Da Infância à Adolescência
51 Noite Azul (Hot RonanXArme)
Notas iniciais
...
Houve um suspiro entediado no meio do silêncio. Era estranho estar tudo muito quieto, já que aquela casa passava mais tempo cheio de gritos, bagunça e brigas constantes. O Erudon imaginou o que a roxinha poderia estar fazendo agora, às dez da noite.
Outro suspiro. O azulado se levantou, indo até um bar que se mantinha num outro cômodo, inúmeras bebidas alcólicas se encontravam ali, só esperando os donos as pegarem.
Normalmente Ronan não beberia, ele era correto demais pra isso. Mas sua boca pediu um pouco de líquido naquele momento, e sua cabeça estava cheia de pensamentos e preocupações, era necessário extravasar aquilo de alguma forma.
_ “Sieghart está viajando hoje para Canaban. Vai pegar um avião de Ellia e vai direto se encontrar com a Elesis.” –Ronan pegando um abridor e arrancando a indesejada rolha.
O vinho que ele despejou em grande quantidade m uma taça foi um suave. Ele era diferente de Sieg, que adorava o tinto. Ele normalmente bebericava o vinho branco e as vezes tomava um champagne, mas definitivemente, sua preocupação com os próximos meses estavam o atingindo.
Passou-se um ano. Seu cabelo arrepiado agora dava lugar a um cabelo médio e liso. Preso em um rabo baixo, não havia franja em seu rosto, estavam separadas e sua testa à mostra.
Seu rosto tinha amadurecido ainda mais. Pelo menos foi o que Arme disse.
O que mais o incomodava era: Elesis ia conhecer sua mãe. E provavelmente, pelo que sabia desde os últimos tempos, ela ia descobrir muitas coisas sobre sua família e atual situação de Sieghart, que foi um dos motivos para ele ter se mudado para Ellia.
Ronan sabia de tudo. Sieghart se mudou com a desculpa da faculdade, mas havia muita coisa por trás dessa mudança repentina.
Sieghart estava morando na casa de sua avó: Kaze. E foi uma decisão de emergência por parte de todos os membros da família, que Sieghart se mudasse para o Castle Erudon (Castelo Erudon). Mas isso é uma outra história.
Ronan estava decididamente afundado no sofá azul e tinha aberto todas as cortinas. Aquele cenário da noite é um espetáculo que poucos param para ver.
Se ele estivesse em um sítio, como Lass, adoraria ficar deitado numa rede olhando as estrelas. Mas, nessa noite o céu estava completamente escuro, sem estrelas. Ele sabia, a cor índigo era uma de suas preferidas...uma noite azul.
Seu celular vibrou na mesa de centro de vidro. Seus dedos se esticaram e ele sentia o efeito da bebida.
_Alô. –Ronan com uma voz arrastada e pesada.
Além de tudo estava cansado. Ele trabalhava numa sorveteria, mas cumpriu hora extra, e naquele verão ele soube o que era clientela grande.
_Roni? –uma voz meiga e dócil chegou aos ouvidos do azulado.
_A-Arme? Oi, como você tá? –deixou a taça na mesa perto da garrafa e passou a mão na testa tentando espantar o entorpecimento.
_Ronan, estou chegando aí. Você estava dormindo? –Arme.
_Na verdade não...mas é que eu...bebi um pouco então não sei- se...é uma boa idéia. –falava pausadamente.
Arme soltou um riso.
_Ma, eu vou aí cuidar de você. A viagem de Serdin foi cansativa, mas estou de volta. –Arme.
Ronan sorriu. Ela estava de volta.
Foram 15 dias longe da roxinha. Ela tinha ido visitar os primos junto com Kami e agora voltava, e ia direto para sua casa.
_Estou te esperando. –Ronan.
A voz da garota soou baixa e a chamada foi encerrada. Ronan se esticou, precisaria estar no mínimo apresentável, e por isso subiu as escadas correndo, esperando dar tempo para uma ducha fria.
Percorreu seu quarto por algum tempo, era do lado do de Sieghart. Mas seu gosto era totalmente oposto.
O quarto de Sieghart era todo decorado em tons escuros e acinzentados. O dele era branco, com detalhes azuis e amadeirados.
Era bem claro e confortável. Abriu a cômoda e tirou uma troca de roupas assim como uma toalha branca.
A pressa que tinha não era correspondida pela leve tontura que o confundia um pouco. Pos a mão no rosto tentando se acalmar, ele sempre foi fraco com bebida, até sentia um pouco de inveja de Sieghart por causa disso.
