Dúvida...

3 Capítulo 3 - Descontrole


Notas iniciais
Para as(os) pervas(os, vcs existem?) de plantão uma boa notícia, este capítulo contém... ta da da dan... Lemon! É essoaê, é o primeiro Lemon da Yuki, em parceria com a Koyuki-chan!
Yuki: Espero que tenha ficado bom o suficiente, minna! '^^
Koyuki-chan: Para nossos leitores lindos e pervos, aqui vai o Lemon!
~le Enjoy

POV Mello



Nos separamos em busca de ar, ofegantes e o clima de excitação aumentava a cada instante. Sorri maliciosamente e levei meus lábios a seu pescoço, lambendo-o até chegar a sua orelha. O menor, que já arfava, gemeu baixinho quando mordi o lóbulo de sua orelha. Sorri e voltei minha atenção a seu pescoço, ora beijando, ora chupando e ora mordendo, arrancando mais gemidos do albino.


– Hmmmm... — gemia ele, parecendo que queria me provocar.


Sem tirar a boca de seu pescoço, que amanhã com certeza estaria repleto de hematomas, fui adentrando a camisa branca de Near com as mãos, passeando por seu corpo. Beijei-o novamente e retirei sua camisa, deixando seu abdômen totalmente exposto, e praticamente o "comi com os olhos".


– P-porque parou? — perguntou, mas num segundo virou o rosto, constrangido.


– Olhe para mim enquanto te dou prazer. — falei, puxando seu rosto e dando-lhe um selinho.


Logo desci minha atenção para seu peito branco, apertando-lhe um dos mamilos com a mão, fazendo escapar um gemido mais baixo da boca do albino, que segurava o lençol tentando se controlar e manter sua sanidade.


– Vou fazer você ficar louco. — Mumurrei, rouco, abocanhando um de seus mamilos para dar ênfase.


Ele gemeu novamente, mais alto, e mordi seu mamilo, logo em seguida fazendo o mesmo com o outro. Lambi seus mamilos apenas por alguns segundos e depois fui passeando por seu abdômen com minha língua, até chegar a sua calça.


Fiz a cara mais sexy que pude e fui tirando sua calça lentamente com os dentes, percebendo que este não usava nada por debaixo das calças, deixando visível seu membro já excitado.


– Sem nada por baixo? — perguntei maliciosamente e acho que se pudesse ele coraria ainda mais.


– E-eu... aahnnnnn. — Tentou falar, mas eu apertei seu membro, fazendo-o se calar e sua voz ser substituída por um gemido um tanto alto de mais.


Tirei minha camisa e minha calça e comecei a masturbá-lo lentamente, agora ele gemia descontroladamente, fazendo-me ficar ainda mais excitado do que já estava.

Comecei a dar chupões, lambidas e beijos novamente em seu pescoço enquanto eu o masturbava lentamente. Percebi que ele estava perdendo sua sanidade aos poucos e agarrava com força os lençóis da cama, parecendo que iria rasgá-los.

Fui descendo minha língua por todo seu abdômen até chegar em suas coxas branquinhas. Comecei a beijá-las e dar leves chupões no local, deixando sua pele marcada.

Olhei o seu rosto. Ele estava totalmente corado e ofegante.

Segurei seu rosto gentilmente, tomando seus lábios em um beijo suave. Lentamente fui colocando minha língua dentro de sua boca, explorando cada canto dela.

Encerrei nosso beijo, tirando minha boxer preta e ficando em frente a Near.

–Near, me chupe – Disse. Pude perceber sua expressão de surpresa, logo depois ele assentiu com a cabeça e se posicionou a minha frente.

Sua língua quente e úmida foi lentamente envolvendo meu membro. Puxava seus cabelos com força, enquanto estremecia com aquele toque e continuava o masturbando com movimentos lentos.

Ele lambia meu membro e o acariciava com os dedos as partes mais sensíveis. Será que essa ovelha já tinha feito isso antes? Ele parecia tão inocente, mas bem que era capaz... Meus pensamentos foram interrompidos quando senti um prazer maior ainda.

– Nnmnnh... — não tive como conter um gemido.

O albino abocanhou de uma vez só o meu membro.

Ele chupava, fazendo movimentos de vai e vem, fazendo-me gemer alto repetidas vezes. Colocava quase meu membro inteiro na boca, o que me era mais prazeroso ainda.

Comecei a ter espasmos de prazer pelo corpo todo então vi que era a hora de parar, antes que eu estragasse abrincadeira. Com muita força de vontade, puxei os fios brancos do albino para trás, fazendo sua boca macia se soltar de meu membro pulsante. Sua expressão era interrogativa.

– Agora é a minha vez... — Sorri e o empurrei de volta na cama, subindo novamente em cima dele.

Dei-lhe uma lambida no pescoço e mais um beijo ardente, antes de descer minha língua para seu baixo ventre e quando chegava perto de sua excitação, subia de volta, apenas para provocá-lo.

– Anh... Me-mello... mmnmnh... não... me torture... anh... por favor... — conseguiu implorar, entre gemidos, segurando meus cabelos e empurrando minha cabeça para baixo lentamente.

