Da Água Pro Vinho, do Ódio Pro Amor.
4 A fuga Parte 1 - Sasuke
Notas iniciais
(llalalalalalalalalala) (autora palpiteira se metendo na história)
Alguém: #lalalalalalalalala# (alguém pensando)
Qualquer coisa eu coloco uma nota no fim do cap.
Bjoo
Enquanto Sakura vivia a pior tarde de sua vida, Sasuke só viva mais uma tarde de sua vida. Nada de mais, só uma visita a seu tio Dotsuyo, o rei de uma vila não muito afastada de Konoha.
Seu tio era um homem ambicioso e mesquinho e mal podia esperar para que Sasuke arrumasse uma esposa. Sasuke só assumiria o trono ao se casar. E isso deveria acontecer no exato dia em que completasse 17 anos, o que só faltava alguns dias para acontecer.
Quando Sasuke assumisse o reino, o seu primo, Nashiro, filho de Dotsuyo, se tornaria conselheiro do rei, pois esse era o acordo entre eles, e conselheiro o rei era um cargo que era muito, muito (mtãããããoo) bem pago e Dotsuyo não media esforços para conseguir mais e mais riqueza. Mas Sasuke não dava a mínima para seu tio ou seu primo e o cargo que ele teria ou não no seu reino. Ele só ia junto nessa visita por que era isso ou ter que ficar e organizar os papeis que seu pai tinha que vistoriar e assinar, e ele realmente não estava a fim de empilhar papéis. Todos os empregados do rei estavam desesperados para achar a esposa perfeita para o Uchiha. Já haviam lhe apresentado dezenas de garotas e ele simplesmente olhava e dizia na cara da garota sempre a mesma frase, olhando fixamente pro rosto da pobre moça : _”Não vou me casar com ela.” Com um olhar indiferente, frio e encantador.(*-* amooo elee!!) O prazo estava se esgotando e Sasuke, perdendo a paciência. Não agüentava mais olhar para “riquinhas mimadas parecendo Barbies” batendo em sua porta e dizendo: ”_ Oi, quero me casar com você.”
Já haviam até lhe deixado escolher uma empregada da “casa” ou alguma garota da sua escola ou sala de aula, mas ele se recusava.
_ errr... Senhor, eu encontrei três garotas hoje de manhã que podem lhe interessar. E eu tomei a liberdade de marcar uma visita. Elas são sobrinhas do rei de uma aldeia ao leste e irão vê-lo amanhã por volta das seis da tarde. – disse o atual conselheiro real, observando algumas anotações em sua prancheta e arrumando os óculos que vacilavam devido ao balanço do “carro” (limousine- sei lá eu se é assim que escreve mais vcs sabem que “carro” que é num sabem? Num sabe?? Intão imaginaaahh!!)
Sasuke:_ Já não lhe disse q não to a fim de conhecer mais nenhuma dessas garotas q vcs me arrumam? NÃO quero vê-las, NÃO vou conversar com elas e NÃO vou me casar com nenhuma dessas ai que vocês acham na rua. – disse o Uchiha caçula, calmo mais com um tom decidido.
_ Ma... Mais senhor, faltam menos de 20 dias... E...
_Eu sei o dia o meu aniversário, Bonko... (apelido TOSCOOO do conselheiro. Só Sasuke e Kiony o chamavam assim pq foram criados com ele desde pekenos e ... pq eles gostavam! ^^) e estou muito ciente do que eu tenho que fazer. Mas vocês estão me enchendo e acabando com a minha paciência, não sou mais uma criança e quando eu quiser conhecer uma garota, eu simplesmente falo com ela por conta própria. Não preciso q façam nada por mim.
Bonko: _ OO’.... eeeerr.... tu..tudo bem senhor. Gostaria que eu cancelasse a visita das garotas?
_ Já que você já marcou, e sem me consultar antes... Acho bom q elas não me irritem.
_ sim senhor! Elas não vão!
_ Aah!! Para de ser ranzinha Sasuke! Ele só esta tentando te desencalhar seu troxa! – disse Kiony, tirando uma com a cara dele.
_ Cala boca que ninguém aki falo com você, idiota. _ Respondeu ele mal humorado.
Kiony: =P
Sasuke: ...