Saiu meio cambaleante procurando o banheiro com as mãos. Percebeu que estava no corredor e que ainda estava um pouco distante, há duas portas. Poucos metros.
Aquilo nunca pareceu tão torturante como naquele momento. ronan abriu a porta, jogando as coisas no chão e avistando o box como um borrão. Arrastou a porta e empurrou impaciente, abrindo o registro assim que o avistou.
A água saiu gelada e mesmo estando muito calor, aquilo o incomodou demais. Mas ficou encolhido, esperando sua temperatura abaixar e lentamente sua mente ficar mais precisa.
Quantos minutos haviam passados desde quando saiu da sala?
Saiu alguns poucos minutos depois de se ensaboar e pentear o cabelo ali mesmo. A temperatura quente de fora do box o atingiu forte, fazendo seu corpo esquentar de maneira febril.
_AAAHH, que merda! –Ronan enxugando o cabelo e o corpo.
Estava bem melhor, mas com o calor resolvu ficar sem camisa. Colocou a bermuda branca e colocou a toalha no pescoço, saindo do banheiro com preguiça.
Aquele não era um bom horário para banhos. Mesmo não sabendo exatamente que horas eram.
Ronan abriu os olhos ao sair do banheiro. Ficou um pouco paralisado, mas esboçou um sorriso, esquecendo que estava sem camisa, abraçou a garota também em choque à sua frente.
_ARMEEE!!! Você já chegou! –Ronan girando a menina um pouco no ar.
A roxinha riu, era normal dele agir tão infantil quando eles se encontravam. Arme sentiu o odor suave do corpo de Ronan, estava vermelha. Sua aproximação com ele era saudável, esse foi o máximo de contato que tinha conseguido.
_Tadaima*. –Arme sorrindo pequeno e com o rosto extremamente infantilizado.
Ronan ficou vermelho com a ação e sorriu, segurando a vontade de abraçar aquela menina kawaii que era sua namorada.
_Okaeri*! Tá com fome? –Ronan vestindo a regata que estava em seu braço.
_Não, não. Você não parece bêbado. –Arme tocando o braço de Ronan e seguindo com ele escada a baixo.
_Eu estava, só um pouquinho mesmo. Mas um banho bem gelado resolve o problema. –Ronan.
Arme seguiu com ele para a cozinha. Só estava com sede e ele a acompanhou até chegarem na sala. Ronan tinha leve impressão de que Sieghart e Elesis já tinham feito coisas indecentes sobre aquele sofá, por isso pegou na mão da roxinha e convidou-a para subir no quarto.
_Você está ficando mais pervertido do que de costume. –Arme riu.
Ronan ficou sem palavras, ele não era pervertido!
_Todo homem é pervertido. Mas você é muito... hahahaha. –Arme.
_Então porque você aceitou ser minha namorada? –perguntou um pouco rouco puxando a cintura de Arme, virando-a para si.
Arme sentia a textura do peito do azulado por debaixo da regata azul. Era um desejo ardente. Sentiu vontade de apertar os dedos para sentí-lo melhor, mas foi contida pela mão de Ronan, que puxou seu queixo na intenção de olha-la nos olhos.
_Ein?... –Arme.
_Hm, Arme, você sentiu falta desse pervertido? –Ronan perguntou com uma voz séria e um olhar penetrante.
Os olhos de Ronan estavam fixos e semicerrados, era quase um pecado aqueles olhos azuis-escuros. Arme não entendia como conseguia ver um brilho tão intenso numa cor tão escura assim.
Ela ficou sem voz. Suas mãos frágeis apertaram levemente os ombros de Ronan e percorreram por debaixo do braço, começando a envolver as costas do azulado.
Ela era muito mais baixa que ele, muito mais nova também. Ronan iria fazer seus 21 anos e ela estava completando 16 (Elesis é um ano mais velha que ela).
Agora que tinha percebido, eles tinha a mesma diferença de idade que Zero e Lezlie tinham, mas eles eram um ano mais novos. Arme até riu com esse pensamento.
_Hm, que foi? –Ronan olhando-a sem graça e acariciando os fios violeta que cresciam com o tempo.
_Nada. Eu estava com saudade. –Arme encostando a cabeça no peito do moreno alto.
Ronan a prendeu forte em si. Ele estava enlouquecendo sem ela, tinha virado um vício. Seus pés os guiaram até o quarto e ao fechar a porta, Arme o soltou e se jogou na cama, com um cara fofa de quem estava exausta.
_HMMMM, vamos relaxar um pouquinho. –Arme estendendo os braços.
