Cupido Também Se Apaixona
41 Encontros
Notas iniciais
Gente, eu sei podem me matar me suicidar me assassinar tá não fez sentido mas é que as coisas estão tao dificeis pra mim, meu boy terminou comigo e eu meio que entrei em depressão, eu sei q é chato ficar tristinha por causa de homem mas tá sendo mt dificil assimilar muito ainda mais vendo ele todo dia. Eu espero compreensão gente, eu to tentando seguir, continuar com a vida e é por isso que to voltando a postar. AMO VOCÊS!
Boa leitura e matem a saudade do nosso casal 2.0
– Meu Deus Edward isso é tão desnecessário. Por que a gente não acaba logo com isso?!
– Por que eu quero ir devagar! – Se você quer ir devagar monta logo numa lesma. Você é tão abestado! – Negativo moça. – Tudo bem, você quem sabe. Mas vou sair com o cara mais esnobe dessa escola! — Explodi e saí pisando duro. O Ed é totalmente sem noção. Talvez ele tivesse me esquecido, e se interessado pela Catachata. Avistei Desmond o cara mais popular, mulherengo e ridículo dessa escola. Ele sorriu mostrando seu clareamento dentário de dentista barato. Chegou perto de mim e ele cheirava a desinfetante de carro aroma lavanda. Engoli em seco. – E aí Skylazinha — Ele disse com aquela voz de psicopata / estranho / gay/ metido. Sorri totalmente falsiane.– Oi. Está afim de sair comigo? — Disse na lata. Sair com esse cara ia ser uma tortura. Mas era a ideia de girico do Ed. – Mas é claro! Hoje à noite pode ser? Seu motorista te deixa na marmitaria da Crauzodete. – Hum... Marmitaria? — Eu disse. MARMITARIA? – Sim... por que? – Nada não, ahn e por que meu motorista?– Por que meu carro está sem gasolina já faz três meses e eu não tô afim de carregar ninguém na minha bicicleta. Não quero nem me carregar direito e você tem cara de ser pesadinha — Olhei para ele totalmente irritada. Se controla Sky para não voar nesse cabelo de salsicha mal lavada. Detalhe ele era ruivo. – Ah Sim... que horas? – As nove. – Mas tão tarde por que? – Por que eu durmo até as oito para poder ficar acordado a noite toda. Sabe como é — Ele me olhou com uma cara estranha que me deu vontade de vomitar. – Hey não vai rolar nada desse tipo de coisa entre a gente. A gente só vai comer. — Respondi. Ele sorriu. Argh ele era nojento. – Claro. Vamos só "comer" — Ele disse. Repugnei. Idiota. – Tá — Bufei. Sai apressada dali. Eu não entendo o que o Ed está tentando fazer. Nós estamos com essa putaria de lentidão. POR QUE SIMPLESMENTE NÃO FICAMOS JUNTOS? Sim, eu tenho um pouco de culpa por ser teimosa e tudo o mais. Teimosa, birrenta, encrenqueira, boba, idiota. Mas eu não tenho culpa! Pessoas apaixonadas cometem burradas eu sei! Mas nós aprendemos com nossos erros. Argh. Depois da escola fui para casa. Estressada, compus umas músicas sobre amor confuso, e liguei para Lisoannel. Tinha umas entrevistas na rádio e meus singles estavam vendendo como água. Que bom. Quando deu a hora marcada me vesti com uma saia preta rodada e uma blusa rosa, um colar de pérolas e fiz um rabo de cavalo e sapatilha preta. Ah tá bom, aquele escroto nem merece tudo isso. Sai de casa com meu motorista as nove e dez. Cheguei e sentei numa mesa e logo o garçom veio me atender. – Olá boa noite — Eu disse. Ele estava de cara fechada — Pode me servir uma água com limão? – Queridinha ta pensando que aqui é o que? Se quiser água, vai ter que tomar pura. — Ele disse. Olhei para ele assustada. — Ai meu Deus você