Notas iniciais
Hello, it's me kkk Ooioioioioioie povo lindo do meu core! Hoje o capitulo tá bem hot e eu espero que gostem e eu quero avisar a vocês que postarei o next na vespera de natal eu sei eu sou foofa! Ah e eu estou chateada por quem nn está comentando. Izzy cade vc mule?! saudade dos meus leitores fofos que comentavam td capitulo... Ah e obrigada a quem comntou , Ana - essa fofa - Sweloo e a nossa fofa Pimentinha ou Jujuba 8-8 BOA LEITURAA!

– Quero te apresentar minha prima Courtney — Ele diz e eu me surpreendo.

– Muito... Prazer Courtney — Eu cumprimento ela. Ela me abraça.

– Sou muito fã! — Ela diz. Fiquei desajeitada. Sorri fraca.

– Seu pijama combina com seus olhos. — Ele diz. Corei — Mamãe esta chamando você lá em casa. Vou levar Clementina para o marido dela.

– Ela é casada?! — Oi? Ta louca? CASADA?!

– Sim, eu sou casada. Não tô muito bem, por isso priminho vai me levar de volta — Ela responde. Priminho. Ta legal. Acabei de vomitar meu pancreas.

– Bom, vou indo. Já vou a sua casa. — Eu digo saindo com a minha caixa. Entro em casa. Coloco a caixa na mesa. — Pai?! Eu já volto! — Eu berro saindo até a casa ao lado. Eu tinha julgado Alberto mal. E a Clementina também. Me senti envergonhada. Balancei a cabeça e toquei a campainha. Uma moça me atendeu e me disse para entrar. A casa deles era linda. Toda decorada em marrom, verde e azul escuro. Tinha peças caras e vintage muito interessantes. Parecia de porcelana. Tinha um lustre na sala de jantar. Uma lembrança me invadiu.

– Sinto tanta sua falta Ed — Sussurro.

– Skylla! — A mãe do Alberto aparece — Sente — se. — Ela se senta no sofá. Me sento ao lado dela e fiquei com vergonha do pijama.

– Me desculpe pelo pijama. Achei que me receberia lá fora...

– Se acalme.. Você esta otima. Chá? — Ela me oferece chá de semente de maracuja seco. Era estranho mais estava uma delicia.

– Muito obrigada — Eu disse.

– Então Skylla, te chamei aqui por que quero te agradecer...

– Me agradecer? Mas o que eu fiz dona Elisabeth? — Digo tomando um gole de chá.

– Sim. Por ter ajudado meu filho hoje cedo. Ele me mostrou a ferida e deu quatro pontos. O medico disse que se não fosse pelo curativo teria dado uma infeccão muito grave e daria seis pontos. Mas ele tomou um cicatrizante e a ferida esta com uma aparencia otima.. Muito obrigada! — Ela diz.

– Não precisa agradecer dona Elisabeth. Fiz o que quaquer um faria... — Digo olhando para minha xicara.

– Mesmo assim. Quero que aceite isso... — Ela me mostra. Ela uma.pulceira prata trançada e tinha a metade um coração de rubi vermelho.. Era linda.

– Dona Elisabeth! Não posso aceitar!

– Ah não aceito desfeita! — Ela diz.

– Mas...

– Mas nada! — Ela me entrega a pulceira e eu fecho sobre a palma da mão. Me senti mole. — É normal por causa do chá...

– Maracuja — Rimos. Me levantei sonolenta e caminhei até a porta. Tropecei.

– Opa! Precisa de ajuda? — Alberto aparece.

– Não que isso — Eu digo rindo molenga -Eu te ajudo — Ele diz passando a mão em minha cintura e eu me apoiei com a mão em seu pescoço. Me levou até a porta de casa.

– Obrigada.

– Por nada — Ele diz. Entrei. Subi. Olhei a minha joia e dormi.

