Da Infância à Adolescência
12 1ªvez (parte 01)
Notas iniciais
Flash Back (há 2 anos)
Sieghart e Nina
_Rey! Você não tá afim de…sabe, ter uma noite, comigo? –Sieghart. (direeeto…)
_É, estávamos planejando isso já faz um tempo… -Rey corada.
_Não precisamos ficar sendo chamados de “pega-ninguém”, não é? –Sieghart encorajando-a. (criaaança…)
_Tem razão. Vamos fazer hoje durante à festa? Todo mundo vai estar muito ocupado. –Rey.
_No seu quarto? –Sieghart.
_Isso. Vou estar pronta as 9:00. Ok? –Rey dando um beijo na boca dele e saindo pelo corredor.
_Certo, até. –Sieghart.
Pareciam não demonstrar, mas estavam nervosos e empolgados. Era a primeira vez dos dois… Sieghart caminhava em direção ao dormitório que compartilhava com Ronan, Ryan e Lass. Chegando, tomou um banho, relaxou…o quarto estava vazio. Era final de semana, e os alunos estavam a maioria em suas casas, e chegariam à noite para a festa.
Saindo do banheiro, com uma toalha envolta à cintura, se deparou com uma figura esbelta, de cabelos negros e olhos verdes de pernas cruzadas, sentada em cima da mesa.
_N-NINA! Que que você tá fazendo aqui?! –Sieghart colocando uma camisa e uma calça jogadas no sofá.
_Vim pra…conversar Siegzinho… -Nina toda melosa.
_Não quero nem conversar! Por favor saia daqui. –Sieghart apontando a porta.
Nina saltou elegantemente da mesa e desfilou, parando a frente de Sieghart. Ela tomou o rosto de Sieghart e lambeu-lhe os lábios. Sieghart se afastou prontamente demonstrando nojo, isso, nojo!
_Não precisa ficar assim. Queria ter uma conversinha, beber um suquinho…tá calor não é? –Nina indo no mini refrigerador do quarto (não sei como se chama aquelas geladeiras danadas, esqueci no momento)(LEMBREI: FRIGOBAR- faz dois dias q eu terminei esse capítulo e adicionei só agora esse comentário) . Pegou um suco e colocou em dois copos que encontrou em uma prateleira e encheu-os.
_Se você não se recusar a conversar um pouco, eu vou embora logo. –Nina.
_Se é assim…tomara que seja rápida… -Sieghart sentando no sofá.
_Eu vou ser… -Nina.
A menina aproveitou enquanto conversavam e colocou um comprimido no suco do moreno. Dando-o logo em seguida.
_Bom, você vai embora logo não vai? Eu tenho mais o que fazer sabe? –Sieghart dando um gole no suco.
_Você não se lembra das vezes que passamos juntos? Não era bom? –Nina apoiando as mãos nos joelhos.
_Enquanto não descobri que você era uma traidora, era… -Sieghart dando outro gole.
_Tá muito chateado ainda? –Nina se inclinando na frente dele, deixando o decote quase todo a mostra.
Sieghart tinha o rosto vermelho, estava sentindo um torpor em seu corpo. Era bom, e quente. O calor era aconchegante, trazia um certo…prazer…A visão do decote estava o excitando, estava muito confuso.
_Hum, Sieg, está vermelho. –Nina.
_Eu não tô me sentindo bem…vai embora agora, por favor, Nina. –Sieghart se levantando.
Nina agarrou o braço dele e o puxou para uma cama e o deitou. Sieghart via tudo embaçado.
_Sieghart? –Nina sorrindo.
_O-o quê? –Sieghart estonteado e suado.
Nina tirou a camiseta que ele tinha vestido, deitando-se por cima dele.
_Hum… -Sieghart fechando os olhos ao sentir o contato.
Nina sorriu maléficamente e tirou a calça do rapaz. Como antes ele foi surpreendido pela figura na sua mesa, tinha posto só a calça, estava sem cueca.
A garota deu seu sorriso vitorioso e beijou Sieghart, fazendo-o corresponder. Deixou a droga fazer efeito; logo Sieghart estava todo agarrado e ela controlava a situação. Nina prendeu o corpo dele.
