Cross Destination

30 Capítulo Trinta


Notas iniciais
Aqui estou com CD. Eu sei que normalmente eu posto na quarta, mas apartir de hoje postarei nas terças. Toda terça estarei aqui com CD. Espero ver todos vocês aqui comigo. Esse capítulo terá muito Olicity. E muitas cenas "hot". Eu espero que goste de cada uma delas. Boa leitura

Felicity se olhou no espelho e sorriu. Naquela manhã, quando o marido saiu para o trabalho, ela acabou se lembrando de um pedido que ele tinha feito quando estavam na casa de campo. Por isso decidiu quase que imediatamente, sair com Mike e seus outros seguranças até o shopping. Ela precisava de algo bem legal, como naquela época. Algo que fizesse o marido se lembrar da época em que se conheceram. Da época em que começaram a namorar. Mordeu o lábio, terminando de arrumar a franjinha. Ela não achou que ia encontrar algo que lembrasse o que ela vestia naquela época, afinal, ela tinha 10 anos quando começou a se vestir daquele jeito. Passou por quatro lojas, até que encontrou o que procurava. Havia mandado uma mensagem ao marido, dizendo que deixasse os gêmeos com Thea, pois ela sairia com eles e Roy. Tinha pedido para que a cunhada e o irmão distraíssem as crianças, para poder ficar sozinha com o marido. Felicity ouviu algo muito constrangedor da cunhada, mas não se importou. Se fosse em outra época, ela teria desligado na cara de Thea, totalmente envergonhada. Ela riu só de pensar. Ouviu a porta do quarto se abrir e então, lentamente, saiu do closet, se encostando no batente. Oliver estava de costas para ela, retirando a camisa cinza de botões, e já se encontrava sem o sapato social.

Oi, meu amor.

Oi, amor. – Ele responde sem olhá-la, e ela sorri. – Por que pediu para eu deixar os gêmeos com Thea e Roy?

Você viu os dois?

Ele estava na casa do meu pai. – Revirou os olhos. – Esperando por mim. Bryan também queria saber por quê, e minha irmã disse que contava depois que eu fosse embora.

Thea não teria coragem. – Sussurra.

O que está... – Ele para de falar ao se virar e encontrar a esposa encostada no batente do closet, vestindo uma saia xadrez, preto e vermelho, uma meia calça arrastão também preta, uma blusa cinza de mangas longa, com desenhos de guitarras, estampadas pela blusa e no meio dela, escrito "I love rock and roll" — no lugar do "love", tinha um coração vermelho. Nos pés, ela calçava uma bota preta de cano curto.

O que achou?

Está muito gostosa. – Ela mordeu o lábio, dando um sorriso. – E eu acabei de ter um déjá–vu.

Mesmo? – Ele se aproximou, balançando a cabeça. – Isso quer dizer que vai repetir o que aconteceu na primeira vez?

Estou pensando ainda. – Ela riu, deixando-o pegar em sua cintura. – Você realmente fica gostosa vestindo qualquer coisa. – Apoiou o rosto na curva do pescoço dela, sentindo o cheiro do perfume amadeirado. – Eu já estou duro só por te ver assim. – Diz, apertando a bunda dela, por cima da saia, fazendo-a gemer. Felicity morde o lábio e o empurra.

Eu quem vou coordenar isso, amor. – Ela o empurrou até a cama, onde o fez se sentar. Oliver apenas a observou sentar em seu colo, com as pernas em volta de sua cintura. – Você disse que queria me ver de roqueira. – Sussurra, beijando o pescoço exposto. – Mas, diferente da última vez... – Olhou nos olhos azuis. – Eu quem vou tirar minhas roupas... – Ele gemeu, ao senti-la se mexer em cima de seu membro de forma provocante. – E só vai me tocar quando eu..., deixar. – Deu uma pausa, tirando a mão dele de sua cintura, antes de beijá-lo. Oliver correspondeu, tentando manter a mão em cima da cama. Felicity mordeu o lábio inferior, se colocando de joelhos, sem sair de onde estava. Ela retirou a bota, sem tirar os olhos dos olhos dele, devagar, ela retirou a blusa de mangas, e então se voltou a posição de antes. – Não.toca. – Diz pausadamente, ao sentir uma das mãos dele em sua bunda.

