey.



_Passamos a
infância inteira sem beijar, numa boa. –Dio.



_Sacanagem.
–Rey.



_Então tá
resolvido. –Dio beijando-a num selinho.



_Obrigada.
Agora vamos indo né? –Rey puxando Elesis.



_Olha a
boca. –Dio.



Detalhe:
estavam na casa do Ronan, reunião com o pessoal com fala aí em cima. Daí todos
voltam pra casa para o dia seguinte.



Casa da
Elesis…



_Amanhã você
se livra por meio período de mim. –Elder.



_Isso mesmo,
pequeno-san. –Elesis colocando-o na cama.



_Droga, eu
vou ter que ir pra escola também. –Elder.



_Sem drama.
Agora durma que vou falar com o papai. –Elesis.



_Etto…acho
que ele tá ocupado. –Elder.



_Com o que?
–Elesis.



_Com a tia
Lothos. –Elder.



_Ela tá
aqui? –Elesis.



_Na cozinha
conversando com ele. –Elder.



_Obrigada.
Beijo e boa noite, ruivinho. –Elesis fechando a porta.



_Boa noite.
–Elder.



Na cozinha…



Elesis se
esgueirou para não constrangê-los, posicionando-se ao lado da porta e espiando
devagar…as vozes se fizeram presentes, algo que ela não esperava.



_Minha
investigação está cada vez mais perto do fim…temos muitas provas e testumunhas.
–Elscud.



_Só falta a
pegarmos no flagra. –Lothos.



Elesis se
afastou do aposento e subiu as escadas em direção ao quarto, onde o irmão
estava no décimo sono. Sentou-se na beirada da cama pensando nas palavras que
os adultos trocaram.



“Que
investigação será essa? Será que tem haver com a Nina?!” –Elesis.



Após isso, a
ruiva ouviu passos nas escadas e correu a deitar-se, no último momento, quando
seu pai entrou no quarto, beijando os filhos, se detendo um pouco na garota.



_Me desculpe
filha…eu sou um pai tão distante. Queria poder ser sua mãe, uma pessoa presente
e dócil. Espero que nesse ritmo nós não precisemos fazer você e o garoto
sofrerem mais. –Elscud.



O ruivo
acariciou as mechas caídas de Elesis, e depois saiu.



Elesis se
concentrou em guardar a conversa de Lothos e seu pai, e no dia seguinte, na
volta do colégio, iria contar para Lass.



Na casa de
Arme…



_Lire, tô
preocupada… -Arme comendo pipoca.



_Com o quê,
criatura? –Lire.



_Você sabe!
O Ronan e o Sieghart! Lembra do que eles disseram?! –Arme.



_Não… -Lire
tentando se lembrar.



_Se esforça
um pouco né? –Arme *gota*.



Mas por mais
que a loira tentasse, só saía fumaça e no fim um “perda de memória” escrito na
cara dela.



_Eles…iam na
casa do…Lass? –Lire.



_AÊ!!! Isso
é ruim. –Arme.



_Ué porquê?
–Lire.



_Não me diga
que não se lembra? –Arme.



_Ah é…o Sieg
acabou com o braço e o pulso quebrado quando foi com o Lass na 1ªrave. –Lire.



_Isso, mas
dessa vez é pior. A Nina é o motivo da saída deles. –Arme.



_Como sabe?
–Lire.



*Arme fazendo
pose de mistério com roupa e charuto de Sherlock Holmes*



_Porque…é
isso que os fatos indicam. –Arme tossindo com o charuto.



_Onde
conseguiu esse charuto, e esse roupa? –Lire.



_Fantasia da
Aisha, ela me deu. –Arme.



_Legal.



Longe dali,
num prédio da polícia antiga, abandonado e em área de classe média. O prédio,
em tons azuis escuros, era um edifício que abrigava secretamente um grupo especial
de menores abandonados…esses formavam uma gangue perigosa e estranha de Czara.



_Aí…dá uma
olhada na gracinha que tá subindo aí… -um rapaz magricela aos seus 16 anos,
trazendo na boca um cigarro.



A morena que
subia vinha acompanhada de uma aura escura, carregada de maldade. Perfeitamente
vestida para a ocasião, ela vinha ao encontro do líder do grupo.



O lugar parecia
infestado de rapazes um pouco mais velhos e outros poucos mais novos, todos
eles tinham os olhos afetados em vermelho por causa de drogas e horas de
intensas brigas. Os olhares que a garota recebia eram de desejo, mas eles
sabiam ser impossível conquistar uma ladra daquele tipo.



_Nina…que cê
tá fazendo aqui? Não falei pra sumir e esquecer nossos tratos? –um garoto de
uns 17 anos, olhos dourados.



Os cabelos
despenteados e negros do rapaz eram como espinhos, usava uma blusa de manga
comprida com o zíper aberto, mostrando o
tórax trabalhado e bem definido, resultado de muito treino (treino de quê? Sei
lá, imaginam algo).



A mão
esquerda era toda enfaixada, sem mostrar nada. A calça jeans e desfiada estava
caída, o cinto folgado mostrando a cueca de beirada preta e pano cinza.



_Hun…olha
só, você ainda está vivo? –Nina.



_Não quero
você na minha fortaleza, saia daqui. –disse o rapaz se levantando
ameaçadoramente da beirada do prédio.



_Ficou
bravinho só porque eu fui embora? –provocou a garota.



_Se não
quiser ter a cabeça entregue ao detetive, aconselho você a sumir. –o rapaz.



Ele com a
toda frieza possível, que era pior que a de Lass, se aproximou da menina, e
antes que todos os presentes vissem, ele tinha uma garra na mão esquerda
segurando-a pelo pescoço, há alguns centímetros do chão.



_Se você não
vai embora, vou te obrigar a pegar um atalho. Que tal 9 andares em queda livre?



Ela agora
tinha a expressão séria.



_Certo, eu
vou. Depois que pelo menos ouvir minha proposta. –Nina.



O rapaz a
colocou no chão e abaixou sua garra, escondendo-a com a grande manga da blusa.



_Diga logo.



_Preciso de
alguns meninos emprestados…meu caso está se estendendo. Mas o que pretendo é
vingança…não é roubo. É uma questão de honra. –Nina.



O jovem
adquiriu interesse no assunto logo de cara. Seus interesses baseavam-se em
fazer justiça com as próprias mãos, e mesmo ela sendo uma traidora, ele fazia o
que bem entendia.



_Não me diga
que você vai me negar uma ajudinha? –Nina acariciando o pescoço do rapaz com os
dedos.



_Se afaste
de mim, você me enoja. Mas nesse caso, talvez eu pense em te ajudar se me
disser o que realmente aconteceu.



_Tudo bem…eu
estou num beco sem saída. Meu namorado está me traindo, e eu quero só dar um
sustozinho nele. –Nina.



_Qual
namorado?



_O
Sieghartzinho, óbvio. Ele é o meu único namorado. –Nina.



_Esqueça,
não vou te ajudar.



O rapaz se
virou, a menina transpirava ódio e raiva daquele à frente. Tinha vontade de
matá-lo, mas não seria possível.



_O que você
quer em troca de 5 caras, profissionais? –Nina indo direto ao assunto.



_Eu não vou
matar nenhum Erudon, nenhum Pon Zec, e nem ninguém relacionado àquela escola.
–disse o rapaz seriamente.



Ela bufou.



_Certo. Mas
não se esqueça…eu sempre volto…Raven. –disse Nina descendo as escadas.



Continua

Notas finais
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