Da Infância à Adolescência
35 De homens pra homens, de irmão pra namorado
Notas iniciais
"agora são 21:14 do dia 18 de Fevereirocarnaval, eu em casa, minha irmã q mora e faz facul em Araraquara (SP) aki em casaela e minha vó e meu irmão assistindo fina estampa e eu akino quarto escuro ouvindo Sinchronicity Paradise of Light and Shadow dos Kagaminesno computer e escrevendo esssa nota. Vamos ver o que acontece nesse capítulo, entãoBoa Leitura."
Como eu devo me sentir sobre isso?! Eu tava quase em depressão qd escrevi!
Casa de Elesis…
_Não acredito…graças aos céus que está bem, minha filha! Eu fiquei louco quando vi na Tv…fui correndo lá. –Elscud.
_Obrigada pela preocupação, papai…nem acredito que perdi, não só eu como todo mundo, todos os pertences, todas as roupas e materiais. –Elesis abraçando o pai.
_Se você tivesse se machucado eu iria infernizar a vida daquele seu namorado para sempre. –Elder.
A ruiva abraçou o menor, o levantando do chão, beijando-o na testa e o apertando entre os braços. Elscud olhava agora para uma figura intrusa atrás de Elesis.
_Sieghart, o que faz aqui? Seus pais… -Elscud.
_Meus pais estão recebendo uma visita muito importante, e eles pediram pra mim e pro meu irmão dormirmos na casa de algum amigo. –Sieghart.
_Então por que não foi pra casa de um amigo? –Elscud.
_Eu vim…pra casa do Elder, ora. –Sieghart sorrindo.
_Eu deixei mesmo, papai. Falei com ele por celular, não se preocupe, ele vai se comportar. –Elder olhando maléficamente para Sieghart*yandere*.
Sieghart sentiu um friozinho na espinha e deu um risinho sem-jeito e assentiu com a cabeça. O ruivo adulto suspirou alto.
_Vou fazer o seguinte…Elesis, durma no meu quarto. Sieghart e Elder ficam no quarto de vocês. –Elscud.
_Papai, e o senhor? –Elesis ainda abraçada ao pai que fazia cafuné nela.
_Eu vou cuidar de uns assuntos meus, filhinha…vocês vão se comportar, cuidar do Elder como um casal responsável faria e cuidar das tarefas da casa até minha volta. –Elscud.
_É um teste pra ver se nós já podemos casar? –Sieghart.
_Se quer ver assim, você quem sabe, Sieghart. Querida, que tal você tomar um banho, relaxar e começar a preparar o jantar antes de eu sair? –Elscud.
_Ah, tá bom… -Elesis se levantando e subindo as escadas.
A ruiva pegou uma toalha no armário, que ainda havia muita roupa, e foi em direção ao banheiro.
Na sala…
_Elder, acho melhor você ligar pra Aisha. Senisse me disse que a saúde dela não vai muito bem. –Elscud.
_Tá, pai. –Elder pegando o telefone e indo pra varanda.
_Quando ele pega pra conversar com a Aisha ele demooooora…Bem, agora posso falar seriamente com você. –Elscud se levantando.
_O-O quê? –Sieghart.
_Me diga, você está aqui porquê? –Elscud.
_P-Porque eu gosto da sua filha, muito… -Sieghart.
_Tá. Você já se deitou com a minha filha? –Elscud.
_S-Senhor Elscud, eu, falando a verdade, já deitei sim com ela…mas por que o senhor quer saber?- Sieghart.
_Você tem que tomar cuidado pra não engravidar ela. Eu não estou afim de que a vida dela seja estragada por um filho fora de hora, mesmo que eu o ame muito, eu também amo minha filha. –Elscud.
_Sim, senhor. Eu vou…vou falar com ela, e vamos resolver isso… -Sieghart.
_E então? –Elscud.
_E-Então o quê? Se eu vim só pra transar com ela? –Sieghart.
_Não. Ela é boa? –Elscud.