Ela nunca tinha feito isso, mas seria melhor não comentar. Ronan tirou os sapatos do pé dela e subiu na cama, deitando-se num abraço quase por cima dela.
_R-Roni, você pesa, sabia? –Arme.
Ronan riu e ficou mais de lado. Arme era pequena, tinha o desenvolvimento lento e não era nada chamativa comparada a qualquer outra menina, no entanto, era por ela que ele tinha ficado apaxonado.
Fechou os olhos inspirando o cheiro da menina. Sua mão acariciou o rosto dela e desceu pela cintura, acariciando-a, subindo o tecido um pouco para tocar a pele.
Arme ficou vermelha e tudo o que fez foi apertar o tecido da regata nos dedos, sem conseguir olhar diretamente nos olhos de Ronan.
Estava nervosa e ele estava de repente excitado com pensamentos longe. Arme tinha razão, ele era pervertido.
Sua boca entreaberta acolheu os lábios da roxinha, sugando-os com intensidade. Arme gemeu nesse beijo com um aperto que o azulado lhe deu na cintura, adentrando a mão por baixo do tecido.
Explorava com os dedos a superfície lisa do abdômen dela, apertando a pele quente. Arme sentia seu corpo ferver com qualquer tipo de contato com ele, era impossível segurar.
Suas bocas se mexiam devagar, sua línguas entrelaçavam dentro e fora da boca, quase como em uma dança erótica.
Ronan se permitiu ser mais rude, chupando os lábios rosados da namorada. Ela ficou molhada em volta, e cego pelo desejo, o azulado a lambeu instintivamente, limpando a saliva, seguindo com outro beijo em forma de selo e saboreando o lábio inferior da menina.
Arme ficou um tanto estampada com tanto liberalismo da parte dele. Sentia Ronan puxar seus lábios para dentro de sua boca e passar a língua compulsivamente, como se quisesse come-los.
Assim que foi solta, ela percebeu que estava ofegante. Aquele beijo indecente tirou um pouco de seu ar e percebeu que tinha salivado demais, ou era a saliva dele?
Ronan limpou a boa com as costas da mão e limpou a dela com a outra, fazendo carinho nas bochechas intensamente avermelhadas.
Se Sieghart soubesse que ele estava com vontade de transar com uma menina mais nova, ele debocharia com certeza. Ronan sempre afirmou que seu relacionamento com Arme seguiria um padrão e limites, mas não havia ninguém ali para zoar e Arme parecia querer tanto quanto ele.
Era normal para uma menina de 16 não? E uma necessidade para um homem de 21 não é?
Que se foda todo mundo então.
Ronan a puxou para se sentar e pegou as mãos da garota levando-as até a barra de sua regata.
_Pode tirar. –falou rouco e arrastado.
Devia estar suando e com uma cara de idiota. Arme ficou sem saber o que fazer, mas conduzida por Ronan, levantou o tecido, até que saísse do corpo do moreno.
Ronan era mais bronzeado que Sieghart. Isso era fato. E com os cabelos soltos, ele ficava um homem certamente desejado por quase todas, e Arme sentiu certo orgulho por ser ela. Foi isso que lhe deu coragem.
Ronan a beijou e levantou a fina blusa que ela usava. Era amarela clarinha e trançava as alças nas costas, mas Ronan ignorou isso, ficando atento ao sutiã.
Arme estava rubra, mas parecia não ter muito incômodo em ser olhada. Era como biquíni não?
Ronan olhava o sutiã branco e ficou em dúvida. Ela não era de ter muitos seios, mas porque com o sutiã parecia que ela tinha mais do que parecia?
_E-Eu acho que você está crescendo mais sabe? –Ronan sorrindo enquanto pegava as pernas dela e colocava em volta das suas.
_Você não precisa me dizer isso. Eu ainda vou fazer vinte e um anos, sabia? –Arme ficando irritada com a indireta.
_Não precisa ficar brava. –Ronan distraindo-a com um beijo forte.
Os dedos delgados dele foram diretos a barra do short e o abaixaram, sentindo o tecido da calcinha da roxa. Arme pareceu se incomodar com a mão passeando por dentro de seu short, mas não impediu.
_Você está brava comigo, Arme? –Ronan.
_Não, mas seria melhor que você não demorasse... eu posso mudar de idéia. –Arme.
Ronan sentiu seu mundo ficar ainda mais colorido. Era uma clara permissão? Que ótimo!
Ele a deitou novamente e tocou a cintura nua, abaixando e tirando o tecido, mas ela ficou surpresa quando a calcinha foi junto.
