Cupido Também Se Apaixona
16 Quase Irmãos....Quase
Notas iniciais
– Olha aqui seu mamute encalhado, primeiro a sua Vacatinna rouba você de mim, depois rouba meu namorado, e meu encontro, então não me provoca por que hoje eu não to podendo! – eu explodo e continuo andando. Ele me segura.
– Eu ouvi bem? Roubar você de mim? – ele sorri — Se eu não me engano, você mesma me afastou de você! Skylla – ele diz suave e eu aperto o saco dele.
– Sim! Sai! E se quiser ir comigo até a nossa, digo, minha casa, vai do outro lado da calçada e eu aqui, um metro de distancia. – Eu disse e ele riu e revirou os olhos. Eu ficava muito sensível quando ele me tocava, e eu pretendia não me sentir assim novamente. Estava escurecendo e eu estava com frio. Coloquei os óculos dentro da bolsa e peguei um chiclete sabor menta e comecei a mascar e cruzei os braços por causa do frio.
– Ei, quer meu casaco? – ele me ofereceu seu terno, não era um casaco era um terno! Imagina como deve estar impregnado do seu perfume! Sky você odeia esse cara. Pare.
– Não.
– Pare de ser marrenta e pegue – ele se aproxima e coloca seu terno sobre meus ombros voltando rapidamente para o outro lado da calçada. E era verdade. O cheiro dele estava ali. Ele cheirava a verão e a sorvete de creme.
– Como você é mundialmente famoso e não está rodeado de fãs?
– Bom, pare e observe, ao seu redor. – ele me disse eu parei. Olhei e vi adolescentes, e meninas na faixa dos 8 aos 24 anos observando Ben passar, derretidas com sua beleza. Vi também bem disfarçados quatro seguranças atrás e dois a nossa frente, mais muito bem camuflado quase não se nota. Ele sabendo que eu já havia percebido tudo disse:
– Bom, quando cheguei aqui fiz um comunicado ao prefeito, disse que queria me sentir em casa sem pessoas me pedindo autógrafos e fotos, e disse que era planejamento de um filme, e eu disse que depois que tudo acabasse eu daria uma doação em dinheiro para o orfanato. As pessoas se comoveram e tentaram se controlar. Acho que ainda não se acostumaram com minha presença. Mas se acostumam. – ele termina e voltamos a andar. Em silencio. Passamos por uma praça e eu observei um casal sentado em um banco agarradinhos, e ele enchendo seu pescoço de beijos. E ela sorria. Eu queria me sentir assim. Lou é perfeito. A defeituosa sou eu! Já estava bem escuro, e eu imaginava sobre o que a vaca e o Lou estavam conversando. Ben me observa. Do nada. Black out. tudo escuro. Corri e Ben me abraçou. Meu coração pulsava, eu ainda tinha pesadelos com o escuro por causa daquele bendito assalto. Ele entrelaçou seus dedos no meu e sussurrou palavras de conforto pra mim. Senti os músculos do seu peito ficarem firmes, como se estivesse alerta. A luz volta. E eu suspiro em alivio. E arregalo os olhos vendo que Ben ainda me abraçava. Me desprendi.
– Ai meu Deus, me desculpe Ed, invadi seu espaço, eu deveria ter perguntado, mais eu fiquei com medo e não me contive- -eu disse dando quinhentas explicações pra ele. Ele pegou meus dedos e beijou.
– Ta tudo bem. – Sorri deprimida – foi o melhor abraço do mundo – olhei para meus pés. – E você tem cheiro de menta – ele disse e eu corei.
Fomos em silencio. Cheguei em casa era quase nove da noite, e eu tomei um banho, vesti um pijama, uma calça de moletom e uma blusa de flanela com pluminhas. Peguei minha colcha e entrei dentro do piano. Adormeci. Ouvi alguém chamando meu nome. Me chamava repetidamente, e enfim me encontrou e sorriu.
– Arrá! Te achei danadinha – Ben sorriu – Está deprimida?
