Céu E Névoa Como Ninguém Nunca Viu
4 Desejos ardentes.
Notas iniciais
–Não Boss… Não ponha a língua aí… Por favor… AHHHHH!!!
BEP! BEP! BEP! BEP! BEP! BEP! BEP! BEP! BEP! BEP!
Chrome acordou suada, e não fora porque o ar condicionada estava quebrado, vestia apenas uma calcinha, a roupa de cama grudava em seu corpo molhado de suor, enquanto ela sentia-se mais quente do que nunca estivera em toda sua vida, ela estava fervendo, sentia o calor se concentrar em seu ventre, sentia seus seios rígidos de desejo, arfava desesperada na cama, o despertador, melhor o MALDITO DESPERTADOR, jazia em pedaços em algum lugar do quarto, ela só queria fechar os olhos e voltar ao seu maravilhoso sonho, não, melhor que isso ela queria que o Verdadeiro Tsuna fizesse aquilo, ela queria o verdadeiro, beijando cada centímetro do seu corpo, chupando seus seios, mordendo os mamilos, brincando com sua intimidade com seus dedos, queria que ele fizesse tudo aquilo que ela sonhara, e muito mais… Ahhh como ela queria MAIS! Ahh, como queria senti-lo dentro de si, sentir seu gosto, sentir ele penetrar fundo nela… Ahhh.. Gemendo seu nome… Ahhh… Enquanto ela gritava de prazer pedindo mais… MAIS… Ahhh! Ahh! AHHHHH!! Chrome estava ofegante após sentir todo o seu corpo tremer intensamente seus dedos ainda dentro de sua intimidade enquanto ela ainda acariciava a si mesma agora de forma lenta, sua outra mão jazia em qualquer outro lugar, não conseguia mais discernir onde estava cada parte de seu corpo, sua mente estava num torpor delicioso. Mas infelizmente nada dura pra sempre, e logo sua consciência começa a despertar, ela se lembra do seu sonho cada detalhe pervertido do mesmo, após isso notou finalmente o que acabara de fazer, se tocara, pensando nele, pensando em seu Boss, nunca fizera isso, nunca sentira tanta necessidade da sentir prazer ao ponto de precisar fazer isso, e embora uma parte sua tenha adorado sentir todo aquele prazer, ela se repreendia, quer dizer, só… Só pervertidos faziam essas coisas, e ela não era uma pervertida, era? Imaginava como iria conseguir encarar seu Boss hoje, depois desse sonho, e de se mastur… De se tocar pensando nele, então vieram as memórias do que eles fizeram ontem, o gosto do beijo dele, a sensação das mãos fortes dele percorrendo seu corpo, sentia seu corpo começando a se aquecer novamente, precisava de um banho. Isso, sem dúvida um banho de água gelada iria ajudar a espantar esses pensamentos… Inapropiados, isso inapropiados, se levantou da cama abrindo os olhos lentamente enquanto se espreguiçava, olhando pelo quarto ela ve a única coisa que não queria encontrar no momento olhando pra ela de forma tão intensa que ela se sentia nua… Ah meu deus, ela estava nua, e a quanto tempo ele estava ali a observando…
–BOSS?!