Está me provocando. – Ele diz em um rosnado, fazendo-a rir.

Você não viu nada. – Ela o deixou, e puxando as mãos dele, as colocou acima da cabeça. – Não desça elas. – E o beijou. Ele seguiria aquele jogou, até onde ele quisesse, claro. Felicity se remexeu novamente, provocando-o, fazendo-o gemer baixo. Ela sorriu, descendo os beijos começando pelo pescoço, passando pelo peito, barriga e voltando a fazer o mesmo trajeto, de forma lenta e prazerosa. – Tira a calça. – Ela pede, se colocando de joelhos. – Oliver sorriu, fazendo como ela pediu, jogando tanto a calça quanto a cueca boxer para longe. Felicity colocou as mãos dele de volta onde estavam, enquanto o beijava de forma provocante, mordendo o lábio vez ou outra, ao mesmo tempo em que provocava o membro do marido. Oliver fechou as mãos em punhos, tentando se segurar para não fazer o que queria fazer. Ele poderia aguentar mais um pouco, pensava enquanto correspondia ao beijo. Ela voltou a fazer o mesmo trajeto de antes, dessa vez não parando. Oliver arfou ao sentir a língua dela tocar a ponta de seu membro, antes de tomar ele por inteiro com a boca. Oliver gemeu, segurando com uma das mãos, os cabelos loiros. Felicity não se importou, contanto que ele não tocasse em seu corpo. Ela continuou com os movimentos de vai e vem, fazendo com que o marido fechasse os olhos, sentindo o prazer em ter a boca dela ali. Sua respiração ficou descompassada. Felicity aumentou o ritmo de sua boca, fazendo dessa vez, o marido gemer um pouco mais alto. Ela sorriu, olhando-o, enquanto continuava com o "tratamento". Sentiu o gozo dele em sua boca, depois de um gemido alto e rouco sair da boca de Oliver. Ela engoliu, e se sentou em cima dele.

Você tem uma boca muito gostosa. – Ela sorri. – Agora já acabou com a sua brincadeirinha?

Minha brincadeirinha? – Ela se levanta em cima da cama. – Ainda não. – Diz balançando a cabeça, mordendo o lábio, dando um sorriso provocante. Oliver mordeu o lábio ao vê-la descer com lentidão, o zíper da saia. Fechou as mãos no lençol, se controlando para não a puxar de volta para seu colo, e tomá-la por inteira. Ela percebeu que o marido estava tentando se controlar. Felicity se virou de costas para ele, e Oliver franziu o cenho. Ele só entendeu quando, de vagar, ela desceu a saia até seu pé, fazendo com que a bunda dela ficasse inclinada em sua direção. Ela sorriu ao vê-lo morder o lábio, e segurar com mais força o lençol. – Gostando do show? – Pergunta lentamente, se virando de volta para ele.

Prazerosamente. – Diz pausadamente. – Faltou a meia calça.

E você quer que eu a tire? – Colocou a mão, fazendo menção de fazê-lo. – Ou quer fazer isso por mim? – Oliver se sentou.

Está me provocando... – Ele deu um sorriso, colocando a mão na cintura da esposa. – Vai se arrepender disso. – Ela riu.

Está me ameaçando, meu amor?

É uma promessa. – Ela o empurrou na cama.