– Não – eu menti
– Trouxe seu jantar. Vem.
– Eu to sem fome.
– Ta irritada comigo? Por causa do secador? Olha Sky, eu compro outro, igualzinho, te prometo – ele começa a justificar.
– Ed, relaxa ta tudo bem eu só quero dormir.
– To enchendo?
– Muito. – ele ri
– Ta preocupada com a Valle roubar o Louis de você? – ele me pergunta apreensivo e antes que eu pudesse responder ele continua – Eu te prometo que ele não vai te deixar! A Valle é minha, e eu não vou permitir. – Sorri fracamente. – Agora vou deixar você dormir. Boa noite – e ele saiu deixando uma frestinha no piano para que eu pudesse respirar. Não respondi. Depois que ele saiu me acabei de chorar.
Acordo tirando o cabelo da minha cara e saio do piano. Tava muito quente e algum dia eu vou acabar arrebentando as cordas. Dei um sorriso fraco. Olhei para a cama e não encontrei Ben, olhei para o chão e também não o encontrei. Sai na varanda do meu quarto e vi ele deitado na grama com sua colcha azul. Peguei a minha e desci rapidamente. Abri a porta da cozinha e vi ele de olhos fechados. Parecia um anjo. Me sentei no chão e comecei a passar a mão em seus cabelos. Ele abriu os olhos e sorriu.
– Esta melhor? – Levo um susto e paro de acariciar seu cabelo.
– Sim – eu olho para a grama.
– Ouvi você chorar. – ele olha pra mim e eu fito seus olhos. Ele passa a mão em meu rosto.
– Nossa essa grama nem pinica né? – eu desconverso
– Mesmo que você minta, eu consigo ver seus olhos marejados, e a marca das lagrimas no seu rosto. – ele senta. – porque tava chorando Sky?
– Por ... nada não, não se preocupe – pego em sua mão e beijo seus dedos, e solto ela lentamente.
Ele me puxa e deitamos na grama, separados por um fio de espaço. Adormecemos. Acordei deitada na minha cama, com o meu café nos pés. Me sentei e vi Ben terminando de se arrumar. Estava de terno e gravata, lindo, me olhou e sorriu.
– Eu não me lembro de ter dormido na cama – e digo rabugenta.
– Eu trouxe você. Agora come. Ontem você não tomou café, e tenho certeza que no café você comeu um daqueles bolinhos saborosos e nada saudáveis. Depois não jantou. Agora trate de se hidratar. Tem água de coco, suco de mamão, e vitamina de abacate com granola. E bolacha integral.
– Onde vai?
– Sky, é pra comer. Também tem daquele iogurte de frutas vermelhas que você adora.
– Como sabe disso?
– Eu também adoro esse, e vi você comendo o meu escondido. – ele estreita os olhos e depois ri – Coma.
– Sim, onde vai?
– Tenho reunião com meu empresário, e depois tenho que comprar um colar pra Valle. Essa mulher é cara ein – ele diz e eu rio fracamente.
– Se você ama ela, não há dinheiro que impeça.
– É se eu amasse.
– Não ama?
– Nem eu mesmo sei – ele se aproxima me dando um beijo na bochecha e saindo. O quarto ainda tem seu cheiro. Comi só o iogurte e liguei pra Louis vir aqui em casa. Me vesti e fiz um coque no cabelo. Desci e perguntei sobre a conversa que teve com a Vaca, mais ele disse que só falou o que os pais dela queria que ela soubesse. Fiz as pazes com ele, e marcamos de hoje a noite irmos a um parque de diversões. Fiquei super animada. O dia foi longo sem Ben, fui pro café e Cat e Jen apareceram lá, animadas dizendo que Ben ia dar um show na cidade e também ia abrir inscrições para alguém cantar com ele no show. Sorri, eu estava com saudade delas, Catalina era a mais chatinha mais Jen era quem amenizava as coisas. Fui pra casa me arrumar. Vesti uma calça jeans clara, tênis branco e um suéter gola alta, de lã, fiz cachos no cabelo e vi um secador em cima da penteadeira, com um lacinho azul no cabo. Uma mensagem.