A morena pegou um lenço e amarrou nos olhos de Sieghart.
_Espera um pouquinho, Sieg. –Nina saindo da cama.
Ela pegou umas algemas que tinha trago( o pai dela era policialXD loco né?), e prendeu os braços de Sieghart nas barras da cabeceira.
Sieghart transpirava muito, e se esfregava constantemente. Estava fora de si, a única coisa que sentia era desejo, excitação.
Nina sentou em cima do membro ereto e esfregou a virilha naquela região. Sieghart se contorceu gemendo.
Sem se importar, colocou os lábios na glande do pênis do moreno, e o lambeu, em seguida masturbando-o com a boca, recheada de gloss.
_HAN… -Sieghart fechando os punhos.
Nina tocou os testículos com as unhas compridas, arranhando o saco de Sieg. Ela sabia que ele era virgem, todos sabiam. Nina apertou o saco em seu dedos. Sieghart quase berrou de dor.
A situação estava para piorar…Nina descansou por um segundo. Sieghart estava molhando o colchão com a quantidade de suor.
Nina encarou sua vítima. O efeito da droga estava passando e Sieghart recobrava a consciência, falando coisas.
_O…que está havendo…? Nina… -Sieghart.
Nina decidiu não esperar mais…infiltrou o pênis em sua cavidade, que não era nada virgem, e fez os movimentos por si própria.
_PARE! PARE AGORA! –Sieghart acordava quase completamente.
Sieghart deu um gemido forte…Mesmo com a venda podia-se perceber as lágrimas rolando pelo rosto. O moreno mordia os lábios.
_Foi bom…até que você geme bem…Siegzinho. –Nina depois de vários minutos.
Se levantou e se trocou.
Ao sair do quarto,deixando Sieghart vendado e preso, Nina descobriu uma testemunha do acontecido, na porta do dormitório, chorando com as mãos na boca.
_Rey-san. Aqui, eu já consegui o que queria, é todo seu agora… -Nina dando tchauzinho, pronta para sair pra festa.
A morena tinha mostrado cinco notas de cem reais que descobriu nas gavetas de Sieghart. Rey entrou no quarto. Nunca iria esperar que Sieghart iria ser tão sujo pra trair ela assim. E ela tinha ido devolver algo que Sieghart esqueceu com ela, a blusa de moleton.
Entrou no quarto…
Sieghart parecia indefeso, e com certeza era vergonhoso estar naquela situação. Se aparecesse alguém que não fosse ela…não tinha como saber o que aconteceria…
_Sieghart? –Rey às lagrimas e espantada.
_R-Rey? –Sieghart decifrando a voz.
Rey notou as lágrimas dele. A garota correu até a mesa, pegando a chave que Nina havia deixado, e soltou os pulsos de Sieghart.
Sieghart tirou a venda e pegou um lençol se cobrindo. Olhou para a namorada incrédula, sentada na beira da cama.
_Rey… -Sieghart.
_Por quê? O que houve Sieghart?! Você tinha dito… -Rey.
_Eu disse, mas essa…essa maldita! -Sieghart apertando o tecido em seus ombros.
_Sei que não é culpa sua, mas…eu queria fazer com quem eu gostasse… -Rey abraçando a si mesma.
Sieghart se achou um lixo nessa hora. Se levantou, sabendo que agora ele não tinha nem o direito de pedir desculpas, mas decidiu dar a cara a tapa e se postou na frente de Rey.
_Eu realmente queria que fosse você, mas nem eu acredito no que acabou de acontecer…eu nem sei o que houve…tudo ficou preto. Pelo menos…eu sei que você ama uma outra pessoa e ainda tem chance. –Sieghart.
Rey olhou assustada pra ele. Mas virou o rosto, era verdade, ela gostava de uma outra pessoa.
_E o que vamos fazer? –Rey.
_Eu não quero nunca mais ver aquela garota na minha vida. E quanto a nós…já não dá mais pra ficar comigo, eu sei. Você devia ficar com o Dio. Ele me olha com um ódio desde quando começamos o namoro. –Sieghart.
_E você? –Rey.
