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Ato 2: Atores

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Uma...enfermeira? Com certeza não, não parecia estar indo para o hospital fazer algum atendimento, e com certeza não estava perdida na cidade. O que mais me assustou foi o fato daquela figura ser exatamente como na discrição do assassino do roteiro, trajava uma roupa branca que cobria tudo até sua canela, havia um pedaço rasgado no lado direito, isto o possibilitaria de correr mais rápido, usava um véu branco que cobria sua cabeça e uma tiara com um símbolo de enfermagem por cima para não deixá-lo sair, também, provavelmente utilizava uma peruca, seus cabelos negros caíam em sua detrás do véu, também ajudando a tampar o rosto de quem quer que fosse, suas mãos eram inteiramente cobertas por suas roupas não dando para vê-las, era algo de se arrepiar; o pior era, as roupas não deixavam ver se era um homem ou uma mulher, eram enormes o que impossibilitava de ver se havia desde seios a músculos. E por último, é claro, o que “aquilo” em sã consciência estava fazendo com o celular de Wina?

Ahá! Não costumava ser ingênua, mas, neste caso tudo apontava para uma coisa, “aquilo” era Wina, só podia ser, caso contrário, o que ela fazia com o celular dela? Fiz uma cara de brava em meu rosto e encarei a criatura tentando lhe achar os olhos.

- Wina! Como pôde me chamar até aqui com esta urgência para me mostrar sua fantasia de assassina? Affê, pelo menos tenha um pingo de respeito... – Gelei.

Olhei para as mãos do assassino, aquela definitivamente não era Wina, por que ela iria querer me matar, ou melhor, por que alguém neste mundo iria querer me matar? Havia uma agulha na mão daquele que jazia parado em minha frente. Algum líquido com uma resolução amarelada, não consegui ver muito bem, o outro se moveu rápido e me atirou contra uma árvore; uma de suas mãos permanecia sobre minha boca pressionado um pano contra esta e minhas narinas. Meu corpo fraquejava, sentia que iria dormir, desmaiar para ser mais precisa, a última coisa que me lembro antes do “apagão” foi sentir a dor daquela agulha espetando meu braço, após isto...Nada. Desmaiei.

Após o que parecia uma eternidade dormindo, acordei. Somente reconheci o horário após ver a luz entrando pela janela; a Lua já estava fazendo sua apresentação, como em todas as noites, o Sol já havia saído de cena; a luz atravessava uma imensa janela de vidro que estava em minha frente deixando o quarto no qual eu estava pouco iluminado. Fiquei assim por um bom tempo, ainda estava sentindo o efeito da droga que injetaram em meu braço, notei que havia um papel em minhas mãos, mas não tive força de vontade o suficiente para erguê-lo e lê-lo. Estava encostada em uma barra, que pela sensação era uma barra de ferro não muito grossa, seria o ideal para me levantar, não ficaria sentada somente olhando a Lua. Me virei ficando de frente para a barra ainda sentada e coloquei minhas mãos nesta, fiz força com meu corpo e comecei a me levantar, demorou, mas, enfim consegui.

- Hãn?! – Olhei para baixo.

Parecia que quem que tivesse me deixado no local me deixou alguns “itens”, lá havia uma lanterna, o roteiro da peça e o que mais me assombrou, um celular. Por que alguém me raptaria e me deixaria um celular?

O efeito da droga havia passado, e enfim pude ler o que estava escrito no papel que antes estava em minhas mãos:

Sejam bem vindos, atores. Agora vamos iniciar nossa tão esperada peça, veremos quantos de vocês conhecem o roteiro e conseguem segui-lo, mas, lembrem-se, a ordem dos fatores não altera o resultado.