Não me toque. – Ela diz, tirando as mãos dele de suas pernas. – Já que você não respondeu a minha pergunta... – Ela começou a retirar devagarzinho. – Eu quem vou tirar. – Ele mordeu o lábio, vendo-a retirar a peça com muita lentidão. Estava deixando-o louco. Ela mordeu o lábio, provocando-o. Jogando a meia calça no rosto dele, e rindo, ela retirou o sutiã com a mesma lentidão de antes. – Falta alguma coisa? – Provocou, mordendo o lábio mais uma vez, se abaixando. Oliver jogou a meia calça longe. – O que você acha? – Perguntou, depois de se colocar por cima dele novamente, sussurrando em seu ouvido.

Eu acho... – Os olhos se encontraram. – Que a brincadeira de provocar acabou. – Ela não esperava que no instante seguinte, Oliver estivesse por cima, e segurando ambas as mãos dela com sua mão esquerda, acima da cabeça dela. – E agora..., eu vou fazer o que eu queria fazer, desde antes que você começou a fazer strip-tease. – Ela riu. – Eu vou beijar cada parte do seu corpo... – Diz passando a língua na barriga lisa, subindo até o seio, onde deu uma mordida em forma de provação. Felicity gemeu. – E você não vai me tocar até que eu termine. – Tomou o seio dela com a boca, enquanto passava a mão livre pelo corpo, apertando a coxa com certa força, subindo até o seio, e fazendo movimentos circulares. Felicity não segurava os gemidos. Altos ou baixos, Oliver ouvia cada um deles. E isso fazia seu membro pulsar mais e mais. Ele sentiu a esposa mexer as mãos, e por isso não a soltou. Sorrindo, ele desceu os beijos até o cós da calcinha. Felicity o olhou, esperando pelo que ele faria. Dando outro sorriso, dessa vez, olhando nos olhos dela, ele rasgou a calcinha com a mão livre.

Oliver. Já é a quinta que você rasga só essa semana. – Reclama.

Você não deveria ter colocado ela, então. – Deu um sorriso sacana, antes de passar a língua de forma provocante no sexo dela, fazendo-a arfar. – Vou te fazer gemer meu nome, e me implorar para entrar dentro de você.

Isso... – Ela arfa mais uma vez, gemendo em seguida, ao senti-lo beijar com gosto seu sexo. – Não vai acontecer. – Consegue completar, antes de fechar os olhos, e sentir um dos dedos dele entrar em seu íntimo.

Isso é o que vamos ver. – Diz, voltando a fazer o que estava fazendo. Os gemidos da esposa eram como música para seus ouvidos. E por mais que quisesse entrar dentro dela de uma vez, como seu membro anseia, ele a faria implorar. Sorriu, imaginando isso acontecendo. Ele sentiu o dedo ser esmagado, e logo em seguida a esposa estremecer, fazendo-o sentir seu gozo. Ele passou a língua nos lábios, enquanto olhava nos olhos verdes da esposa. – Peça.

Não. – Ele riu, fazendo pressão no clítoris, fazendo-a gemer alto.

Vamos, amor..., eu sei que quer...

Eu não..., vou pedir. – Ela sabia que aquilo tinha sido pela brincadeira que ela fizera. Sabia que provavelmente ele faria aquilo. Ela deveria saber que não havia um provavelmente. Era uma certeza. E mesmo assim, ela não se arrependia. Gemeu mais alto ao sentir os movimentos aumentarem. Ele estava usando apenas os dedos, e ela já estava quase gozando novamente. – Oliver. – Ela reclamou quando ele parou com os movimentos.

Peça, amor. Um simples pedido... – Ele mordeu o seio dela de leve. – E você vai poder me sentir por..., in.tei.ro. – Ela rosna baixo.

Isso é maldade.

E o que fez comigo? – Retrucou, sorrindo. – Eu também achei maldade não me deixar te tocar. E fazer aquela abaixadinha gostosa... – Ela mordeu o lábio. – Aquilo foi jogo sujo.

Pensei que gostaria de me ver tirando a roupa.

