Da Infância à Adolescência
48 Agora é a hora (LezliexZero Hot)
Notas iniciais
...
_Onde que a Lezlie foi? –falava em tom baixo uma moça de cabelos azuis-esverdeados longos, olhos da mesma cor (Hatsune Miku kkkk).
_Ah...ela foi dar aulas àquele rapaz de novo. Mas ela disse que vai ao cinema com ele e depois vai dormir por lá mesmo. –comentou sem olhar a esverdeada um homem alto, cabelos azuis escuros e olhos fixos num livro, ouvindo música (Shion Kaito kkkk, gente naum resisti, a Lesley-Lezlie, é igualzinha à Hatsune Miku!).
_Shion, seu idiota! –deu um soco na cabeça dele.
_ITTE! O que foi, Miku?! –Kaito.
A garota suspirou. Eram muito ocupados infelizmente para dar atenção à filha. Mas sabia que aquele tempo em que a haviam deixado com Mari, ela tinha se aberto mais, amadurecido muito. Especialmente depois do possível namoro com o rapaz de óculos esquisitos.
...
_Ain! Eu a-do-ro Crepúsculo!!!!! –falava animadamente a de cabelos longos azuis.
_Eu não sei porquê. Que ridículo, Liz... –comentava Zero super irritado pela perda de tempo que foi assistir a saga romântica e vampiresca.
Lezlie lhe deu uma bofetada no braço, que como sempre, sem efeito, o fez sorrir pela primeira vez na noite.
Estavam andando pela rua, já bem longe do shopping, com os braços entrelaçados. Eles permaneciam em Czara depois de todo o ocorrido, mas haviam se passado mais ou menos uns 3 meses e muitos deles haviam começado a fazer faculdade em outras cidades e até em outros continentes, mas nunca perdiam o contato.
Lezlie tinha crescido bastante em um curto espaço de tempo, agora em seus 15 anos. Zero suspirou olhando a namorada, pensando no esforço diário que fazia para não infringir a lei.
Pensava a cada minuto: “Três anos, só três anos.”
E quanto mais pensava, mais desesperado ficava. Lezlie começou a perceber a tensão de Zero por trás daqueles óculos inseparáveis.
_Oe, Zero... –Lezlie parando de andar.
Zero sorriu para ela fracamente e não falou mais nada. Apenas deu um beijo casto nos lábios da garota e a abraçou junto ao corpo, voltando a andar com um sorriso discreto no rosto. Lezlie o olhava curiosa, ela no ano passado era quase do tamanho dele, mas após aquele tempo, Zero aumentou de tamanho muito rápido, estava uns cinco dedos mais alto.
Ela se sentia muito pequena, muito frágil. Zero muitas vezes era nervoso e impaciente, e ela era cabeça dura também, acabando sempre em situações violentas, mas que cessavam no mesmo momento ao se darem conta.
Digamos que compensavam seus defeitos juntos. E em relação ao namoro, podia-se dizer que era uma tortura.
_Vamos, estou com sono. –Zero beijando-a no meio da franja com um ar suave.
Lezlie fechou os olhos, aconchegando-se no corpo do maior, em meio ao frio bom que fazia. Ela vestia um casaco comprido cinza, um cachecol xadrez rosa claro, uma calça branca e grossa, além de um par de botas marrons, que aqueciam seus pés.
Zero estava com um casaco preto, um grande cachecol listrado preto e cinza, calça marrom e um par de coturnos pretos.
Eram um casal que mais pareciam irmãos do que namorados. Zero estava com o cabelo solto assim como Lezlie e os dois se impressionavam com o tamanho que tinham adquirido.
Por um instante, Lezlie pensou ter visto Zero entristecer, mas ele se recompôs.
_Ok, vamos. –Lezlie apertando a cintura do outro, colocando a mão dentro do bolso dele.
Andaram um bom tempo, até a rua em que Lezlie se perdeu na primeira vez. Pararam em frente a casa do número 1014, ao lado da casa de Elesis, onde a ruiva ainda morava.
Zero apertoua campainha. Nada...
_Será que a Mari saiu? –Zero tirando a chave e abrindo.
