Da Infância à Adolescência
52 Noite Carmesim (Hot- ReyXDio)
Notas iniciais
YYYYYYOOOO! E vem aí um casal que eu não gosto muito, mas que me cativou durante a fic. Acho que vocês vão gostar. Pov inicial é do Dio.
Mas por incrível que pareça... as pessoas me aceitaram bem. E eu só fiz isso porque meu pai está adoecendo e minha mãe me pediu quase como implorando, havia como eu negar um pedido dela? A resposta é nunca mesmo. Eu estava deitado na cama da MINHA casa, e pensei por um segundo, Onde a Rey está?. Ela normalmente me liga o dia inteiro perguntando como está sendo. Ela ficou mais feliz do que meu pai quando assumi. Você ficou super sexy de terno, foi isso que disse. E durante meu período de trabalho, que ocupava toda a parte do dia, o que me deixou inteiramente enfezado, ela me visitava ou ligava. Ela também estava esperando a sucessão da Von Crimson, que é uma família que supera a minha, de acordo com ela, ela era uma Lady e ao se tornar a chefe, ela poderia fazer alianças com a Pon Zec por causa de mim, então era certo que se tornaria uma aliança poderosa. Se bem que eu me pergunto de onde ela aprendeu essas coisas. Não fazia muito o estilo dela querer ser uma empresária, ela tinha cara de estilista. Bem, pra ser mais claro, eu fiquei sabendo de muitas coisas sobre as famílias principais aqui de Vermécia, como a Erudon. Desde que eu assumi, meu pai me explicou coisas que nem mesmo um adulto poderia aceitar tão facilmente. Mas nisso, eu vi uma oportunidade pra me libertar e em consequência dessa pequena ambição, eu desisti da faculdade pra me dedicar somente à empresa. Ok, nesse momento, eu estou mais interessado em saber onde a Rey foi, já que ela fica no meu pé o dia inteiro. Não que eu não goste, a companhia dela ajuda a espantar o stress. Pov Normal _Alô. dizia uma voz embargada pelo celular, feminina, mas rouca. Dio juntou as sobrancelhas demonstrando a raiva. Ela soluçou e isso já era um ótimo motivo pra deixa-lo puto. _Você tá bebendo enquanto eu fico aqui preocupado com você? perguntou ríspido. _D-Diooo!!!! Você terminou o serviço, estou cansada de te esperar. Vem logo pra cá, amanhã você tá de folga não é? Rey toda animada e bêbada do outro lado. _Quem te arrastou pra aí? Dio. _O-o...Ryan, Lire, Lupus e o Azin... Rey falava tonta. Dio esfregou a cara, tentando afastar a raiva. Ele odiava quando ela saía assim, as pessoas ficavam dando em cima dela e quando estava bêbada, ela virava uma gatinha mansa e sensível. _Onde que você está, eu vou te buscar. Dio. _Não! Você vem pra se divertir, se não nem precisa vir. o telefone desligou. Dio rangeu os dentes. Nisso uma pessoa adentrou o quarto, dando um susto nele. _LASS! Que bosta, não faça isso! reclamou o rapaz tirando o terno e arrumando as mangas. _Ah, gomen. Eu vim aqui dar uma passadinha e avisar em que boate que ela está. Lass estendeu um papel. _Você não vai vir? Dio olhando-o como se pedisse para acompanha-lo. Dio ultimamente estava se distanciando de lugares como aquele, as noitadas foram dispensadas e ele vivia com uma leve segurança, sabendo os perigos daquela vida que escolheu. Em seus 19 anos, ele sabia que tinha virado um ótimo Alvo, e temia por seus amigos. Ele estranhamente se tornou um homem correto e diferente de sua vida no colegial, ele não dava mais oportunidades para o descuido entrar em sua vida. Se isso acontecesse, o erro poderia ser fatal pra ele e pra todos ligados a ele. Era como um pai. Mas ele tinha que tomar conta de seus amigos enquanto eles não tomassem um rumo próprio. _Não vou. A Mari está me esperando sabe? Estamos... trabalhando em uma coisa juntos. Lass respondeu em tom sério. Dio entendeu e cumprimentou com a cabeça, correndo para o armário e retirando uma calça jeans. Lass já tinha ido embora e Dio já tinha se trocado. Muitas coisas iriam acontecer dali pra frente, ele precisava estar pronto, e Rey teria que ser mais responsável. Afinal de tudo, ela ficou triste com a partida de Elesis pra Canaban, ela ficaria lá algumas semanas e Rey em breve teria que ir pra Elyos de novo, seu pai tinha a chamado para uma reunião de família. Ligou seu carro, vestindo a blusa social vinho meio desabotoada com uma gravata preta, acelerou. A Rey ia pagar por isso, sua noite de sono tinha sido destruída. ... O som quase o ensurdeceu, lá dentro estava exageradamente abafado, as luzes comuns eram vermelhas, dando a entender que era uma daquelas bem puteiras, garotas seminuas dançando em cima das mesas e balcões, bebidas de todos os tipos nas mesas, uma multidão enlouquecida, possivelmente drogada.