_R-RONAN!! –gritou apavorada e se cobrindo.
_O que? Não era para andar logo? –Ronan com um sorriso sarcástico, mas ainda angelical.
O sarcasmo era mesmo de família.
Arme estava profundamente irritada, e ficou ainda mais sem graça quando Ronan abriu o zíper da bermuda e entrou debaixo da colcha ao seu lado.
Ronan se virou para ela e a puxou para mais perto, tocando o fecho do sutiã, abrindo-o. arme o olhava incrédula.
Depois que viu sua peça íntima nas mãos do azulado, ela se enfiou em baixo da colcha, deixando só sua cabeça para fora.
_E-RO! –Arme corando ao máximo.
Ronan ficou sem mudar a expressão. Ele se mexeu bastante, com os braços dentro da colcha, e Arme ficou na interrogação, mesmo que soubesse que ele estava tirando o resto da roupa.
Ele jogou as vestes para fora da cama e ficou fitando a namorada.
_Quer embaixo da colcha? Pelo menos você vai sentir menor vergonha.-falou baixo, beijando-a pelo rosto.
_E-Eu j-já tô com vergonha e v-você ainda p-precisa falar?! –Arme escondendo o rosto na curva do pescoço do azulado.
Ronan riu e envolveu-a, aproximando os corpos. Ela sentiu uma onda de eletricidade, seu corpo macio e feminino totalmente de encontro ao masculino e totalmente formado dele.
_Estou me sentindo um criminoso. –Ronan sussurrou.
Ele estava em seu limite. Era horrível estar encostado intimamente, corpo-a-corpo, daquela forma. Seu membro implorava para se esfregar um pouco mais naquela região que abertamente o tocava.
Arme estava tremendo.
_R-Ronan, isso é assustador por favor... –Arme.
_Só me abrace. Abrace forte. –Ronan a apertando.
Arme automaticamente envolveu os braços nas costas do maios e afundou suas unhas na carne. Estava assustada mesmo, o que era todo aquele contato, aquilo no meio de sua perna pulsando, estava tendo espasmos e seu corpo exigia que se mexesse e de encontro ao membro de seu namorado.
Foi tudo tão rápido. Ronan agarrou a cintura de Arme e apertou-a, mexendo um pouco seu quadril.
A sensação foi paralisante.
_Ahh! –Arme soltando um gemido ao pé do ouvido do maior.
Ronan sorriu. Era bom, estava querendo se aliviar logo. Ele buscou ser o mais gentil possível com aquilo.
Virou-se por cima da roxinha, levantando a colcha em suas costas. Arme olhou para baixo e pode ver o membro ereto de Ronan, pedindo por atenção. Ela ficou com o coração disparado, suas emoções estavam ao máximo.
_R-Ronan, se não fizer algo, eu vou sair correndo. –Arme com os olhos arregalados.
Ronan segurou a mão de Arme, entrelaçando os dedos. Aproximou-se, beijando-a mais suavemente do que das outras vezes e segurou sua masculinidade.
_Eu quero que você olhe para mim, e se lembre sempre. Quero que você me veja, apenas eu. –Ronan se inclinando muito próximo e tocando os lábios num gesto inocente e cálido. Arme podia sentir a profundidade das palavras, que pareciam atravessar seus pensamentos mais íntimos.
Seus olhinhos gordos ficaram meio fechados e sua coloração diminuiu. Ela estava feliz, Ronan também.
Seus braços se estenderam e o trouxe mais perto, permitindo-o a fazer o que desejasse. O toque da glande em sua intimidade a fez suspirar no ouvido do azulado, incitando-o com o ar quente.
Pele contra pele, era livre, consensual e benéfico para seu corpo e mente. Ronan sentiu uma mínima resistência, bastou uma leve força a mais e aquela menina já tinha deixado a virgindade.
Arme era pura, mesmo não sendo inocente. Ele gostava disso. Seu quadril foi mais para frente, suas coxas estavam apoiando o quadril da namorada, impulsionando seu membro para adentrar lentamente o canal.
Ah, sim. Não era só uma fantasia, era apertado, molhado, e muito quente. Era tão quente, que o fazia suar. Nisso, empurrou a colcha para o lado.
Ronan gemeu, não conseguia segurar aquela satisfação. Era normal não? Ter-se profundamente esmagado por aqueles músculos estranhos, acariciando-o.
Não era liso por dentro, era enrugado e macio. Arme sentia a mesma sensação. Ter algo tão rígido, levemente úmido e de textura lisa tocando todo seu interior excitado.
_Ah-aa...R-Ronan... –Arme.