Como o prometido,aqui está seu secador,
Beijos, Ed.
Sorri sem pensar. Guardei meu secador, peguei minha bolsa e sai, Louis me esperava. Escutei ele conversando com meu pai.
– Você não sente ciúme do Ed?
– Ed? Ah o Ben? – Louis tosse. – Sim muito ciúme.
– Você não acha que poderia ter alguma interferência na relação de vocês? A Skylla gosta muito dele, e eles tem uma grande... anh... afeição.
– Afeição?
– O que quero dizer é que eles se gostam. Quase como irmãos – sorri com a comparação.
– Irmãos certo – Louis concorda.
– Lembre-se que eu disse quase, porque irmãos não namoram, se é que você me entende. – Corei, papai deu um tapinha nas costas de Louis e eu desci.
– Oi – eu disse animada – Vamos Lou?
– Ah, sim, vamos – Louis saiu e eu percebi que meu pai tinha mexido com a cabeça dele. Otimo, assim fico sem namorado.Melhor ficar sem ninguém do que ficar com alguém que não ama. Ah cale a boca conci,. Conci? Sim conci, consciência. Rindo no meu cérebro. Fomos em silencio até o parque e estacionamos. Eu tentava puxar assunto com ele mais ele respondia vagamente. Até que eu desisti.
Descemos e ele segura a minha mão com força como se quisesse me esmagar. Fomos na roda gigante, montanha-russa, tapete, barca e até no carrinho de bate-bate, mais não foi nem um pouco divertido. Louis não me beijou nenhuma vez. O encontro foi tão chato que quando deu oito horas estávamos de volta e eu queria saber o que incomodava Louis, mais eu já sabia a resposta. Ben. Entramos e pela primeira vez chamei ele pra subir. Ele entrou no meu quarto e logo percebeu coisas masculinas.
– Ben dorme aqui... com você?
– Não exatamente. Ele dorme no chão – eu disse e ele continuou tenso, sentou na minha cama e segurou minha mão.
– Skylla, qual é exatamente sua relação com o Ben Danniel? – ele me pergunta olhando nos meus olhos
– Que relação?! – eu disse com vergonha – temos um contrato.
– Skylla, preste atenção. Ben pode parecer fofo e tudo mais é por isso que te trata dessa maneira. Acha que quando ele encontrar uma compositora, melhor, ele não irá trocar você?
– Claro que não. Ben me ... adora – eu digo com a voz já embargada. Não queria considerar essa possibilidade, de repente comecei a imaginar um monte de “e se”. E se Ben encontrasse alguém melhor? O que aconteceria comigo? E se ele me desprezasse? E se esse jeito fofo dele era só pra conseguir minhas musicas? E se?
– Ele não gosta de você. Acredite. Sou eu quem gosta de você.
– Não – eu digo baixinho e ele me abraça.
– Que feio Hemswortthy, falando mal de mim pelas costas. – Congelei. – Saia de perto da minha garota seu estúpido filho da puta!- Ed fica nervoso.
– Ed não fala palavrão!
– Sky não se mete nisso – Louis intervem.
– Gente pelo o amor de Deus! – toquei no braço de Ed, mais ele parecia mais focado do que nunca. Ele socou a cara de Louis e eu me coloquei na frente de Louis para defende-lo.
– Vai ter volta – Louis diz me beijando agressivamente e indo embora.
– Já vai tarde. – ele diz. Eu me sento na cama e coloco a cabeça entre as mãos. Ben senta ao meu lado.
– Eu soube do show.
– Você não acreditou no que ele disse né Sky?