O humor de Dio ficou no limite entre o estouro e a irritação total. Ele respirou fundo, sentindo vontade de tirar a blusa, desabotoou mais dois botões e continuou andando. Ele estava morto, mas mesmo que seus pés doessem, ele iria arrastar a garota dali e dar um jeito de apaga-la, seu desejo maior era uma cama e uma noite relaxante. Mas parece que nem a madrugada ele iria ter de sossego. Dio parou no balcão onde as pessoas estavam mais bêbadas e cansadas pra dançar. Pediu uma vodca, ele teria que sair ganhando dessa história. Não demorou muito tempo, um braço envolveu seu pescoço e deu de cara com alguém que não gostava nenhum pouco. _Dio, eu não sabia que você tinha vindo! berrava o albino de olhos vermelhos meio alterado. _Cadê a Rey, inútil?! Dio perguntou em um berro rouco que assustou alguns ali. O rapaz riu, estava sem camisa e com uma garrafa de uísque. Ele era doido mesmo, aquele surfista todo cheio de manha devia estar é enganando a Kami. _Você não é de beber, porque está aqui?! Dio berrou outra vez virando o copo de vodca. _A Kami e eu terminamos. respondeu com uma expressão meio abalada. _Porque? Dio meio curioso. Na verdade, ele nem entendia porque estava falando com alguém que ele conhecia tão mal. Jin que tinha ficado amigo daquele surfista idiota, então porque estava perdendo seu tempo? O tempo devia te-lo amolecido e talvez já tivesse considerado aquele ser como seu amigo também. _Ela quis terminar. Estou na lama... ela simplesmente quis terminar porque não damos certo. Azin respondia tomando um lugar num banco. _Ah, que pena. respondeu sem muita animação. Logo a música parou e as luzes ficaram pretas, depois se acendeu várias luzes vinho no chão de uma passarela. Todos direcionaram seus olhares, de repente muitas luzes cegaram todos na casa noturna, e a luz vermelha tomou posse do local junto de uma fumaça com cheiro delicioso. No meio das passarelas muitas garotas vestidas com lingeries de couro dançavam dessincronizadas, haviam barras de polydance, deixando todos totalmente ligados somente no espetáculo. Mas o principal, foram aquários em que a água descia pelo vidro, como um chuveiro. Dentro de uma delas, uma garota quase nua se esfregava no vidro como nunca tinha visto antes, os cabelos róseos estavam abaixados e grudados no corpo esbelto e curvilíneo, os olhos verdes felinos olhavam a plateia com uma espécie de tesão e na boca tinha presas não muito grandes que fazia parte de seu visual meio masoquista. Dio abriu a boca e por impulso se levantou. Ela estava drogada, bêbada, seja lá o que for. Azin olhou pro rapaz levantado e riu. O mais velho se virou pra ele, segurando-o pela gola. _Azin, você sabia disso?! Dio. _N-Não, quando chegamos aqui éramos apenas clientes. Como vou saber como ela parou lá? Azin. Dio atravessou as pessoas pra chegar mais perto, estava louco da vida e pronto pra matar um ou dez se aquilo continuasse. Foi quando sentiu seu pescoço ser puxado e uma coisa úmida tocar seu pescoço. _Dio! uma voz não feminina com braços grandes. Dio se virou, não acreditava que aquele idiota tinha beijado ele!!! _LUPUS! Dio deu um soco na cara do moreno. Instantaneamente um monte de pessoas se viraram para assistir, mas logo duas mãos empurraram eles dali do meio, fazendo a possível briga que ia acontecer acabar. Dio nem teve tempo pra ver, mas levou um tapa no rosto que doeu como nunca. Estava pronto pra revidar, mas aquela mão era bem conhecida pra ele. _DIO! Porque bateu no Lupus?! Rey batendo o pé irritada. Ela estava vestida com um top preto, uma bermuda jeans e os cabelos amarrados em uma trança raiz. Estava bonita. Perae!!!! Ela não tava no palco?! Dio virou seu rosto, a moça continuava lá dançando e se esfregando no vidro. Dio voltou a olhar Rey. Então sua ficha caiu. _R-Rey! Que merdaé essa?! Porque está aqui?! Dio furioso. _Que saco, Dio! Eu te falei que a Edna tinha convites pra essa boate incrível, ela está trabalhando aqui! Rey batendo na cabeça dele de leve. _Mas isso não é hora... Estou cansado. Dio reclamou tentando absorver a raiva. Lupus riu, Dio queria mata-lo, mas percebeu que ele estava mil vezes mais bêbado que Rey. Na verdade, Rey estava