–------Na noite anterior.---------
Tsuna andava apressado até seus aposentos não queria que ninguém o visse naquele estado, mas a culpa não era dele, quero dizer, no momento em que lembrou dos beijos da Chrome, da sensação de sentir o corpo dela contra o seu, da maciez da pele dela…. Também lhe veio as memórias dos vários sonhos que ele teve com ela… E bem, dá pra imaginar o estado em que ele ficou, na verdade Tsuna nunca havia reparado como os aposentos dele ficavam longe da sala de reuniões, quando finalmente chegou lá trancou a porta e foi direto para o banheiro tomar um banho, e dar uma aliviada, se despiu numa velocidade que faria o Reborn e suas fantasias ridículas morrerem de inveja, ligou o chuveiro na água quente e começou, um tanto quanto bruscamente a se masturbar, enquanto imaginava a pequena Chrome de joelhos toda coradinha, beijando levemente seu membro, com um olhar safado, abocanhando seu membro com vontade, enquanto fazia movimentos com a língua que o levavam a loucura, ter o pau naquela boquinha quente e molhada, estava levando Tsuna a loucura e logo ele goza naquela boquinha deliciosa, com um olhar muito safado Chrome engole tudo e fala enquanto começa a masturba-lo:
–Delicioso Boss…
Tsuna estava ofegante após aquilo tudo, só podia ser um sonho… Pior que nem isso era, era apenas a forte imaginação de um pervertido necessitado… Ele conclui ao abrir os olhos e se ver sozinho no box e o resultado de sua imaginação escorrer pelo ralo, sentia-se estranho, quer dizer não era a primeira vez que fazia isso pensando numa garota que conhecia, mas era a primeira vez que fazia isso pensando numa garota que já havia “ficado“ era diferente, ou talvez não, Tsuna não saberia dizer realmente estava confuso consigo mesmo, quer dizer o que foi que deu nele pra ele agarrar a Chrome daquele jeito… Beijar ela daquele jeito, tocar ela daquela forma… Droga mais uma vez seu corpo começava a reagir diante essas lembranças… Essa vai ser uma longa noite… Sozinho… Enquanto se secava Tsuna olha para sua cama, e vê aos pés dela as pantufas de leão que a Kyoko lhe dera de presente uma vez… Kyoko… Tsuna sempre achou que o dia em que leva-se um fora dela, seria o pior e mais triste dia da sua vida, que ele ficaria triste durante semanas mas… Não era assim que ele se sentia, quer dizer ao se lembrar dela ele sente uma pontada no peito, e um vazio incomodo também, mas não era tanto assim, era suportável, na verdade, se não tivesse visto essa pantufa, provavelmente nem teria se lembrado dela... Colocou uma cueca qualquer e deitou na cama, seu tesão pela Chrome havia acabado só por lembrar da Kyoko, não saberia dizer se foi algo bom ou ruim.
Tsuna ficou ali pensando, afinal, no momento o que ele realmente sente pela Kyoko, quer dizer, durante muito tempo ele a amou, isso era um fato, a amou tão profundamente que só de poder ser amigo dela já o fazia extremamente feliz, a amou de forma tão intensa, que dispensou dezenas de garotas só pra poder ficar livre pra ela, ele fez tudo por ela, até mesmo arriscou sua vida inúmeras vezes por ela, então porque a rejeição não machucava tanto, porque ele não estava chorando como uma criancinha, será que ele já não a amava mais... “Talvez seja isso...“ Foi o que ele pensou. “Talvez eu tenha deixado de ama-la assim como ela deixou de me amar...“. Esse pensamento fez Tsuna se acalmar um pouco em seu interior, ele se espreguiçou tomando novamente consciência do seu corpo e resolveu ir comer alguma coisa antes de dormir afinal estava tarde e a missão amanha era bem cedo, e ele ainda tinha que passar na Ilha da Máfia antes para avisar ao pessoal, chegou na cozinha esquentou o jantar no microondas e comeu sem dar realmente atenção ao fato, voltando para seu quarto foi surpreendido com um poderoso golpe no queixo.
–Dame-Tsuna no que está pensando?
Tsuna já recuperado e irritado responde sem pensar.
–Não te interessa Reborn-baka!
Grande erro, rapidamente Reborn lhe da outro chute, dessa vez acertando sua testa com tudo fazendo Tsuna voar vários metros até bater com força no chão, e antes que ele pudesse pensar em reagir Reborn já estava segurando e torcendo seu braço, forçando-o de encontro ao chão.
–O que você falou Dame-Tsuna?
Com mais puxão Tsuna sentiu seu ombro doer infinitamente, e uma raiva gigante se apoderar dele, mas antes que piora-se sua própria situação se acalmou, não precisava de um braço quebrado logo agora.
