Bom, ér... Oi.

Péssimo jeito de iniciar uma fanfic, certo? Certo. Não me culpem, não tenho gênio de escritor e muito menos criatividade para iniciar um parágrafo que preste, então vocês precisarão se acostumar com minha maneira de escrever. Espero que eu vá melhorando com o tempo.

Pois bem, vamos começar. Meu nome é Donquixote Law, porém, como odeio este nome batizei-me de Trafalgar por ser uma referência a um conflito envolvendo a França e a Espanha. Olha só, já estamos na 80ª palavra e você aprendeu uma curiosidade nova! Viu só como fanfics não são tão inúteis como dizem?

Ao longo do tempo explicarei o motivo de eu ter mudado meu nome, mas por enquanto isso não é problema de vocês e, sinceramente, eu não ligo muito. O importante é que eu tenho vinte e seis anos, sou médico e sou filho de dois pais.

Decidi escrever este prólogo para contar-lhes minha triste história. Não a minha história atual, já que ninguém se interessa por um adulto chato e rabugento, e sim, a história do meu "eu" bebê.

Pois bem, então... divirtam-se!
Ou não, sei lá. Quem diabos vai se interessar pela história de um bebê?!
Argh, foda-se...

Vamos começar do começo. ̶J̶u̶r̶a̶,̶ ̶L̶a̶w̶?̶ ̶P̶e̶n̶s̶e̶i̶ ̶q̶u̶e̶ ̶í̶a̶m̶o̶s̶ ̶c̶o̶m̶e̶ç̶a̶r̶ ̶d̶o̶ ̶f̶i̶m̶.̶

(...)

Tudo começou quando eu saí da barriga da minha mãe, uma jovem mulher de cabelos loiros. Assim que o médico me tirou de dentro dela, eu chorei ao ver o mundo ao meu redor. Não sei porque choramos nessa hora, provavelmente por crianças terem um sexto sentido. Acho que nós percebemos inconscientemente que o mundo é uma merda.

– Parabéns, senhora! Seu bebê é lindo! – O médico finalmente me entrega para os braços quentes da minha mãe, que sensação maravilhosa.

– Que menina mais linda, ela é igual ao pai. Vai se chamar... Lamie!

– Ér, senhora...

– Sim?

– É um menino.

– Como assim? Aqui embaixo ela tem... ai meu deus!

– V-Você não tinha percebido..?

– N-Não, é muito pequeno! E na ultrassom tinham que me dito que seria uma menina! Eu já pintei o quarto dela todo de rosa e só tinha pensado em nomes de menina. O QUE EU FAÇO?!

E foi assim que eu fui parar no orfanato. Minha mãe não queria ter um menino, então ela me pôs para adoção e disse que faria um bebê novo. Eu não a culpo, já graças a isso eu pude conhecer meus futuros dois pais e minha vida é o que é hoje graças a eles.

Eu tinha dois anos quando os vi entrar pela porta do local onde eu morava. O primeiro rosto que eu vi foi de um sujeito com cabelos loiros, bem alto e com uma cara de malvado, nunca vou me esquecer. Seu nome é Doflamingo.

– Senhores, nós temos diversos bebês aqui precisando de um lar. – A dona do orfanato dizia. – Vocês disseram que não se importam com sexo ou idade, então vam–

– Eu quero aquele ali.

A coitada da mulher nem conseguiu terminar sua frase, quando o tal Doflamingo aponta para mim. Eu olhava ele, ele me olhava. Acho que foi amor à primeira vista. Mas eu também não o culpava, já que o resto das pobres crianças só choravam o tempo todo. De qualquer jeito, a mulher me pôs no colo dele.

– Olha, Rosinante! – Doflamingo me olhava com um sorriso no rosto. – Acho que ele gostou de mim. – Mas eu respondi cuspindo a minha chupeta na cara dele. Sério, aquele sujeito dava medo. Ele era horrivelmente feio!

– Ér... acho que ele não gostou de você não, Doffy...

– Tsc, que bebê insolente.

– Não gostou? Nós temos outras crianças! – Disse a mulher, novamente.

– Não, eu gostei sim. Vou levá-lo, quanto ele custa?