Oh, mas eu gostei. Muito. Mas gostaria mais ainda se tivesse tocando você enquanto isso. – Ele sussurra em seu ouvido, mordendo o lóbulo em seguida. – Peça, meu amor. – Diz novamente, quando a ouve gemer. Com a respiração descompassada, ela abre os olhos, olhando nos azuis do marido. Apertando as mãos uma na outra.

Me faça sua. – Ela diz uma vez, fazendo-o sorrir. – Faça de uma vez, Oliver.

Não precisa pedir outra vez. – Ele diz, antes de tomar os lábios dela de forma urgente, e soltando as mãos dela e segurando sua cintura, ele entra nela de uma vez, fazendo com que o gemido alto de ambos ecoasse pelo quarto.

**--** **--**

Você deveria voltar a se vestir assim. – Ela riu. — Eu iria gostar. — Ela apoiou o queixo no peito do marido.

Me visto assim só para você. — Ele sorriu.

Melhor ainda. —Beijou os lábios rapidamente. — Quero te ver assim mais vezes.

Com as provocações? — Ela pergunta rindo.

Contanto que eu possa te tocar. — Apertou a mão direita em sua bunda ainda nua, fazendo-a gemer. — E beijar cada parte de seu corpo...

Você foi muito mal, me fazendo implorar. — Ele riu.

Eu senti muito prazer em te fazer implorar. — Mordeu o lábio de forma provocante. Felicity se mexeu em cima dele, fazendo-o gemer.

Eu gosto desse som. — Sussurra, sorrindo. Oliver coloca a mão por dentro dos longos cabelos loiros, trazendo-a para perto, e tomando os lábios dela de forma urgente, enquanto que a mão que estava em cima da bunda dela, apertava vez ou outra. Passando a mão pela bunda e chegando no sexo dela, ele pressionou o clítoris, fazendo-a gemer. Ele sorriu, afastando sua boca da dela.

E eu gosto desse som. — Diz antes de pressionar mais um pouco, ouvindo mais uma vez o som que ele tanto amava ouvir.

Oliver. – Arfou. Ele mordeu o lóbulo do ouvido dela, enquanto começava os movimentos circulares, fazendo a esposa ir a loucura. Ela apertou as unhas nos ombros dele. A mão livre seguiu levemente até a coxa direita, apertando com certa força ao chegar onde queria. Felicity se colocou por cima dele, fazendo-o sorrir.

Nossos filhos estão quase chegando.

Então, vamos ter que ser rápidos. – Ela diz, beijando-o em seguida. Oliver realmente esperava que ela o lembrasse sobre os filhos, e por ela não o fazer, ele se surpreendeu. Não que estivesse reclamando. Estava amando ter aqueles momentos com ela. Momentos que estava acontecendo mais vezes desde que voltaram da casa de campo. Sua esposa andava..., diferente. Não que fosse um diferente ruim, mas mesmo assim, bem mais fogosa do que normalmente é. Para ele era até melhor, mas isso estava começando a fazê-lo pensar se deveria perguntar a ela. Mandou aquele pensamento para longe, se sentando, colocando os braços em volta dela, dando mais urgência ao beijo. Ele sentiu a esposa se mexer, mas não se importou. Mordeu o lábio inferior, sentindo-a tocar seu membro. Ele abriu os olhos, colocando as mãos na cintura fina, e então entendeu o que ela estava fazendo. Fechou os olhos, colocando a cabeça na curva do pescoço dela, ouvindo o gemido dela ao mesmo tempo em que ele gemia rouco, sentindo seu membro entrar em contato com o sexo dela. Ela desceu sobre ele devagar, apertando com certa força, seus ombros, mas não se importou. Puxando os cabelos loiros com uma das mãos, Oliver tomou os lábios dela mais uma vez de forma urgente, enquanto ela começava com os movimentos sobre seu membro.

**--** **--**

Boa noite, irmãozinho. — Oliver encontrou Thea, Roy e os filhos assim que abriu a porta.