–Eu disse que não é nada interessante Reborn-sama.
A verdade é que depois de anos de treino, Tsuna já conseguia lutar de igual pra igual com Reborn, talvez até com uma pequena vantagem, isso quando estava usando o Hyper Mode, com suas X-Gloves e o Vongola Gear, e bem uma cueca boxe não é exatamente o que se poderia chamar de "grande arma" o melhor a fazer no momento era apelar pro grande ego do Reborn e mentir de forma convincente de modo a enganar ou ao menos satisfazer o detector-de-mentiras-humano-Reborn.
–Se eu perguntei você responde, e eu decido se é ou não interessante, entendeu DAME-Tsuna?
Mas um puxão e o ombro do Tsuna quase deslocou, Reborn maldito, Tsuna respirou fundo e resolveu contar a verdade ou pelo menos parte dela.
–Eu me declarei pra Kyoko hoje e ela… Bem, não foi do jeito que eu queria.
Tsuna, que já havia se convencido que não amava mais a Kyoko se surpreendeu em ver o quão difícil foi dizer aquilo. Mas infelizmente Reborn não é o tipo de pessoas que se compadece com o sofrimento dos outros, ao contrário ele prefere jogar sal na ferida ainda aberta, ainda mais se for o Tsuna, seu amado aluno.
–Bem feito, ninguém mandou ser lerdo e perder sua chance Dame-Tsuna! Aposto que esteve chorando no seu quarto até agora, todos esses anos de treinamento e você não aprendeu nada, que vergonha Dame-Tsuna…
Uma torção mais forte e pronto, seu ombro estava fora do lugar, Tsuna xingou alto e começou a gritar.
–Porra tinha que deslocar meu ombro Reborn! Isso dói praAAAA...
Antes que pudesse terminar Reborn colocou seu braço no lugar e falou enquanto ia embora.
–Amanha partimos uma hora mais cedo que o combinado, esteja pronto na hora, porque senão eu não vou simplesmente deslocar seu ombro, eu vou quebrar seu braço, entendeu, Dame-Tsuna.
Tsuna xingou baixinho, amaldiçoando Reborn, da forma que só um líder treinado da máfia seria capaz de fazer, o fato de ser Reborn, quem o versou nessa não tão nobre arte não parecia importar muito diante da dor. Se levantou tomando cuidado com o braço sabia que iria ficar doendo por algumas horas… Colocou a mão no queixo e sentiu a dor no local, não ficaria roxo, mas com certeza doeria até amanha, na cabeça ganhara um galo de enfeite, e pelo tamanho não precisaria de despertador por uns três dias… Ha ha… Tsuna ri secamente com esse pensamento, ele adorava Reborn, ele era muito mais que um professor para si, mas tinha horas que Tsuna tinha vontade de esganar o baixinho… Voltando para seu quarto Tsuna toma outro banho, o contato com o chão havia o sujado de maneira incomoda, colocando o despertador na hora certa ele vai dormir e tem doces sonhos onde neles… E somente neles, o Reborn era bonzinho… É pobre Tsuna…
–-------
Acordou cedo com o despertador tocando insistentemente, por um segundo cogitou apenas desliga-lo e dormir o resto do dia, mas então lembrou-se do Reborn e de sua ameaça, então a muito contra gosto levantou-se e foi se arrumar, não iria tomar banho "Já tomei um antes de dormir… Pra que tomar outro agora…". Logo estava pronto, terno Ok, luvas Ok, gear Ok, calça Ok, sapatos Ok, sobre-tudo Ok… É igualzinho a um líder da máfia. Nesses momentos Tsuna lembrava de uma brincadeira de Dino, ele mesmo não a entendia direito mas achava engraçada, com um pouco de custo ele se lembra dela inteira.
