Cursed

4 Capítulo 3


Notas iniciais
E ai povinho lindo, como você estão? Eu estou super bem. Apesar de ninguém te perguntado. Bem mais um capitulo novinho pra vocês, comentem meu povinho lindo. Beijos

Eu acordei no meio da noite assustada. Havia sonhado que era morta por dragão. Aquele sonho era devido ao Torneio Tribuxo. Para que o torneio ficasse mais segurou, McGonagall havia nos ditos quais tarefas teríamos que ter, a primeira era enfrenta um dragão. Eu estava tendo pesadelos por causa daquilo.

Levantei-me da cama e fui ate ala masculina dos dormitórios. Abri a porta do quarto do Scorpius, ele dividia o quarto com Albus, Peter Nott e Willian Bustrolde. Andei calmamente pelo quarto, não queria acorda nenhum garoto, e nem os fazer pularem da cama, afinal vai saber de que forma eles dormem. Abri a gaiola de Dionísio, era a coruja de Scorpius, que às vezes eu usava.

A coruja posou sobre meu ombro e esfregou a pequena cabeça na minha bochecha.

- Não faça barulho, Dionísio. – Falei sussurrando e saindo do quarto bem devagar. Fechei a porta e voltei para meu quarto.

Enquanto não conseguia dormir, acabei escrevendo uma quarta para Ivy. Dizendo o que havia acontecido na madrugada de ontem, que eu havia sido selecionada para participar do Torneio e entre outras fofocas. Terminei de escrever a carta, dobrei o pergaminho.

- Para Ivy Campbell. – Falei para o Dionísio e ele saiu pela janela aberta.

Fiquei ali sentada na cadeira, com a pena na minha mão. Era uma pena escura, logo percebi que era a pena que eu havia pegado do Teddy, coloquei a pena dentro da minha mochila e voltei a dormir.

Eu não sonhei com nada bom. Havia sonhado com uma menina, uma pequena de cabelos loiros, logo eu soube que a pequena menina era eu. A menina chorava e de seus olhos saim constates lagrimas, mas havia algo de errado com seus olhos, os pequenos olhos da garota estavam negros, sem pupila ou íris. E isso me assustava. A criança berrava, ate que o choro dela cessou, e a encontro da pequena garota vinha uma alma. Era esquisito, a alma era um pouco deformada, me lembrava alguém, mas não sei quem. Alma pegou a menina no colo e começou a nina-la.

- Logo, você morrera. Eu poderei governa de novo, o mundo que sempre será meu. – Alma dizia isso, e isso não acalmava a menina a assustava ainda mais.

Eu acordei suando frio e com os olhos queimando. Logo tratei de me levantar da cama.

O sol já nascia lá fora, mais ainda era muito cedo. Mas eu não me importei, tomei um banho demorado e logo me troquei, pondo o uniforme de Hogwarts. Quando parei em frente ao espelho, para arrumar meus cabelos em um coque, tive o leve vislumbre da menina de olhos negros e juro que vi meus olhos ficarem negro, mas assim que pisquei eles estavam cinza de novo.

Aquilo estava começando a me assustar.

Sair do meu quarto e fiquei um pouco no Salão Comunal, sendo aquecida pela lareira. Não havia ninguém ali, e naquele momento a Ivy fez falta. Depois de fica algum tempo perto da lareira, me levantei do sofá e fui dá o passei por Hogwarts. Eu não estava nem um pouco afim de saber se é proibido ou não. Enquanto andava pelos corredores, sem prestar muita atenção por onde olhava, esbarrei em alguém. Dei de cara com o chão, como sempre.

- Desculpa. – A voz já reconhecível disse. Era o Ted.

- Vai me deixar aqui mesmo? – Perguntei estralando os dedos.

- Mas que garota atrevida. – Ele comentou e me estendeu a mão. Eu a peguei e me levantei. Nossas mãos continuaram entrelaçadas, e naquele momento não me deu uma vontade solta-la. Mas a Teddy, pareceu que sim.

