Notas iniciais
Historia de um sonho... Pois é, isso mesmo. Pode ver que é algo bem louco mesmo. Sabe quando você tem um sonho que conta uma estória bem mirabolante e que se consegue lembrar bem dela? Pois é, eu tive uma dessas. E, bem... Aqui estou eu a contá-la a vocês. Espero que gostem. Mais uma vez lembro: isto é fruto de um sonho que tive kkkkkkkkkkk Ps.: Como o sonho não foi um almanaque completo da mesma... Então, farei a sequência a medida que desenvolvo este cenário mirabolante... Aproveitem ^^

Prólogo — Quando recomeça a história

Um jovem garoto treinava arduamente... Batia forte em um tronco, buscando afogar todas as mágoas e lamentações que a sua tênue vida já lhe empregava. O homem (de aparência relativamente feia) o observava dentro de uma cabana ao lado.

Este jovem Jounnin era a Fera Verde da Folha, conhecido por sua incrível aptidão física, mas por baixa capacidade em relembrar fisionomias... Maito Gai. Ele observava este jovem, que dia após dia voltava a treinar neste mesmo lugar. Já o viu em tal estado desgastado, que sentia vontade de ajudá-lo. Uma única coisa o impedia: o clã rígido do jovem.

Rock Lee. Um garoto esforçado, mas que era tratado como inútil dentro de seu clã... Desde muito jovem, ele perdeu seus pais e era ‘cuidado’ pelos representantes do clã. Por sua falta de habilidades em ninjutsu e genjutsu, ele foi rejeitado e proibido de ingressar na academia ninja. O que dificultava (e muito) o futuro deste jovem.

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Dentro do que parecia uma sala de aula padrão, um jovem rapaz, demasiado pesado para sua idade, estava a comer seu lanche: uma porção caprichada de salada de vegetais... Este era Chouji e ao seu lado, outro garoto (seu melhor amigo, na verdade)... Shikamaru, que estava cochilando em uma das mesas da sala desta academia.

Ambos são jovens fortes, que cursam as artes shinobi para um dia serem tão fortes quanto seus pais e antecessores... Este é o orgulho de ser um ninja. Mas, nem todos ligam pra isso. Pelo menos, é o que qualquer um diria ao observá-los desta forma tão desmotivada...

Somente cuidado, pois aparências enganam.

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— Incrivel! No-nossa... Você tem mesmo muito potencial, pirralho. Há-há-há. Depois daqui eu vou te ensinar “outras habilidades” mais divertidas. U-hu-hu-hu-hu!!! Meu caro pupilo... Você é muito focado somente nos ninjutsu, deve agir mais como o pivete que é. Nesta idade eu já era considerado um “mestre” na arte da espionagem.

Com um sorriso agradável de ver, o jovem de cabelos relativamente compridos se preparou novamente e criou um “vórtice” de chakra na palma da mão. Bem, mesmo sendo um prodígio em quase tudo que fazia, ainda lhe faltava muito para dominar esta técnica tão lendária que somente existem três shinobi pelo mundo com perícia e capacidades suficientes para dominá-lo. Isso é de conhecimento padrão entre o mundo shinobi: O Rasengan é uma técnica muito difícil de aprender. Ganhando o título de lendária arma secreta de Konoha.

— Ahhh... Eu irei te deixar mais orgulhoso, sensei...

Estes dois shinobi, com diferença de idade bem expressiva... Treinavam no interior de um bosque. Área externa dos limites da folha.

— “como alguêm pode se dar bem logo de manhã cedo assim?”— Alguém os observava e via cada atitude que tomavam.

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Mais tarde. Ao longe, na floresta...

— Binkusu no sake wo… Yohohoho, yohohoho… Há-há-há. Vamos, vamos Orochimaru. Beba mais, deixa de ser tão chato... Você devia ser mais como o Jiraya. Há-há-há.

— Não... Tenho coisas a fazer. E você também. Pare com isso.

— É mesmo, hoje é um dia especial. Merece mais sake!

Após tal comentário, Orochimaru se cansa de pagiar essa mulher e some de sua vista, em passos desmotivados.

