Cursed

20 Capítulo 19


Notas iniciais
Olá povinho lindo, como você vão? Eu vou mais ou menos, é o fim. O ultimo capitulo pra vocês, espero que vocês realmente gostem e desculpa qualquer coisinha ao longo do tempo.
Leiam a notas finais.

A casa do Sr. Potter se encontrava vazia, todos já haviam partido com Pó de Flu para A Toca. Encontrava-se ali apenas, eu, Teddy, Jorge, James e Dominique. A qualquer momento a casa seria atacada, Voldemort esperava encontra Harry Potter aqui, mas eu sabia muito bem que ele não era burro, ele ia acaba dando continuação a matança dele, se talvez fosse inteligente mataria a família do Sr. Potter( não que eu queira) e dessa forma o faria infeliz, o mataria por dentro.

– Vamos sair. Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado talvez acabe atacando a casa. – Disse Dominique. Ela era uma menina baixa, muito parecia com a irmã, Victorie, mas era bem mais simpática que a irmã.

– A Domi está certa. – Falou James.

Todo o resto concordou com a cabeça e saiu de dentro de casa. Atravessando a porta eu vi o caos de perto, a gente já estava ouvindo os gritos, mas não imaginava o tamanho da situação. Pessoas corriam de um lado pro outro, alguns esbarram em Comensais da Morte que insistiam em “brincar” e acabam matando aqueles pobres bruxos. Algumas casas pegavam fogo e ao longe se via um corpo flutuando numa pequena roda de Comensais da Morte.

– Se espalhem. – Falei e puxei o Teddy comigo para o corpo que flutuava.

Chegamos mais perto e percebemos que uma pessoa do grupo torturava o corpo que flutuava. Era um homem que estava com um paletó surrado, agora ele gemia de dor e gritava tão alto às vezes, era uma cena desconcertante.

– Expelliarmus! – Gritei, assim que um Comensal da Morte puxou a varinha e apontou para o homem.

Todos os Comensais olharam de onde veio o feitiço. Eu apareci em pulo.

Alguns me olharam com os rostos surpresos outros de desdém.

– Avada Kedrava! – Gritou uma mulher. Mas eu pulei para o lado e o feitiço apenas bateu numa pedra.

– Estupefaça! – Gritei contra a mulher ela foi lançada longe. – Cuide deles. – Falei para o Teddy.

O homem que antes flutuava agora estava caído no chão. Eu o ajudei a se levantar, mas ele parecia está um pouco louco. Acho que muitas maldições de tortura fariam aquilo com você, mas eu queria ajudar aquele homem e era isso que eu ia fazer.

Um Comensal apontou a varinha para mim, mas logo o Teddy gritou “Expelliarmus”.

– Vamos sair daqui. – Falei para o homem, mas falei mais para mim mesma, acho que ele não ouvia.

Comecei a arrastar o homem entre a batalha que ocorria ali. Eu não sabia bem o que fazer, queria o manter em segurança, mas como?

Aparatei, parecia ser a única ideia. Quando me vi estava em frente à casa chamada A Toca. Bati na porta e quem atendeu foi uma mulher baixa e ruiva.

– Olá, sou a Amélia. – Falei rapidamente.

– Oi. – Ela me olhou com um sorriso afetuoso.

– Acho que ele precisa de cuidado. – Olhei para o homem. Ela olhou e concordou com a cabeça.

– Arthur venha aqui. – Ela chamou olhando por cima do ombro.

Logo apareceu um homem alto e tão ruivo quanto à mulher. Eu deixei aquele homem com eles e voltei para batalha. Pelo menos lá ele estaria em segurança, agora eu precisava encontra outra pessoa.

Andando entre alguns corpos e revidando feitiço acabei encontrando o Teddy, ele parecia está bem, com um corte pequeno no rosto apenas.

– Você está bem? – Ele perguntou.

Mas eu não tive tempo de responder aminha frente apareceu Voldemort. Ele estava lá com aquele sorriso maldoso no rosto e feliz com toda aquela cena.

– Amélia. – Ele sibilou meu nome.