A casa estava com a lareira acesa, junto a um ar aconchegante e com um toque romântico até. As luzes reguladas em tom baixo.
_Mari? –Zero procurando-a.
Em cima da mesa de centro havia um arranjo de rosas azuis, nada espalhafatoso, mas tinha um perfume característico que deixava o local ainda mais agradável.
_Ela não está. –Lezlie mostrando um bilhete ao ladod as rosas.
_ “Vou domir na casa do Lass, boa noite pra vcs, bjo”. –falava em voz alta Zero.
O grisalho suspirou pesadamente. Seus “pais” não estavam em casa. (Zero é primo da Mari, mas foi criado como irmão lembram?).
Lezlie riu pela cara de Zero, e isso era o que mais perturbava. Não resistindo muito, Zero a abraçou repentinamente e com força, encaixando seus lábios.
Lezli fechou os olhos vermelhos, mas não se entregou totalmente, forçando-o aos poucos a soltar seu corpo.
Com um sorriso infantil, ela selou os lábios e continuou andando. Pretendia se trocar e talvez assistir mais algum filme.
_Lezlie, não foge. –Zero já pedindo ao se sentar no sofá.
_Vou me trocar. Escolhe alguma coisa pra gente ver... –Lezlie pulando dois degraus como numa brincadeira.
Zero encarou-a. mai um filme?! Nunca mesmo. Mas ele nem comentou, só assentiu e fingiu procurar algo no rack.
Assim que os cabelos longos e azuis sumiram, Zero se levantou indo para seu quarto, tirando as roupas quentes e pegando uma toalha. Tinha tara por banhos...uns dois ao dia e que demoravam muito por preferência.
Esfregou a cabeça pensando no tanto de coisas que um saudável rapaz de 20 anos poderia fazer com uma mulher sozinhos em uma casa, ou em qualquer outro lugar vazio. Mas diferente do que pensava, a sua parceira não era uma mulher, era uma adolescente complicada.
Em sua imaginação, cinco anos de diferença não eram nada há alguns meses atrás. Mas ao fazer 20 percebeu que aquilo passava um pouco da média de idade, e se assustou, porque cada ano passado, as pessoas ficam diferentes, nem que seja um pouco.
Saiu de baixo d’água, morna mais pra quente, que relaxava seus músculos tensos. Se enxugou e colocou um calção cinza e uma calça preta, saindo do banheiro passando a toalha pelos fios cinzentos.
Assim que pôs o corpo pra fora, ainda distraído pela boa sensação do banheiro com um baixo vapor, encontrou seus olhos descobertos com um corpo feminino e revestido por um pijama leve, em cima de sua cama, sentada por cima de uma das pernas e a outra um pouco dobrada para trás, com um travesseiro nos braços, abraçando-o como um urso de pelúcia.
_Ah, finalmente. Como você demora no banho, Zero...até eu não demoro tudo isso, e olha que tenho muito mais cabelo. –olhava um pouco corada e com um bico.
Os cabelos estavam soltos, mas enrolados nele mesmo, fazendo os fios ficarem juntos e caírem por seu ombro esquerdo. Seu pijama era uma blusa de mangas compridas, longa, batida no meio das coxas e caída no ombro direito, o short era colado e branco, batido apenas um pouco abaixo da blusa, suas mãos eram cobertas pela blusa, deixando à mostra apenas os dedos.
Zero sentiu seu rosto esquentar muito mais do que devia e ele se preocupou já por causa da calça que usava, mas Lezlie parecia estar prestando mais atenção ao travesseiro que abraçava.
O grisalho se aproximou, tentando secar o máximo possível o cabelo e se sentou na beirada da cama, de costas.
Lezlie olhou de esgoela para as costas morenas e fortes, apertando ainda mais o travesseiro. Era duro ter que olhar e ter medo de fazer o que quer que fosse.
_Posso dormir com você? Tenho medo. –falou com voz baixa e envergonhada.
Zero sorriu. Com qualquer outra pessoa aquilo soaria de forma errada, mas realmente, ela sempre teve medo de dormir sozinha.
_Com quinze anos e ainda tem medo? –virou o rosto para olhá-la.
Lezlie nem prestou atenção na pergunta, estava mais interessada nos olhos opacos amarelos. Por que eles não tinham brilho? Até parecia um cego, mas na cor amarela.
