Como para eles isso era algo insofismável, ao menos impus uma condição na base da choradeira mesmo. Lembrei cada um deles do impedimento meu para acessar aos livros e, de repente, suas mãos sovinas resolveram fazer alguma coisa. A rampa de acesso foi feita três dias depois.

Enquanto isso, tomava posse do antigo apartamento do meu avô, pois, aparentemente, eu era o netinho pobrezinho que mais merecia já que minha vida era tão difícil. Bem… melhor pra mim. Amava meu avô, mas amei mais ainda poder usar tudo que economizei vendendo mangá pornô contrabandeado de lá para comprar alguns móveis.