Eu enfiei minhas mãos no bolso da saia.

- O que faz aqui, Ted? – Perguntei um pouco constrangida.

- Mas que intimidade. – Ele soltou uma risada pelo nariz.

- Oh, desculpe, professor Lupin. – Falei ironicamente.

- Prefiro Ted. Eu estou aqui para espairece um pouco, e a senhorita? – Ele começou a andar e o segui.

Estávamos na passarela, e isso fez com que eu prestasse atenção nas nuvens no céu.

- E por que está espairecendo? Posso ser sua aluna, mas sou confiável. – Respondi olhando para ele.

- Então me conte primeiro você, srta. Malfoy. – Ele deu um sorriso maroto.

- Tive alguns pesadelos.

- Com o torneio?

- Mais ou menos isso. Tem outras coisas á mais. – Sorrir e olhei para meus pés, encolhendo um pouco os ombros. Eu estava com frio e um pouco constrangida.

- Eu recebi uma carta da minha namorada. – Ele soltou com um muxoxo.

- Isso não parece motivo de querer vim espairece. Você recebeu uma carta da menina que ama, deveria está feliz. – Sorrir.

Aquilo me deixou um pouco triste, ele ter uma namorada. Não que eu tivesse afim dele ou coisa do tipo, só que se ela fosse ciumenta e quisesse tira o Teddy de mim? Eu percebi naquele momento, que havia virado amiga do meu professor e que estava com medo de perdê-lo.

- Sei lá. É confuso. – Ele levantou o olhar para mim e sorriu.

- Humm...- Eu não sabia o que dizer. Nunca havia tido um relacionamento muito concreto, não sabia o que era passar por algo conturbado. Então resolvi fica quieta.

- Mas você o que sonhou? – Ele parou de andar e encostou-se ao muro que segurava a ponte. Eu fiz o mesmo.

- Que era morta por um dragão. Será a primeira coisa que terei que enfrentar... – Deixei a frase termina no ar.

- Só isso? – Ele ergueu uma sobrancelha e olhou para mim.

- Só. – Eu menti. Não queria contar pra ele o sonho bizarro que tive.

- Sou seu professor, mas você pode confiar em mim. – Ele sorriu e naquele momento eu soube que sim, podia confiar nele.

- Já teve um sonho bizarro? – Perguntei.

- Muitas vezes. Sempre os tenho. – Respondeu.

- Eu sonhei com uma garotinha, a garotinha era... – Antes de eu continuar a frase, algo no céu me surpreendeu. Era o símbolo de uma caveira, com uma cobra saindo da boca. Eu reconhecia aquele símbolo, era o mesmo símbolo que havia no braço de meu pai, o símbolo dos Comensais da Morte a Marca Negra.

- O que foi aquilo? – Teddy perguntou.

Mas eu nem sequer dei ouvido para pergunta dele. Meus olhos por algum motivo começaram a arder, queimavam, como se alguém tivesse os arrancado fora sem uma porção de dor. Eu gritei com o grito mais agudo, e cair. Antes de ir direto para o chão, o Teddy me pegou.

- Mas o que... – Ele sussurrou um pouco assustado e depois disso eu fechei os olhos.

Havia desmaiado.

***

Quando eu abri meus olhos novamente, havia cheiro de poções por todos os lados e havia algumas pessoas a minha volta. Cocei meus olhos e os abri totalmente. Havia a minha volta Madame Pomfrey, Albus, Scorpius e o Teddy.

- O que faço aqui? – Perguntei um pouco atordoada e me levantando da cama.

- Nada disso. – Madame Pomfrey disse e forçou meu ombro pra trás e eu continuei deitada.

- Você veio para Ala Hospitalar. – Disse Teddy.

E todos que estavam ali, olharam para ele.

- Professor, você já pode ir embora. A aluna já está bem. – Disse Madame Pomfrey.