Boa noite, Thea. Roy. — Brooke e Bryan o abraçaram em seguida. — E aí, se divertiram?

Nós quem deveríamos fazer essa pergunta. — Roy segurou uma risada com a provocação.

Como assim?

Esqueça o que sua tia diz. — Oliver pede, praticamente implorando para que eles realmente esquecessem. Os deixou entrar. — Como foi? Onde estiveram?

Fomos assistir um filme e depois comemos no Belly Burger.

E tomamos sorvete, papai.

Ah, eu imagino que essa é a razão de você estar ligada no 220. — Os outros dois riram.

Não vai conseguir fazê-la dormir tão cedo.

Por que eu acho que isso foi de propósito? — Pergunta, olhando para o cunhado.

Por que você e a mamãe não foram com a gente? — Bryan interrompe a conversa do pai e do tio. Thea sorriu.

Sim, uma boa pergunta, sobrinho. Por que, Ollie?

Eu e sua mãe preferíamos ficar em casa. — Responde, olhando para o filho e ignorando a irmã. — Vamos todos, outro dia.

Promete?

Prometo. — O menino sorriu.

Então vamos marcar. Porque esse garoto não me deixou em paz até eu prometer que marcaria isso hoje. — Oliver olha para o cunhado. — Eu não tenho feito nada mesmo...

Deixa essa semana insuportável passar.

Problemas, Ollie?

Nada que eu não possa resolver. E também, as crianças entram de féria essa semana, podemos marcar de passar em algum outro lugar.

Tipo a casa de campo.

A mamãe disse que lá é lindo. – Oliver olhou o filho. – E que tem piscina. E que agora tem cavalos também.

Tem sim. Já andou alguma vez?

Não. — Balançou a cabeça.

Ótima oportunidade para fazê-lo.

Boa noite. — Eles olham para trás.

Boa noite. – Felicity beijou a bochecha do irmão, recebendo o mesmo dele, e abraçou a cunhada.

Irmãzinha, você está diferente ou é impressão minha?

Diferente? — Franziu o cenho, confusa. — Como assim?

Não sei explicar, mas..., está diferente.

Eu acho que está bêbado. — Ela beijou os cabelos dos filhos.

Como se eu fosse beber, estando com meus sobrinhos. — Retrucou.

Talvez isso seja porque o dia foi proveitoso. — Thea diz, maliciosa.

Thea.

O que? Eles não entendem.

Do que estão falando? — Os adultos olham para as crianças.

Nada.

Talvez vocês ganhem irmãozinhos. — Thea responde rapidamente, depois de ouvir a resposta do irmão e da cunhada.

Eu sinceramente não me importaria de ter mais sobrinhos.

Até você? — Roy riu ao ouvir a irmã.

Ora, por mais que imaginar..., o que isso quer dizer... –Oliver segurou uma risada. – Seja bem traumático, já que você é minha irmã... – Thea riu. – Eu quero mais sobrinhos.

Vai ficar só querendo. — Oliver olhou para a esposa. — Isso não é hora.

Não tem hora para isso, irmãzinha.

Eu concordo. Eu quero ter o prazer de ensinar várias coisas para esse bebê. Vou ensinar ele ou eles a andar.

E vai ensinar ele ou eles a pular o muro da escola também? — Roy gargalhou.

Tia Thea, você pulava o muro da escola? – O garotinho pergunta, surpreso.

Por que tia? Não gostava de ir para a escola?

Eu odiava. E saiba, que o pai de vocês fazia o mesmo? – Eles olham surpresos para o pai.

Até você, papai? — Oliver fuzilou a irmã, ao ouvir o filho.

Nossa, isso é de família? — Roy pergunta, rindo.

Eu..., era um pouco..., complicado.

Você era um peste. — Oliver olhou para a esposa. — Roy, ele já explodiu uma bomba na sala de aula, com a ajuda de Tommy. — Roy voltou a rir.