Bonko: O.O’’
Nisso eles já estavam adentrando o palácio de Dotsuyo, que os esperava na porta de braços abertos e seu filho Nashiro, calado e com cara de bosta, ao lado.
_ Irmão!! Sasuke! Kiony, querida, como estão?! – disse Dotsuyo assim que eles desceram do “carro”, fingindo uma alegria exagerada, pq na verdade ele tava poko se lixado pra eles.
_Estamos muito bem tio! ^^ — respondeu Kiony com toda doçura do mundo, já que era muuuuito paparicada pelo tio.
_ Ora que maravilha! Venham, vamos entrando!
Já no interior do palácio, numa das salas de visitas:
_então sobrinho, soube que você ainda não arrumou uma esposa. – disse Dotsuyo, como quem não quer nada.
_ Sim, é verdade. Ainda não achei ninguém pra ser minha rainha. — respondeu Sasuke num tom meio desafiador ao seu tio, pois ele sabia que se ele os convidou para uma visita e já tocou nesse assunto, alguma coisa ele queria.
_que pena! E o prazo já esta se esgotando... er, que dia você completa 17 anos, Sasuke? Não me lembro.
_ 23 de julho, tio. Daqui a exatamente 19 dias.
_ 19 dias.... – repetiu Dotsuyo, pensativo. – realmente resta pouco tempo. Pouco tempo para os preparativos, convites e tudo mais. E ainda nem temos a noiva.
Sasuke:_... Sim... – concordou, levando Dotsuyo a continuar.
Dotsuyo: _ Bom, eu tenho muitas empregadas Sasuke, e se você se interessar por alguma delas, ficaria honrado em lhe ceder sua mão para um futuro rei.
Sasuke: _ Agradeço tio, mas...
_ Você é muito generoso irmão – interrompeu o pai de Sasuke, pq conhecendo filho como ele conhecia, depois desse “mas...” com certeza viria algo muito desagradável e não muito educado — Mas Sasuke já tem uma pretendente. – mentiu o rei de Konoha.
Kiony:_ Tem?? E vocês nem pra me contar!!! Quando eu vou conhecê-la??
(nota: kiony não era lá muito inteligente... era um pouco (mtoo) lerda e atrapalhada. Mas na hora do combate corpo-a-corpo, batalhas e o que quer que fosse relacionada à luta, ela surpreendia a todos e honrava o sobrenome Uchiha.)
Rei de Konoha:_ Filha, conversamos sobre isso mais tarde, esta bem?
Kiony: _ Hum, então é por isso que você não quer conhecer as garotas que o Bonko te arrumou não é irmão?
Sasuke: _ Cala a boca, kiony.
_ já chega vocês dois. Kiony, vá ver sua prima lá em cima, sim? E você Sasuke – disse o rei de konoha lançando um olhar de “colabora com a minha mentira’ pro filho — por que não explica a seu tio a sua situação?
Kiony levantou-se e foi subindo a escada que estava do outro lado da sala resmungando baixinho algumas palavras.
Sasuke: #ótimo, agora ele joga tudo em cima de mim e eu tenho que me virar pra continuar essa porr* de história que ele inventou... Saco...#
Ainda o Sasuke: _ Como eu ia dizendo, agradeço tio, mas já estou interessado em uma garota, mas ainda não tenho certeza de que é com ela que quero me casar. Por isso lhe disse que ainda não achei alguém para ser minha rainha. – disse o Uchiha caçula, completando a mentira de seu pai.
Dotsuyo: _ entendo... – disse com um tom meio desconfiado- mas não retiro minha oferta, olhar minhas empregadas não lhe fará mal, sobrinho. Não precisa me dar a resposta agora, só de uma olhada. Elas ficarão honradas em serem exibidas a um futuro rei.
Sasuke:# “Exibidas??” O que ele pensa que elas são? Manequins de exposição? Elas são pessoas, não bonecas de plástico que servem para ser exibidas. Isso é ridículo.#
Sasuke de novo: _ Por um acaso...
_ Essa é uma excelente idéia. – interrompeu novamente o rei de Konoha – Por que não avaliar mais candidatas? Não é, Sasuke?