Acordei lentamente, hoje era sábado e eu tinha que ir naquela merda de lava jato. Por que? Por que? Deus por que não me deixam dormir? Saco. Açucar estava deitada na minha cabeça fiz um carinho na barriga dela. Me sentei e abri meu closet. O que se usa para lavar carros? Escolhi uma saia florida rodadinha e uma blusa branca com as mangas que iam até o cotovelo. Oxford nude. Depois que tomei um banho, vesti minha roupa e fiz um rabo de cavalo e coloquei minha pulceira nova. Passei um creme da V.S e peguei uma bolsa com coisas necessárias. Barras de chocolate obvio. Sai do meu quarto e desci as escadas. Meus pais tomavam café. Peguei um todinho e me despedi deles. Abri a porta e alguém me esperava no jardim.

– Bom dia Sky! — Ele acenou.

– Bom dia Alberto — Eu digo descendo as escadinhas da minha porta.

– Eu estava esperando você. Quer ir comigo para o lava jato? — Ele pergunta animado. Ele estava vestido uma camiseta de malha manga comprida, calças claras com uma camisa xadrez amarrada na cintura dele. Essa roupa deixava os musculos dele muito aparentes. Gente que calor.

– Sim, pode ser. Esta melhor? Eu sei só se passaram dois dias do acidente mais nunca se sabe — Eu digo andando e ele me seguindo.

– Sim. Estou bem. — Ele anda lado a lado comigo. — Como você esta?

– Eu estou bem.

– Certeza? Estou perguntando como seu coração esta. — Ele me olha e eu continuo olhando pra frente.

– Nós vamos ir a pé? — Pergunto desconversando.

– Sim vamos a pé. Responde pra mim.

– Alberto como não pode ser timido comigo sendo que com sua paixão é timido? — Ele me olha novamente.

– Não sei. Eu tenho sim vergonha de você as vezes- Ele diz.

– Se eu te elogiar você fica com vergonha é isso?

– É. — Olho pra ele. Fico em silencio. Continuamos a andar.

– Eu... Não sei sabe. Meu coração ainda gosta dele mas tenta esquecer. — Viramos numa esquina. Estavamos chegando.

– O que é isso?

– É amor Alberto sabe? Quando duas pessoas que se gostam decidem ficar juntas e...

– Eu sei o que é amor besta, o que é isso no seu braço? — Ele aponta para meu braço.

– Ah, é uma pulceira — Ele me olhou com raiva e eu ri.

– Eu sei que é uma pulceira.

– E então?

– E então que eu quero saber quem te deu!

– Ah. Foi sua mãe. Ontem — Eu digo abrindo minha bolsa — Chocolate? — Ofereço.

– É ao leite ou... Sky! Não me desconcente!

– Tudo bem, não quer eu quero — Mordo meu chocolate.

– Olha aqui — Ele puxa a manga da camiseta dele. TINHA UMA PULCEIRA IGUAL A MINHA! Derrubei meu chocolate no chão.

– Mais que droga!

– Eu sei é insano!

– Meu chocolate esta incomestivel agora e é culpa sua Alberto! — Ele me olha supreso.

– Temos DUAS pulceiras com DOIS corações quebrados QUE você não sabe a ORIGEM E VOCÊ TA PREOCUPADA COM SEU CHOCOLATE?! — Ele diz indignado.

– Ei pega leve eu nem fiz um lanchinho! — Eu digo — Nem são tão parecidas — Olhei para a pulceira dele — Ta legal são muito parecidas — Eu digo de olhos arregalados.

– Eu sei. E elas se encaixam! — Ele diz pegando meu braço delicadamente e encaixando meu coração quebrado no coração quebrado dele.

– O seu é azul. É safira?

– Sim — Observo os corações encaixados metade vermelho e metade azul. Passei a mão onde se encaixavam. Olhei pra ele.

– Sky! Aqui! — Alguém me chama. Olhei e vi a Amélie. — Vem, o lava jato já começou! — Ela me chama. Sai andando.

