Cursed

5 Capítulo 4


Notas iniciais
Desculpa qualquer erro de português. É que eu não pude revisa esse capitulo direito, estou com um pouco de pressa. Comentem.

Havia se passado quase três meses. Eu havia treinado todos esse meses, para me sair bem na primeira tarefa. Havia treinado com Al e Scorpius. Queria também treina com o Teddy, mas ele parecia está sempre ocupado e parecia fugir de mim agora. Então eu nunca mais havia retornado ao assunto daquela noite na Torre de Astronomia, mas eu estava disposta de que depois dessa tarefa eu iria conversa serio com ele.

Estavam todos que iam participa do Torneio em baixo de uma tenda. Lá fora estava, multidões gritando seu nome, um dragão que você iria enfrenta e a morte a sua espera.

Sim eu estava um pouco assustada, mais só um pouco. Não era nada que iria fazer eu fugir. McGonagall, se afastou de mim e se reuniu com os outro diretores. Os outros participantes ficaram olhando pra mim, com uma cara “ você vai se dá mal”, não é muito encorajador.

Fiquei ali estralando os dedos. Eu sempre fazia aquilo, quando estava preocupada ou ansiosa. Ate que meus estalar de dedos cessaram, eu olhei para cima. Acima de mim, havia um pequeno passarinho origami voando. Eu dei um pequeno pulo e peguei o origami. Olhei para os lados, e não vim ninguém. Abri o origami, com cuidado. Dentro dele, havia em uma letra garranchada um “ boa sorte.”. No final do origami, havia “ T.R.L.”, na hora eu soube de quem era. Mas para mi não fazia o menor sentido, o cara não fala comigo durante três meses e agora me decidi mandar um “ boa sorte”. Rasguei o origami e fiz com que ele pegasse fogo, com a varinha. Sim, estava com raiva.

Me aproximei de MacGonagall, junto com os outro participantes. Ela disse, que teríamos que por nossa mão, dentro daquele saco vermelho. A miniatura de dragão que pegássemos, seria o dragão que enfrentaríamos. Mas a única coisa que precisávamos fazer era, pega o ovo dourado que está lá no meio e tentar não se morta pelo dragão.

Eu era a primeira. O Dragão que eu havia pegado era um vermelho, que eu via a descobri que se chama Meteoro-Chinês. Ouvi um boa sorte de McGonagall e sair da tenda, indo para direto na arena. Com o dragão em miniatura cem vezes maior. Olhei para plateia, todos estavam ali. Todos sonserinos, gritando meu nome, meus pais, meu irmão, Albus e ate o Teddy estava ali junto com os outro professore, me olhando um pouco apreensivo. Ignorei. Eu tinha que lutar contra um dragão, era simples, ou talvez não.

O dragão vermelho, se aproximou de mim e soltou uma labaredas em forma de cogumelo em cima de mim. Por pouco eu não viro churrasco humano, dei um pulo para trás e fui para atrás de uma pedra. Não tardou muito para o dragão descobri onde eu estava. Ele apareceu com aquela cara vermelha e grotesca em cima de mim, eu rolei para o lado e fui para em baixo do dragão. Eu estava era morta, se não fosse rápida o suficiente e saísse dali.

-Confundus! – Gritei e apontei minha varinha para o dragão . O dragão ficou confuso durante um tempo. – Aguamenti! – Um jato de água saiu da minha varinha, indo para direto na barriga do dragão.

O jato muito forte, fez com que o dragão fosse para longe de mim, mais não muito longe. Eu me levantei e corri ate o ovo dourado, mas antes de eu pega o ovo dourado. O dragão já havia se recuperado e agora estava vindo em minha direção, não muito feliz. Antes de eu consegui conjura um feitiço para me proteger, ele lançou uma labaredas de fogo em cima de mim, mais aquilo não me atacou. Algum escudo se fez em volta de mim, sem eu entender muito como.

Peguei o ovo e sair correndo. Havia ganhado e logo o dragão sumiu.