Você fez o que?

Pois é. Eu meio que queria chamar atenção.

Oh, com certeza chamou. — Roy balançou a cabeça.

Você por acaso sabia que sua irmã foi líder de torcida? — Roy olhou para a irmã com os olhos arregalados.

Como é? — Ela mordeu o lábio. — Você? Líder de torcida?

Laurel me chantageou. — Ele franziu o cenho. — Depois..., eu passei a gostar.

E ela passou ser cantada por cada um dos garotos da escola.

Inclusive por você, eu imagino. — Oliver não pôde retrucar. — Eu quero ver fotos.

Laurel e Sara tem várias.

Oliver, você é maldoso. — Ele riu.

Você ficava linda naquela roupa.

Linda? — Ela provocou. — Palavra nova para me definir quando estava de líder de torcida. — Ele volta a rir.

Felicity odiava quando Oliver usava palavras..., como é que você dizia?

De baixo calão. — Oliver responde e Roy começa a rir. — Ela odiava. — Diz, rindo junto do cunhado.

O que essa palavra quer dizer? — Eles tinham se esquecido das crianças.

Quer dizer..., palavras feias.

E por que o papai as usa, se são feias? — Thea e Roy riram.

Boa pergunta, sobrinho.

Eu as uso..., só com sua mãe. Esqueçam isso. — E ele novamente implorava para que eles realmente se esquecessem.

Eles já fizeram a pergunta que os pais tanto temem?

Não se atreva. — Oliver rosna e o cunhado volta a rir. — Sabe como foi difícil fazê-lo se esquecer disso?

Ele fez? — Ele ri junto de Thea.

Que pergunta?

Meu amor, você não queria mostrar a blusa dos Yankees que seu pai te deu? – Mudou de assunto, pedindo mentalmente que desse certo.

É mesmo. Vou trazer, tio Roy. — Ele correu para as escadas.

Não corra nas escadas, Bryan. — Os pais gritam.

Tá. — Grita de volta.

Mamãe, eu posso comer danone? — Thea e Roy olham para a garotinha, surpresos.

Claro, amor. Pega pra mim também? – Ela assentiu e correu para a cozinha.

Essa menina está com verme. – Oliver riu. – Ela comeu sanduíche, e não foi pequeno não, uma batata média, tomou um copo de coca de 500ml e um copo grande de sorvete com aquele tanto de coisa doce em cima.

E você deixou? Ela não vai dormir hoje. — Roy e Thea riram. — Vocês fizeram de propósito.

Não. Só não conseguimos dizer não a ela.

Toma, mamãe. – Bryan se aproxima deles ao mesmo tempo que a irmã, que tinha uma cartelinha com quatro em uma das mãos, e uma com dois na outra mão.

Olha, tio. — Roy pega a blusa.

Uou..., autografada. Que chique. — Oliver revirou os olhos. — Imagino que não tenha sido nada barato. — O cunhado deu de ombros. — Essa blusa é perfeita.

Claro que é. É dos Yankees.

Eu tenho que concordar.

Aff, odeio baseball. — A cunhada concordou, enquanto lambia um dos potinhos de danone.

Não sabem o que estão perdendo.

Por que mulher não gosta de baseball?

Sara e Caitlin gostam. — Oliver diz, fazendo o cunhado ficar surpreso.

Primeiras mulheres que conheço que gostam de baseball. — O outro sorri. — Você viu que eles vão estar aqui no mês que vem?

Mesmo? — Bryan pergunta. — A gente pode ir de novo, papai?

Com certeza. — O menino sorriu.

E o tio Roy também pode ir?

Vamos marcar de comprar os ingressos no mesmo dia. Eu já tinha combinado com o Tommy.

É só avisar. — Felicity sorriu. Ela gostava daquilo. E pelo jeito era o que seu filho também queria. — Você vai comer quantos potinhos disso?

