Cursed

18 Capítulo 17


Notas iniciais
Olá povinho lindo, como vocês vão? Desculpa se eu demorei, é porque eu fiquei com um certo bloqueio, e palavras descentes não saiam. Mas aqui está o capitulo novinho, e ele mudou um pouco do que eu estava imaginando. Então esse que era pra ser o ultimo capitulo, não sera mais, mas de qualquer forma estamos perto do fim :/.
Beijous.

Teddy havia conseguido me levar de volta pra casa. Estávamos a sós com Sky no meu quarto, mas ele ainda não havia contado o que podia reverter aquilo. Teddy havia me dado uma pequena pedra preta, eu não sabia o que aquilo fazia, mas eu mantive no meu bolso.

- Vamos me conte. Teddy eu não aguento mais isso. – Falei pela milionésima vez. – Você tem uma ideia, né? Por que se você não tiver, não cometerei suicídio e sim um assassinato.

- Calma. – Ele riu.

- Não tem graça, sabia!? Dá pra conta logo. – Falei seria.

- Na época que você me pediu para lhe ajudar com tudo isso, o livro falava que tinha como transporta a alma para outro corpo. Vamos encontro um voluntario e transportar. – Teddy me olhou com os olhos brilhando.

Eu não acreditava que ele havia pensado aquilo. Eu jamais aceitaria matar outra pessoa, a deixa morrer por minha causa. Nem pensar!

- Está de brincadeira, né? Porque você sabe muito bem que eu não vou deixar isso acontecer. Não teria coragem, não tenho forças para fazer isso. – Falei procurando mil desculpas.

- Essa é a única saída, Amy. Ou você escolhe isso ou se mata e deixa sua filha viver sem mãe. – Ele falou serio.

- Você gosta de mim? Se gosta? Pare de joga na minha cara que deixarei minha filha sem mãe. – Me virei para outro lado para ele não me vê chorando.

- Me desculpa Amy, sinto muito. – Ele tocou meu ombro.

- Você não sente. – Me levantei da cama e fiquei andando pelo quarto. – Não deixarei ninguém morrer no meu lugar. Então trate de vira um bom pai, porque se minha filha vai pelo menos fica sem mãe, ela terá um bom pai.

- Calma, tem outra coisa. – Ele disse, mas eu nem dei ouvidos.

Sair do quarto, antes de chorar o oceano inteiro. Fiquei encostada na parede no corredor, estava tão difícil fazer aquilo tudo. Eu, nem de longe, queria deixar minha filha sozinha, apenas com o pai dela, que acabou de descobri que é pai. Mas o que eu podia fazer? Viver e vive sendo atacada por Comensais da Morte, que querem que seu Lorde volte.

CABUM! Isso foi ouvido eu corri para a Sala. Metade da sala da minha casa havia sido atacada, a parede desmoronada e pessoas com capuzes pretos estavam na minha sala. Ai minha Morgana, não aqui e não agora. Um dos encapuzados tirou a mascara de prata, era Pansy Parkinson.

- Nos vemos de novo. – Ela deu um sorriso cínico.

Ela estava ao lado dos meus pais e irmão, um cara atrás dela estava segurando minha mãe e com a varinha apontada para o pescoço dela.

- Vamos fazer o seguinte, você vem e ninguém sai ferido. – Ela deu mais um sorriso cínico.

Ou eu ia ou as pessoas que eu amava corriam perigo. Pelo menos eles não sabiam que Sky estava aqui, e assim espero que fiquem. Teddy não desça aqui.

- Eu vou. – Falei.

- Amélia não faça isso. – Gritou meu pai.

- Eu preciso.

Pansy pegou no meu braço e juntas aparatamos. Eu me vi naquela mesma casa, na qual eu vi a primeira vez para fazer o ritual. Eu não sabia como eles fariam o ritual, o livro eles não tinham mais.

Eu não lembro muito do que ela fez, só lembro-me de me senti sonolenta. Talvez ela tivesse usado o feitiço do sono. Quando acordei me vi em cima de uma cama de pedra, havia luzes amarelas em cima do meu rosto, e algumas pessoas reunidas a minha volta. Olhei para o lado, e havia outra cama de pedra com Pansy adormecida nela.

- Vamos logo com isso. – Disse uma voz masculina.

Eu não pude ver quem fez tudo, ele estava com uma mascara prata. Mas ele começou a dizer algumas palavras incompreensíveis, e ficou mexendo a varinha em cima do meu corpo. Isso duro uns cinco minutos, depois ele cessou, não falou mais nada. Minha visão ficou escura, meus olhos começaram arder, como se alguém tivesse jogado acido, meu corpo começou a queimar eu pensei que me desintegraria ali, agora. Eu não me aguentei e gritei de dor, meu grito saiu grosso, como se fosse de voz masculina, mas acabou cessando com gemidos finos e do meu tom de voz.