Quando fui para de novo dentro da tenda, Minerva me recebeu com um parabéns. Meus pais, Scorpius e Al, estavam ali todos sorridentes.

- Você foi ótima, maninha. – Elogiou Scorpius.

- E o que foi aquele feitiço de ultima hora? Parabéns, Amy. – Al sorriu para mim.

E Al, havia feito eu lembra de uma coisa. Eu não havia conjurado aquele feitiço de ultima hora. Alguém, junto com os outros espectadores conjurou aquilo.

- Parabéns minha filha. – Falou minha mãe me dando um abraço.

Eu abracei rapidamente e disse obrigado a todos. Mas eu precisava sair. Sair por de trás da tenda e me vi fora da arena. Não havia ninguém ali, mas ao longe eu podia vê os alunos gritarem o nome de Krum, e vi o que esperava, Teddy. Ele estava junto com os outros professores, olhava para tenda. Droga! Por que ele não olha para cá.

Eu não tinha certeza, mas desconfiava que quem tinha soltado aquele feitiço, havia sido Teddy. Ele havia burlado as regras, apenas para mim salva? A pergunta ficou martelando na minha cabeça.

***

Eu havia ganhado a pontuação máxima, por ter sido a mais rápida. E nesse exato momento, estava sendo parabenizada por alguns alunos da Sonserinas e ate outros educados da Corvinal e Lufa- Lufa.

Eu subi para meu quarto e tratei de fazer uma carta resposta para Ivy. Ela havia me mandado a dela, fazia algum tempo, dizendo que eu iria passar o natal na casa dela, dizendo que eu estava me esfregando com o meu professor ( palavras dela). Eu acabei respondendo, que não falava com Teddy fazia meses, que algo esquisito estava acontecendo comigo, que havia ganhado a primeira tarefa do Torneio, agora tinha que arrumar uma acompanhante para o baile e que talvez eu iria para casa dela no natal. Enrolei o pergaminho e pus nas patas do Dionísio, a coruja levantou voo janela fora.

Depois disso, eu acabei indo dormir. Tive um pesadelo terrível. Era sempre o mesmo pesadelo. Eu criança, com os olhos totalmente preto e a homem, que eu sentia que conhecia, me pegava no colo e me ninava. No final de cada pesadelo desse eu acordava assustada. E não conseguia mais dormir direito, o que já estava causando olheiras profundas nos meus olhos.

Me levantei da cama, tomei banho e troquei de roupa. Eu não levantei da minha cama, para pode espairece um pouco lá fora. Eu levantei foi para fazer uma coisa, completamente maluca. Ainda era de madrugada, o sol ainda não havia nascido. Mas mesmo assim fui andando, com minha ideia suicida na cabeça. Andei ate o sétimo andar e entrei no Salão dos Professores, eu sabia muito bem qual era a porta do quarto de Teddy.

Eu devo ter ficado maluca. E fiquei mesmo. Mas eu precisava falar com Teddy, e para mim tinha ser agora. Abri a porta com cuidado e dei de cara com um Teddy dormindo todo esparramado na cama e roncando. Eu já o vira dormindo, mas não tão esparramado daquele jeito, tão a vontade. Me aproximei da cama e sentei no chão. Ele dormia tão bonitinho, que eu ate tinha dó de acordar.

Todo aquele tempo que eu havia passado longe de Teddy, ele me fez falta. Eu me sentia mais só do que nunca, apesar de ter amigos, eles nunca eram amigos que eu podia contar a hora que fosse, o Teddy parecia ser uma amigo que eu pudesse contar a hora que fosse. Meu professor era meu amigo, já não via mais problema naquilo e agora eu queria era retorna minha amizade com aquele cara.

Ele roncou alto. O que fez eu me segura para não rir. Ele estava tão calmo, com os cabelos castanhos.

Me levantei do chão e fiquei ali olhando para o quarto dele.

- Lumus. – Uma fagulha de luz acendeu na minha varinha. Me sentei na cadeira perto da escrivaninha e fiquei vasculhando as coisas que haviam na escrivaninha.