– Calma, tem que separar as pulceiras sua desalmada! — Ele diz. Olhei mortalmente pra ele.

– Desalmada por quê?!

– Nem sente nada por essa pulceira?! Era da minha vó!

– Ah e eu?!

– Ela morreu! — Parei. Olhei para minhas mãos.

– Desculpa, eu não sabia... — Eu começo com vergonha. Mas como eu ia saber que era da Avó dele?!

– Relaxa. Vamos andando — Ele diz e eu sigo ele.

– Alberto eu sinto muito, não queria a pulceira mas sua mãe insistiu e... — Começo atravessando a rua para chegar ao lava jato

– Tudo bem linda — Ele diz. Corei.

– Linda? — Sorri

– Sim. Posso te chamar assim certo?

– Ah sim — Coloquei o cabelo atras da orelha. Chegamos no lava jato e logo peguei um balde e Alberto também mas logo nos separamos.

O serviço era facil, mas logo a fila de carros aumentou. Vi, Delante, Phil, Steven, e todas as meninas. É cansativo lavar carros mas era divertido. Olhei para os lados a procura do Alberto mas não encontrei. Enchi meu balde de agua e peguei uma buchinha.

– Amiga, olha aquilo! — Jak me disse. Olhei e vi Alberto sem camisa com suas calças pretas e sua camisa xadrez amarrada da cintura. As meninas vinham atras dele e ele andava em minha direção. Derrubei o balde de água. Gente do céu! Ele é muito gato! Jesus abençõe!

– Eita porra! — A Amélie diz — Ele é muito gostoso!

– Amélie! — Repreendo ela. Ele chega e elas suspiram.

– Trouxe água pra você linda — Ele diz e as idiotas das minhas amigas fazem um 'humm' eu e minhas amigas retardadas. Isso parece nome de programa de tv.

– Ah... Obrigada — Engulo em seco — O que aconteceu... Com sua anh camisa? — Eu olho para a barriga dele e depois para seu rosto sereno.

– Ah — Ele riu — Ela molhou. Por quê? Eu estou encomodando.

– Que isso Alberto você nunca incomoda! — Jak diz. Olhei pra ela. Elas riram e sairam.

– Desculpa minhas amigas — eu digo sorrindo sem graça.

– Tudo bem. Não sou o unico que fica sem graça aqui. Ficou vermelha quando te chamei de linda — Ele diz rindo.

– Ha, ha, ha muito engraçado. — Eu digo e jogo água nele. — Olha lá sua paixão — Eu digo vendo o carro vermelho chamativo de Clementina.

– Ai não! — Ele vira de costas. Timido ele tampou os rostos com as mãos. Ri de sua expressão. A Clementina parou com seu carro na minha frente e buzinou. Ela estava de oculos escuros, rabo de cavalo, e uma regata branca, e quando desceu vi seu minusculo short jeans e ainda puxou ele pra cima. Ela não estava de short estava só com o cós. Rindo no meu cerebro.

– Alberto?! É você? — Ela pergunta. Não filha ele é um disco voador. Retardada. Ele se virou lentamente.

– Sim Clementina. Sou eu — Ele diz.

– Hum — Ela diz — Vocês estão lavando carros?

– Sim. Para juntar fundos — Eu respondo.

– Ah ta. Podem lavar o meu?

– Sim. — Eu respondo por que o Alberto estava impossibilitado de responder naquele momento. Abestado.

– Vou ali comer e já volto. Até mais Skylla, e a gente se vê Alberto — Ela diz acenando. Ela sai e ficamos em silencio irritante com um carro para lavar.

– Hum então... Por que você não falou nada?! — Eu perguntei.

– Eu não sei linda eu travei! — Ele diz gaguejando.

– Você é um idiota — Taquei uma esponja nele. Ele sorriu e tacou agua em mim. Ele pegou uma mangueira e jogou jatos de agua em mim. Eu ria.

Meus amigos me avisaram que iriam almoçar e só eu e o Alberto iriamos ficar ali. Dei de ombros. Queria terminar logo com o carro da Clementina.