até cambaleando, o rosto avermelhado, agora Lupus, estava a ponto de desmaiar. _Maldição, vamos embora! Dio segurando o braço do moreno com olhos quase fechando e rindo sem parar. _Cadê a Lin numa hora dessas? Dio pegando o braço de Rey com a outra mão. _Está em casa. Ela aprecia uma boa noite de sono, mas ela na verdade está ajudando a Kami. Lupus falou enrolado e se pendurando em Dio. Até que pontos seus amigos chegaram? Dava graças aos céus por Sieghart estar em Ellia, porque se ele estivesse aqui, seria impossível segura-lo. Dio fez o maior esforço possível, Azin segurou em sua camisa para não se perder, Lupus era quase totalmente carregado pelo ombro esquerdo e Rey era levada pela cintura pelo braço direito. Segurou o ar, ele não era um monstro pra poder levar três pessoas e ainda assim abrir caminho. Lire e Ryan que se virassem, eles eram bem mais responsáveis e estavam em casal ali. Não haveria problemas. Dio chegou mais perto do carro, por sorte não pegou a moto. Abriu a porta e enfiou Rey no banco de trás e ajudou Azin a não tropeçar. Colocou Lupus no banco da frente e passou o cinto nele. Ele estava descabelado, provavelmente tinha sido assediado por todos naquela boate, devia ter transado com alguém, sua calça estava amarrotada e sentava-se de um modo estranho como se estivesse com dor. _Lupus, nem quero saber da reação da Lin quando te ver assim. Dio. _Ah, n-não...Dio, por favor... ele começou, mas o sono bateu nele naquele momento. _Se for vomitar, fala. Dio empurrando a cabeça do rapaz contra o encosto do banco e deitando-o um pouco. Talvez fosse melhor ele dormir, corria menos chances. Rey estava em silêncio e cansada, Azin estava pensativo. Dio olhava pelo espelho, suspirou. Que problemático! E ele devia ter três vezes mais problemas do que aqueles três juntos. _Vocês dois aí atrás, se quiserem dormir... Dio. Rey e Azin o olhavam com olhos inchados e olharam um para o outro. Azin continuou sentado, dando espaço pra Rey se deitar encolhida no sofá. Dio era muito bom, mesmo com sua cara assustadora. Ele sempre tinha boas intenções e por isso não gostava de seu gêmeo, esse só tinha má-intenção no que fazia. Parou o carro num semáforo. Dio deu uma espiada em Lupus, estava dormindo, estava diferente do que conhecia e estranhou, porque Lass sabia onde ele estava e não foi ajudar. _Azin? Dio chamou baixo. _Hm. _Sabe porque o Lass não levou o Lupus pra casa? Azin indicou que não e Dio percebeu que algo tinha acontecido. Era simplesmente incomum alguém como Lupus se entregar a bebida. Pelo pouco que conhecia de Lupus, ele era diferente de Lass, ele gostava de uma boate, de vinho, brigas e de garotas, mas como bem sabido de tudo o que ocorre, Dio também sabia que ele andava na linha em tudo o que fazia. Nada passava do exagerado. E! Ele tinha uma namorada... E foi estranho imaginar o que poderia ter acontecido com Lupus naquela noite, porque sinceramente... ele cheirava a álcool de metros de distância, parecia que levou um banho de colônia masculina, suas roupas estavam tão batidas e quase imperceptivelmente desfiadas que não era muito difícil deduzir o que houve. Ah, e como se não fosse o suficiente, parece que tinham pintado o cabelo dele, estava loiro dourado. O que será que houve hein? perguntou a si mesmo enquanto continuava o caminho. Dio pensou um pouco, ele ia levar os três junto, não fazia sentido tentar leva-los pra casa, a únca coisa que ia acontecer era levarem uma boa bronca dos pais, isso se eles moravam com os pais. Estacionou e pegou primeiro o moreno, que estava em pior estado. Azin conseguiu ir andando e ao voltar, Dio carregou Rey, que dormia pesado. A casa era espaçosa, tinha quatro quartos. Tinha comprado no fim do ano passado e mandado decorar de acordo com o que queria, era um lugar de tons escuros, mas em certos pontos era agradável e claro. Dio pousou Rey em cima de sua cama, ajeitando-a. Ela era sua prioridade, mas em seguida foi correndo ajudar Lupus. Ele passou pelo banheiro, notando que Azin estava lá soltando tudo o que comeu e bebeu e não poderia haver coisa mais nojenta. Passou reto sem nem olhar e pegou Lupus, que sofria pra se manter em pé.