Sasuke não conseguia acreditar no que ouvia de seu pai. Ele lhe interrompera novamente quando estava a ponto de dizer o que pensava, contando mais uma mentira. Essa não era uma boa idéia e Sasuke não queria “avaliar” pessoas que seriam exibidas.
Sasuke: _ pai, o que esta fazendo? Eu não...
_ Vamos, filho. Não lhe custa nada.
Sasuke: # “não lhe custa nada”... “não lhe custa nada tratar garotas como objetos de exposição”, você quis dizer. O que esta havendo aki?#
Dotsuyo: _ Pois bem, me acompanhem até a sala das criadas. – disse o rei gordo, barbudo e meio estranho, com um sorrisinho estranho no rosto.
O pai de Sasuke levantou-se, dando sinal para que o filho fizesse o mesmo e pôs-se a seguir o irmão.
Sasuke levantou-se de má vontade seguiu seu pai castelo adentro completamente insatisfeito com o que estava havendo.
Foram levados por um corredor mal iluminado, no qual estavam pendurados alguns quadros do seu tio gordo, de sua prima, Alisha, bonita, pálida e sorridente como sempre, de Nashiro, seu primo magricela, com olhos esbugalhados e sua cara de bosta de sempre, e pessoas que Sasuke não fazia idéia de quem seriam.
Ao chegar ao fim do corredor, Dotsuyo tirou uma chave de dentro da sua bota, a qual Sasuke ficou surpreso que seu tio conseguisse alcançar, e lutou para abrir uma porta que se projetava do chão até o teto.
Sasuke: # Se essa é a sala das criadas, por que fica nesse corredor escuro? E por que esta trancada com uma chave que meu tio esconde dentro da bota? Isso não esta cheirando bem...#
Sasuke olhou para seu pai, que olhava fixamente a porta, procurando por respostas, mas só conseguiu silencio.
Dotsuyo finalmente abriu a porta, e como Sasuke pensou, não se parecia nada com uma sala para criadas. Sim, as criadas estavam lá, mas não da maneira como deviam. Era uma espécie de sala de espera, com sofás felpudos cor de rosa, poltronas, mesinhas decoradas, enfim, como a sala de estar da Barbie, só q com algumas coisinhas que vc não encontraria na sala da Barbie. As garotas se levantaram de pressa ao ver a porta se abrindo, aproximadamente 20 garotas de pé, uma ao lado da outra, vestidas somente com roupa de baixo (e peças beeeem pequenas...), com expressões que variavam de medo, passando por confusão, até certa ansiedade e algumas estavam até com fantasias. (tipo aquelas de coelhinha, policial, enfermeira, sabe, q mulheres usam quando estão afim de uma noite mais... caliente. Num sabe?? Aahhh sabe siim)
Sasuke ficou, por um instante, sem saber o que fazer ou falar. Ele olhou de novo para seu pai que permanecia com o olhar calmo, como se nada de mais estivesse acontecendo e focado nas garotas seminuas. (safadiiinhoo)
Sasuke: _ O... o que que é isso?? O que esta havendo? Por que essas garotas estão vestidas (ou não) assim?
_ Bem vindo ao meu arem particular sobrinho. Fique á vontade para escolher. Estão todas ao seu dispor. – disse Dotsuyo
Sasuke:#escolher? Ao meu dispor? Não... isso não éh...#
Dotsuyo: _ Pois é sobrinho... Estas são minhas criadas. Garotas que achei por ai, na rua, e acolhi em meu ilustre castelo. E em troca elas me dão... Bem... Você já deve imaginar. São exemplos de minha boa vontade para com os menos afortunados. Elas não tinham para onde ir, estavam abandonadas às sarjetas e eu as dei um lar, uma casa, comida, roupas, as ajudei quando ninguém mais faria isso por elas. Prova de minha caridade.
Sasuke: _caridade? Você acha que isso q vc esta fazendo é caridade? Usar garotas como objeto para seu prazer não é caridade! Isso é desprezível até mesmo para gente do seu nível!
_ Sasuke comporte-se! Respeite seu tio! – repreendeu o rei de Konoha.
_ Não vou respeitar um homem, se é que se pode chamar esse ai é de homem, que traz garotas pobres e inocentes para seu castelo e as transforma em prostitutas.