– Alberto? — Chamei ele.

– Diga linda.- Ele respondeu concentrado em enxaguar o carro.

– Eu sinto muito pela pulceira — Eu disse. Ele parou. Me olhou serio. E finalmente sorriu.

– Bom, essa pulceira tem uma longa historia. — Ele diz.

– Adoro historias.

– Era da minha bisavó, e a minha do meu bisavô. Foi feita para se encaixarem. Minha bisa queria algo que durasse, então pagou muito caro por essas pulceiras que Ela passou para a filha, minha avó que por um descuide acabou perdendo em sua casa em Los Angeles. Sim eram ricos. Meu avo continuou com a pulceira e logo os dois faleceram e eu fiquei com a pulceira mais quase nunca usava. Ai aconteceu algo na minha vida que... — Ele parou. Seus olhos enxeram de lagrimas. — Perdi alguem que preenchia a falta do meu vô mais Ela foi embora — Engoli em seco — E eu me lembrei da pulceira. Ai você aparece com essa. Com certeza minha mãe deve ter achado. E te dado por me ajudar quando eu cai. — Ele sorri.

– Não foi nada. — Respondo. Ele me olhou intensivamente. Suei.

– Obrigado. — Ele diz. Fitei seus olhos. Por que você me deixa assim Alberto? O que você tem? Fiquei encarando.- O que foi? — Ele pergunta.

– Não nada. — Olho para meus pés e minha buchinha cai no chão e espirra um pouco de sabão no seu olho.

– Au! — Ele cossa os olhos e bate a cabeça no carro.

– Alberto! — Eu grito tentando ajuda-lo. Mas ai eu cai na risada. — Calma deixa eu ver — Eu digo me aproximando. Ele abaixa as mãos e eu olho seus olhos brilhantes e irritados. Assoprei de levinho. Os olhos dele eram verdes azulados. Lindo. Me hipnotizaram. Percebi que seu rosto estava muito próximo do meu e a brisa fresca que soprava de repente se transformou em uma brisa quente. Olhei sua boca. Seus olhos ainda lagrimijavam por causa do sabão. Limpei com a ponta dos meus dedos. E ele fechou os olhos. — Calma — Eu disse baixo

– Só esta ardendo sua maluca — Ele diz. Soltei uma risadinha. Ele abriu os olhos e me observou. Primeiro meus dedos, e em seguida meus olhos e depois a minha boca. Fiquei super, hiper, mega constrangida por estar tão proxima dele. Ele sorriu. Era magnetico como sorria. Parecia prender minha atenção. Era como se sua boca me chamasse 'me morda, me morda ' e ainda com eco. ' Me morda orda orda.... Ri sem graça. Ele me estudou delicadamente. Seu olhar parecia me queimar. Parecia que eu estava prestes a ter o primeiro beijo. Meu coração batia num ritmo descompassado. Eu limpei as mãos na barra da saia. Ele ainda me estudava. Pegou delicadamente minha mão solta e se aproximou ainda mais. Entrelaçou seus dedos com os meus. Ai senhor ele vai me beijar. ELE VAI ME BEIJAR?!!! O que eu faço. Oras beije de volta. Mas eu não sei! Claro que sabe. Ah obrigada Conci ta ajudando muito! Engoli em seco. Olhei para seus olhos procurando as intenções. Eu suava. Fechei os olhos respirando rápido. Meu Deus, eu tava tendo um orgasmo só pode! Senti sua respiração em minha pele e ele depositou um beijo em minha bochecha. Se afastou. Segurava ainda a minha mão.

– Desculpe linda. Preciso fazer xixi e urgente! — Ele diz saindo correndo. Meu coração ainda batia rápido.

– Espera! — Sibilei. Bufei. Ainda sentia o calor do seu corpo proximo ao meu.