Dei mais um sorriso pervertido enquanto descia minha cabeça até chegar a sua ereção, lambendo-a de uma ponta a outra para provocá-lo mais um pouco antes de abocanhá-la.

Quando o albino chegou ao seu limite, despejou seu líquido na minha boca e eu o engoli, sem hesitar. Near estava deitado na cama, ofegante, os olhos semi-cerrados e as bochechas muito vermelhas e parecia estar tão quente quanto eu.

Levei minhas mãos novamente ao seu membro, para excitá-lo novamente, e mandei que ele lambesse meus dedos, e este obedeceu prontamente. A maneira a qual ele chupava e lambia meus dedos era tão erótica que meu membro já excitado começou a pulsar novamente.

– Já fez ...isso antes Near? – Disse ofegante

– ... — Ele estava mais vermelho do que uma maçã. — ...n-não...

– hmm... então tentarei ser gentil... — Sussurrei, enquanto afastava suas pernas e me posicionava entre elas.

Levei o primeiro dedo a sua entrada e fui penetrando-o devagar, recebido um alto gemido de prazer. Então ele já havia feito isso por si mesmo? Meu sorriso ficou maior ainda e comecei a movimentar o dedo dentro do albino. Adentrei o segundo dedo, recebido com um pequeno gemido de dor, que logo se transformou em prazer novamente e logo adicionei mais um somando três dedos em sua entrada virgem. Quando senti rebolar a cintura contra meus dedos, retirei-os recebendo um gemido de desaprovação.

– A-agora Mello! ...ah...por favor! — Pediu, como se isso fosse necessário.

Mandei-o ficar de quatro e posicionei meu membro ereto em sua entrada e comecei a penetrá-lo lentamente, até que metade de meu membro estivesse dentro dele, e dei uma estocada forte para adentrar de uma vez, pois já não estava conseguindo aguentar.

– Ah... Mello!... está doendo... — Praticamente gritou, me fazendo parar para que o pequeno se acostumasse com o grande volume dentro de si.

Assim que percebi que o albino já não sentia mais tanta dor, comecei a me mover lentamente dentro dele, torturando-o novamente, enquanto o masturbava com a mão. Eu não agüentava mais, mas eu o faria implora por mais. Tenho meu orgulho, não é? Mesmo com aquelas paredes tão quentes e apertadas esmagando meu membro, consegui mover-me bem devagar, mesmo que torturasse tanto a mim quanto a ele. Faria Near, o número 1, implorar para eu fodê-lo bem fundo e forte.

Ele dava gemidos que me davam mais e mais vontade de fodê-lo bem fundo.

– M-Mello...mais...rápido!... – Finalmente pediu.

Acelerei meus movimentos dentro dele e os da minha mão que o masturbava. Já estava sentindo o líquido do pré-gozo dele em minha mão, como era quente! Levei minha mão a minha boca, lambendo todo aquele líquido.

–Como você é delicioso Near – Disse com uma voz rouca e sensual

Ele corou nesta hora e comecei a me movimentar mais rapidamente em seu interior, dando-lhe rápidas estocadas, indo e voltando com força, segurando em seu quadril como se eu o estivesse guiando.

–Ah! – seu gemido saiu rouco

Apertei aquelas nádegas redondinhas e branquinhas de Near, onde ficou vermelho de imediato.

–Ah! M-Mello... A-acho que vou...!

– Ahhhhhhhh!

Gozamos juntos. Me retirei de seu interior, exausto. Caí ao seu lado na cama, ele também estava acabado. Ambos estávamos corados e ofegantes, sorrindo um para o outro.

Retirei uma mecha de seu cabelo do seu rosto suado, permitindo-me ver aqueles belos olhos.

– Eu te amo Near. – O que que eu acabei de falar? Não posso amar o Near, isso deve ser só uma atração...

– Eu também te amo, Mello – Disse ele, encolhendo a cabeça em meu peito, logo adormecendo. Admito que ele era extremamente bonitinho dormindo, parecia um anjinho.

Paro para pensar no que acabara de acontecer. Que merda foi que eu acabei de fazer?? Iria começar a me xingar, quando tive a sensação de estar sendo observado.

Ao olhar para a janela, percebo uma pessoa nos espiando, mas que rapidamente saiu de lá. Estava meio escuro, mas consegui ver cabelos ruivos e um colete de lã. Poderia ser o mesmo cara que pulou do meu caminhão na hora do seqüestro de Takada? Quem era ele?? Antes dele sair de lá, percebi seus olhos nos encarando com fúria e tristeza, quase como se estivesse chorando.

Vou lentamente até a janela, e a abro, deixando aquela brisa fresca da madrugada adentrar o quarto.

–M-...Matt?


Continua...


Notas finais
Yuki: E aí, o que acharam? Ótimo, Bom? Ruim? Uma merda? Com sinceridade, viu povo?
Koyuki-chan: aprovado? Sim, digam que sim senão ela chora. *aponta Yuki*
E aí, curiosos? Sim, e? Então vão ficar, até a gente terminar de escrever, mas nem se preocupem que (provavelmente) terminamos logo. Adoramos vocês, seus lindos! S2