Teddy assentiu e se retirou da sala. Provavelmente, ele não queria sair dali. Ele queria fica e vê se eu fiquei bem mesmo. Mas ele obedeceu a Madame Pomfrey, para que não houvesse perguntas que denunciassem que a gente era amigos.

Albus e Scorpius ficaram olhando para mim, esperando talvez uma resposta. Mas nem eu sabia a resposta.

- Por que estou aqui? – Falei finalmente.

- Você que deveria saber. Só sei que a Minerva, apareceu no nosso quarto dizendo que a gente precisava vim para cá. E você foi trazida pelo o professor Lupin. O que ele fazia com você? – Al me respondeu.

- Nada. – Me apressei em responder. E os dois meninos me olharam com as sobrancelhas arqueadas. – Ele deve ter me encontrado caída no chão. Por que necessariamente, ele precisava está comigo?

- Calma maninha. Só foi uma pergunta inofensiva. – Scorpius riu.

Eu chutei o braço de Scorpius.

- Aii.- Ele murmurou.

Eu apenas dei um sorriso.

- Vocês viram algo no céu, hoje? – Perguntei.

Apesar de eu te desmaiado, eu me lembrava muito bem do que havia visto. Aquela cena me deixava um pouco assustada, eu estava assustada pelo meu pai.

- O que? A gente só levantou agora. Não somo como você, querida Amy. — Respondeu Al. – Mas o que você viu?

- Não foi nada. – Sorrir.

Eu precisava falar com o Teddy, eu sabia o que tinha visto e o Teddy era o único que havia presenciado aquilo comigo. E ele também era o único que sabia o motivo de eu te desmaiado.

- Meninos, vocês tem aula. Agora deixem a srta. Malfoy, descansar. – Madame Pomfrey, disse isso e os meninos se retiraram.

A enfermeira, disse que eu poderia sair na hora do jantar. Mas que agora eu precisava descansar. Madame Pomfrey, me deu uma porção do sono, com um gosto nem um pouco bom e se retirou do quarto. Logo meus olhos foram ficando pesados, eu adormeci.

Quando eu acordei já era de noite, as nuvens estavam escuras do lado de fora da janela. Eu pulei da cama e corri para fora da Ala Hospitalar, mas antes fui parada por uma Madame Pomfrey, não muito feliz.

- A onde pensar que vai, mocinha? – Ela falou com uma carranca.

- Embora. A senhora, disse que eu poderia. – Falei inocentemente.

- Calma ai. – Ela começou a me examinar com a varinha e percebeu que tudo estava em ordem e falou que eu já podia ir.

Antes de eu atravessa a porta da Ala Hospitalar, algo me fez parar e eu virei para trás.

- Madame Pomfrey, a senhora, sabe por que eu desmaie? – Perguntei olhando para carranca da enfermeira já muito idosa.

- Não. Mas deve ter sido um mal estar. A srta, precisa se alimentar melhor. – Ela deu um sorriso forçado e entrou numa portinha que havia ali.

Eu não fui para o Salão Principal, me servi do meu jantar. Eu me precisava antes entender uma coisa, e só quem podia me explica era Teddy. Eu estava pouco ligando, se pra isso eu teria que passa pelos restos dos professores. Inventaria qualquer desculpa. Corri para sétimo andar, tentando não ficar muito zangada quando as escadas mudavam de posição, ate que um palavrão saiu da minha boca e pessoas atrás de mim me olharam horrorizadas, eram primeiranistas da Corvinal. Ignorei. Chegando finalmente no sexto andar, corri para o Salão onde ficavam os professore, o Salão era aberto para qualquer aluno entrar. Era um Salão enorme, com algumas prateleiras de livro, varias portas, sofás e uma grande lareira.

Parei perto do professor de Historia da Magia, Binns.

- O professor Lupin, onde ele está? – Perguntei ao fantasma a minha frente.

- Naquela porta. – Ele apontou para uma porta de madeira, perto de um grande sofá vermelho.

- Obrigado. – Disse alto, pois já estava longe.