_Voce vai ficar me devendo. Dio resmungou passando um braço por seu pescoço e levando o semiacordado Lupus para uma suíte. Enfiou ele dentro de uma banheira com roupa e tudo e mandou esperar. Foi até Azin, que se recuperava e abriu o armário do banheiro puxando umas cinco toalhas. Jogou uma para o albino e abriu o chuveiro mandando ele tomar uma banho frio. _E não demora, aqui é um condomínio e a água é cara! Dio fechando a porta. Voltou no quarto, Rey ainda dormia. Ele estava exausto, ofegante pelo peso que havia carregado, preocupado porque dirigiu quase dormindo e poderia ter morrido e matado todos, enojado por ter que ajudar Lupus a tomar banho e completamente suado. Não havia noite pior. Arregaçou as mangas e entrou no banheiro de uma das suítes. Lupus ainda estava parado lá quase dormindo. _Depois, ou melhor amanhã. Você vai me contar o que houve. Dio falou grosseiro enquanto agarrava a blusa do moreno e puxava, obrigando Lupus a levantar os braços. Lupus balançou a cabeça minimamente e começou a se levantar tentando afastar Dio. _E-Eu tomo ba-anho sozinho... Lupus. Dio rangeu os dentes. Aquele inútil ainda queria opinar. Dio segurou o pescoço do moreno e o fez se abaixar, enquanto um gemido doloroso saia da boca dele. _Opa, você está machucado. A culpa é sua, não posso fazer nada. Dio começou retirando o cinto de Lupus e abrindo as torneiras. Pelo menos ele fez bem ao escolher o tipo de banheira, ela enchia rápido. O sabão cobria toda a superfície da água e estava um pouco quente. Dio mandou Lupus tirar a calça e entrar duma vez, se virando. Lupus devia estar numa situação desagradável, por isso pediu pra Dio não olhá-lo (Nossa, pensando bem, o povo deve tah achando tudo isso repugnante..ma, dexa). Assim que tinha sentado, Dio se virou, Lupus estava até o queixo coberto pela água, ele parecia mais relaxado. O rapaz bufou. Ele não deveria arranjar pra cabeça e ter filhos, porque consequentemente um deles pelo menos se tornaria alguém como o Lupus. Se inclinou e pegou o chuveirinho (aquele de mão usado por cabelereiras) mirando o cabelo loiro e enxaguou fazendo os fios abaixaram e a tinta amarelo-dourado começar a descer pela nuca do moreno. Olhando bem, ele estava cheio de chupões... mas pela pele morena, não era tão visível. Dio não tinha nada a ver com isso, ele repetia a si mesmo, mas uma perte dizia que algo ruim estava acontecendo e ia acontecer. E não soube porque, mas Sieghart lhe veio à cabeça. _Dio...obrigado. sussurrou o moreno jogando água sobre a cabeça. O cabelo estava dividido entre fios marrons e dourados. Dio não ligava pra agradecimentos, eles não resolveriam seus problemas. _Cale a boca e se esfrege, inútil. Dio estendendo a esponja macia. Por minutos eles ficaram em silêncio e Dio estava irritado porque a bosta da tinta não saía. Agarrou o pote de shampoo e virou um quio da consistência anti-caspa na cabeça do moreno. _V-Você não é minha mãe, Dio. Pode sair daqui. Lupus reclamava, não dava pra ver o rosto dele, mas devia estar envergonhado. _Você nem conhece sua mãe, e eu estou fazendo isso porque estou puto da vida. Agora aguente, idiota. Dio esfregando as mãos nos fios violentamente. Seu celular tocou. _Quié? Dio. _Dio... o Lupus está na sua casa? Lass. _É óbvio. Esses três, Lass, porque você não pegou seus irmãos irresponsáveis e levou pra casa da Lothos?! Dio irritado. Ele nem se preocupava que sua mão estivesse encharcada e seu celular pifasse. Estava louco de raiva, queria bater em alguém, ele estava se rebaixando ao nível de dar banho em um homem crescido de 24 anos comprometido, que estava bêbado e que provavelmente havia transado, e com um homem! _Ah, eles fugiram daqui. Eu não sabia que eles foram na mesma boate da Rey, eu ainda estava procurando. Sabe, você podia ter deixado eles numa vala ou num esgoto. Lass. _Eu não sou que nem você. Agora vem buscar esses inúteis. Dio. _Não dá. É feriado... a rodovia está parada com o movimento de carros para o Festival de Canaban. Porque você acha que o Sieg está viajando pra lá? É um mês de férias e Elesis está livre um pouco. Lass. _Isso não interessa agora! Dio. _Cuide deles então. Mas eu disse que a vala seria melhor. Lass. Dio