Notas iniciais
Olá meus queridos leitores. me desculpem pela demora na postagem, mais estou sem computador e estava com um bloqueio enormeeee na minha criatividade. juro que tentarei postar mais vezes e não se preocupem pois não vou parar nenhuma das minhas histórias, só pesso que tenham paciencia e não deixem de me acompanhar, já estou com um capitulo fantastico em andamento e espero postar ele o mais rapidamente possivel beijos dessa escritora que os ama.

Pov. Severo Snape.

Nunca pensei que minha vida depois de tudo, ela ainda poderia virar um caus. Primeiro depois de todos os anos de guerra e espionagem, achei que poderia morrer em paz, mas não aquela louca e inconsequente sabe tudo me salva, de uma que até hoje não descobri como.

Tudo bem fazer o que ganhei uma nova chance, pensei que poderia aproveitar o resto de minha vida em paz, mas não assim que acordei naquela sala branca, soube que nada estaria normal novamente, afinal escutar duas vozes irritantes que diziam ser meu pai e minha mãe em minha mente não foi nada legal.

O pior de tudo eram seus conselhos absurdos, conselhos estes piores do que os de Alvo.

Isso aconteceu por exatamente cinco anos sem qualquer interrupção. Até que no meio de uma noite fria, eles me pediram ajuda, suas palavras eram de puro desespero. Eles queriam que eu fosse a um lugar onde se quer existia uma alma viva.

Não consegui entender, não naquele momento em que uma dor profunda rasgava meu peito, uma angústia, um desespero.

Foi assim que aparatei sem mesmo perceber diretamente em Hogwarts, em meus antigos aposentos, onde há muito tempo guardado em uma caixa de madeira negra, em nicho na parede, estava um cordão de outros que brilhava intensamente.

No momento em que toquei aquele objeto enormes ondas de sentimentos me atacaram, me fazendo desmaiar.

Acordei e vi que passava das sete da noite, fiquei surpreso ao perceber que dormi um dia inteiro, me levantei daquele chão gelado, tomei um banho e me arrumei e arrumei uma pequena mala com todos os meus pertences.

Não conseguia entender por que motivo estava fazendo isso, mas mesmo assim o fiz era preciso.

Fui direto a sala do diretor onde Minerva lia alguns pergaminhos de maneira concentrada.

Disse a ela que precisava voltar ao passado, concertar tudo, ela estava relutante e tentava me convencer do contrário. Até que alguém nos interrompeu, ela, aquela que me perturbava o sono todos as minhas noites.

Não a reconheci de primeira, principalmente ao ver Helena Revenclaw, chama-lá de irmã, mas ela de uma maneira sarcástica, coisa que nunca tinha visto ela fazer, me respondeu.

Ela falava sobre o que eu não entendia, ela me provocava com seu jeito sarcástico e aquele cheiro enlouquecedor que emanava dela.

Nem tive tempo se quer de respirar quando me vi junto dela em frente ao orfanato onde Tom Riddle morava.

Uma moça veio nos atender e logo lá estava ela junto daquele garotinho de dez anos de cabelos negros e semblante triste, queria me aproximar, mas ainda não era o momento. Ela sempre com um sorriso estampado no rosto e ele sério não emitiu um só sorriso.

Chamei-a para ir e logo aparatamos para um lugar onde não se via nada, bem por um minuto cheguei a pensar isso, mas de repente uma enorme mansão apareceu a nossa frente, junto dela Drina e Ezzy duas criaturinhas muito prestativas e inteligentes.

Hermione veio me falando coisas que eu não conseguia entender, era impossível, inacreditável, mesmo eu sabendo que tudo não passava da mais pura verdade.

Não aguentava mais, subi para o quarto que Ezzy me mostrou com a cabeça cheia, tudo era muito confuso.

Não consegui dormir nem um segundo aquela noite, quando vi já era de manhã. Logo estava junto dela a observando comer, brigamos e como foi difícil entender que aquela preciosa aliança que eu carregava na verdade era um símbolo de nossa união.

Subi novamente as escadas, tentando me acalmar, me vesti e a encontrei no fim das escadas, parecia um anjo, a coisa mais linda que eu já vi.

Aparatamos para o Orfanato, onde a mesma moça que nos atendeu abria as portas. Logo que chegamos Tom desce pelas escadas junto de uma linda e sorridente menininha. Coisa que nunca sonhei em ver, como essa criança apesar de séria, prestativa e louca por carinho se transformar naquele monstro?

Me apaixonei por aquela doce criaturinha de cabelos cacheados e olhos brilhantes, vi que Hermione também ficou encantada e dito e feito lá estava eu e ela com não só um filho mais dois.

Fomos para casa, mas apenas para deixar as malas, pedi que Ezzy e Drina deixasse tudo pronto para os dois quando nós voltássemos.

Mais uma vez Hermione me surpreendia, seu jeito de mãe, cuidadosa e prestativa me encantava cada vez mais. Seu jeito com as duas crianças me deixavam fascinado.

Logo me vi em frente ao Caldeirão Furado, onde um rapaz, pelo jeito o atendente do lugar a comia com os olhos. Foi impossível não ter ciúmes, no momento tudo o que eu mais queria era puxá-la para meus braços e lhe dar um beijo para deixar claro aquele moleque a quem aquela deusa pertencia.

Eu já estava ficando louco, e sem perceber Maggie aquela doce menina já me tinha nas mãos, seus olhinhos brilhantes e seu sorriso com covinhas me fazia querer realizar todos os seus desejos e por este motivo me vi como um pai contando histórias sobre um tempo onde a inocência ainda me pertencia.

Vi que Hermione e Tom se afastavam de nós, os dois pareciam conversar seriamente, quando de repente pude ver com clareza aquele menino arredio a abraçando com todas as forças e se pondo a chorar, Hermione no entanto carregava agora uma expressão serena e de grande felicidade.

_ Papai, Mamãe e Tom Tom não vão vir, eles estão demorando?_ perguntou pequena menina que saltitava ao meu lado.

_ Eles já estão vindo olha lá _ digo apontando para os dois que se aproximavam.

Hermione não disse nada apenas entrou no banco onde de repente todo o barulho se cessou e todos agora tinham sua atenção em nosso pequeno grupo, onde de repente um velho duende apareceu, este mesmo constava histórias e mais histórias enquanto no levava para os cofres.

Coisas estranhas aconteceram naquele lugar e cada vez mais chocado eu ficava.

No entanto o encanto se quebrou, o torpor que eu antes sentia se foi, o medo, tristeza e o descaso por que passei sumiram e enfim eu pude enxergar novamente, puder ver o que eu estaria perdendo se eu não fizesse algo rapidamente.