Ta certo, nunca fui muito boa em matemática nem em deduções, mas neste caso, com certeza foi uma direta dizendo: “Não importa a ordem em que morram, todos morrerão no final.”, ainda sim, não acreditava no que estava acontecendo, tudo só podia ser uma brincadeira de mal gosto, odiava coisas deste tipo, principalmente quando eu era a vítima. Me abaixei e peguei as coisas, fiquei ajoelhada tentando discar algum número em meu celular, a maioria dos números não funcionavam, de algum modo, apagaram todos os números que eu havia salvo, agora somente havia o número dos atores. Primeiramente liguei para a polícia, mas não funcionou, fora de área? Como assim? Onde estava afinal?

Pensei, então, em ligar para Wina, mas, me lembrei que o celular dela estava com quem me raptou, não havia como ligar para ela. Escolhi um número aleatório, o número de Mick, não demorou muito para ouvir o celular tocar, calma aí, o celular estava tocando e eu estava ouvindo? Boa notícia, Mick estava próximo, sem hesitar, apanhei a lanterna e apontei para a direção do som, em minhas costas. Quando me virei meu corpo estremeceu e caiu, fiquei ajoelhada pasma com o que via na janela.

- O...o que está havendo? – Disse enquanto meus olhos derramavam lágrimas contra minha vontade. Gritei.

Meu grito deve ter ecoado por grande parte do local que estava vazio, o que eu havia visto era uma cena terrível. Logo, ouvi passos, não parei para olhar quem vinha, somente continuei olhando para aquela terrível cena que estava em minha frente, em um estrondo a porta se abri e alguém me abraçou por trás, deitei-me em seu peito, mas meus olhos continuavam focados na cena.

- O que aconteceu. – Perguntava Lary, parece que ainda não havia visto.

Apontei minha lanterna na direção onde o corpo de Mick estava pendurado, havia alguns cortes em seus braços e pernas, ele estava pendurado por uma corda que estava presa em seu pescoço, parecia ter sido violentamente assassinado, Lary também ficou boquiaberto com a cena, mas logo se tranquilizou, ajudando-me a me levantar. Logo uma terceira pessoa apareceu na porta, me virei para olhá-la com meus olhos ainda arregalados, era Viridia que entrava se assombrando com a cena que via.

- Mick... – Viridia dizia com sua voz falhando.

Lary começou a caminhar comigo para fora daquela sala, passou por Viridia a segurando em seu antebraço e andando também, assim que saímos não pude evitar a dar uma última olhada para o corpo de Mick. Agora eu estava apavorada, por mais que detestasse admitir, estava com medo.

Após subir um lance de escadas chegamos até o último andar, andamos para a esquerda e entramos em uma porta vermelha com uma estrela desenhada. Viridia e Lary apontavam suas lanternas para conseguirem achar a porta certa; assim que esta fora aberta vi uma luz, parecia que havia luz naquela sala, e mais, aquilo parecia um camarim. Adentramos o local, haviam mais duas figuras sentadas em duas cadeiras, Ian e Caius estavam lá.

- Elina! – Ian dizia correndo até mim abraçando-me. – Você está bem?

- N...não... – Disse começando a tremer, me lembrando do corpo de Mick pendurado por uma corda.

- O que houve? – Ian se direcionava a Viridia e Lary.

- Mick...Ele foi assassinado. – Lary respondia, Viridia também não conseguiria responder, ela e Mick eram grandes amigos.

- Então foi isto que ele quis dizer... – Caius se manifestava.

- Dizer com o que? – Perguntava Viridia curiosa.

- Acho que todos recebemos uma carta quando acordamos, cada uma com alguma mensagem diferente; pelo que pude notar, estas parecem mais como “pistas”, funcionam de modo parecido, somente indicando as vítimas, ou algo assim. Veja por mim, na minha estava escrito: “ Quem não está atuando deve ficar fora de cena. “, quando acordei achei realmente confuso, mas agora vejo que há algo. Caso Tânia estiver aqui...Ela é a próxima. – Caius refletia, eu até que concordei com boa parte, e isto me fez lembrar...