_ já chega Uchiha Sasuke! Desculpe-se com seu tio agora mesmo e retire o que disse! – ordenou o rei, já se exaltando
Sasuke somente o olhou, cara a cara, e soltou um simples, decidido e desafiador:_ Não.
_ Não me faça repetir.
Sasuke não respondeu. Só continuou encarando o pai da mesma forma.
_ escute bem, EU NÃO VOU TOLERAR...
Dotsuyo:_ não se exalte irmão. Deixe-o. O garoto só esta surpreso. – disse Dotsuyo calmamente.
_ Não vou permitir que um filho meu lhe falte com respeito na minha frente. Nem que me desobedeça. – disse o rei, visivelmente alterado.
_ não se preocupe irmão. Não considero essas palavras falta de respeito. O garoto, como já disse, esta surpreso. Ele não esta acostumado com as regalias de um rei. Foi erro meu trazê-lo aqui tão cedo. Devia ter esperado um pouco mais, e não é necessário um pedido de desculpas. Para mim, esta tudo bem. – Dotsuyo tentava acalmar seu irmão, mas não estava funcionando muito bem.
_ Para você pode estar tudo bem, mas não vou tolerar mal-criações de um filho meu. Ele deve manter a postura real. – retrucou o rei de Konoha.
Sasuke: _ Que fiquem vcs ai com sua “postura e caridade”- ao dizer isso, ele fez com as mãos o sinal de aspas e apontou para as garotas que observavam a discussão de olhos arregalados – eu vou ser “mal-criado” bem longe dessa imundice- disse Sasuke já saindo da sala, enfurecido.
_ Não de as costas a seu pai Uchiha Sasuke — ordenou novamente o rei.
Sasuke nem sequer olhou para traz.
_ Espere, príncipe de Konoha. — chamou uma das garotas fantasiadas, com lágrimas nos olhos e uma expressão de medo na face – por favor, majestade, eu lhe imploro, não me deixe aqui. Por favor, leve-me com vc, por favor, por favor! – implorou a garota, chorando e caindo sobre os joelhos. – Serei sua criada pelo resto da vida, eu juro! Só... só não me deixe aqui!
Dotsuyo: _ Como ousa sua imprestável! – gritou o rei gordo, levantando a mão para bater na pobre garota.
Nesse instante, quando Dotsuyo estava prestes a bater na garota que se encolhia no chão, chorando de medo, Sasuke, numa velocidade incrível, segurou o pulso do tio antes que chegasse até a moça, e fez questão de apertar um pouco de mais. ( só pra ele sentir uma dorzinha básica n.n)
_ solte-me! – bradou Dotsuyo.
_ Um homem que levanta a mão para uma mulher, nunca poderá ser comparado nem ao mais desprezível e horrendo dos homens. – ao dizer isso, Sasuke lentamente virou o pulso do tio até certo ponto o empurrou contra a porta q estava fechada atrás dele, fazendo-o cair e assim abrir a porta.=)
_ Sasuke, o que pensa que esta fazendo? – exclamou o rei de Konoha ao ver seu filho jogar seu irmão no chão.
_ Estou mantendo a postura real. – afirmou Sasuke, tirando o sobretudo que vestia e cobrindo a moça que chorava caída no chão. – A realeza deve proteger e defender o povo. E é isso que eu estou fazendo, Rei da vila de Konoha. — disse ele, com seu tom desafiador, irônico e frio de sempre.
O rei protestou e seu irmão gordo caído no chão também, mas Sasuke nem sequer se preocupo em olhar pra traz. Com a moça, que ainda chorava, em seus braços, ele seguiu porta a fora em direção à sala principal do castelo. Ao passar pela sala de visitas (onde eles estavam no começo) viu Kiony e Alisha descerem as escadarias quase correndo.
_ O que esta fazendo Sasuke?- perguntou Kiony, se aproximando do irmão.
_ Isso não importa agora. Kiony faça um favor, quando o pai chegar aqui, diga que eu voltei para konoha, e não estarei em casa, diga a ele para não me procurar que quando eu quiser, volto pra casa.