_Eu vou apenas cuidar da minha vida…espero que não tenha te magoado, e gostaria que fôssemos amigos ainda. –Sieghart dando um sorriso forçado.
Rey se levantou, abraçou-o com firmeza e beijou-o uma última vez.
_Quero muito ser sua amiga. E quero muito mesmo que a garota certa apareça pra você Sieg. –Rey atravessando a porta.
_ Será que existe essa garota? –Sieghart.
Rey andava pelo corredor com uma pontada no coração. Não sabia se tinha feito certo ao deixá-lo lá depois de ser praticamente(PRATICAMENTE?! ELE FOI!) violentado. Estava com a cabeça em pensamentos profundos, até parar na porta do quarto de Dio.
Ficou com medo de bater e conversar com “seu melhor amigo desde a infância”. Não precisou felizmente. A porta se abriu e revelou o garoto de rosto um pouco rude, olhos finos cor de vinho e cabelos da mesma cor, brilhantes e arrepiados.
_Rey? –Dio.
_Ahh…O-oi Dio, eu… -Rey muito nervosa.
_O que foi? Você tá com os olhos vermelhos…andou chorando? Foi o Sieghart não foi? Aquele canalha, eu devia… -Dio já alterado.
_Não! –Rey segurando os braços dele.
Os dois pararam por um momento. Rey abaixou os olhos.
_Não foi culpa dele. E resolvemos terminar para pelo menos um de nós termos como ficar de quem gostamos de verdade. –Rey indo direta ao assunto.
_Como assim? –Dio levando uma mecha de cabelo pra trás da orelha dela.
_Eu não sei…você guarda segredo? –Rey.
_Ok. Se é por você… -Dio.
Eles entraram de volta para o quarto e se sentaram a conversar sobre tudo. Ela só não contou sobre sua paixão por Dio.
_Nesse ponto…tenho dó dele. Mas então ele, e você…–Dio.
_Não temos mais nada. Você deve estar me achando uma idiota por querer ter com ele a minha primeira vez…fico até embaraçada contando isso pra você. –Rey com o rosto vermelho.
_E você gosta de um outro não? –Dio meio desanimado.
_S-sim, mas não sei se falo…eu tenho medo. Gostaria que ele me dissesse. Eu gostaria que se a pessoa fosse apaixonada por mim, me dissesse sabe? Não importa o que estivesse acontecendo…não importa… -Rey muito vermelha.
_E se eu dissesse que e-eu gosto muito de você? –Dio apertando os dedos.
_E-e seria verdade? –Rey ruborizando mais ainda.
_E se eu dissesse que não é brincadeira, você diria de quem gosta? –Dio.
_Quem sabe…você gosta de mim? De verdade? –Rey esfregando as mãos.
Dio sorriu com isso. Ele sobrepôs uma mão na dela e com a outra puxou o rosto dela para olhá-lo.
_Eu sempre gostei, e gosto tanto que eu não suporto te ver com outra pessoa. Eu queria muito isso… -Dio beijando fervorosamente a menina.
Rey relaxou nos braços dele. Ficaram e começaram um namoro. Um namoro duradouro.
Notas finais
Agradeço de todo o coração aqueles que leram, que favoritaram, que deixaram seus preciosos reviews! Eu fico tão feliz! Arigatou!
Mas ao que interessa agora: vou ter que fazer uma 2ª parte da história (bem pequena, resumida em 10 tópicos, to com preguiça). Depois eu vou revelar o final de semana bem agitado da Elesis. Vou focar um pouco o Elder. E atchan tchan tchan tchan.A LOTHOS. Vão entender por que coloquei ela e um carinha embaixo dela na capa= obs: é o Elscud notaram?( peguei de uma imagem do Elsword).
Ah éna verdade, eu esqueci a minha idéia original para o Ninja Solitário hehehe como sou baka e lerda (sorriso amarelo). Bem, eu tive uma onda de inspiração no dia em que pensei nessaposso chamar de trama? Isso, nessa trama. Então, por isso no papel, opscomputer sorry, é difícil. Vou botar o cérebro pra funcionar, o máximo que eu puder.
Jaa minna!
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