Achei um pedaço de pergaminho, com alguns corações. No final havia V.A.W., deveria ser a namorada dele. Peguei a carta.

Estava escrito o quanto a V., estava com saudade dele, perguntado como estava o trabalho e se ele já tinha ensinando algo interessante. Na carta, não havia escrito nada de bom, mas no final estava um: “... eu te amo, e não vejo a hora do nosso casamento.”. Então a V., não era namorada do Teddy, e sim noiva dele.

Aquilo me entristeceu, de alguma forma, de alguma forma que não era para entristece. Deixei a carta sobre a escrivaninha e voltei a olhar para o Teddy, eu aproximei a varinha perto do rosto dele. Aqueles traços que para mim já haviam se tornado tão familiares, aqueles traços que estavam começando a me dá raiva, pois ele não falava comigo a meses por algum motivo desconhecido.

Ele começou a mexer o rosto e acabou abrindo os olhos. Quando ele acordou eu disse “ Nox” rapidamente, mas antes puder vê seus cabelos azul escuro.

- Quem está ai? – Ele falou gemendo um pouco. Tudo ficou em silencio e nada ele disse, ate que – Amélia?

Fiquei surpresa.

- Como você sabe que é eu? – Perguntei acendendo novamente minha varinha.

- Seu perfume. – Ele tirou a varinha do rosto dele e eu a deixei no chão, na onde vinha apenas uma luz iluminando mais ou menos nossos rostos.

- Já reconhece meu perfume. – Falei maliciosamente. – Pra quem passou três meses longe de mim, você tem uma boa memoria.

- E... – Ele não terminou a frase.

- E...?

- Desculpa por ter deixado você só. Acho que você precisaria de mim, para treinar seus feitiços para primeira tarefa. – Ele se levantou e ficou sentado na cama.

Teddy não dormia com uma camisa, então a pele branca dele ficou amostra. Ele era um cara magrelo, mas tinha uma barriga um pouco definida.

- Eu precisava de você como amigo, e não como professor. – Disse com a voz embargada. — Por que fez isso? Para não me conta o que viu quando desmaiei? –Perguntei com a voz um pouco alterada e subindo em cima da cama dele, me sentando lá também. Minha varinha continuou no chão, então era difícil vê o rosto dele.

- O que vim, não era normal, Amy. – Ele disse, indo um pouco mais pra trás na cama.

- Isso seria, uma boa desculpa para você me conta o que viu, né?

- Era estranho demais. – Ele tentou arrumar mais uma desculpa.

- Não importa! E sobre mim, eu preciso saber. – Eu disse isso, indo cada vez mais perto dele, ate que ficamos muito perto um do outro. Ele colocou a mão no colo do meio seio e me empurrou para trás, eu fui sem pestanejar.

- Abaffiato! – Murmurou Teddy, com a varinha na mão. – Não grite, ou quer que descubram, que há uma aluna no meu quarto.

Dei de ombros.

- Me. Conta. – Falei pausadamente.

- Olha, Amélia. Isso não é conversa para ser ter aqui, nesse estado. – E mais uma vez ele arrumou mais uma desculpa.

- Qual seu problema? Custa você me conta? Não. E ainda por cima, é sobre meu respeito.

- Mas não é algo que eu vou ter contar assim. Dentro do meu quarto, com essa luz baixa e eu de pijama. – Ele abriu os braços e me mostrou todos os defeitos.

- Olha aqui, Teddy Lupin. Eu não me importo se você tá de pijama ou se a luz está baixa. Eu só quero saber, por que meu amigo, me deixou só por três meses. – E mais uma vez eu fui me aproximando dele.

Dessa vez Teddy, não me separou dele, apenas ficou olhando para mim. Eu não queria olhar dentro dos olhos dele, só queria a resposta. Ele segurou minha cintura e me puxou pra mais perto. Eu pode sentir a respiração dele, o hálito, que não estava lá muito bom. Ate que ele aproximou o rosto do meu, eu percebi o que iria acontecer naquele momento.