- “A ordem dos fatores na altera o resultado. “ – Disse bem baixinho.

- Isto não é hora para matemática. – Ian dizia, provavelmente por impulso.

- Não, seu idiota! Era o que tinha escrito na minha carta, quer dizer que tanto faz a ordem, todos acabaremos mortos, assim como Mick.

- Inteligente, Elina. – Caius dizia com um sorriso em seu rosto, só naquele momento notei uma coisa, nossas roupas não eram as mesmas, era exatamente como nosso figurino descrevia no roteiro. – Então, na de vocês três, o que estava escrito?

- “ As chaves da liberdade estão na mão do assassino. “ – Dizia Ian.

- “Cuidado com seus movimentos, consigo ver através deles.” – Lary também parecia não ter entendido o que havia vindo em sua sorte.

- “Cry-Wolf, o jogo da mentira.” – Viridia dizia com serenidade, com certeza ela havia interpretado o que a dela dizia.

Caius sorriu, com certeza aquilo seria um desafio para ele.

- É, temos que encontrar os outros.Este lugar tem quatro andares, somente este quarto tem alguma iluminação, pelo que podemos deduzir, para conseguirmos ligar isto teremos que descer no primeiro andar e tentar achar a caixa de força. – Caius raciocinava.– Mas, vale lembrar que tem um assassino aqui, teremos que agir rápido.

- Só tenho uma pergunta, como vocês foram capturados? – Disse, quem sabe eles conseguiram ver algo além do que vi.

- Não sei bem, acho que alguém colocou algo em minha bebida na hora do almoço, a escola estava vazia, então... – Lary dizia com uma expressão raivosa, não queria admitir que fora capturado.

- Estava dormindo na aula, parece que o sinal tocou, todos se foram. A última coisa que me lembro é uma pontada em meu braço, agora, aqui estou. – Viridia apontava para seu braço.

- Eu havia ido para a enfermaria, estava com hipoglicemia, coisa de sempre, havia desmaiado, não me lembro de mais nada. – Caius movia seus ombros e fechava seus olhos, não parecia muito abalado com a situação.

- Estava com Wina na Educação Física quando recebi uma mensagem de Elina, falava para nós a encontrarmos em um bar, não sabíamos ao certo o porque, quando chegamos um homem disse que uma garota havia deixado lanche para nós, ele nos deu o recado “Não poderei almoçar com vocês hoje então fiz estes lanches.”, na hora do almoço comemos, e, apagamos. – Ian logo olhava para mim. – E você, Elina?

- Recebi uma mensagem de texto de Wina dizendo para ir aos fundos da escola, chegando lá encontrei uma pessoa vestida como o assassino da peça, ele colocou um pano em minha face e me deu uma injeção, provavelmente alguma droga que me entorpeceu. – Contei a história na qual não gostava de me lembrar, aquilo ainda era de assustar.

Por votação decidimos ir procurar os outros, pelo que parecia sorte, saímos e apontamos a lanterna para fora da sala, lá estava Victor, o Otaku. Ele foi pego enquanto lia um mangá, chegaram por trás e usaram o mesmo que fizeram comigo. Vamos a algo importante que esqueci de mencionar, o figurino! A peça se passava não muito longe de quando estávamos, mas eram belas roupas, a minha era de um estilo gótico, saia cinza até meus joelhos e uma camiseta preta que ia até meu cotovelo, também estava com botas pretas que iam até minha canela; o que me deixou com inveja foi a roupa de Viridia, ela vestia um top vermelho com um emblema musical e uma mini saia jeans, por baixo uma calça negra, realmente, não era uma boa roupa, mas era melhor que a minha.