Me deixa em paz. — Oliver riu. — Alguém quer bolo?

Bolo? Felicity, você acabou de comer um senhor pedaço de lasanha. Você vai comer bolo? — Ela continuou indo até a cozinha, sem responder.

Eu quero, mamãe.

Elas são mesmo mãe e filha. — Thea comenta.

A Felicity está começando a me assustar. – Os outros dois riram, e o seguiram até a cozinha.

Eu vou querer um pedaço disso.

Espera. — Roy parou no meio do cômodo. — Quem fez isso?

Foi eu. — Oliver responde, segurando uma risada.

Ah, tá. Então é seguro. — Felicity o fuzilou, enquanto comia.

Engraçadinho. – Ele riu.

Vou pegar o suco de laranja que está na geladeira.

Eu quero suco, papai. — Bryan se sentou. — O que a gente vai comer amanhã?

Já está pensando no almoço de amanhã, garoto? – Oliver riu.

Nós sempre conversamos sobre o que fazer no dia seguinte. — Roy balançou a cabeça. — Eu ainda não sei. Me dá uma ideia.

Hummm..., eu tô com vontade de comer Nhoque. — Pai e filho se olham.

Nhoque?

Eu iria ficar muito feliz. Faz tempo que não comemos. Felicity diz, enquanto mastigava o pedao de bolo que havia colocado na boca.

Você também quer Brooke? — Ela respondeu com “uhum”, enquanto mastigava. — Então está combinado. Vou ver se temos tudo para fazer, qualquer coisa saio para comprar amanhã.

Pelo jeito, você sabe cozinhar de tudo, não é?

O que não sei, aprendo pela internet. Tive que aprender principalmente depois de descobrir que a minha mulher, que na época era apenas minha namorada..., não sabia fritar um ovo.

Ela ainda não sabe. — Thea completa rindo, e os outros começam a rir também.

Eu vou fingir que não ouvi você.

Você está mais focada no bolo, né? — Felicity não respondeu.

Você vai acabar passando mal. — Oliver diz.

Eu não. Estou ótima. — Sorriu, pegando o quarto pedaço.

Estou com medo de você. — Thea riu. — Irmãzinha, isso é contagioso? Olha a minha sobrinha.

Okay, Brooke, chega. – Tirou o bolo de perto da filha. – Você vai passar mal depois. Isso já é gula.

Não é não, papai. Eu tô com fome.

Senhor. — Thea e Roy se pronunciam juntos, surpresam.

Termina esse suco, e banho. — Ela fez um bico fofo.

Eu vou tomar banho primeiro.

Ah não. Você tá fazendo isso de propósito.

Por que estão brigando? Temos mais de dois banheiros nesse apartamento. – Os outros dois riram. – Bryan, você toma no meu, deixa sua irmã tomar no de vocês.

Tá bom, papai.

Papai, quando sair amanhã, traz sorvete?

Eu estou achando que você está viciada.

Ou com verme. – O tio completou e eles riram juntos.

Não tô não, tio Roy. – Balança a cabeça, fazendo um biquinho fofo.

Mamãe, a senhora não vai parar de comer? — Ele tinha o cenho franzido.

Terminei. — Revirou os olhos.

E amanhã a gente não tem mais bolo. — Resmunga.

Você é tão filho do seu pai, não é?

Eu faço outro, Bryan. Amanhã vocês não têm aula mesmo. Acordo mais cedo para fazer esse bolo. — Ele assentiu. — Por que não vai tomar banho?

Eu quero com bolhas.

De jeito nenhum. – Felicty diz. – Banho de chuveiro. Bem rápido. Porque você vai dormir antes da meia noite, querida. – Os outros riram.

Ah, mamãe... — Cruzou os braços.

Se despeça e vão. — Bryan foi o primeiro a se levantar, se aproximar dos tios e se despedir.

Eu não tô com sono.

Eu posso imaginar o porquê. — