Notas iniciais
Podem ouvir: https://www.youtube.com/watch?v=IlVD4TJsE-Y
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«Nunca achamos nada sobre o Jack, não há registro sobre ele. - claro, não seria possivel, eu não tinha falado dele até agora pra com ninhguém, nem mesmo com seu avô, o coração de uma mulher é um oceano de segredos, mas agora sabem, que existiu um Jack Dawson, e que ele me salvou, de todas as formas que uma pessoa pode ser salva, e eu não tenho nenhum retrato dele, agora ele existe apenas em minha memória. disse Rose.»
Titanic

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AVISO: ESTE CAPITULO CONTÉM SEXO.

O baile havia terminado há já algum tempo. Draco e Hermione passeavam lentamente pelos jardins. Estava tudo escuro e havia um enorme silêncio, apenas preenchido pelo som dos seus passos e da sua respiração com um ocasional piar ou silvar vindo de alguns animais noturnos. Estava frio e Draco tinha colocado o casaco sobre os ombros da namorada. Sentaram — se perto dos buxos. Por vezes gostavam de apenas estar abraçados sem se pronunciarem.

Abraçaram — se e começaram a beijar- se. Beijos calmos e de puro amor.

– E desde então, sou porque tu és, e desde então és sou e somo... E por amor... — ele disse beijando — a — Serei, serás, seremos.

– Neruda. — ela disse sem precisar de grande esforço.

– Exato. — respondeu, retornando os beijos agora mais selvagens que antes.

Teriam continuado, mas Hermione acabou gemendo.

– Isso é que começar pegando fogo!

– Não sejas idiota Malfoy, tenho frio.

– Suponho que possamos terminar isto num outro lugar.

Guiada pelo namorado seguiram até ao escritório de Snape. Draco rodou a chave e a porta abriu — se.

– Como conseguiste a chave? — perguntou desconfiada.

– Digamos que a levei emprestada.

– Certo.

– Agora espera uns segundos e vem atrás de mim.

Ela ainda pensou em perguntar o quê, mas quando olhou Draco já tinha pegado um pouco de pó de flu entrado na lareira e dito Hotel Balmoral. Ela seguiu para o mesmo destino pouco depois.

– Estilo vitoriano, hein? — ela deixou escapar admirada.

– Posso ajudar senhora? — perguntou uma senhora muito bem vestida. Devia ser daqueles tipos de "pessoa — robo" que só dizem coisas como "Posso ajudar" e "Em que posso ser útil" e terminam com um "Obrigado e continuação de um bom dia" ou "Se puder ser útil em mais alguma coisa disponha". Ela lembrava — se de uma vez ter ido a um super mercado trouxa e haver um placar na zona de funcionários a dizer exatamente como agir. "1º sorria, depois cumprimente com um olá..." e blá blá blá. «Acho que nunca poderia trabalhar no franchising do sorria e decore o guião» pensou.

– Não obrigado, estou com ele. — disse apontando Draco que pegava a chave de um quarto.

– Então tudo bem, tenham uma boa noite.

Draco subiu e procurou a porta do quarto.

– É este, vamos? — convidou.

– Tu já tencionavas trazer — me para aqui não era?

– Bom, digamos que eu tenho um amigo cujo pai tem um quarto sempre alugado neste hotel. Bem, ele ajudou — me.

– Tá.

Na porta estava escrito "652". Quarto 652, Hotel Balmoral.

Depois de entrarem, Draco não perdeu tempo e começou a beijá — la de forma selvagem enquanto se encaminhavam para a cama. Não se deteve muito tempo na boca, passando de imediado para o pescoço e depois para as costas, tratando de lhe despir o vestido. Ela, cansada de ficar por baixo subiu para cima dele e despiu — lhe a camisa beijando — lhe e lambendo — lhe o peito e o abdomen.

Voltaram a inverter as posições. Malfoy rapidamente se livrou do sutiã dela beijando — lhe os peitos nus e sugando — lhe os mamilos. Ela gemia intensamente sem se importar de alguém ouvir.

Achando que também ele merecia a sua parte de prazer, baixou — lhe as calças e beijou — lhe as pernas bem perto do seu membro que crescia dentro dos boxers que não se atrevia a tirar, querendo torturá — lo um pouco mais.

– Ahh ah... Hermione...mmm — ele gemeu.

– Diz.

– Hermione... — ele disse mais alto tentando articular alguma frase possível de se entender, mas parecia impossível. Ela tinha assumido o controlo. Outra vez. Sabia bem o que ele queria e, felizmente, estava disposta a dá — lo.

Começou a tocá — lo e a puxar — lhe lentamente os boxers para baixo.

– Vira — te. — conseguiu dizer finalmente entre gemidos. Ela entendeu na perfeição e um belo 69 foi de imediato formado.

Perderam algum tempo nos preliminares, mas ambos queriam mais. Ele levantou — se e penetrou — a de uma só vez.

Ela nunca sentiu nada tão maravilhoso. O desejo era enlouquecedor, aumentando e pulsando cada vez que ele investia. Era como se fazer sexo com ele fosse uma experiência nova de cada vez. Era como se ainda se tivessem descobrindo.

Ele estocava cada vez mais rápido e ambos gemiam muito.

– Amo — te! — ele disse atingindo o climax.

– Eu também, Draco.

Notas finais
Uh, animais noturnos silvando, não sou boa a criar ambiente.
Descobri que nunca poderia escrever uma fic hot. Todos os meus capitulos com sexo são quase iguais. Não sou boa a escrever isto, peço desculpa.
1º A JK Rowling terminou as reliquias da morte no quarto 652 do Hotel Balmoral!!!!
2º Aquela coisa das pessoas robot é verdade, eu tinha entrado numa zona de funcionários no Pingo Doce e havia lá um placar com instruções.
Eu sou a maior fã de Titanic do universo (uma hipérbole), e esta semana estive vendo uma série do titanic (aquela com a catherine zeta jones) e embora o casal que eu mais gostei tivesse terminado junto (Jaime e Osa: http://www.curragh-labs.org/blog/wp-content/uploads/2008/08/titanic-miniseries.jpg ) muitos que eu gostava morreram e eu acabei lembrando do Jack e da Rose. se alguém quiser ver eu recomendo:https://www.youtube.com/watch?v=q6LeIpe0Ns4 Então, peço desculpa, mas é provável que o próximo capitulo seja bem meloso.
Ah, e eu decidi que a fic vai terminar com uma viagem à quinta das lagrimas. (Não se assustem com o nome, é o lugar mais romântico que eu conheço no planeta.)
XOXO
♥
OKKKKK eu vou ter que deixar esta frase:
"You jump, I jump, remember?"