Cupidos de Aluguel

4 Capítulo 3 - Nós sabemos de tudo.


Notas iniciais
Olá, demorei um pouco mais do que eu previa mas estou aqui hehe Neste capitulo vai entrar um personagem que eu amo, e talvez ele atrapalhe um pouco as coisas... OBS: Palavras em Itálico são pensamentos, conversa por telefone ou enfasê. Boa leitura ♥

O caminho da clínica até a casa de Natsu foi tanto torturante. Estavam divididos entre chegar rápido ou demorar bastante, pois, embora ambos quisessem saber o resultado, sabiam que se viesse a ser positivo as coisas ficariam complicadas.

Natsu sempre que podia olhava de canto para a loira, analisando suas expressões. Era nítido que ela estava ansiosa. Batucava um de seus pés no chão, com as mãos entrelaçadas sobre seu colo enquanto mordia os lábios e olhava aflita pela janela. Não iria julgá-la, pois se sentia da mesma forma, só não demonstrava pois estava dirigindo e queria ser o ponto de apoio da amiga. Queria mostrar que apesar de qualquer coisa vai estar com ela.

Lucy assim que sentiu o rosado estacionar o carro, sentiu o coração falhar uma batida. Em algum momento da viajem fechou os olhos e permaneceu assim, nervosa demais para se concentrar em qualquer coisa. Se perguntava o que seria dali pra frente.

Ela viu o quanto a mãe sofreu com o tratamento, tanto que nos últimos meses de vida ela desistiu deste, visto que não estava apresentando resultados. Preferiu passar seus últimos meses com a filha e o marido, sem desgastar seu corpo com tratamentos que não funcionavam e só pioravam sua aparência, queria que a última lembrança da filha com sua mãe não fosse com ela acabada em uma cama de hospital.

— Luce... Vamos entrar? — a garota abriu os olhos e encarou amigo que já havia saído do carro e ido até seu lado, abrindo a porta (algo que ela não tinha percebido) e a olhava de um jeito carinhoso, com a mão estendida.

A loira apenas acenou positivamente com a cabeça, dando um sorriso amarelo e agarrou a mão de Natsu, apertando forte durante o caminho do portão até o sofá da sala. Mesmo depois de se sentarem, Lucy não largou mão do garoto, que tinha na sua mão livre o envelope com os exames.

— Sinceramente, acho que nunca fiquei tão apavorada assim desde a morte da minha mãe. — confessou não conseguindo impedir que algumas lagrimas escorressem por seu rosto, estas que foram secadas pelos dedos do rosado, que segurou seu rosto pelas bochechas, forçando a fazer um biquinho.

— Não vamos sofrer antecipadamente. — tentou dar o seu típico sorriso de orelha a orelha, que sabia que a acalmava, não obteve muito sucesso. — Ainda não sabemos o que contém no envelope, pode ser só um alarme falso. Vou estar aqui para qualquer coisa Luce, qualquer coisa.

A garota sentiu o coração acelerar e o rosto esquentar. Por que ele tinha que ser tão... ele? Agradecia sempre por viver na mesma época que Natsu. Se aproximou mais do garoto, que ainda não havia abandonado as mãos de seu rosto e imitou o gesto, acariciando sua bochecha com o polegar.

— Eu sei. — sorriu sinceramente desta vez, independente do resultado sabia que não estaria sozinha.

Por outro lado, Natsu se continha. “Deus, eu nunca quis beijar tanto essa mulher quanto agora.”, pensou o garoto. Soltou o rosto da amiga, apertando fortemente suas pálpebras e tomando uma distância segura. Se ficasse perto não iria ter controle sobre seus atos.

— Tudo bem? — pergunta a garota, inclinando levemente a cabeça para o lado, estranhando a atitude do amigo.

“O único problema da minha vida é não estar casado com você.”, ficou muito tentado a responder isso, teve que morder a língua para não disparar essas palavras. No final apenas disse:

— Não, tudo bem. — pegou o envelope que havia deixado de lado e entregou nas mãos da garota. — Já está mais calma? Vamos acabar com isso de uma vez.