_Zero, você enxerga bem? –Lezlie olhando pra baixo.
Zero piscou umas duas vezes e assentiu, dizendo que via perfeitamente. Lezlie mordeu o lábio, o que soou provocativo.
_Porque? Acha tão estranho a cor deles? –Zero se inclinando sobre a cama meio deitado.
_Não é isso, é que...são bonitos, mas muito diferentes. –Lezlie escondendo a boca com o travesseiro.
Zero tocou os dedos que seguravam o travesseiro e abaixou-os, fazendo-a destampar a boca, na qual implantou um beijo profundo.
Lezlie sentiu Zero subir por cima de seu corpo lentamente, deitando-os, mas separados pelo travesseiro. Ela começou a perder o ar.
_P-Pesado! –Lezlie.
Zero se sentou envergonhado e tirou o travesseiro, mas se arrependeu amargamente. Os seios da menina estavam se destacando no tecido, mostrando claramente os mamilos enrijecidos.
Ela ainda estava deitada com as pernas entre as dele, os cabelos esparramados agora e os dele caindo pelos ombros e peito nus.
Zero lutou contra seus instintos, mas ela o obrigou, tocando os fios de cabelo dele caídos pelo tórax, acariciando-os e em seguida tocando a pele dele, totalmente extasiada.
_Lezlie. –Zero a chamando, se mordendo de tanto desespero por alívio.
Os olhos gordos dela o encararam e ele sentiu a luxúria neles, comendo-o pela visão. As unhas dela passearam pelos ombros dele e o puxaram a seu encontro. Zero se ajeitou em cima dela, tentando não se excitar demais, mas o contato era inevitavelmente delicioso.
Lezlie já não queria mais nada além de ter ali consigo pra sempre. Um desejo que a devorava por dentro, fazendo-a esfregar suas pernas por entre a área que era possível tocar em sua posição, as coxas internas de Zero.
O grisalho estava totalmente abraçado ao corpo dela, tocando a cabeça dela entre os fios azuis e a nuca, acariciando-a. Sua consciência o repreendia, seu corpo não conseguia rejeitá-la.
_Te quero. –Zero.
Lezlie passou as mãos pelos ombros, costas e cabelos do mais velho. Sentia-se bem com cada movimento, tocá-lo parecia ser o suficiente, mas o tempo parecia a castigar exigindo ainda mais contato e, além de tudo, achava estar errada por tanta carência.
Zero tocou sua boca na bochecha de Lezlie e desceu até o ombro direito, lambendo-o de leve, sugando-o tão suavemente que parecia uma carícia comum.
Os dedos da azulada se fecharam no cabelo de Zero, forçando-o contra sua pele. Nisso, Zero se sentiu na obrigação de provar mais da pele alva, sugando-a mais forte, tirando um suspiro alto dela.
_Zero...
Era tudo muito bom. Lezlie tinha vontade de continuar daquele jeito, de poder ficar com ele a noite inteira só daquele modo, a língua e a saliva dele aquecendo-a.
Zero subiu uma perna, colocando-a meio dobrada, deixando Lezlie sentir seu membro latejante. Ela suspirou novamente ao tê-lo tão despudorado. Ignorando-a, ele voltou a beijar o mesmo ombro, só que subindo beijos e leves sugadas, devagar, marcando-a com manchinhas vermelhas aleatórias, subindo o pescoço todo.
O cheiro que ela tinha o deixava entorpecido, ativando cada vez seus sentidos animais. Era por natureza um violento e pervertido, mas com ela, ele desejava ser o mais manso possível, poder amar e ser amado da mesma forma, doce.
Lezlie chamou seu nome em meio aos beijos e o abraçou fortemente, trazendo-o ainda mais para perto.
_ “Droga...não posso...não posso...” –se repreendia o rapaz em sua mente, mas sua boca agia por conta própria.
Seus dedos já haviam saído dos cabelos azuis e se aventurado pelo corpo da jovem, tocando a cintura por baixo da blusa e adentrando calmamente, provando a textura do abdômen liso e macio.