Logo apos, eu terminei de lavar p carro e a Clementina veio buscar. Não dei muitos detalhes sobre onde Alberto estava não. Essa Clementina não me cheira bem. Ia ter noite do pijama ma casa da Mélie e eu fui forçada a ir. Depois que fui pra casa, tomei um banho e vesti uma calça jeans clara e uma blusinha vermelha. Fiz a minha malinha e coloquei um hidratante, barras de cereal, a minha escova de cabelo, um trident, meu pijama azul de bolinhas cor de rosa, minhas pantufas de coelho, meu celular, fones, e meu diario. Alberto não tinha falado comigo desde o quase beijo. Por que ele tinha que ser timido?! Me revolta uma coisa dessa! Eu tava mesmo muito afim de beijar ele. E ele tem cara de que beija bem. Sky pare com esses pensamentos libertinosos. Peguei minha bolsa, avisei meus pais e os adverti sobre o excesso de comida com a Suh, e não deixar ela solta, só trancada. Dei uma olhada na casa do Alberto e nada dele. Ele iria a festa do pijama. Eu estava nervosa. Droga eu devia ter comprado um pijama novo. Calma Sky! Não seja paranoica. Respirei.

Meu motorista me levou até a casa da AMélie e eu entrei. Disse pra ele que ela me levaria para casa e ele podia tirar o dia de folga. Ele sorriu. Eu acho que o lava jato foi lucrativo e muito legal. AMélie sempre tem razão quanto a coisas divertidas. Entrei e ela estava na sala com Luke, Steven e Mae. Eles sorriram. Olhei no relogio que ficava ao lado da tv e marcava sete horas.

– Oi amore! — Ela me cumprimenta.

– Oi gente! — Eu cumprimento todos.

– Sky vamos subir. Daqui a pouco o povo chega. Ja volto Luke — Ela diz me puxando pelas escadas. Abrimos o quarto dela e tinha varios colchões no chão. O quarto dela era muito grande apesar de não ter sacada. Ela tinha separado uma porção de filmes pra gente assistir e ao lado tinha uma mesa com muita comida. Com certeza tem muito gluten e açucar. Imagine o nivel de gorduras trans e gordura saturada que tem nesses petiscos e.... Ai meu Deus! Eu tô ficando esquisita igual ao Ed. Sai de mim que não cola!

– Então... O quê achou? — Ela pergunta animada.

– Sky é só uma festa. No final depois de todo mundo de cagar de medo dos filmes de terror e se encher de comida vamos capotar e simplesmente dormir! — Eu digo como se fosse obvio.

– Você é estraga prazer. — Dei de ombros e entrei no banheiro dela para me trocar. Vesti meu pijama e passei o meu hidratante da V.S e masquei um trident. Vesti minhas pantufas. Quando eu sai a negada dos meus amigos já estavam ali. Sentados em uma rodinha. Todo mundo esperando para trocar de roupa. Olhei para Alberto e ele sorriu.

Depois que todos tinham vestido seus pijamas reparei no pijama de cada um. Mélie vestia um pijama vermelho, Mae um rosa, Melaine um verdinho, Steven um azul, Phil um preto, Luke um amarelo, Del um verde agua e Alberto um cinza. Gorros e oculos. Ele me olhou intensivamente antes de se sentar ao meu lado na rodinha.

– Phil... — Chamei.

– Fala gatinha — Ele responde.

– E Jak?

– Trabalho. Aquela porra de trabalho — Ele diz e rimos..

– Chega de mesmisse e vamos fazer algo novo — Amelie começa.

– Comer? — Sugiro e meus amigos riem.

– Não. — Ela me fuzila — Vamos brincar de chiclete espaguete. — Ela sugere.

– Chiclete espaguete?! — perguntamos juntos.

Notas finais
Sooo, que clima foi aquele hein Sky? kkkk COMENTEM SEUS DESNATURADOS! Beijoos da Vel, - Achei meigo esse apelido me lembra Red Velvet kkk mas ainda podem me chamar de Villu:* Ouvindo - Bad Blood - Taylor Swift