Sieghart avermelhou. Tossiu um pouco e engasgou, se recuperando um pouco depois, mas não conseguindo encarar o mais velho nos olhos profundos.
_S-Sim, claro…é ótima, até demais… -Sieghart.
_Igual a mãe. Ela era uma boa moça…espero que não deixe minha filha triste, Sieghart. Isso é algo que me arrependo todos os dias. Ter brigado tantas vezes com a pessoa que eu amava. –Elscud.
_E a Lothos? –Sieghart.
_A-A Lothos? Ela é minha namorada, mas ainda tenho que contar para os meus filhos sem os espantar demais. –Elscud.
_Tem razão…a Elesis vai pirar quando souber que o Lass vai ser meio-tio dela…hehehehee. Claro, se o senhor levar á sério e casar até. –Sieghart.
_Sieghart, pra quebrar seu galho. Venha comigo. –Elscud se levantando.
Os dois subiram as escadas e depois o segundo lance que dava pra um único quarto. O ruivo abriu a porta, revelando um quarto que se diga de passagem, perfeito, senão divino.
Uma vista maravilhosa de acima das casas, uma vidraça meio antiga, mas bem limpa, tendo vista pra o mar, era suíte, uma cama de casal mais do que espaçosa, tinha massageador. Vários closets, nenhuma escrivaninha nem guarda-roupa…só a tv, o controle, a cama, o banheiro e a vista.
_Uau…meu quarto é bem legal, mas nem se compara. –Sieghart.
_Essa suíte eu usava quando ainda era casado com a Elena, mãe de Elesis. Eu durmo em outro quarto, mas Elesis e Elder respeitam e não usam esse quarto também. –Elscud.
_E por que o senhor está me mostrando? –Sieghart.
_Porque…a Elesis queria esse quarto, mas ela nunca falou, eu simplesmente sei. Então, quando o Elder dormir…me escute: Só quando ele dormir mesmo, vocês podem ficar nesse quarto. –Elscud.
_O-Obrigado, mas Elscud, as memórias de sua mulher e mãe da Elesis…não quero estragar isso… -Sieghart.
_Olha, se não quiser, tudo bem. Mas vou deixar a chave com você. –Elscud.
_Nem sei como agradecer, ou entender como pode existir um pai tão legal assim. –Sieghart.
_Não apresentou seus pais ainda para a Elesis? –Elscud.
_Não, eu estou tentando é…juntar os dois num mesmo lugar para poder apresentá-los… -Sieghart.
_Humm…eles são divorciados? –Elscud.
_É meio complicado sabe? –Sieghart.
_Que tal se outra hora falarmos sobre isso? Elesis já deve estar fazendo o jantar. –Elscud.
Os dois trancaram o quarto e desceram as escadas, encontrando os dois ruivos impacientes e batendo o pé.
_Que foi? –Sieghart.
_Vocês! Onde estavam? –Elesis.
_Tendo…uma conversa de homem pra homem. –Elscud sorrindo.
Sieghart deu de ombros e abraçou Elesis, a levando pra cozinha. Os dois ruivos ficaram só olhando a cena.
_Eles se parecem com você e a mamãe nas fotos, pai. –Elder com uma expressão séria.
_Filho, por favor, não diga uma coisa dessas. –Elscud.
_Eu também sou homem e também vou conversar sério com ele depois. –Elder se afastando do pai e seguindo o casal.
_Esse menino não me puxou… -Elscud suspirando.
Num prédio afastado da cidade…
_Nossa perseguição está prestes a avançar um grande passo…e se vocês colaborarem, podemos conversar e acertar suas recompensas. –Nina.
_Só se for agora, gata. –Len.
_Bem, nós somos em 10. Temos pra pegar: o Sieg, a namoradinha dele, o Ronan, Arme, Amy, Jin, Rey, Dio, Lin, Lupus, Lezlie, Zero, Mari e o idiota do Lass. –Nina.
_Só que a Rey é minha. –Duel.
_Eu quero acabar com a raça daquela ruiva. –Len.