rosnou. Ele não ia poder carregar os dois de volta pro carro e jogá-los numa vala. Azin entrou no banheiro e se assustou com a violência que a mão direita de Dio esfregava sem parar a cabeça de Lupus, qe já devia ter acordado completamente com a brutalidade, enquanto o rapaz gritava irritado ao celular. _Que você quer aqui, Azin?! Dio jogando o celular do outro lado do banheiro, fazendo-o quebrar. _Ah... Eu peguei as suas roupas emprestado. Dio parou na hora. Ele sentiu vontade de chorar agora. Mas então pegou o chuveirinho e enxagou a cabeça do cara na banheira. A tinta tinha saído. Dio saiu dali, deixando as toalhas perto e confirmou se Lupus podia se trocar sozinho. Voltou para o quarto, suas pernas doíam e suas mãos latejavam. Os dedos estavam vermelhos e enrugados. E já era meia noite e pouco... Dio se deitou em sua cama, Rey tinha se levantado e ido pra cozinha. Ele só queria dormir, não esperava que ia se tornar um bom samaritano e ajudar aqueles seres. Uma pessoa se deitou por cima dele, e sinceramente, ele não queria nem saber. Rey o abraçou e depositou beijos no pescoço exposto, assim como boa parte do peito. _Amor, você podia ter ficado em casa. Rey falou baixinho. Ela parecia ter trocado de roupa, colocou uma blusa sua que cobria o corpo até metade das coxas. _Rey, eu não ia te deixar lá a noite inteira desse jeito. Mas eu não sabia que teria problemas com o Lupus e o Azin. disse envolvendo o corpo da moça. _Eu estava com saudades, é verdade. Eu passo muito tempo ligando e ficando com você no escritório, mas faz tempo que não fazemos nada juntos. Rey. Dio respirou fundo. Ele não dormia com ela já fazia alguns dias... ele não encontrava brecha na agenda. _Você estava com saudades. Eu também, e se você suceder a Von Crimson, aí é que não vamos ter tempo mesmo. Dio a olhando seriamente. Ela estava acabando o 3ºano. E provavelmente depois disso, Peter iria nomeá-la. Rey abaixou os olhos. Estava vermelhinha, era por causa da bebida claro, mas era fofo ver ela assim. _Sabe, eu jurei que era você dançando lá. Dio segredou. Rey arregalou os olhos. _D-Dizem que a Edna é minha cópia. Rey sorriu meio desajeitada como se odiasse a comparação. _Acho que você que é a cópia visual dela. Mas, eu realmente gosto de você, Rey. Dio beijando-a de leve. Rey mal teve tempo de reagir e a mão forte de Dio lhe puxou a coxa totalmente descoberta. Seu beijo era violento e cheio de possessão. Era difícil acreditar que só se atraía por ele. E não se cansava, horas juntos não podiam satisfazer os dois. Dio estava no auge, ele estava precisando de atenção, e sacrificar seu sono valeria um pouco a pena daquele mês desagradável. Como uma empresa de turismo de repente é tão cansativa? Dio sabia o porque, mas ele não podia dizer, claro. Seu desejo estava mexendo com seu baixo ventre, o auxílio vinha da intimidade exposta da garota em cima de seu membro. Rey tinha muita coragem para não por nem uma calcinha enquanto tinha três homens dentro de uma casa. Isso fez seu cérebro ativar. Tinha deixado Lupus na banheira e não sabia se ele havia saído. _R-Rey, espera só um segundo. Dio. _Você vai me recompensar por isso viu! gritou irritada. Entrou na suíte, ele estava deitado na cama dormindo. Que nem criança. Parecia vestido com alguma camiseta sua, e Azin estava também dormindo no colchão da bicama. Sorriu, finalmente sossego. Apagou as luzes e ligou o ventilador em velocidade média. Tudo estava calmo. Assim que fechou a porta, Rey o olhava com os braços cruzados e um olhar terno. Ela pegou o braço de Dio e o arrastou de volta ao quarto. _Dio, eu queria que me desculpasse. Eu fui meio egoísta... Eu pensei mesmo que ia brigar com o Lupus e ia estragar tudo. E no fim você ajudou eles. falou. Dio sorriu cansado. Abraçou a garota e a levou pra cama, deitando-a meio brusco. _Eu não me importo. Esses manés são irmãos do Lass, se algo acontecesse com eles, não ia me perdoar por estragar a felicidade do albino idiota. Dio beijando-a com selinhos provocantes. Rey fechou os olhos apreciando aquele calor instigador. Dio era simplesmente o cara mais legal que conhecia, já sabia disso por ser amiga de infância dele. O maior expôs sua língua um pouco pra