_ ma... Mas... Sasuke o que esta acontecendo? Escutamos o que parecia ser uma discussão e... Pra onde você vai? O que vai fazer? Você discutiu de novo com o pai não é? – perguntou Kiony, visivelmente preocupada com o irmão caçula
_ Kiony, você já me viu alguma vez me dar mal enquanto estava longe de casa?
_ na... Não... – respondeu insegura
_ então. Não será dessa vez que vou me meter em encrenca.
_ você sempre de mete em encrencas...
_ mas sempre saio delas sem um arranhão.
Kiony sorriu.
_ é! Eu sei! E ela? Quem é ela?- perguntou apontando para a garota que Sasuke carregava. — Sua noiva?
_ Não. Ela é uma das garotas q seu amado tio mantém presas nesse castelo.
_ o que? Presas? Do que vc esta falando?
_ Já era hora de alguém ajudá-la. – disse Alisha com sua doce voz. – ela veio me pedir ajuda alguns dias atrás, mas não há muito que eu possa fazer. Leve-a daqui primo, rápido.
_ Vou levá-la para algum lugar seguro. Eles estão vindo. Me encontre no lugar de sempre Kiony. Preciso falar com você. – ao dizer isso, Sasuke saiu disparado para fora do castelo com a garota, agora mais calma, ainda em seus braços.
Kiony e Alisha manteram os dois reis no castelo o máximo que puderam e tentaram dar cobertura até que Sasuke estivesse a uma distancia segura do castelo com a garota e, o pai de Sasuke sabia que quando ele dizia que não era para procurarem-no, eles não conseguiriam encontrá-lo, a menos que ele quisesse ser encontrado. Ele era assim desde criança.
Sasuke correu até certo ponto na estrada que levava ao castelo de Dotsuyo, depois ele adentrou uma trilha dentre algumas árvores que cercavam a estrada esburacada. A garota não pronunciou uma palavra sequer durante todo o trajeto até uma cabana, consideravelmente grande, construída em um píer sobre um lago bem escondido dentre árvores e arbustos. A vista era muito bonita, a cabana, apesar de velha, estava bem conservada, arrumadinha por dentro, nem pó sobre os móveis havia e uma fumaça que se erguia no céu ao longe dava um toque a mais na paisagem, um toque um pouco estranho e meio sombrio à noite que se iniciava.
Sasuke só colocou a moça no chão quando chegaram à porta da cabana. Ele abriu a porta de madeira, que não estava trancada, entrou e disse a moça para entrar e se sentar.
_ Obrigada, senhor. Não tenho como lhe pagar o que fez por mim, então em troca posso lhe dar meus serviços. – disse a garota fazendo uma reverência, não muito a vontade por estar vestindo uma fantasia erótica de coelhinha na frente de um futuro rei.
_ Não precisa falar comigo tão formalmente agora. Estamos sozinhos em uma cabana no meio de um lago, pode me chamar de Sasuke. – disse Sasuke, fitando o lago através da janela.
_ Si... Sim senhor. Digo... Sasuke.
Sasuke olhou bem a garota. Ela estava com uma expressão estranha e visivelmente desconfortável.
_ Bom... e agora? O que eu vou fazer com você, garota? – perguntou ele a ele mesmo – Você disse algo sobre seus serviços... O que exatamente você quis dizer?
_ er... bom... eu posso ser muito útil... eu sei cozinhar muito bem, posso trabalhar como cozinheira, sei também um pouco de jardinagem, posso cuidar de algum jardim, também tenho um bom relacionamento com crianças... posso trabalhar como lavadeira ou... ou faxineira... ou qualquer coisa... eu posso fazer o que o senhor quiser majestade!... eh... Sasuke – disse a moça um pouco constrangida pela situação em si. – Posso fazer qualquer coisa... Devo muito a quem me tirou daquele tormento.... posso até... até... bom... err.... bem.... isso – gaguejou a moça abrindo um pouco o sobretudo que Sasuke a emprestara.
_ Não. Nem pense nisso. Não a tirei das garras daquele gordo imundo para fazer a você o mesmo que ele fazia. Minha casa é bem grande, temos lugar para mais uma cozinheira e a nossa já esta velha e precisa de ajuda mesmo. Então vou te levar pra casa e você será a nova cozinheira real. – concluiu ele, com a expressão tão fria quanto à água do lago.