"Terno Italiano de marca $2500
Sapatos Italianos de marca $1300
Ser um líder da máfia. Não tem preço"
O braço ainda doía um pouco, mas ele já sentira dores piores, o queixo estava sensível, e o galo, bem… Deixe o galo quieto. De mais isso não era nada que fosse o atrapalhar, logo sai de seus aposentos e vai pra cozinha tomar um café, lá encontra o Reborn de pijama sentado na sua "cadeira especial" — Tsuna aprendeu do pior modo a não falar que é uma cadeira de bebê — e pra variar dormindo, sono esse só perceptível pela bolha que saía de seu nariz, já que o Reborn não fechava os olhos, como isso não afetava a visão dele, Tsuna não fazia idéia, após um breve desjejum em silêncio Reborn finalmente acordou, e pelo jeito ele parecia de bom humor.
–Dame-Tsuna, que bom que já está de pé. Cade a Chrome?
Respirando fundo enquanto servia Reborn, ele fazia questão que Tsuna fizesse isso quando Bianchi ou a "Mama" não estivessem por perto, Tsuna responde.
–Não sei, deve estar no quarto dela, você falou sobre a mudança de horário pra ela?
Silencio. Durante minutos o silencio era absoluto. Reborn odiava erros, e odiava mais ainda errar, mas o que de longe ele mais odiava era que alguém explanasse seus erros mesmo que sem querer. Tsuna conhecia Reborn a muito tempo, a tanto tempo que percebeu no exato segundo a burrada que cometera, claro, que agora estando devidamente armado, ele podia encarar o Reborn de frente sem medo, mas seu corpo fora esculpido durante anos para temer o Reborn, e é difícil se livrar de velhos hábitos, por isso antes mesmo que qualquer coisa fosse dita Tsuna se levantou e falou num tom de falsa calma.
–Não se preo- preocupa Reborn, eu vou lá acordar ela… Porque não verifica o jato enquanto isso? Não confio muito na habilidade do novo mecânico substituto…
Então antes mesmo de ouvir uma resposta Tsuna partiu, quase que correndo para o quarto da Chrome, ao chegar no corredor do quarto dela, ele ouve o barulho de algo se quebrando, e preocupado abre a porta do quarto sem bater, e o que ele viu foi a visão do paraíso… Chrome estava deitada em sua cama, os lençóis jaziam no chão, do angulo em que estava Tsuna podia ver claramente o rosto dela corado e com uma expressão de prazer, o olho a mostra bem fechado, os seios desnudos eram uma visão incrível, grandes, mas sem nenhum exagero, apenas do tamanho perfeito para suas mãos, os biquinhos rosados encontravam-se nitidamente rijos de prazer, as pernas juntas e bem apertadas, quase não davam espaço para mão dela se movimentar, e a mão dela, se encontrava lhe tocando a intimidade que a essa altura se encontrava encharcada com seu "melzinho" que já descia por suas pernas, enquanto Chrome continuava seus movimentos com vontade, e pra deixar a cena ainda mais surreal e excitante, ela gemia com força e com vontade.
–Boss… Ahhhh… Assim… Meta ahhhh mais fundo… Boss…
Tsuna não soube quanto tempo ficou ali paralisado, tanto corpo quanto a mente, a única coisa que ele era capaz de fazer era a de gravar aquela imagem a ferro e fogo em sua mente para nunca mais esquece-la, e nos mais recônditos cantos da sua mente, ele agradecia por seu coração bater independente de sua vontade, porque senão ele estaria parado, assim como sua respiração, simplesmente ele não lembrava mais como respirar, após alguns milênios Chrome se levantou, ela parecia total e completamente distraída, tanto que não notou sua presença no quarto, lentamente ela tirou a pequenina calcinha rosa que usava, enquanto se abaixava expondo-se ainda mais para o Tsuna, a calcinha encontrava-se completamente molhada, assim como a bucetinha e a parte interna das coxas dela, foi então que ela se virou e o viu ali, seu rosto se empalideceu, e então tornou-se vermelho vivo enquanto ela gritava.
–BOSS?!
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