Lezlie estremeceu com o toque, tanto por sentir cócegas, mas apenas se deixou levar. Quando viu que ele não escolheu nenhum filme, resolveu ir dormir mesmo, mas a noite prometia mais, a noite de inverno prometia muito mais.
_Hn... –Lezlie fechando os olhos com prazer ao ter os seios levemente tocados.
Zero olhou pervertido, tocando a carne entre os dedos. Apreciou com o máximo de lentidão, apertando-a levemente, fazendo a carne estufar um pouco em sua mão, deixando o mamilo avermelhado à mostra entre seu dedo indicador e do meio.
_A-ah... –Lezlie com rosto avermelhado e o corpo esquentando repentinamente.
Zero sentiu-se duro, sentado sobre uma coxa dela. Aquela expressão de prazer o enlouquecia e depois de muitas vezes desejando e mentalmente imaginando a cena, se inclinou, tocando a boca no mamilo direito da garota e adentrando com o seio na boca, sugando toda a pele possível, literalmente comendo-a, fazendo-a arquear o corpo.
Ao mesmo tempo em que ela gemia, mexeu seu quadril sobre a coxa esbranquiçada dela, fazendo seu membro roçar sensual como num movimento de penetração.
_Z-ZERO! –gritou empurrando-o para longe e o assustando.
Ela assistia apavorada a boca que escorria saliva de Zero e seu seio molhado. Sua coxa estava com uma marca vermelha por causa do peso de seu namorado e ele parecia excitado demais.
Mas para seu maior medo, ele não falava nada, só ficou parado, limpando a boca com as costas da mão. Em seguida pegou a toalha do lado da cama e estendeu para a azulada.
_Me desculpe. –Zero sem olhá-la.
Ela pegou, passando sobre seu busto, mesmo assim, não tirando-o da frente depois de tirar o excesso. Estava muito envergonhada, tímida.
_Desculpa. Eu tenho muito medo ainda. –Lezlie falou já com lágrimas nos olhos.
Zero a olhava ainda um pouco abalado, por estar quase no auge e ser impedido. Era torturante não poder experimentar o sexo que há muito tempo não sentia, e ainda por cima, com a própria namorada, com a pessoa mais importante e querida por ele.
_Eu espero. –Zero falou, arrumando o cabelo dela.
Lezlie sentiu se arrepiar, tê-lo tão perto, mas o medo impedir. Ela segurou a mão dele antes dele retirar a mão de seu rosto.
_Zero...*cora* -Lezlie fechou os olhos, mas puxou a mão dele, colocando-a sobre seu coração.
Zero não acreditava em coisas sentimentais tanto assim, sabia que a velocidade da batida de um coração devia-se aos sentidos nervosos, mas certamente essas reações aconteciam por causa dele.
Antes que fizesse mais alguma coisa, Lezlie direcionou a mão mais para baixo, fazendo-o tocar totalmente seu seio.
_Pode fazer...eu só fiquei assustada. –Lezlie desviando os olhos.
Zero puxou o rosto da menina, acariciando-o. Ela tinha um pouco de medo devido à diferença de idade, ele realmente tinha cara de mais velho. Beijou-a calmamente, decidindo ir até o fim, mas ao tempo dela.
O rapaz apertou o seio levemente, mas se conteve, apenas a colocando em seu colo, puxando a blusa do corpo dela.
Lezlie o olhava de cima, hipnotizada por aqueles olhos. Tudo pareceu escurecer a sua volta e ela só queria ele.
Beijou-o levemente, roubando a sanidade, e rápido, ele a apalpava pelo corpo inteiro, chamando-a sempre, declarando-se.
Lezlie sentou-se e empurrou Zero até deitarem, dedilhou os músculos do peito e do abdômen dele, massageando-os e beijando-o sem parar. Não se sentiu satisfeita até que tocasse a calça preta e buscasse a masculinidade que se escondia ali.
_Ahn! L-Lezlie, tô um pouco sensível, não aperte muito. –Zero com o olhar nublado e o rosto pegando fogo.
Lezlie mantinha o rosto impassível, apertou com força por cima do volume, fazendo Zero abrir a boca e perder o controle.