é a Skylla Evergreen? – Aham. – Me desculpe! Se quiser eu faço um suco de limão e misturo com água e — Como uma pessoa famosa faz diferença. Credo. – Ah não Se incomode. — Eu disse e ele saiu pulando e gritando meu nome. Olhei no relógio e já estava dando nove e quarenta e nada daquele nojento. Se aquele escroto me der um bolo eu juro que não respondo por mim. Ai Ed. Liguei a filmadora do meu celular na câmera frontal. – Oi Ed. Marquei com aquele... – fiz uma pausa para respirar de raiva — às nove e agora são nove e quarenta e ele nada. Ah... Opa... Ele chegou. Espero que eu esteja bonita. Me deseje sorte... ah que sorte o que, odeio o Desmond. Você me paga. — Olhei para meu par. – Oi graça — Ele disse se sentando com um cheiro de tequila com gasolina. – Meu senhor Desmond! — Reclamei abanando — O que você bebeu? Querosene?! – Ah só para dar uma animada. – E o que é isso na sua camisa? BATOM?! — Disse indignada. – Relaxa graça, foi só para relaxar — Fechei os olhos para passar a raiva. Eu ia te dar um murro, só pra relaxar. – Meu nome é Skylla! – Relaxa graça. Você é uma graça. — Argh Vou vomitar. Quem nasceu pra ser Desmond nunca vai ser Edward. Aceita que dói menos. – Então — Pigarreei — O que vai querer? – Cebolas e refri de maçã — Deus eu posso sair correndo? – Hum, delicia. Quero só um bife. – Aqui não tem bife — O garçom chegou me assustando. – Ah então frango a passarinho. – Não temos passarinho, nem frango. – Ah então batata frita. Não tem batata?! — Perguntei assustada. Que porcaria de lugar é esse? – Sim temos. Já trago — Ele disse saindo. Fiquei olhando para minhas mãos. Ficamos em silencio até a comida chegar. O Desmond comia de uma maneira monstruosa que fiquei com nojo de comer a batata. Depois do não jantar pedi a conta. – Você vai pagar gatinha? – Ahn não. Você não tem dinheiro? – Não...- Ele disse e arrotou. QUE NOJO! – Seu porco! — Abanei o ar com cheiro de cebola. Meu senhor, como eu odeio cebola. — Argh que nojo. Eu não trouxe dinheiro.– Ah eu ponho na.... — Senti um cheiro de lixo podre com feijão. Ah não...
– Você soltou...? – Sim. Escapou...- Explodi. Dei um tapa na mesa e grudei na camisa dele. – Escuta aqui garotinho, você é tão ridículo seu porco, vai caçar sua turma e suma daqui e preste bem atenção no que vou te dizer — Respirei com uma raiva profunda — SUMA DA MINHA FRENTE E NUNCA MAIS APAREÇA. — Empurrei ele da cadeira e ele estava rindo de tão bêbado. Affe. Depois de me acalmar olhei para a câmera. ' Esse foi o melhor encontro que eu já tive ' Desliguei. Liguei para o Ed vir me buscar. Definitivamente eu não tenho sorte. Eu e o Ed assistimos os vídeos. O meu foi um desastre, mas o dele foi o que eu digo de encontro perfeito. Ele estava lindo e Catherine estava linda. Que recalque o meu. Depois de assistirmos olhamos um para o outro. — Você não teve muita sorte certo? — Ele disse calmo. – Não, você teve certo? – Não. O encontro foi legal. Catherine é linda, legal e muito divertida e inteligente — Abaixei os olhos. – Hum. Então você teve sorte. – Não. Por que não era você comigo. — Ele disse. Olhei para ele. Sorri com os olhos. — Me acompanha até a porta? Tenho que ir pra casa. — Ele disse. Me levantei e fui na frente. Descemos as escadas em silencio. Saímos e eu me sentei no banco e ele também. – Eu... Sinto falta de quando morava comigo — Eu disse. Ele sorriu mostrando as covinhas perfeitas.