– Não sei. – Observei ele com um colar com a letra “V”. Valentinna. Sai e me troquei e adormeci rapidamente. Acordei e me arrumei pra ir a escola. Vesti uma calça caqui e uma blusa de manga comprida cor champanhe e um gorro de panda. Passei um perfume e calcei uma sapatilha preta. Peguei a bolsa com o uniforme e encontrei uma maçã e o meu iogurte perto da cama. E ele entrou. De camisa de botões cor salmão, e calça jeans preta, e óculos escuros. Fiquei nervosa e com raiva. E se Louis estivesse certo?
– Bom dia – ele disse e me abraçou forte.
– Bom dia – disse relaxando sobre seu abraço. Eu apertei e me desgrudei.
– Precisamos conversar – ele disse
– No caminho, estamos atrasados. – Agarrei sua mão e saímos correndo. Despedi de meus pais e entramos no carro. Dirigi dessa vez e ele ficou centrado nuns papeis..
– O show será semana que vem, no sábado. Essa semana procuraremos alguém para cantar comigo.
– Tudo bem.
– Eu tava pensando que esse alguém podia ser você – ele diz e eu sorrio
– Ah não sei, e se você encontrar alguém melhor? – falei sem pensar e me arrependi.
– Ah – ele pareceu desapontado – se não quiser...
– Ben eu quero mais fico pensando se você não quer conhecer outros talentos só isso. – Obrigada Louis, conseguiu fazer minha cabeça! Devo agradecer Universo?
– Ah você está com medo isso sim.
– EU com medo? Querido nunca!
– Aham, pois agora se quiser terá que se inscrever, e me impressionar – ele diz e eu fico com raiva
– Nojento.
– Também te amo – ele diz com sarcasmo — Tenho gravação no Canadá, e preciso que você vá comigo.
– COMO ASSIM CANADÁ? – digo surpresa
– Sim, é o trailer do filme que eu te falei, e terei que interpretar um adolescente normal. E você terá que ir adaptada. Irei aproveitar e te levar na minha gravadora, e te apresentar para o presidente da empresa, e ai lá você mostra suas composições. Leve umas 3 suas melhores composições e eu sei que ele te amará. Sucesso com certeza – ele diz e vê minha cara de espanto
– Edward! É muita coisa!
– O que? Acha que eu ainda não to pronto?
– Não – eu disse estacionando – Eu não to boa ainda.
– Calma, essa semana iremos fazer um treinamento geral. To aqui com você – Ele pega a minha mão me fazendo acalmar.
– Hey piranha larga meu namorado – A Valle bate no vidro. Contei até 10 em híndi porque demora mais. Descemos do carro.
– Valentinna quero deixar bem claro que quando se referir a Skylla quero respeito ouviu?
– Ed não precisa.
– Sim, precisa – Sai dando um risinho pra Vacatinha. Entrei e vi Del e Phil e eles sorriram pra mim e entramos juntos. O clima com Delante estava tenso no inicio mais logo ele se animou. Eu estava seguindo para a sala de Jazz e ele foi comigo dizendo que iria assistir a aula. Parei na porta e vi um cartaz colado, que quem quisesse cantar com o Ben Danniel teria que se inscrever e passar por um teste.
– Uai Sky, achei que você iria cantar com ele.
– Eu ia – eu disse irritada porque ele fez mesmo o que disse. – mas eu disse que ele devia dar oportunidade a outros talentos. – Delante sorriu
– Mais eu acho que você devia se inscrever – ele disse
– Porque?
– Olhe – ele me aponta e vi Valentinna se inscrevendo. Fiquei possessa de raiva.
– O que? – eu disse e Delante me segurou.
– Calma. A aula já vai começar, depois você se inscreve. – ele disse e eu sorri contrariada. Me sentei no piano. Bom na verdade esse piano não é um piano de verdade quem nem o meu, porque as teclas são de plástico e me dá gastura tocar e ouvir o plástico batendo, na sala de musica também. Por isso quero doar o meu para a escola quando eu comprar um novo.
As alunas começaram com a dança e eu tocando Jazz, e hoje elas estavam melhor, vi varias vezes a Vacatinna pisar no pé de Mélie de propósito e ela fingir uma desculpa, essa menina ta provocando. Ben chega e todas correm para abraça-lo, e eu reviro os olhos.