As roupas dos garotos eram normais, as do nerd pareciam ser bem rebeldes, rasgadas em suas mangas e uma calça negra, Ian e Lary utilizavam jaquetas, por baixo das roupas de Ian, nada tinha, exibindo seu peito definido e sua barriguinha...Bem, não é hora para pornografia. Ele também usava uma calça preta, por baixo da jaqueta preta de Lary tinha uma camiseta branca e ele usava uma calça jeans, também tinha um tipo de lenço vermelho que cobria grande parte de seus cabelos. O otaku estava com um suéter azul escuro e uma calça beije.

Eu, Viridia, Caius e Victor, levávamos as lanternas, dando iluminação no local que não sabíamos qual era, Ian e Lary levavam uma barra de ferro cada, não sabiam como se livrar daquilo, mas, seria um bom começo ter armas para se defender.

Começávamos a descer as escadas, algumas escadas faziam algum ruído, o que era horrível, ficavam rangendo, e rangendo, era irritante.

- Elina... – Viridia dizia meu nome, me forçando a olhá-la, fazendo com que todos parassem para fazer o mesmo. – Foi mesmo Wina que lhe mandou a mensagem?

- Sim, por quê? – Respondia o óbvio.

- Ian, Wina não estava com você? – Viridia apontava a lanterna para Ian.

- Sim, por quê? – Ian também se assustava, assim como eu.

- Então, algum de vocês está mentindo! Como Wina receberia uma mensagem de Elina? Ou o oposto? Isto nos leva a pensar que...Algum de vocês nos trouxe aqui. – Viridia estava perdendo a razão, embora o que ela dizia fizesse algum sentido.

- Viridia, o que você diz tem alguma razão... – Caius começava.

- Então, não acha que eles podem ser os assassinos, ou melhor, não deve haver nada, eles somente querem nos assustar; os três. Wina, Elina e Ian. – Viridia dizia praticamente gritando.

Logo uma onda de silêncio invadia o local, todos ficavam se entreolhando, é claro que Viridia tinha alguma razão, mas mesmo assim, não era motivo para tal escândalo. Foi quando passos foram ouvidos todos nos viramos para o barulho; ficamos contentes ao ver que eram, ou melhor, eu fiquei, corri em direção a Wina e pulei em seu pescoço quase chorando de felicidade. Arthur e Simon também estavam com ela.

- Wina, você está bem? O que aconteceu? – Disse enchendo ela de perguntas.

- Algo bateu com força em minha cabeça e eu acordei jogada nos braços de Arthur. – Ela dizia apontando para o emo.

-Sortuda... – Sussurrei baixinho em seu ouvido.

Nos viramos e voltamos para a “rodinha”, todos começavam a falar sobre suas “experiências” , parecia que todos tiveram algo parecido. E quanto ao figurino...De Wina era um vestido azul anil que ia até seus joelhos, Simon tinha um sobretudo, e por baixo uma camiseta vermelha e um shorts preto, Arthur estava com uma calça jeans, uma jaqueta branca e uma camiseta preta.

- O que estava escrito em suas “cartas”? – Caius indagava curioso para os recém chegados.

- Apenas: “Déjà vu” – Dizia Arthur, ele ficava tão lindo com aquela expressão de sabichão. Ok, abafa.

- “ Misericórdia eu nunca vi. “ – Dizia Simon.

- Carta? – Wina dizia confusa.

- Não recebeu algo assim? – Peguei meu papel e dei para ela.

- Ah, sim! Mas eu não li, eu deixei ele no chão, achei que fosse inútil. – Wina disse com toda sua inocência de sempre. – Desculpe, povo.

- O.K, já deu para entender mais algumas coisas. – Caius começava. – Alguém está jogando com a gente, Déjà vu, como a maioria de vocês sabem é uma expressão muito usada, traduzindo, mais ou menos seria como: Já vi antes...