– Eu também... — Olhei para ele e reparei em Seu rosto. Era sereno e calmo. Ele me olhou. — Só disso que sente falta? – Não — Eu ri — Sinto falta de você por completo. — Eu disse. Segurei a camiseta dele com carinho — Por que estamos nos torturando? — Ele envolveu suas mãos com a minha e beijou minha testa.– Eu não Quero estragar tudo outra vez... — Sussurrou. – A culpa não foi sua... Eu fui insegura e idiota — Sussurrei de volta. Beijei sua bochecha, e segurei Seu rosto entre as mãos. Fiz um carinho na bochecha dele. Era bom ter ele assim por perto. – Espera mais um pouco querida — Ele sussurrou me beijando atras da orelha. Meu coração batia acelerado. Eu gostava dele. Estava perdidamente apaixonada. – Parece que você não está esperando — Eu disse passando a mão por seus cabelos. Ele desceu beijando por meu pescoço. – Só estou matando a saudade — Ele disse. – Eu estava morta de saudade — Sussurrei tensa. — Ed? — O chamei, ele beijou minha orelha. – Diga. – Eu te amo. — Eu sussurrei. – Eu amo mais — Ele sussurrou de volta. — Sky só mais um pouquinho. – Edward, eu sei que eu disse que não queria voltar, quando descobri que você era o Alberto. Mas desde que voltei do Canadá eu sempre quis você por perto. — Eu disse baixo. Ele me olhou nos olhos. Eu sabia que ele me amava. — Me perdoe por ser idiota e teimosa. Mas eu quero voltar com você — Eu sussurrei. Ele segurou meu rosto com as mãos. – Sky...- Ele alcançou meus lábios lentamente, e me beijou. Eu Tinha sentido tanta falta desse toque do Ed, da boca dele, e de como me beijava. Era só a gente ali no escurinho, e era a primeira vez que a gente se beijava sem aquele clima tenso do Alberto ou do Louis. Puxei ele para mais perto, e ele parou e acariciou minha bochecha. Pressionou seus lábios sobre os meus. E em seguida beijou meu queixo. – Espera mais um pouquinho amor — Ele disse. Olhei para meus pés e beijei a mão dele. Ele se levantou e caminhou em direção a casa dele e abriu a porta. Me olhou e passou a mão pela boca e deu um sorriso torto antes de desaparecer. Senti o frio me dominar. Isso que dar eu ser besta. No dia seguinte, me arrumei como de costume e fui a escola. Era sexta. Entrei peguei meu horário e fui para a sala. Amelie chegou e sentou do meu lado. Estávamos no fundo da sala. Ed em seguida chegou e sentou na frente, e ficou me olhando. Eu também o olhei. – Amiga, hoje vai ter um acampamento bem legal. Ta afim de ir? — Ela perguntou animada. – Hum... é acampamento? — Eu disse ainda olhando para o Ed. – Sim, todos nossos amigos vão inclusive o Ed. – O Ed? — Olhei para ela– Sim. Vamos vai ser divertido. — Ela disse. Concordei com a cabeça. – Legal. – Então, por que você e o Ed estão assim? – Nada não. — Respirei. Depois da escola fui pra casa e meus pais estavam almoçando. Joguei as coisas no chão. – Oi pai, Oi mãe! — Os cumprimentei e me sentei na mesa. – Boa tarde querida — Mamãe disse. — Está com fome? – Ah não. – E o Ed filha? — Papai perguntou. – Está bem... por que? – Por nada, só queria saber. — Ele sorriu. Ai como meu pai me entende. — Você está bem? – Aham... – Por que é tão orgulhosa querida? As vezes temos que dar uma analisada nas coisas boas da vida Sky. O tempo passa e não volta.
Notas finais
Comentem meus pandas fofos!
Beijos da Villu:*
Ouvindo - The Scientist - Cold Play
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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