– N-Nós não cobramos...

– Sério? Melhor ainda, ele é grátis! Gostou dele, Rosinante?

– Awn, ele é uma gracinha! – Esse loiro era MUITO melhor, o rosto dele é bem menos assustador. Ele brincava comigo com os dedos e eu retribuía com o maior sorriso do mundo. – Olha, ele gostou de mim, Doffy!

– Bobagem, ele está rindo pra mim. Não é? – E o sujeito estranho me encarou de novo. Meu sorriso se fechou e eu mandei ele se foder com o olhar.

– Definitivamente ele não gostou de você...

– Tsc, ele deve ter vindo com defeito.

– Bom, daqui a pouco ele se acostuma. Deixa eu segurar ele!!

– Segurar? Não, nem pensar.

– Por quê? Eu vou segurar sim, ele é meu novo filho! – E assim, eu sou tirado dos braços monstruosos do sujeito estranho e passado pras mãos adoráveis do meu novo pai, porém...

– ROSINANTE, NÃÃÃOO!!

... O meu novo pai era um pouco desastrado. Assim que ele me pegou no colo, não sei porquê, mas ele escorregou no próprio sapato, me jogou pra cima e caiu com tudo no chão! Naquele momento, eu era um bebê voador, porque eu estava caindo com tudo do céu e a dona do orfanato ficou desesperada!

– ALGUÉM SEGURA ESSE BEBÊ!

Mas eu estava rindo. Rindo porquê, na cabeça de uma criança, ser arremessado pelo seu próprio pai e voar é a coisa mais divertida do mundo. O importante é, como Doflamingo estava acostumado, ele conseguiu me pegar no colo antes que eu morresse.

– PORRA, ROSINANTE! Nós nem adotamos ainda e você quase quebrou a porra do bebê!

– D-Desculpa...

– Você está proibido de pegá-lo no colo até segunda ordem. – Ele vira-se para mulher. – E então, qual é o nome do pirralho?

– V-Vocês é que escolhem, ele não tem nome... – A coitada estava apavorada.

– Que coisa, mal nasceu e já tá me dando trabalho.

– Que nome nós vamos dar, Doffy?

– Tem que ser um nome bem chique. Donquixote Lauro Alexandre Willians. – Foi só dizer esse nome ridículo que eu comecei a chorar.

– Doffy, eu acho que ele não gostou.

– Que bebê mais ingrato, qual é o problema com o meu nome?

– Eu achei muito grande. E se a gente abreviar? Vejamos... LAW! – Só de ver esse loiro eu sorria, e mesmo odiando o nome, ficou parecendo que eu gostei.

– Você só pegou a primeira letra de cada nome que eu disse. Por que ele gostou?!

Independente do nome, eles me registraram e eu passei a me chamar oficialmente Law, fazendo parte da família Donquixote. De lá, eu fui levado para a casa deles, que era uma mansão realmente bem grande. Já deu pra perceber que esses dois sujeitos eram bem ricos, então eu me dei bem no final das contas.

E essa foi a incrivelmente chata história de como eu fui adotado.
O resto vocês podem imaginar, porque eu não tô afim de contar.

Continua... (Ou não)

Notas finais
Ér... então! "Que porras você tá escrevendo? Você já tem 5 long-fics, seu antissocial inútil!" Pois é, eu preciso falar uma parada pra vocês. Uma curta história sobre como a ideia para esta fanfic surgiu. Eu estava no banho, daí eu tropecei no sabonete e bati a cabeça na parede do banheiro. Aí eu pensei: CARAMBA, TÔ FAZENDO COSPLAY DE ROSINANTE!! AI MEU DEUS, E SE ELE E O DOFFY TIVEREM UM FILHO? E SE O FILHO FOR O LAW? PRECISO ESCREVER ISSO!!!!!!!!! E foi isso (: Entendam, a necessidade foi maior, qq. Espero que tenham gostado! ~ Não sei do que será essa fanfic. Não sei se será yaoi, se vai ter KidLaw ou LawLu, NÃO SEI DE NADA! SÓ TÔ ESCREVENDO QQQQQ