- Eu posso explicar... – Viridia dizia hesitante. – Acho que é melhor contar. “Cross of Mercy” é uma peça teatral francesa, foi baseada em uma história real que aconteceu há alguns anos na França, alguns adolescentes ficaram presos dentro de um teatro e um por um começavam a morrer, até hoje não se sabe a verdadeira identidade do assassino, e, todas as pessoas que tentaram fazer esta peça acabaram como nós, desaparecidas e por fim, mortas. – Viridia deixava um suspense, principalmente destacando o “mortas”.

- Nós a escolhemos porque queríamos ver se era verdade. Acho que a expressão Déjà vu poderia querer dizer algo como: Já vi antes, mas, não com nossos olhos, e sim com os olhos do assassino. – Viridia terminava.

- Boa explicação. Sobre sua sorte: Cry-Wolf, o jogo da mentira, foi um filme. É assim como o mangá “Doubt”. – Caius, novamente era interrompido.

- Então é isso que está acontecendo. – Começava o Otaku. – Seria como se todos nós fossemos os “cordeiros” ou “coelhos”, e um de nós, um falso, ou seja, algum de nós pode ser o assassino, ou até mesmo ninguém, somente servindo para despistar...Mesmo com tudo, é algo estranho, provavelmente acabaremos nos virando uns contra os outros, dando uma brecha para o “lobo” nos matar. Teremos que ficar juntos, separados seremos alvos fáceis.

- Exatamente. – Dizia Caius com um sorriso. – Acho que dá para entender o que está acontecendo, certo?

- Não terão pena na hora de matar, isto me deixa preocupada. – Dizia Wina um pouco aflita.

- Realmente... – Concordava Arthur. – Vocês são bem inteligentes, acho que podemos acabar com o assassino, seja lá quem seja. – Todos trocavam olhares, exceto Viridia que mantinha seu olhar sobre Wina.

- Wina – Começava Viridia -, você mandou uma mensagem para Elina em seu celular?

- Não...Mas eu o perdi assim que saí da sala de aula para ir para a aula de educação física. – Wina disse olhando fixamente para Viridia. – Não sei se perder foi o termo correto, alguém passou por mim e se esbarrou em mim, meu celular caiu do meu bolso; não consegui ver quem era, estava ocupada mexendo nas músicas de meu I-pod. – Ela disse coçando sua nuca.

- Entendo... – Viridia dizia com uma voz meio baixa, será que aquela menina não conseguia tirar aquela merda de ideia de sua cabeça vermelha? Iria me intrometer.

- Com licença. – Comecei, bem, se pensaram que eu ia chegar armando barraco estão enganados, uma coisa que eu sei é ser séria em momentos como este. – Não acham melhor acharmos um lugar mais espaçoso? Aqui é um lugar muito pequeno e não é um bom lugar para conversarmos.

Todos se entreolharam e concordaram comigo, nos retiramos daquele local assim que achamos uma porta, era uma porta dupla, abri-la nos mostrou uma cena, mas, eu reconhecia aquele lugar...Era um teatro, não um teatro qualquer, mas um lugar que me trazia péssimas lembranças. Estávamos em seu palco, a porta do outro lado estava com uma barra de ferro e tinha algo que parecia um alarme, sim, Caius e Ian foram verificar. Todos nos assustamos quando ouvimos Wina gritar, nos voltamos para ela, ela estava apontando seu dedo para uma parede, havia uma espécie de líquido vermelho escorrendo por esta, então, apontamos em sua direção...

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Muito obrigado pelos reviews, é muito legal recebê-los, e é muito bom ver que há pessoas que estão lendo sua história. De minhas histórias esta é a que recebe mais reviews, ou seja, postarei mais rápido, por tanto: Reviews = posto mais rápido.

Obrigado novamente. :D

Bem, tem uma fic minha que eu amo muito, mas tem poucos leitores, Heroes of War: http://fanfiction.nyah.com.br/historia/19383/Heroes_Of_War_How

De minhas Fics é a que eu mais gosto, gostaria que dessem uma olhada, espero que gostem, e obrigado novamente. >_>\'