fora, passando pela base do pescoço até parar na divisão do rosto, mordendo de leve aquela área. Rey se remexeu um pouco, ele sabia onde a deixava sensível. As mãos da garota subiram aos cabelos de Dio, estava meio úmido, devia ser por causa do banho. Eram fios de uma cor peculiar, de uma maciez única. Dio sempre fora especial. As coxas de Rey se levantaram um pouco, abrigando o corpo grande do namordo entre elas, ao tempo que ele beijava-a e tocava o pescoço com as duas mãos, descendo-as. Os dedos de Dio passavam arrepiando a pele, tocando a clavícula, acompanhando um ritmo manso junto com seus lábios, umedecendo a boca da garota, com lábios rosados e carnudos. Dio atreveu-se um pouco mais, descendo na área do peito e colocando seus lábios no queixo de Rey, criando um clima bom entre eles. A respiração de Rey já podia ser ouvida, um de seus olhos estava fechado, seus dedos tocavam a nuca de Dio, puxando a gravata. Um joelho de Dio se adiantou entre as pernas de Rey, tocando diretamente sua vagina, estimulando seu clitóris, fazendo-a dar um suspiro forte e apertar as golas da camisa. Dio riu baixo, tocando o início dos seios. Não se importava mais com pudores, aqueles seios eram o desejo de todas as meninas e um dos orgulhos de Dio por ser o único a tocá-los. Eles já tiveram dias de sexo mais intensos, e por isso ela teria que ser piedosa, era quase de madrugada e Dio tinha trabalhado o dia inteiro. Seria apenas uma vez, mas ele com certeza ia satisfazê-la. Rey pensou que seria lento e torturante, mas se surpreendeu, o toque veio forte e mais violento que o comum. Dio agarrou-a literalmente, apertando os volumes macios, massageando-os freneticamente. Foi impossível conter um gemido. _Hmm! Rey dobrando ainda mais os joelhos e puxando com força o restante da blusa de Dio. O tecido caiu por seus ombros, mostrando seu peito e parte do abdômen, com quatro botões ainda fechados. Rey achava simplesmente excitante transar com ele desse jeito, mas a vontade a possuía cada vez mais à cada estímulo mais forte. Rey levantou os braços, indicando que era pra tirar a blusa que atrapalhava o contato direto com aquelas mãos quentes. Dio segurou os pulsos dela pra cima, e voltou a beijá-la, mordendo o lábio superior e puxando-o enquanto o lambia dentro da boca. _Hm... O ohar felino de Dio já indicava o que ia acontecer. Rey se encolheu um pouco, ela tinha que admitir: Dio quando estava assim ficava doido. Ele virava um sádico. O volume na calça dele já mostrava os próximos minutos, e o medo tomou conta dela. Dio tirou a blusa dela e rasgou-a, fazendo uma tira enorme. _D-Dio... O que vai fazer? Rey sentindo seus pulsos serem presos outra vez. A tira envolveu seus pulsos calmamente e Dio se inclinou bem até a cabeceira da cama, prendendo-a. Ela tentou ainda soltar, mas ele prendeu-a forte, ainda que não machucasse. _Seu animal... falou. Mas no rosto dela tinha um sorriso malicioso, e no de Dio tinha uma expressão séria e luxuriosa. A visão daquele corpo de deusa mexia com Dio, especialmente com ela presa daquele jeito. Era uma de suas fantasias mais simples. Ficava excessivamente contente e extremamente excitado por Rey concordar com aquelas coisas que faziam, indicando a completa união deles. _Agora, abra as pernas. Rey ficou vermelha, seu olhar ficou mais escuro e ela desviou um pouco o rosto, abrindo as coxas mais um pouco. De súbito, suas costas arquearam ao sentir a boca de Dio em sua intimidade. _Ahh! Rey apertando as pálpebras. A umidade e os movimentos faziam sua cabeça rodar. Ela já não estava muito bem. Os dentes de Dio seguraram a ponta de seu ponto mais sensível de forma provocante. _Ha-aaan... Diio... Rey apertando os punhos ao se esfregar contra a cama. O rapaz aproximou a boca envolvendo a área. Deixou sua saliva escorrer e chupou-a com força. Rey bateu os pés uma vez no colchão, gemendo. Os dedos de Dio passearam pelas coxas trabalhadas da morena, apertando-as. Sua mãos se moveu mais para dentro tocando a vagina bem úmida. Dio continuava beijando e massageando com a língua aquele ponto do clitóris, acariciando com a mão a parte externa, espalhando a consistência líquida transparente, e de certa forma, cheirosa.