Assentiu com a cabeça, quanto mais demorasse pior as sensações da ansiedade iriam ficar.

— Mas, não vou abrir e ver os resultados. Você vai. — devolveu o item para o rosado e se afastou encolhendo as mãos. — Não tenho forças pra isso, abra e me diga. Por favor. — a garota praticamente implorava.

Lucy observou o amigo suspirar, logo em seguida concordando em fazer o que lhe foi pedido. Natsu abriu lentamente o envelope, puxando de dentro alguns papeis. Ficou alguns bons minutos lendo e analisando minuciosamente o que continha nestes. Fazendo a loira ficar mais aflita a cada segundo que passava.

De repente o garoto joga os papeis na mesa, apoia os cotovelos nos joelhos e a cabeça em suas mãos, agarrando o cabelo. Lucy não teve tempo nem de esboçar uma reação por achar que era uma reação de desespero por parte do amigo, pois rapidamente Natsu se recompôs e pegou os papeis.

— Olha aqui. — apontava para as colunas de palavras, com um alivio estampado em seu rosto.

Negativo.

— Fala sério. — a loira se pronunciou se pondo a chorar. — Não acredito nisso.

— Oe, por que você esta triste? Deu negativo sua maluca. — colocou uma de suas mãos nas costas da garota, fazendo carinho.

Assim que recuperou o folego a garota se pronunciou.

— Eu gastei grana nesses exames. Estou feliz por não estar doente, mas o dinheiro que paguei passou de quatro dígitos. Estou triste e feliz. — respondeu esfregando os olhos, limpando as lagrimas. — Mas mais feliz do que triste.

— Mas eu ainda não terminei, mocinha. — o rosado tinha um sorriso maléfico nos lábios. — Então você não anda se alimentando bem. — afirmou tornando a olhar os papeis.

— Como sabe? Esses últimos meses eu ando bastante ocupada. — respondeu com a mão no queixo, olhando pensativa para um ponto qualquer da sala.

— É o que diz aqui. — apontou para o papel. — Olha aqui, tavendo esses números? São seus glóbulos vermelhos e hemoglobinas, os níveis está abaixo que o normal, não muito, mas está. — deu uma risadinha não muito gentil. — A partir de agora você vai vir aqui em casa todos os dias. Eu vou vigiar você, você vai comer direitinho a partir de hoje.

A garota só pôde engolir seco diante das palavras do rosado. Sabia que se Natsu falasse algo, Natsu faria esse algo. “Adeus, coxinhas e Coca-Cola", se lamentou choramingando.

* * *

— Coma tudo viu, princesinha. — recebeu tapinhas na cabeça, como se tivesse cinco anos, enquanto um grande prato de comida era posto em sua frente. Tinha muito verde nesse prato para seu gosto.

Não iria reclamar pois sabia que Natsu estava certo, porém tratar ela assim era demais.

— Natsu, eu não sou mais criança. — estava emburrada, iria ser obrigada a comer vegetais.

— Ah então não aja como uma. — respondeu de forma seca. — Poxa Luce, ficar doente por não se alimentar bem? É sério isso? Como quer que eu não te trate assim, até uma criança deve ser mais responsável. — repreendeu.

Era nítido que o amigo estava irritado, então resolveu não retrucar. Sabia que estava errada no final das contas.

— Escuta, faz um esforço para comer razoavelmente bem pelo menos. Eu sei que você não gosta, mas é para um bem maior. — o garoto falava com um tom de voz aveludado. — Eu já fico louco por você quando está bem, imagina com você doente, Luce.

Tarde demais.

Quando o rosado percebeu o que disse se calou imediatamente. Lucy ao notar as palavras do garoto também corou.

— É... Eu quero... Q-quer dizer... — limpou a garganta. — Vou ir tomar um banho... frio.

Saiu da cozinha rapidamente, deixando uma loira pensativa para trás, com o coração disparado em seu peito e borboletas em seu estomago. Deixando retornar um sentimento que ela havia decidido a alguns dias enterrar.