_ Obrigada, senhor! Não sabe o quanto estou grata! – agradeceu a moça, aliviada por não ter que passar o que passava nas mãos de Dotsuyo com outra pessoa.
_ e... Como se chama?
_ Ah, sim. Me chamo Yamanaka Ino.
_ Pois bem. Durma Ino. Você precisa descansar depois de tudo o q vc passou. Vou te deixar sozinha pra vc ficar mais a vontade. O quarto é na ultima porta do lado direito do corredor – ele apontou para o corredor –, tem roupas da minha irmã na cômoda que vc vai ver lá e se precisar de alguma coisa é só me chamar. Vou estar lá fora, no píer em algum lugar perto da cabana esperando a minha irmã.
Ele nem esperou Ino responder, já virou as costas e saiu da cabana.
Sasuke se sentou na beira do píer e ficou olhando a fumaça que subia lentamente, imaginando o que estaria causando essa fumaça. E ele nem sabia que a fumaça que estava vendo era por causa da destruição da vila em que sua futura rainha vivia, e que por causa dessa destruição ele encontraria a garota que amoleceria seu coração de pedra.
A noite passou vagarosamente. Kiony foi até a cabana e Sasuke disse para ela que mandasse preparar um quarto para Ino, pois ele a levaria na manha seguinte para casa, para comprar roupas para ela e umas coisas mais. Perguntou sobre seu pai também e Kiony disse que ele não estava muito feliz com Sasuke, mais já estava muito mais calmo mas, na verdade, Sasuke não estava nem ai pro seu pai. Depois que conversou com Kiony, ele voltou a se sentar no mesmo lugar em q estava antes e lá ficou o resto da noite. Ino, lá dentro da cabana, vestiu algumas peças de roupa que encontrou na cômoda, que por sinal ficaram um pouco largas, e se deitou na cama, mas não conseguiu dormir, então se levantou e ao olhar pela janela, viu Sasuke sentado na beira do píer e gostou muito do que viu. Sasuke estava sem camisa e molhado, deve ter dado um mergulho, de certo, estava apoiado em um dos braços, uma das pernas dobradas, a outra esticada no chão e o outro braço apoiado sobre o joelho dobrado. Estava com uma expressão enigmática, misteriosa, que fazia Ino sentir um estranho frio na barriga e uma atração incontrolável. Com muito esforço e depois de muito olhar pela janela, ela finalmente pegou no sono.
Na manhã seguinte, logo cedo Sasuke voltou para sua casa levando consigo Ino. Ele passou por seu pai e nem olhou na cara dele, só bem mais tarde que eles trocaram algumas palavras. Sasuke disse o que decidiu fazer com Ino e seu pai aceitou sem reclamar. Kiony ajudou Ino a se familiarizar com os outros empregados, lhe mostrou o novo quarto e as roupas que comprou para ela e Ino ficou mto feliz e agradecida, mas na verdade o que lhe interessava naquela casa era Sasuke. Depois de vê-lo no píer, não conseguia tira-lo da cabeça. Ela sabia q ele estava à procura de uma esposa, pois Kiony lhe contara, mas não tinha coragem de tocar no assunto com ele e ele parecia nem notar sua existência. Mais ela não desistiria tão facilmente.
Sasuke estava meio ranzinza nesse dia (só nesse dia?? ¬¬). Estava pensando no dia do seu aniversário, no dia em que assumiria o trono e no que faria para encontrar uma esposa nos 18 dias que lhe restavam. Ele até pensou em Ino, mas logo descartou essa idéia. Ele não simpatizou com ela a esse ponto e não queria se casar com ela. Com essas idéias na cabeça ele passou o dia inteiro treinando no campo de treinamento que tinha na “casa” e os outros três dias seguintes, não foram muito interessantes. Escola, treino, estudo e a preocupação com o fato de o tempo estar passando e ele não gostava de nenhuma garota que era apresentada e agora só lhe restavam 15 dias.
Notas finais
Mals pela demora exageradaaa!! n.n’
Esse ficou um mega cap., naum?
Vô tentar diminuir um pouco!! Prometoo!
Bjoos e mtooo obrigada por Ler!!
Amooo vcs!^^
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