Um filete de saliva escorria pela boca da roxinha assim que se soltaram de um intenso beijo. Ela estava ofegando e suas pernas moviam-se em volta de Ronan, querendo o contato. Ela abriu os olhos e se levantou um pouco.
_Ahh, Ronan, vai... –Arme.
O azulado não esperou mais nenhum instante. Era difícil para ele e ainda tinha a preocupação com um pouquinho de sangue que manchava abaixo da abertura.
Mas definitivamente não havia dor, só incômodo por ter-se tão expandida e não se mover.
Ele a abraçou nas costas e uma de suas mãos foi para a cintura, dobrando seus joelhos no colchão e impulsionando-se mais forte.
Ronan sentiu na alma aquele gemido. Agora sim começava um novo estágio na vida deles...
Os próximos a fizeram ficar rouca, puxar os fios de cabelo de Ronan e marcá-lo em ínumeros locais pelo pescoço, descendo beijos molhados pelas extensões do ombro, enquanto sentia-se penetrada violentamente.
_Fundo... –gemeu com a orelha dele na boca, suas mãos acariciando a cintura do azulado.
Ronan já não mantinha-se quieto, agarrava as coxas brancas, apertando-as e movendo-se bruscamente, atingindo o colo do útero dela, fazendo-a gemer mais alto.
Arme se deixou cair pra trás, levando os braços acima da cabeça como para espantar o calor, estava descomposta e para o rapaz foi a melhor visão de sua vida.
_AH-aah... –o interior dela o apertou fortemente, fazendo-o regir.
Arme riu. Ele olhou-a incrédulo. A roxinha abriu um pouco a boca e lambeu o lábio inferior, deixando-o úmido.
Ronan não resistiu mais, seu pênis pulsou, trazendo o mais confortante sentimento. Ela estava completamente úmida a muito tempo. Havia sentido quando se formaram linhas de um líquido transparente e viscoso a preenchendo, deixando o canal mais deslizável, não havia limite para parar, mas suas pernas o obrigaram, especialmente ao parar um pouco mais para fora, observando seu pulsante membro, envolvido pelo orgasmo dela, avermelhado e grudento, fervente.
Parado assim, ainda conseguia ver a vagina vermelha, o clitóris à mostra e alto. Estava fora de controle como ela. A consistência branca deixava o canal em volta do pênis meio adentrado e isso causou uma reação fantástica em seu baixo ventre.
_E-eu só espero que você não esteja nos dias férteis. –Ronan falou baixo com humor.
Ele tirou seu membro e fitou a namorada se recompondo. Ela fechou as coxas e virou-se de lado.
_Roni... –Arme.
Ronan deitou-se ao lado dela, tentando ignorar o orgasmos misturados que expeliam para a colcha. Arme se virou para ele e o beijou rápido, abraçando-o.
_Vamos tomar banho? –Arme.
Ronan a fitou uns instantes. Seria melhor não? Quem sabe não poderiam repetir. O que o assustou foi quando ouviu um barulhinho vindo de baixo. Arme ficou vermelha.
_Você está com fome né? Vamos tomar um banho e eu faço algo pra você. E é óbvio que você não vai pra casa hoje. –Ronan a a judando a se levantar.
Arme ficou vermelha e agarrou um lençol se cobrindo. Ronan ficou com um ponto de interrogativa e ela desviou o olhar.
_QUE QUE VOCÊ TÁ PENSANDO?! SE VISTA LOGO! –Arme saindo correndo dali.
Ronan coçou a nuca e depois riu.
_Adoro garotas tímidas que não chamam a atenção. –sussurrou para si mesmo pondo uma calça.
Foi a encontrar sentada na sala, olhando pela vidraça. Era de noite ainda...
_Ronan, porque deixou a cortina aberta? Nem tem estrelas. –Arme.
_Eu gosto assim. –comentou aproximando-se e deixando um beijo estalado no pescoço da jovem.
Arme ficou envergonhada, segurando uma cortina como apoio, que se estendia do teto até se esparramar no chão.
_Ah, você gosta de olhar para o céu a noite. E em quem você pensa? –Arme sendo presa na vidraça.
_Em quem mais... –beijou-a.
Os corpos caíram sobre parte do tecido da cortina e pelo menos nessa noite Ronan sabia que ninguém ia aparecer por ali.
Fim
Notas finais
Sieghart indo morar em Ellia por causa de um motivo desconhecido e não pela faculdade. Hmmmmm! Aguardem só.
Talvez o próximo seja DioXRey. Ok? Até mais minna!
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