“Será que a Levy realmente está certa e eu sou correspondida?”, pensou levando as mãos até a altura do coração, apertando a região sentindo este se acalmar.

* * *

— Então, quando vamos ir lá falar com ela, Erza?

— Não acha melhor darmos um tempo e esperar ela vir contar para nós? Ela deve ter um motivo para ocultar algo assim. — respondeu para a azulada. — Vai ver ela só quisesse ter certeza. — a ruiva realmente acreditava no que dizia.

Levy bufa, impaciente.

— Pode até ser, mas nós nos conhecemos desde pequenas. Contamos tudo uma para a outra, então porque ela não contaria isso. — resmungou. — Eu estou chateada, quando eu desconfiei que estava gravida ela foi a primeira pessoa a saber, Erza. Felizmente eu não estava, mas é questão foi que eu contei pra ela. — por um momento agradeceu mentalmente ao lembrar do quanto teve sorte em não ter ficado gravida de um ex-namorado.

— Certo, vamos esperar até a hora do almoço, está bom? Vamos fazer perguntas discretas aos dois. — a ruiva montava em sua cabeça toda a cena. — Nós todos estamos curiosos para saber o que está acontecendo com aqueles dois, principalmente os meninos, apesar de não demonstrarem.

As duas olharam para trás vendo Gajeel e Gray conversarem, estavam no intervalo de quinze minutos para o café. Os dois ficavam a todo momento observando tanto Natsu, que estava sentando em uma mesa bebericando um pequeno copo de plástico que continha café, e tanto Lucy, que estava comendo um misto quente que havia preparado de manhã, enquanto conversava com a uma colega.

Depois desse pequeno intervalo passar, todos voltaram aos seus setores e continuaram a fazer suas tarefas. Mas o grupo sempre dava um jeito para observar o rosado e a loira, analisando para ver se davam indicio de algo.

Chegada a tão esperada hora do almoço, foram os primeiros a chegar e já combinavam de coloca-los contra a parede. Assim que Natsu e Lucy chegaram aonde estavam, já com seus almoços em mãos, estranharam o silencio que fazia naquela mesa.

— Que estranho. — a loira foi a primeira a se pronunciar enquanto se sentava. — O que aconteceu? Vocês são os mais barulhentos, estarem em silencio é algo a se preocupar. — riu com o que disse.

Todos ficaram em silencio.

— Oe, tudo bem com vocês? — o rosado que perguntou, preocupado que tivesse acontecido algo.

— Então... Lucy, Natsu... — Levy pronunciou os nomes de maneira feroz. — De quanto tempo você estaá, Lucy? Não pense que não sabemos. — foi direta.

— Eh?

— Isso mesmo, foguinho. Nós já sabemos de tudo. Então desembuchem. — desta vez foi Gray que disparou as palavras.

O rosado e a loira se entreolharam, pensando a mesma coisa. “Como ficaram sabendo da doença?”

— Olha gente, eu queria contar para todos, mas não queria alarmar por causa de algo que eu não tinha certeza. Mas felizmente está tudo resolvido, até iria contar para vocês hoje, sei que ficaram preocupados por meu comportamento estranho. — explicou Lucy.

— Então quer dizer que você não está... Sabe, né. — Gajeel tentou perguntar, mas não achando as palavras corretas.

— Não, não está. — o rosado respondeu.

Por um momento todos ficaram em silêncio, até este ser quebrado por Erza.

— Ah, eu pensei que finalmente eu ia ter um sobrinho. Mas fico feliz por vocês estarem juntos.

— É o que? — perguntaram não entendendo absolutamente nada.

— Você estava desconfiando que estava gravida do Natsu, certo? Fico feliz que tenham se acertado, estava demorando tempo demais já. — explicou.

— Não... O que? — a loira já não entendia mais nada e ainda estava com o rosto muito corado.

Natsu suspirou e colocou o rosto em suas mãos, já imaginando mais ou menos o que estava acontecendo ali.

— Acho que vocês estão confundindo um pouco as coisas...

O garoto começou a explicar tudo desde o começo, sobre o jantar quando descobriu o motivo de Lucy faltar, o motivo pelo qual estavam estranhos e que não estavam juntos da maneira que eles pesavam.