Bati na porta umas três vezes e ninguém abriu. Eu pensei em abri ela mesmo assim, mas seria uma invasão de privacidade do meu professor, que nem parecia assim tão meu professor, mas ele continuava sendo. Mas eu não liguei muito para o fato de ser invasão de privacidade, entrei mesmo assim. Primeiro coloquei minha cabeça para dentro e chamei pelo Teddy. Ele não apareceu, mas havia uma porta dentro do quarto eu deduzi que ele talvez estivesse tomando banho.

Entrei dentro do quarto. Era o quarto de Teddy. Havia um grande malão ali perto, uma escrivaninha com alguns pergaminhos bagunçados e livros jogado ao chão e uma cama bem desorganizada.

Peguei um pedaço de pergaminho e uma pena que havia ao lado. Escrevi:

“Me encontre na Torre de Astronomia, assim que ler esse bilhete. Estarei esperando.

A.N. M.”

Quando terminei de escreve o bilhete, me retirei rapidamente do quarto do Teddy. Eu não estava muito a fim de vê meu professor só de toalha.

Fui andando calmamente ate a Torre de Astronomia, não havia muito alunos pelas escadas ou corredores. Todos agora estavam jantando. Eu poderia está junto com eles, mas eu primeiro precisava tirar umas coisas a limpo. Eu só esperava que o Teddy, confiasse em mim e não mentisse.

Fiquei olhando as estrelas lá no céu. Eu estava temendo um pouco olhar para céu, temia que a qualquer hora daquelas nuvens saísse um símbolo, a Marca Negra. Mas continuei a olhar, parecia que as nuvens mudando de forma era a única coisa que me distraia.

- Olá. – Teddy apareceu do meu lado.

O que quase fez eu saltar da Torre de Astronomia. O cara, como sempre havia chegado e me dado um susto.

- Dá sinais que está chegando. Eu sou muito nova, mais qualquer dia desses, eu morro com esses sustos. – Falei me recuperando do susto.

- Tudo bem. – Teddy falou reprimindo o riso.

- Para de rir de mim. – Eu dei um soco de leve no ombro dele.

- Ai. – Ele murmurou.

- Nem doeu.

- Mas então, o que a srta. Malfoy quer? Que era preciso ir ate o meu quarto. – Ele falou virando de costas para o céu.

- Você viu aquilo no céu, não foi? – Perguntei me virando contra o céu, também.

- Eu vi sim. Falei para professora McGonagall. Ela disse que também avistou e acabou me informando que os Comensais da Morte, conseguiram fugir de Azkaban. Eles devem só está querendo por medo. – Teddy falou aquilo como se fosse nada de mais.

- Meu pai era um Comensal. E se eles quiserem se vingar? – Falei quase que aos prantos. Mas jurei para mim mesma que não choraria.

- Não se preocupe. Logos eles serão encontrados e presos novamente. – Teddy sorriu, com aquele sorriso de canto de boca. Ele sabia como me confortar.

- Eu me lembrei de uma coisa. Por que antes de eu desmaia, você me olhou assustado? Você sabe por que eu desmaiei? – Perguntei estralando os dedos. Estava preocupada.

- Não foi nada, só era o que vi no céu. – Ele disse um pouco rápido demais. Ele não sabia menti.

Eu me pus na frente de Teddy e olhei dentro dos olhos dele.

- Não minta para mim. – Falei seria.

- Não é nada, Amélia. – Ele desviou o olhar de mim.

- É algo sim. – Falei batendo o pé. – Me conta Ted.

- É só que... – Ted foi cortado por um estrondo. Um estrondo que vinha lá de baixo.

Isso fez a gente correr lá para baixo e se depara com dois garotos duelando entre si. Uma parte da parede havia acabado de cair atrás do menino gordo e ruivo. Outro um menino magrelo de cabelos loiros, ria que nem um louco. Os meninos provavelmente, não pensaram nas consequências. Pois logo disso McGonagall chegou com uma cara brava e mandou os dois segui-la.