– Meninas, calma – ele diz sorrindo, ele não consegue ser grosso com ninguém. – Bom, acho que já olharam os cartazes certo? – ele me encara e dá uma piscadinha. Todas me observam. Coro – Então, no sábado irei escolher quem irá cantar comigo, e ai na semana seguinte iremos ensaiar e escolher a canção. Alguma duvida? – Todas sorriem e eu lanço um olhar mortal para ele. – Tragam o piano – ele anuncia e entra um piano lindo, preto e pratico, com teclas de madeira, eu poderia sentir o cheiro do marfim e minhas mãos tremulas ansiando querer tocar. – Sky, é pra você se sentir melhor tocando, já percebi o barulho do plástico. – ele sorri, as meninas me olham, Valle me fuzila, Mélie sorri maliciosamente, coro. Ando até ele tímida e sussurro:
– Edward! Porque fez isso?! – eu pergunto e ele sorri
– Esse piano tem um som excelente e ficaria melhor no show. – ele diz me ignorando e nem olhando pra mim.
– Dá pra olhar pra mim ou ta com vergonha?
– Não tenho vergonha de você Skylla – ele diz e eu semicerro os olhos.
– Qual é o problema?
– Valle não gosta de você – ele diz e eu caio na risada, mais eu choro de rir, e ele não entende.
– Ai como eu to preocupada! – eu continuo rindo e ele não resiste e ri também. – Quem é Ed? – eu lembro e ele começamos a rir
– Para com isso – ele continua a rir
– Ah vai é engraçado – eu digo e ele me dá um soquinho de leve. Volto e me sento no piano, olho para as cadeiras no fim da sala e vi Delante sorrir. Ai o que vou fazer com ele? As meninas se posicionam no palco e elas dançam e é muito estranho, Valentinna é espaçosa e caça muita confusão. Ben se aproxima de mim.
– É impressão minha ou ela é... – ele diz
– Sim ela é barraqueira, é essa a palavra – Eu continuo tocando. Meu celular toca e saio rapidamente para atender, mais é tarde a ligação caiu.
– Ei, Sky não pode atender o celular no ensaio fofa – Ben diz todo irritante
– Porque não?
– Porque eu não deixo. – Ele diz tomando o celular da minha mão. O telefone toca novamente e ele atende, eu não sabia quem era porque ele não deu tempo de ver no identificador de chamadas. –LOUIS! – ele solta uma gargalhada – Nossa amigo, que conhecidencia, olha a Sky não pode atender agora, porque ela ta treinando, e porque não é conveniente né – ele diz sarcástico – Bom a conversa ta boa mais tenho que desligar. Beijo e me liga fofo – ele diz rindo. Nossa isso vai sobrar pra mim
– EDWARD! – eu digo e o sino bate as meninas saem apresada, e ouço uma risada da Amélie chamando Delante porque ela sabia que nossa discussão ia demorar, depois que todos saíram comecei a bater nele compulsivamente – SEU, seu... Louis vai me matar Edward!
– Calma ele não vai fazer nada – ele diz me agarrando e me carregando nos ombros dele, — Vamos quero comer.
– ME SOLTA! – eu berro e ele ri
– Você as vezes é irritante sabia? – ele comenta
– Eu nada, você que é. – Pigarreio — Ed eu vou me inscrever... – eu nem precisei terminar e ele me coloca no chão
– Serio? – ele sorri exibindo as covinhas.
– Arrã – eu respondo
– Vai ganhar.
– Valentinna se inscreveu. Ela vai ganhar. – eu digo e ele coloca as mãos na cabeça.
– Ai meu Deus! E agora? O que eu faço? – ele se desespera
– Se vira, garanhão! Não queria piranha, agora faça um caldo de peixe – eu digo rindo e ele fica serio – Ai coisa linda da mamãe! – eu aperto as bochechas dele e saio rindo.
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