_O pessoal do time de tênis não quer machucar o Lupus, mas podem pegar os amigos do Sieghart, inclusive o Dio. E o Siegzinho é só meu. –Nina.
_E como vamos agir? –Duel.
_Eu quero dar um jeito naquela ladra de brinquedos primeiro. –Nina.
Algumas horas depois…
_Escuta, ruivinha, o Zero não é seu vizinho?- Sieghart.
_Pior que é. Só que ele fica tão centrado no computador que nem liga pra gente mais… -Elesis.
_Ah, é porque eu tô vendo ele, a capeta da boina e a Mari ali pela janela, dentro da sala conversando. –Sieghart.
_Isso é bom. De certa forma…não precisamos nos preocupar com a segurança desses três pelo menos. –Elesis.
_E por mais que a Lezlie seja chata, ela vai ficar bem se ficar com o Zero. –Sieghart.
_Hunn…em que sentido? –Elesis com um olhar bem safado de duplo sentido.
_Etto, ruivinha…você está dizendo que aquela pirralhinha do fundamental tem chances com um cara do terceiro ano, e que quase te estuprou? –Sieghart.
_Achei que tinha esquecido isso. Você não o fez “pedir perdão”, como se fosse Deus ou coisa assim? –Elesis.
_Ruivinha, você devia tomar cuidado com essa sua língua de fogo. Vai acabar arranjando problemas… -Sieghart a abraçando.
_Além da Nina e os planos maquiavélicos dela, mais o problema mental yandere dela. Minha língua não é de fogo, seu idiota. –Elesis.
_Mas me queima toda vez… -Sieghart com um sorriso de canto.
_Fica na sua…vamos falar com eles? Ah, eles tão olhando descaradamente a sua taradice, seu babaca.–Elesis corada.
Sieghart prontamente tirou as mãos da bunda da ruiva, xingando mentalmente os indesejáveis do outro lado. Elesis abriu a janela, assim como Mari.
_Oi, Elesis. As vezes até esqueço de que somos vizinhas…mas e então? Tá tudo bem por aí? –Mari.
_Tá sim. Um pouco preocupada com o pessoal que está longe daqui, mas fazemos o possível. –Elesis.
_Chuchuuuu…eu vi isso, hein?! Não vai pensando que vai sair impune. –Lezlie mostrando uma câmera digital.
_SEU DEMÔNIO! –Sieghart.
_Olha, ainda tô gravando… -Lezlie mostrando a língua.
Elesis jurou ver ele corando de raiva, façanha que só a azuladinha poderia cometer. Elesis acariciou a cabeça do moreno, o acalmando.
_Lezlie, nós podemos negociar…falamos lá fora. E Zero, vê se troca de jogo…o San Andreas tá te deixando mexido. –Elesis.
_Ok, ok… -Zero.
_É um retardado mesmo… -Lezlie com sarcasmo e saindo da vista.
Sieghart estava pronto pra se retirar, depois que Elesis saiu pra falar com Lezlie e que Mari fechou a janela, quando a figura detestável ruiva apareceu. E pior, apareceu nervosa, de braços cruzados.
_Que que você quer? –Sieghart.
_Olha como fala, senhor ladrão de irmãs. Agora, deixa eu ter uma conversinha com você. Séria. –Elder.
_Tá todo mundo querendo conversar sério comigo hoje né? Tudo bem, manda. –Sieghart.
_Eu não gosto de você. Nem de seu jeito carinhoso e falso com a minha irmã. –Elder.
_Peraí! Falso? Não pode tá falando sério... Elder, você pode até não gostar de mim, mas não tem o direito de ficar me julgando, e nem o que sinto pela Elesis. Você não vai estragar nosso relacionamento só porque acha que é tudo falso. –Sieghart.
_E acha que vou cair na primeira historinha que me contar? Eu sou criança, mas não sou besta. Sei que você uma hora vai largar dela e deixá-la por aí chorando. –Elder.