Ele a virou bruscamente e a afogou com um beijo desesperado e molhado. Os corpos se esfregavam buscando cada vez mais o calor e o prazer, era possível sentir a brisa fria que entrava pela janela entreaberta.
Zero despiu-a, tirando a calcinha branca e finalmente completando seu desejo mais íntimo. Lezlie se encolheu mais, proporcionando a cena mais erótica que Zero poderia presenciar da parte de uma garota. Beijou-a mais uma vez naquela noite fria e se despiu inteiramente também.
Ficaram colados um tempo, tentando ganhar coragem para o próximo passo, mesmo que já valesse muito estarem ali apaixonados e desejosos.
_Te amo. –sussurrou Zero no ouvido da menina.
Ela escondeu o rosto no ombro do maior, acompanhada de um riso dele. Ela respondeu baixo e ele enfim ganhou o incentivo para continuar.
Lezlie sentiu a dor, e Zero não teve vontade nenhuma de ver se sangrou muito ou não. Já sabia que aconteceria e não tinha paciência para coisas sentimentais demais, já era um sacrifício se declarar.
_HN... –Lezlie apertando o pescoço dele.
O peito dela subia e descia, cansada e exasperada. Deu tudo por ele.
Zero parou um pouco para observá-la respirar fundo e olhar em seus olhos. Ela repetiu outra vez e ele só queria ouví-la dizer muitas outras vezes.
Não era possível que apenas a voz dela o fizesse se sentir tão apaixonado, como nunca antes, era mais do que desejo carnal, mais do que atração, era até maior do que simples paixão.
Ele sentiu quase sua alma relaxar e suspirar. Abraçou-a com toda força possível e deu-se pra ela, proporcionando todo o prazer que o amor pode dar.
Lezlie ainda que fosse uma criança, certamente seria, num futuro próximo, sua mulher. Mesmo que já a considerasse assim.
_Pode se mexer agora. –falou num sussurro que fez Zero se derreter.
Já não bastava estar sendo envolvido por aquele calor pecaminoso, a dita ainda tinha que falar tão sensualmente.
Zero a apoiou pelas costas e impulsionou se quadril para trás e de volta para frente.
_AHH... –Lezlie fincando os dedos nos ombros de Zero, inclinando a cabeça para trás.
Os cabelos longíssimos da menina tocavam as costas dela e caíam pelas coxas de Zero acarinhando sua pele máscula. Zero sentiu a onda prazerosa e a vontade de não acabar aquilo.
Seu corpo insaciável pedia por mais daquele movimento e Lezlie pedia mudamente, forçando seu quadril contra o grisalho. Zero impôs seu ritmo, forte, não tão rápido, mas muito forte.
_Ahhnn...Zero! –Lezlie puxando-o mais.
O rapaz atendeu aos pedidos, forçando-se, agarrando-a pela cintura e a movendo mais rápido. Os olhos da menina reviravam ao ser tocada tão fundo e na parte macia de seu interior, de sua boca saiam gemidos altos, que instigavam seu amado parceiro.
_HN... -Zero ofegava pelo prazer e pela força que fazia levantando-a.
_H-hahh...
Zero mudou a posição, obrigando-a a deitar, era necessário. Segurou forte o lençol entre os dedos e impulsionou com força seu quadril, fazendo-a soltar um gemido mais parecido com um grito abafado, a cavidade úmida dela o apertava muito, e quanto mais quente e mais rápido, mais a sensação do ápice aumentava, era surreal, maravilhoso.
_Ahhh..
Zero suava, seus cabelos grudavam nas costas e Lezlie já não aguentava sua própria voz, tentando segurar os gemidos, mas era impossível de fato. Ele aumentou o ritmo, diminuindo a força buscando não machucá-la, a beijou, usando seus cotovelos como apoio, distraindo-a.
Lezlie abraçou o pescoço de Zero e ela própria se impulsionou contra ele, fazendo o baixo ventre dele queimar deliciosamente. Os gemidos nada despudorados fazia o clima ficar mais excitante.
Ela enlaçou as pernas na cintura de Zero e ele prendeu os pulsos dela acima da cabeça, olhando-a quase sentado e colocando todo seu prazer para dentro da menina submissa e sexy.
_Ze-Zeroo...ahhn, hnn...AHH... –Lezlie fechando os olhos e mantendo a boca aberta constantemente.
