Crônicas de Kratos
1 A Missão
Lá estava ele. Seu nome era Kratos. Era o servo mais fiel do deus da guerra. Estava chegando a Esparta depois de uma curta e violenta guerra cuja o exercito liderado por ele massacrou os inimigos. Parou no templo de Ares. Ele trazia um prisioneiro em suas mãos. Andou vagarosamente e parou em frente a uma bacia cheia de água. Ele enfiou a Espada do Caos na garganta do infeliz. Deixou o sangue escorrer na bacia, até manchar a água. Depois de orar um rosto se fez no sangue. Kratos logo reconheceu: era Ares, o deus da guerra. Kratos começou:
_Meu senhor conseguimos. Destruímos com todos os seus inimigos. _ele continuou_ Os bárbaros foram dissipados.
_Muito bem meu guerreiro. Mas agora tenho outra missão para você: vá para a ilha de Creta e mate seu rei. Mas cuidado o caminho pode ser muito árduo se não souber o trilhar. Sereias, monstros marinhos e meu tio Pôseidon podem lhe atrapalhar nessa jornada. Tome cuidado. Vá para casa e descanse. Um barco e tripulação vão estar te esperando no porto ao amanhecer.
_Sim meu mestre.
A imagem desapareceu. Kratos saiu do templo e foi em direção a sua casa. Era uma casa pequena, mas confortável. Ao entrar sua mulher lhe recebeu com um beijo. Sua filha veio logo e lhe abraçou. Kratos amava sua família. Depois de comer ele contou para sua mulher tudo o que ocorreu em sua ultima batalha e sobre sua nova missão. Sua mulher ouviu atentamente. Eles conversaram um pouco mais e foram dormir. Mas não foi a melhor noite de Kratos.
Ele sonhou que estava em uma vila. Ele entrou em um grande templo e uma mulher velha colocou a mão em seu pescoço e começou a lhe enforcar. Por mas que tentava Kratos não conseguiu se soltar. Ele começou a ficar desesperado. Aos poucos ele foi perdendo a consciência...
Ele acordou assustado. Já era de manhã e ele se levantou encontrou sua mulher. Comeu alguma coisa e se despediu de sua mulher e filha. Saiu de casa apressado em direção ao porto. As pessoas olhavam assustadas para ele. Passou pelas ruas rapidamente. Logo chegou ao porto. Vários navios estavam atracados. Ele continuou andando até parar em frente a uma enorme embarcação. Um homem barbudo e magro veio em sua direção. Ele usava roupas azuis e velhas e possuía um punhal na cintura. Ele disse:
_Senhor Kratos. Sou o Capitão Remes. Seja bem vindo ao Colono Voador, o navio mais veloz de toda a Grécia.
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