Crossed Ways
18 Um chute nas bolas literalmente.
Notas iniciais
— Que porra é essa? – ele diz surpreso.
— Hum, acho q essa é minha deixa. — Stone diz. Ele nem deveria estar aqui pra começar. Talon pensa com rancor.
— Espera... Hum, eu sinto muito... — Atena começa seu rosto está corado. — poderemos marcar algo outra hora? — Apenas no inferno. Seu sangue ferveu. Ela ia ficar longe de Stone. Ela não sabia quem ele era? A fama que tinha? Ele queria dizer isso, rosnar em plenos pulmões.
Mas ele ficou quieto, ele tinha que ter Stone fora de lá e então ele falaria com Atena, ela tinha que saber q enquanto estivessem nessa situação não que ele fosse contar que situação era essa. — Sim, claro. Tenham uma boa noite. Eu conheço a saída. Com isso ele se foi e Talon ouviu a porta da frente fechar suavemente.
— Você não pode trazer desconhecidos aqui Atena. Você não pode trazer desconhecidos para sua casa!- ele disse entre dentes. Atena tinha no rosto uma expressão tão séria e o encarou tão intenso que se ele não fosse quem era poderia ter ficado desconcertado
— Você não tem o direito de me dizer o que fazer. — ela socou o dedo pequenino em meu peito.- Eu não estou mais na sua casa, esse é o meu espaço a minha vida e eu decido o que diabos e quem diabos eu vou convidar pra participar dela! — esse discurso todo foi seguido de suas dedadas em seu peito. Uma. Duas. Três vezes.
Ninguém nunca tinha se atrevido a falar assim comigo.
Se tivesse estaria morto.
— Você não está entendendo não é? Eu não ligo se eu tenho o direito ou não! Você sabe tão bem quanto eu que você não pode sentir com ele o que você sente comigo, você simplesmente não pode. Aquele beijo não é nem cocegas perto do que eu posso fazer você sentir.
Ela teve o descaramento de parecer indignada e suas bochechas avermelharam. Mas, Talon sabia melhor e quando ele se aproximou e puxou ela contra si, sabia exatamente qual reação tinha dela. Sabia como seu corpo esquentou e se derreteu. Sabia como algumas partes se apertaram e como suas presas queriam provar ele. Talon sabia que normalmente já causaria uma reação em uma mulher, mas nela o efeito era ainda mais devastador.
A raiva era algo que Atena não estava acostumada, ela não sentia com frequência ou se recusava a sentir, quando Talon entrou por aquela por fazendo exigências e a beijando na frente de Arian, raiva líquida escorreu em suas veias e agora Talon estava puxando a contra ele, ela não podia negar o fogo nela não era só raiva, algo atraia ela para ele, seu corpo chamava por ele, ansiava por algo q só ele podia saciar, seu sangue tinha um cheiro irresistível, sua boca salivava. Mas Talon era um mimado e se ela cedesse agora jamais ganharia uma batalha contra ele. Então com toda força que tinha chutou ele entre as pernas.
Seu rosto se contorceu e ele ofegou para seu crédito ele se curvou apenas ligeiramente. E a soltou. E manteve seus olhos nos dela.
— Você tem sorte que eu não vou usar ele em você mulher. — ele disse entre dentes. – É a segunda vez que você me agride. — Atena ofegou ligeiramente. O homem podia deixar as coisas muito piores quando queria.
— É a segunda vez que você me toca sem permissão.
— Seu corpo me pede todas as vezes.
— Você sabe onde é a porta não é?
— Você está me colocando pra fora?- ele disse indignado.
— Na verdade estou sim, Talon. Boa noite.
Talon rosnou. Mas Atena estava determinada e só soltou o ar que nem sabia que estava segurando quando ele saiu pela porta.
Talon estava furioso. E sedento. Merda. Ele arrumou tanta briga com Atena que não pode nem convencer ela a doar um pouco de sangue a ele. Captou o cheiro de Stone. O macho vivia perto? Santo inferno! Seus pés o guiaram antes que ele pudesse pensar e um minuto depois bateu na porta do macho.
— Senh...
— Talon. – ele disse raivoso. – Meu nome é Talon.
— Como quiser.
— Eu vim sugerir ao Sr., Sr. Stone que fique longe de Atena.
— Você disse que ela pertence a você, mas pelo que eu vejo ela acaba de te colocar para fora. – Com um chute nas bolas literalmente. Talon engoliu uma maldição.
— Essa não é a questão aqui. Atena não está disponível agora. – Talvez nunca. Merda!
— Agora?
— É uma situação complicada que eu não tenho que explicar. Só escute o meu conselho Stone. Mantenha maldita distancia.
— Isso é uma ordem?
— Interprete como quiser. – Stone riu.
— Bom, nesse caso eu não posso fazer promessas.
— Bom, nesse caso, isso é uma ordem oficial. – ele diz com toda a arrogância que lhe foi concedida. Ele não tem medo de usar essa carta na manga. Por que Talon nasceu para dar ordens, mesmo que agora parecesse ridículo. Com isso ele saiu deixando Stone parado em sua própria porta confuso.
Seu primeiro dia de no trabalho foi ótimo. Os vampiros eram gentis, o trabalho era exatamente o que ela sabia fazer, ou seja, administrar. E ela não teve dificuldades com isso. Tudo estava extremamente bem. Para comemorar passou em uma loja e comprou um vinho de marca boa e então foi para casa colocou uma musica e ligou a lareira. Colocou camarões picantes para grelhar. Deus! Ela se sentia tão dona de si. Tão bem. A primeira taça de vinho com sangue deslizou facilmente. Depois a segunda e a terceira, quem poderia julgar ela? Finalmente se estava sentindo que se encaixava no mundo. Abriu outra garrafa. Era só essa noite. Quando estava na metade, um zumbido já soava em seus ouvido e estava ligeiramente zonza. Ria e cantava junto com a musica alegremente quando ouviu a porta da frente se abrir. Quem poderia estar entrando sem bater a essa hora? Oh Deus! Era um ladrão? Em pânico pegou uma faca e correu para a sala. Sem querer afundando a faca em um corpo. Merda! Matei alguém! Atena pensou.
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