Eu queria ao menos pode mata-lo, sabe que talvez eu conseguir matar aquele que matou minha família com tanto prazer.

– Eu tive um encontro com o seu pai. Pena que ele não se encontra mais com a gente. – Ele disse.

Aquilo com certeza me deu anciã de vomito, minha vontade era de matar ele e trucida-lo. Eu não teria pena contra aquele que não se podia chamar de humano.

– Você é asqueroso, uma criatura sem dor ou pingo de piedade. Morreu quantas vezes? E ainda não desistiu? Aprenda uma coisa Voldemort, você já não tem mais espaço nesse mundo, ele acabou pra você há bastante tempo. E outra não tente, mas se reergue, pois sempre haverá aquele que poderá te derrotar e assim mata-lo. – Gritei com a varinha apontada para ele.

– E você fara o que, Malfoy? Ira me matar? Você não teria coragem, é covarde que nem o resto da família. – Ele debochou.

– NUNCA MAIS FALE DA MINHA FAMILIA! Sou uma Malfoy... – dei um sorriso sarcástico. – E não tenho medo. AVADA KEDRAVA!

Um lampejo verde saiu da minha varinha e atingiu, em cheio, o corpo de Voldemort. A única coisa que vi foi os olhos dele arregalados e agora ele caído no chão. Tudo tinha acabado a batalha havia parado e todos olhavam perplexos para mim e para o corpo de Voldemort caído no chão. Eu também olhava perplexa aquele corpo, uma parte de mim não acreditava que havia feito aquilo.

– Sua vadia! – Pansy apareceu a minha frente.

– ESTUPEFAÇA! – Gritou Teddy com a varinha apontada para Pansy.

A mulher voo e foi para em algum lugar ao longe. Nenhum Comensal se mexeu para ir vê como ela estava, todos continuavam ali olhando. Eu esperava ser atacada a qualquer momento, se morta inesperadamente por algum idiota daquele. Mas nada aconteceu talvez a surpresa tivesse sido mesmo imensa.

– Vamos sair daqui. – Falou Teddy no meu ouvido e me puxou para longe.

Começamos a andar e fomos para bem longe daquela cena. Mas aquela cena com certeza nunca sairia da minha cabeça, eu havia matado alguém e aquilo causa certo peso.

Respirei fundo.

– Você conseguiu. Talvez ele nunca mais volte. – Falou Teddy.

– Não tenho tanta certeza, tudo é tão inesperado. – Me sentei numa pedra e falei aquilo mais para mim mesma que pro Teddy.

– Profundo? – Ele soltou uma risada pelo nariz. – Mas acho que ele se ganhou por derrotado.

– O Lorde das Trevas ter se ganhado por derrotado? Acho que não. Mas aquele ali não virá muito cedo, assim esperamos. – Sorri e me levantei da pedra.

Peguei na mão do Teddy e lhe dei um leve beijo.

– Vamos, o pesadelo acabou. – Fiz figas com os dedos, como sinal de sorte.

– Vamos. – Começamos a andar e deixar aquilo tudo para trás.

E assim eu esperava que conseguisse, esquece tudo e desfrutar daquilo que nunca havia me permitido ter. Se feliz com a minha família. Olhei para o céu e sorri. “Estejam bem, pais.”.



Notas finais
AAAAAAAAAAAAAAAAAAH MEU DEUS! Acabou :/. Gostei de escrever essa fic, lembro que acordava e mal tomava café-da-manhã e já vinha correndo pro PC pra terminar de escrever algo que eu estava adorando, eu pretendo transforma a fic em uma historia original e muda o final, seria algo surpreendente, diante dos meus olhos. Mas eu vim aqui mesmo nessa notas finais, para agradecer. Pra dizer realmente um moooonte de obrigado e que sem vocês eu não teria tido forças, obrigado por tudo, pelos que leram e comentaram e ate aqueles que não comentaram mas estavam ai. Você irão ficar no meu coração viu, eu nunca esqueço um leitor.
Eu fiz um desenho, mas eu sou pessimo com links e outras coisas da internet e não consegui de forma algum por o desenho aqui, rum :/.
Beijous.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!