— Faça o que preferir.

Do meio do bosque, alguém visualizada os dois e ouvia um pouco da conversa...

— “É hoje. Mas o que é hoje que merece tanta comemoração? E ela parece tão feliz...”

...

Esta jovem mulher, de aparência jovial e atraente, bebia como se o mundo fosse parar de girar... Este é o seu fraco, na verdade, é seu maior passatempo. Esta mulher vive em uma pequena cabana (chalé, casebre... uma casinha) no interior desta floresta. Com uma pequena varanda, uma área aberta que dava à frente desta floresta e na porta, um daqueles sininhos para anunciar a chegada de clientes em busca de ajuda de uma nômade das ervas.

Enquanto a mulher gritava e cantava, entornando todo o conteúdo de sua jarra de saké. Do nada, cai um “bolo de carne” no chão, de dentro do casebre e, em seguida, som do sino, anunciando a presença desta pessoa caída.

TILILING-TILILING. (onomatopeia do sino tocando)

— Já vai, Já vai... Whaaaa... E-ei, você está bem?! Ei! N-não me diga que comeu isso? – Esta moça de cabelos loiros segurava a pessoa desacordada em seus braços, enquanto olhava também caído ao chão um pequeno objeto... Uma esfera parecida com uma pílula de comida, que ela estava desenvolvendo. Muito venenosa e letal.

Felizmente, aos poucos, a figura em seus braços começa a acordar.

Tsunade logo o reconhece e fica aliviada por este garoto estar bem.

— I-IH! S-sinto muito, senhora... O-onde estou? — Olha ao redor, buscando reconhecer onde está — E mais... Quem é você? N-não. Espera um segundo... Quem sou eu?!! Por que estou aqui? Por que está me segurando? O que aconteceu para eu não me lembrar de coisa alguma...

— Mas o que é isso? Tá brincando com a minha cara, é moleque??? Depois de ter aprontado aquilo tudo na minha casa, você não sabe quem sou? Que palhaçada é essa, ein?

— N-não mesmo, senhora. Eu não a reconheço... E nem a este lugar. Por que isso? Como estou aqui, neste estado? O que está acontecendo???

— “Ele não está mesmo brincando. O que é isso? Amnésia?! N-não, ele está até mais educado! (utilizando linguagem em tom formal) E que súbito desmaio foi esse?”. Calma. Está tudo bem, garoto. Você não sabe mesmo quem eu sou?

— Não.

— Tudo bem. Irei te ajudar... O que lembra por último?

— Quando fecho os olhos... Lembro-me de muita dor, mas não física. Vejo uma briga de shinobis e não consigo me afastar. Depois vejo vultos caídos no chão, que me causam um aperto angustiante no peito e depois... Depois só de ouvir uma cantoria estranha sobre bebida e estar aqui, aos seus cuidados...

— Hum... Entendo. Bem. Não sei da onde vieram estas lembranças, mas vamos começar pelo básico. Ok?

— Sim...

— Eu me chamo Tsunade e digamos que você é um grande e encrenqueiro amiguinho meu... Seu nome é Naruto.

— N-na... Naruto???

— Sim.

— Tudo bem, então... Que nome mais peculiar.

— Isso não vem ao caso agora. Mas sim solucionarmos este problema. Falarei aos seus pais sobre isso e vamos te ajudar.

— Obrigado, Tsunade-san.

Continua...

Notas finais
Peço desculpas se esta fic for parecida com alguma outra já criada, mas ela foi fruto de um sonho meu. Pois é, um SONHO. Estava dormindo e PÁ! Deu nisso... Aproveitem. Peço que avaliem e digam: gostaram; perceberam algo não compatível; algum de vocês quer trabalhar comigo neste projeto? Ou vocês têm dúvidas? Quanto a este último, farei um tipo de quiz... Aguardem :P Se gostaram, indiquem que me sentirei bem grato. Link do site com a letra (uma homenagem minha a one piece - como é só a música, não dá pra classificar como crossover...): https://www.letras.mus.br/one-piece/1618803/ Ps.: Eu sonhei com ela também!!! Não foi "montagem" minha pra obra.