Rey esfregava seu corpo e até pediria pra seu mais amado parar, mas momentos assim que faziam essa relação ser mais intensa. Dio finalmente afastou a boca dali e desceu até a entrada, já bem conhecida. Esticou a língua, tocando os músculos internos que se retesaram. Era uma sensação bem diferente, ter sua língua apertada, mas ele aprofundou mais o músculo, experimentando o sabor dela. Doce. Sempre quando ela tinha o orgasmo sem ser tocada era assim, doce e grudento. Dio puxou aquele gosto pra sua boca e chupou-a, como se pedisse pra ela liberar mais daquilo. _Dio... Ele soltou-a. Seu próprio corpo já não era de ter paciência, ele sentia vontade de se esfregar logo e liberar aquilo que sentia. Rey notou que Dio parou por um instante e tocava sua barriga lisa, voltando a apertar os seios, agora diretamente. Ele tocou o mamilo direito com a boca, chupando-o e lambendo devagar. Ela só podia olhar e gemer, era ruim não poder tocá-lo. Mas ele tinha resolvido isso desde o começo, a culpa foi dela. Dio abriu o restante da camisa e se pos de joelhos, abrindo o cinto, os botões e o zíper, abaixando o jeans que o incomodava. Vestia uma boxer preta. Não dava pra tirar os olhos daquele volume enorme ali, Rey mordeu os lábios. Hoje o prazer seria extremo. Dio sorriu meio com malicia, mostrando os dentes. Seus dedos abaixaram a barra do tecido e revelaram a ereção gotejante. Rey sentiu seus músculos todos se apertarem, vendo o brilho da maldade naquele olhar vinho. Dio se prontificou, ficando de joelhos com o pescoço dela entre suas coxas. Rey segurou a respiração, ele era doido. Dali dava pra ver o saco escrotal, e parte das nádegas dele. Seu impulso era de fechar os olhos e esperar ele sair dali. Mas o que sentiu foram as mãos dele em sua testa, começando a acariciar o início da franja e percorrer os dedos pelos fios rosa. _D-Dio... Rey o fitando. Ele a olhava meio bondoso meio mal. Que estranho. Dio segurou seu pênis, uma gota de pré-gozo caiu em seus lábios, fazendo ela dobrar as pernas e apertar os dedos dos pés. Estava sentindo o incômodo em seu interior outra vez, estava excitada. Ele com uma mão puxou o cabelo de Rey com cuidado, fazendo a ponta do lábiotocar sua glande. O pré-gozo molhava a boa dela, pintando-a de leve. Dali escorreu o líquido até seu queixo, deixando o pênis de Dio ainda mais ereto. Rey semicerrou os olhos, lambendo o lábio inferior, sentindo o gosto. Dio sorriu e forçou a glande do pênis contra a boca dela, fazendo-a abrir e adentrar aquele carne rígida. A sensação estonteante o fez gemer alto. A língua dela instintivamente o tocou e o estimulou, enrolando-se um pouco. Dio fez com que entrasse quase todo, mas era impossível mesmo, e sua sanidade quase era mandada dar uma volta antes que começasse a mover seu quadril meio bruto em direção aquela pequena boca. _Hm! Dio. Rey sofreu para manter a respiração, afinal, ela estava deitada. Mas procurou chupá-lo com o objetivo de faze-lo alcançar o orgasmo. Dio parou. Beijando-a com força e envolvendo o corpo, não durou alguns segundos, não resistia. _Gomen... Eu preciso fazer isso logo. Dio tocando-a carinhosamente pelo rosto. Se entrepôs nas pernas e posicionou o membro sedento, adentrando-o com força. Rey deu um grito, assustando-o. _Rey, eu te machuquei?! Dio tentando conter as reações de estar sendo esmagado ou a preocupação. _N-Não, só...foi gostoso. Rey sorrindo tímida e abrindo as coxas o máximo que podia pra sentí-lo. O maior deu um sorriso de canto. Rey deitou sua cabeça no travesseiro, esticando o pescoço, era demais. Totalmente demais. Dio tinha um pênis que tocava seu interior lá no fundo e todo em volta. Chegava a machucar o tanto que ele forçava seu corpo a alargar quando penetrava. _D-Dio! Rey meio que sussurrando num gemido. Dio colocou as mãos na colcha ao lado do corpo de Rey, mordiscando os seios, fazendo seu quadril se mexer de leve. Seu membro não saia, mas levava o corpo dela junto pra trás e frente, fazendo um movimento erótico que ele adorava. Mas depois, quando ela pediu, ele se forçou contra ela e estocou a primeira vez. _AHN! Dio continuou os movimentos, fracos, ainda brincando com os seios macios que se moviam junto. Que erótico. Eles faziam jus a um filme pornô de alta qualidade. Dio sorriu e afastou o corpo, ganhando impulso com os braços e joelhos, penetrando-a com força. _A-AH! AHH! Dio sorria enquanto estocava, seu suor escorria, caindo uma gota sobre o peito dela. Era a coisa mais prazerosa que um humano podia fazer, e era inegável que Rey era sua mulher, esse