— Então... Nada de bebê? — Gajeel perguntou só para ter certeza.

— Nada de bebê.

— Droga, já estávamos preparando as zoações para fazer com você. — Gray lamentou junto com Gajeel.

— Lucy, mas você deveria ter contado para nós, somos suas amigas. — Erza a repreendia.

— Desculpa. Nem meu pai sabia, Natsu só descobriu porque me perguntou em um dia que eu estava meio que abalada, sabe?

— Tudo bem, entendemos você. — Levy a relaxou. — Mas não esconda mais nada de nós, somos todos amigos aqui. Sempre vamos apoiar uns aos outros. — disse ganhando a confirmação de todos.

— Obrigada, de verdade. Amo vocês, seus idiotas. — a loira declarou com os olhos marejados. — Você principalmente, Natsu. Obrigada por estar ao meu lado. — abraçou o garoto de lado.

— Ah... Eu disse que sempre vou estar aqui por você. — respondeu de forma rápida e baixa, com o rosto corado.

— Natsu está tentando competir com seu cabelo Erza. — Gray tirou sarro.

— Escuta aqui, picolé...

O clima voltou ao normal, se tornando novamente barulhento como sempre foi. Os meninos brigando, Erza os separando e Lucy e Levy discutindo sobre algum livro que foi lançado. Assim que o horário de almoço terminou, todos voltaram aos seus setores e o resto do expediente correu normal.

— Vamos, Lucy. Estamos só te esperando pra irmos. — foi apressada por Erza. — Se quisermos conseguir uma mesa boa no Beb’s temos que chegar mais cedo.

Haviam combinado de ir lá lanchonete comer besteiras para colocar o papo em dia, segundo Erza todos estavam um pouco distante.

— Já estou pronta, vamos indo. — se pôs a andar ao lado da amiga em direção aos outros que estavam em frente ao elevador.

— Demoraram em... Vamos lá. — reclamou Levy.

— Lucy. — a loira ouviu alguém atrás de si a chamar. — Posso ter uma palavrinha com você por um minuto?

Se virou vendo que quem a chamara era a coordenadora de seu setor. Acenou positivamente e a seguiu até a sala dela.

— Eu queria te falar mais cedo, mas acabei me esquecendo. — começou. — Tem algo importante que o chefe quer falar com você, como eu esqueci de te dizer e amanhã eu não vou estar aqui, será que você pode passar na sala dele amanhã?

— Ah... Sim. — respondeu meio incerta. — Eu fiz alguma coisa?

— Não querida, não é algo ruim. Amanhã você irá saber. — explicou. — Bom, era apenas isso.

— Está bom, Tchau Ul. Até depois de amanhã então. — se despediu da supervisora.

— Até Lucy.

Saiu da sala, vendo que seus amigos já haviam descido sem ela. Entrou no elevador pensando em o que o chefe iria querer com ela. Assim que a porta do elevador se abriu, deu de cara com vários pares de olhos curiosos.

— Então, o que ela queria com você? — Erza se pronunciou curiosa.

— Ela disse que o Chefe quer conversar comigo amanhã e que eu devo passar na sala dele.

— Estranho... Fez alguma coisa e vai ser demitida? — Dessa vez Gajeel que perguntou. — Eu nunca vi esse cara, só conheço pelo nome. — comentou, logo recendendo a confirmação de todos.

— Acho que não, mas estou receosa por isso, nunca vi ele. — respondeu. — Amanhã eu digo para vocês assim que sair de lá ok? — garantiu. — Agora vamos que eu tô’ morrendo de fome.

E assim seguiu até o carro do rosado, pensando no mesmo que todos, em que iria acontecer amanhã que o chefe iria aparecer.

* * *

— Bom tarde, Hanna. — cumprimentou a secretaria. — Me chamo Lucy Heartfilia, sou do setor fiscal. Fui chamada para uma reunião com o Senhor Eucliffe. Poderia anunciar minha chegada?