Eu já não sentia mais dor, meus olhos já não ardiam mais com se tivesse acido. Eu me vi jogada em um local, era totalmente branco e tinha a cara de um Jardim. Cheio de arvores em tom branco e flores, aquilo não era lá muito bonito e sim de dá medo. Mais eu me levantei e me vi nua. Eu não sabia se havia alguém ali, me olhando atrás de algum arbusto branco, mas de qualquer forma eu me senti desconfortável. E quando olhei para o lado havia um pedaço de lençol branco, eu o peguei e me cobri com ele. Eu me assustei quando vi em baixo do lençol branco uma pedra preta, a mesma que o Teddy havia me dado.

Deduzi que estava só, não via ninguém e comecei a andar pelo Jardim de cor branca. Quando esbarrei em algo, algo que disse ‘ai’.

- Quem é você? – Perguntei para pessoa, que estava abaixada e coberta por um lençol branco.

- Isso não interessa muito. Você deve ser Amélia Malfoy. – Ele afirmou em tom firme e continuo de costa pra mim.

- Sou eu. O que aconteceu? Onde estou? – Perguntei para pessoa.

- Onde você está, é obvio um jardim. – Disse a pessoa que tinha o tom de voz masculino.

- Eu sei que é um jardim, mas eu nunca entrei no jardim completamente branco. – Respondi impaciente.

- Você pode entra no jardim, da forma que quiser: branco, preto, verde, qualquer um. – Homem respondeu, eu não via, mais senti que ele tinha um sorriso no rosto.

De repente o jardim ficou verde, como um jardim de verdade. Só que com arvores em formato maluco e alguns espelhos espalhados.

- Você descobriu como mudar, parabéns. – Ele riu.

- Quem é você? E vai dizer onde estou? – Perguntei mais uma vez.

- Eu já disse que não importa. Você está algum lugar, dizem que é entre o céu e a vida, mas você que escolhe.

- Que dizer que eu morri? – Perguntei atordoada.

- Acho que não, ainda não chegou sua hora. Gire a três vezes e você voltara. – Disse.

- Gira o que?

- A pedra na sua mão.

- Eu voltarei inteira, com corpo e alma?

- Mas é claro. Agora eu tenho que ir. – O homem se levantou, mais continuou de costa para mim.

- Me diga quem é você. – Pedi.

- Cuida bem do meu filho. – Ele se virou rapidamente para mim. Eu vi, mesmo que rápido, os olhos com de âmbar dele, os mesmo do Teddy.

Seria ele o pai do Teddy? Com certeza.

O jardim voltou a ser branco, eu girei a pedra na minha mão três vezes. Fechei os olhos e me vi na antiga sala onde estava ainda deitada na cama de pedra. Eu conseguia mexer o meu corpo, o que dizia que eles pensavam que eu havia morrido, e haviam tirado o feitiço. Mesmo assim eu abri os olhos e a minha frente havia algo, eu não sei se podia chamar aquilo de humano, tinha os olhos e bocas, mas não era humano. Ele tinha olhos vermelhos, com duas fedas, duas narinas, mas sem nariz e uma boca contorcida no sorriso maligno. Pele branca, como giz, ele era de dá medo.

Ele de repente olhou para mim, me encarou com aqueles dois olhos vermelhos.

- Mas olha quem continua viva. – Disse ele.

Eu pulei da cama de pedra, ele ficou me olhando com um misto de surpresa e incredulidade. Quando pulei, pode vê o corpo dele, estava nu, mas ele não parecia ter algum órgão sexual ou peito, era, no mínimo, assustador.

Minha varinha não estava comigo, mas eu já sabia o que fazer. Peguei a varinha de um Comensal do meu lado. Ele quase me esmurrou, mais eu joguei um feitiço nele, do corpo petrificado. Metade do corpo ficou petrificada, pois a varinha não se ajustou a mim, mas de qualquer forma ele caiu no chão e se tornou inofensivo.

- Avada Kedrava. – Gritou Voldemort.

- Protego Totallum! – Gritei em resposta. Mas aquilo só serviu para me defender, o escudo se quebrou logo depois.

Aparatei antes que morresse ali. Vi-me em frente à pequena Mansão dos Potter, não era para eu ir ter parado ali, mas o lugar tomou conta dos pensamentos. Só o Senhor. Potter poderia derrotar Voldemort. O que eu faria agora? O mundo ira volta ao caos, que ha muito não estava.