o motivo pra ser tão bom. O sexo com ela não era sexo. Fazia tudo sentido, mas mesmo assim a vontade de parar era nula. Seu quadril ganhou forças só com esses pensamentos, e a cama rangia, Rey estava descontrolada, gemendo, ele mesmo não segurava a voz rouca. Dio sentia a resistência toda vez que a adentrava totalmente, e nesse momento era quando a voz dela saía alta e obscena. Ele se inclinou, sentindo a dor nas coxas. Apoiou-se nos cotovelos e voltou a estocar. Rey beijou-o . Ele precisa sentir mais. Dio soltou os pulsos sem parar com o movimento incontido. Estava mais úmido, mais quente e ainda mais gostoso. Os músculos o apertavam por vontade própria da garota, sugando-o quando adentrava. Ele não acreditava nessas coisas super românticas, mas ele acreditava que eram perfeitos um para o outro, tinha certeza. Rey o abraçou com vontade, arranhando-o nas costas, ela o empurrou um pouco, fazendo-o sentar. Os dois continuaram naquela posição mais lenta, mas Dio podia segurar a bunda redonda que também o fazia estufar o peito. Ela toda era macia, era doce e incansável. Rey movia o quadril de cima a baixo, soltando-se com força em seu membro. Era o mais delicioso dos momentos. Ter sua namorada rebolando. Rey era única também. Mesmo que se parecesse com Edna, ele sabia, ela era a única que ia conseguir tirar a razão dele, seja em uma conversa, com uma ação ou no sexo. Ela podia, ele dava essa liberdade de mandar. E foi por isso que se deitou e se deixou ser beijado excessivamente, enquanto ela cavalgava em cima de seu corpo, tocando seus testículos e peito. Naquela hora, ele desejou que nenhum problema os alcançasse. Que eles pudessem viver só os dois daquela maneira. A cintura dela era segurada fortemente e não houve mais silêncio. Dio a virou de costas na cama, saindo e penetrando-a de novo. Sua cabeça foi pra trás, acomodado pelo canal. Ele queria passar a madrugada inteira transando, era ótimo. Mas tudo tem seus limites. Dio a abraçou e forçou-se violentamente, fazendo a garota vibrar e perder a voz na fala, até seu membro pulsar e liberar o orgasmo. Ele descansou um pouco ainda parado de joelhos. Rey caiu na cama, com sua cintura ainda presa por Dio e seu membro adentrado até o fim. Ele podia ver as costas suadas, as coxas e todo o corpo exausto da namorada. Soltou a cintura dela, que caiu também, seu membro deslizou pra fora, melecado e pingando. Rey se virou com dificuldade e deu espaço pra ele. Dio ofegava em silêncio, mas se arrastou até deitar-se. Sua mão acariciou os fios róseos novamente e puxou Rey pra junto de seu corpo. _Oe... Está doendo? Dio a fitando. _Uruse... estou com sono. Rey olhando-o nervosa. Dio não conseguiu não rir. Ela estava puta da vida, isso sim. Dio viu quando ela pegou a coberta e se cobriu, não querendo falar com ele. Ela odiava quando ele fazia de costas e não se conformava com o fato de ele saber e mesmo assim fazer. Dio apoiou sua cabeça no ombro dela e beijou-a na bochecha. _Ei. chamou. _Hm. resmungou com um bico. Ele sorriu mais carinhoso. _Obrigado. e enfiou o rosto na curva do pescoço dela, esperando o sono vir. Rey não conseguia ter raiva dele mesmo, mas ia deixa-lo com o peso na consciência caso ele a tivesse. Ela também esperou o sono vir e assim que ele chegava embalando-os com um sono divino, um som do capeta os assustou. Dio levantou-se, um despertador em outra parte da casa. Ele se cobriu e foi até os outros cômodos, encontrando um Lupus com o celular na mão. O moreno o olhou meio sem entender. _Bom dia. Dio cerrou os dentes. Lupus o olhou, estava envolvido por um lençol e irritado, com olheiras. _São seis da manhã. O que foi? Lupus. Dio arregalou os olhos. Opa. Ele não viu o tempo passar... suspirou cansado e estava prestes a sair. _Dio, o que estou fazendo aqui... com suas roupas? Lupus coçando a cabeça. Azin dormia que nem um porco roncando. Dio arqueou as sobrancelhas. _Eu espero que esteja pronto pra morrer, Lupus, porque eu vou contar pra Lin o que você fez. Dio com o ódio atravessado em vingança. Lupus tremeu. Seja lá o que for, ele estava ferrado. Dio sentiu que sua madrugada foi boa e que valeu totalmente a pena levar Lupus e Azin, ele poderia dar uma desculpa no trabalho e passar o dia inteiro com Rey. _Ah, a recompensa sempre vem depois do trabalho duro. se jogou na cama envolvendo a morena que ressonava cansada. Fim.
Notas finais
... eu acho que tava tudo legal até a parte do hentai. Mas digam vcs, eu não consigo julgar eu mesma. Até o próximo que bem provavelmente será AmyXJin.
Fale com o autor