- O que pensa, que está fazendo? – Falei um pouco alto demais, me afastando dos braços dele e saindo da cama no pulo. – Você está preste a casar.

- Como você sabe? – Perguntou ele um pouco confuso.

- Eu vi a carta da V.. Você está noivo e ainda por cima é meu professor. – Eu me abaixei e peguei minha varinha, queria sair dali o mais rápido possível. – A gente só era amigos. – Me aproximei do rosto dele e cuspi essa palavras.

- Colloportus! – Falou Teddy, apontando a varinha dele para porta.

- O que você pensar que está fazendo? Teddy, me deixei sair desse quarto. – Gritei.

- Calma, Amélia. Não vou fazer nada com você. – Ele se levantou da cama e puxou uma blusa do malão dele, a colocou e ligou a luz do quarto. – Acho que lhe devo uma explicação.

- Explicação do que? De quase ter tentado me beijar? Não preciso de explicação. – Sorri.

- Sente-se. Irei fala o que vi quando você desmaiou.- Ele se sentou na cadeira perto da escrivaninha. – Você estava, com olhos totalmente negros. Algo estranho e nunca na minha vida eu havia visto algo daquele jeito.

- Era por isso que meu olhos ardiam tanto? O sonho... – Refleti comigo mesma. – Isso está estranho. Os sonhos tem alguma ligação com isso.

- Que sonho?

Eu falei dos meus sonhos pra ele. Ele não disse nada, quando terminei.

- Me encontre hoje, depois das aulas, na Biblioteca. – Ele quebrou o silencio.

- Ok. – Engoli em seco.

Ele já havia dito o que tinha para dizer, agora eu esperava que ele abrisse a porta, mas acho que ele esqueceu desse pequeno detalhe. Então ficamos ali, naquele silencio constrangedor. Com o pensamento de quase ele iria me beijar.

Fiquei me perguntado, se eu queria beija-lo. Acho que se eu quisesse, não teria me separado dele. Mas... por um segundo, durante aquele tempo que a gente ficou se olhando, me bateu uma vontade de beija-lo, apenas um segundo. E logo depois bateu a razão na minha cabeça.

- Por que fez isso? – Perguntei, quebrando o silencio.

- Isso o que?

- Ter quase me beijado?

- Você disse que não queria saber o porque. – Ele falou e ajeitando desconfortável na cadeira.

- Mudei de ideia. – Falei me levantando da cama e indo para perto dele.

- Por isso. – Ele se levantou da cadeira e ficou muito próximo de mim.

Senti novamente o hálito dele, perto de mim.

- Por isso o que? – Perguntei.

- Porque, me sinto de alguma forma atraído por você. – Ele me olhou nos olhos.

- Por favor, Teddy. Eu sou só uma garota de 16 anos, nem tenho corpo direito. – Falei secamente.

- Não é só sua forma física. O modo como você é, Amélia. Eu não estaria dizendo isso, se não tivesse me pegado pensando em você e nos vários toques involuntários que tivemos. Eu percebi que gosto de você. – Aqueles olhos continuavam a me olhar. Como se tivesse me perfurando.

- Só falta dizer, que gostou de mim dês do primeiro momento que me viu. – Estava sendo sarcásticas, por algum motivo.

- Claro que não! Você é minha aluna. Mas agora, percebi que você é muito mais do que isso. Tivemos uma amizade, eu pude te conhecer melhor.

- Ficamos três meses separados. Como você pode dizer isso?

- Por que senti sua falta nesse meio tempo. Você acha mesmo, que eu sentiria uma falta tão grande sua, se apenas fossemos amigos? – E olhos dele, haviam conseguido me perfura.

- Desculpa. Como você mesmo disse, você ainda é meu professor, eu apenas sua aluna. – Falei me afastando dele e indo para porta. – Pode abri-la.

Ele de fés o feitiço e eu abri a porta. Tentei sair sem fazer barulho, e graças a minha Morgana, eu obtive sucesso.

Notas finais
Esse é meu capitulo favorito, de alguma forma. O que você acharam?