O rapaz gemeu também, sentindo seu orgasmo escorrer por entre as pernas dela. Seria suficiente por uma noite e teria que acabar com aquilo tudo ali, não queria aumentar chances de nada.
Estava se afastando do corpo dela quando ela o surpreendeu, trocando-os de posição.
_Isso não acabou. –falou languidamente com os olhos distantes.
Nem parecia aquela linda garotinha inocente. Zero sentiu seu membro ser arrancado da intimidade dela num alto e sôfrego gemido da parte dos dois.
_O quê?.. –gemeu ofegante o rapaz com os olhos quase fechando por causa do relaxamento.
Lezlie ficou entre as pernas grossas, tocando as coxas, começando a beijar o abdômen do grisalho, lamber cada músculo, chupar e mordiscar a pele morena. Desceu até o membro semi-ereto, tocando-o com a ponta dos dedos, verificando a temperatura fervente.
_Hm...Lezlie, assim eu não- AHH... –Zero fechando os olhos assim que teve seu pênis apertado fortemente pelas mãos macias.
_Gostou...? –Lezlie massageando-o apertado, de baixo para cima.
Zero perdeu o fôlego e tateou em volta, em busca de algo para segurar. Soltou um gemido muito alto para um homem, e isso o deixou constrangido.
Lezlie nem sabia como tinha arranjado coragem para tudo aquilo, mas foi na onda e como pensava, as mulheres também podiam ficar no comando. Acreditando nisso, apertou-o e o lambeu calmamente, espalhando a saliva.
Zero sentiu como se seus pulmões o traíssem, e a boca da menina chupou sua glande, quase o forçando a outro orgasmo. Ele ainda teve tempo de se sentar, até que foi envolvido pelos lábios aveludados e em seguida por toda a boca quente e molhada.
Segurou os cabelos azuis com as duas mãos e moveu a cabeça dela, não para trás e para frente, mas pediu para ela deixar o pescoço mole e moveu a cabeça dela em círculos, fazendo os fios de cabelos se moverem lentamente junto com o rosto da menina de olhos fechados.
Ela salivava nele e em seguida, voltou ao movimento de penetração, fazendo-a se apoiar em sua coxas.
Lezlie colocou uma mão embaixo do pênis, tocando os testículos, apertando-os de leve e puxando-os de vez em quando. Até esse momento, Zero sentiu seu auto controle ir pro saco e despejar seu esperma, mas acabou escorrendo a maior parte da boca da azulada, quando ela engasgou, criando um caminho por seu pescoço e descendo por um de seus seios.
Zero ia soltar os cabelos que segurava com mais força do que pretendia, mas ela voltou a por o membro do rapaz na boca, limpando-o.
Assim que conseguiu tirar a maior parte, ela voltou o olhar para os dele, e finalmente ele a soltou, acariciando o local.
_D-Desculpa...acho que te machuquei. –Zero.
Lezlie sentou-se sobre suas pernas e passou a mão no cabelo, tentando enrolá-lo como antes. Depois se aproximou de Zero e o beijou, sendo retribuída. Mas foi o beijo mais casto daquela noite com certeza.
O corpo muito menor que o seu, deitou-se sobre si, abraçando-o em busca do aconchego. Ela cerrou totalmente os olhos.
_Está frio hoje... –comentou baixinho quase caindo no sono.
Zero a enlaçou, deixando seu corpo cair, cobrindo-se com os muitos cobertores.
_Boa noite, Liz. Te amo... –Zero a beijando na testa e caindo no sono.
Tudo o que houve foi um entrelaçar dos dedos.
Estavam aquecidos um pelo outro e pelos cobertores do frio que tornava-se intenso na madrugada de inverno.
Fim
Notas finais
Espero que gostem do próximo, bye!
E em questão do capítulo interativo, é pra mandar uma "carta" perguntando algo para os personagens ou comentando algo. Agora, se vcs não quiserem esse capítulo, basta me dizer, daí mudo tudo ok? e vou fazer 5 capítulos extras de hentai dos personagens ok? não fiquem tristes, eu mesma tava com vontade de fazer. Kkk, bai bai!
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