— Bom dia. Só um momento. — ligou para o ramal do presidente.

Enquanto esperava Hanna lhe avisar que poderia entrar, a loira observou suas roupas e passou as mãos em alguns lugares para tirar o amassado. Teria que estar o mais apresentável possível, seja qual for o assunto que forem conversar.

— Senhorita Lucy? — parou o que estava fazendo e olhou para a moça. — Ele já está a sua espera.

Agradeceu e se pôs a andar. Parou em frente a porta que continha a placa com os dizeres Weisslogia Eucliffe. Bateu duas vezes logo ouvindo um abafado pedido para entrar. Já dentro da sala olhou para a pessoa em sua frente em dúvida. Para dizer a verdade, em tanto tempo que estava na empresa, quase ninguém conhecia pessoalmente o presidente, ele raramente aparecia na empresa. Era apenas conhecido pelo nome, porém tinha certeza que Weisslogia era um velho. Mas na sua frente havia um homem com a idade na casa dos vinte e cinco.

— Hm... Senhor Weisslogia? — perguntou em dúvida.

— Uau! Você é a Lucy? — o rapaz se levantou, estendendo a mão para a garota. — Prazer, sou Sting Eucliffe. Filho do Weisslogia.

— Prazer. — respondeu correspondendo o aperto de mãos.

— Sente-se, por favor. — pediu se aconchegando na cadeira do pai, sendo imitado pela loira. — Não são notícias ruins, já devo avisar. — percebeu que a garota fazia uma cara bastante aflita, resolveu brincar o pouco para quebrar um pouco a tensão, deu uma pequena risada ao perceber que obteve êxito.

— Me sinto um pouco melhor em saber disto. — riu junto com o rapaz.

— Então, por um tempo indeterminado eu estarei cuidando dos assuntos da empresa no lugar do meu pai. Ele estava a anos sem tirar férias e depois de muito tempo eu e minha mãe o convencemos a fazer isto. — explicou. — Ele me deixou uma lista enorme de tarefas a fazer.

A loira apenas ouvia tudo atentamente.

— Embora meu pai não venha muito na empresa, ele sempre está acompanhando todos os funcionários. — dizia olhando fixamente nos olhos da garota. — Nós recebemos bastante elogios do seu trabalho, sabia?

Lucy corou um pouco, negando com a cabeça.

— Sou apenas do setor fiscal, não vejo como posso ter me destacado.

— Mas se destacou. — respondeu o outro. — Recebemos bastantes feedbacks de nossos clientes, inúmeros elogiavam uma senhorita chamada Lucy, por ajudar a resolver problemas que haviam na parte contábil das suas empresas e as pendencias que haviam com o governo. — tomou um folego para tornar a explicar. — Problemas que, segundo estes, várias contabilidades não conseguiram auxiliar perfeitamente.

— Não tinha conhecimento destes elogios. — esfregou as mãos em seus joelhos, encabulada. — Apenas faço meu trabalho.

— Faz perfeitamente bem. — elogiu com sinceridade. — E é por isto que você é a nova supervisora dos setores fiscal e financeiro.

— Perdão...?

— A senhora Ul, que ocupa o cargo está prestes a se aposentar. O cargo vai estar livre e meu pai já havia escolhido você para essa promoção.

— Nossa, isso é tão repentino.

— Apesar de o trabalho aumentar consideravelmente, o salário e os benefícios acompanham esse crescimento. É uma oportunidade muito boa.

Ficaram escutando e discutindo as dúvidas da garota sobre o cargo. Colocando tudo na balança, Lucy logo deu a resposta.

— Tudo bem, eu aceito.

Notas finais
Eu amo o Sting e vou protegê-lo. Agora vocês sabem que a Lucy gosta do Natsu também, porém esconde a 7 chaves. Dois idiotas, não é mesmo? O que acham que vai acontecer agora que o Sting esta na empresa? Será que Natsu e Lucy vão deixar de ser tapados? Qual vai ser a reação de todos ao saberem que Lucy foi promovida? Terça, no próximo capitulo. Comentem o que acharam ♥ Obrigada por lerem ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.