_Você com certeza é um mulequinho fora do normal. Parece com a Lezlie, o que me dá medo, mas nem isso vai me impedir, ouviu? –Sieghart.
_E o que pretende pro futuro? Vai continuar com todo esse “amor” até quando? Vai estragar a vida dela com uma gravidez? Vai abandoná-la? Ou vai protegê-la? Ou melhor…nem deixar que isso aconteça? –Elder.
Sieghart sentiu sua raiva esvair-se junto com sua expiração fraca. Pensou lentamente em tudo o que aquela “criança” disse.
_Até uma criança nota essa realidade, ou é você que sabe demais? –Sieghart.
_Eu te aconselharia a me responder. Minha irmã iria certamente escolher a mim. –Elder.
_A ruivinha não é burra, Elder. Claro que ela ama a nós dois, mas por que essa obsessão de ter ela só pra você? –Sieghart.
_Por isso que eu odeio você. Você é burro mesmo…eu não quero ela, só quero alguém que cuide de verdade dela, e não um boyzinho que conquista qualquer uma só por taças e beleza. –Elder.
Sieghart franziu a testa. Ele tava tão famoso assim?
_Que negócio é esse de taça e beleza? Não foi por isso que eu e a Elesis começamos a namorar. E afinal, como sabe dessas coisas? –Sieghart.
_Eu tenho trabalhos extras na escola, tonto. E você é realmente famoso nesse estado. –Elder.
_E acha que eu ligo pra isso? Eu estou com a ruivinha, e só ela. –Sieghart.
_É bom ter um brinquedinho, não é? –Elder.
_B-Brinquedo?! Olha, garoto, se continuar falando eu vou acabar te machucando! –Sieghart.
_Que medo. Aí que vai dar motivos pra Elesis te largar. –Elder.
_Você não é normal. E eu também não vou com essa cara shota sua…engana qualquer um, mas não a mim, nunca enganou. –Sieghart saindo da casa.
Assim que abriu a porta, duas figuras abaladas, uma espantadíssima, se encontravam paralisadas, com toda a conversa acidentalmente gravada na câmera.
_E-Elesis… -Sieghart.
A ruiva estava chocada, e principalmente brava. Entrou, puxando Sieghart e olhando seriamente para Elder, que dessa vez estava sério e nervoso também.
_Agora, vamos esclarecer tudo isso. –Elesis.
_Achei que já tinha terminado. –Elder.
_Mas não terminou, nii-san. Eu não admito isso na minha casa, e não acredito, que mesmo querendo me proteger, “ameaçou” o meu namorado. –Elesis.
_Olha, Elesis, se você ouviu tudo o que eu disse, já deve saber que tenho razão. –Elder.
_Não tem não! Ele é meu namorado, e nós não temos interesses desse tipo! Você não vive com a gente o tempo todo, nunca vai entender! –Elesis vermelha e quase socando o sofá.
_M-Mas… -Elder.
_Elder! Entenda de uma vez por todas, já que acabei de entender porque o Sieghart não gosta tanto de você, que o que eu e ele fazemos ou que deixamos de fazer, é problema nosso e só nosso. –Elesis.
_Tá…mas ainda não me convenceram. –Elder.
_Sua criança desconfiada…você fez isso com a ex-namorada do papai também. Mas nem pense em fazer comigo, ou esqueça comida gostosa. –Elesis.
Sieghart se afundou no sofá com total incredulidade.
_No fundo, isso tudo era um costume dessa família pra me testar? –Sieghart.
_Parabéns, passou no teste! E eu gravei o barraco e vou postar! –Lezlie.
_NOOOO!!!!!!! –Elder, Elesis, Sieghart.
Continua
Notas finais
"Oiiiisss, terminei num domingo 26 de fevereiro de 2012, looocooo! Quase uma semana depois do início, mas valeu a pena!
Ahhhdepois eu escrevo sobre a praia. E sobre o Zero e a Lezlie. Tchauu! Reviews hein!"
Putz,olha o q as ferias fazem comigo, eu escrevo pa carai!
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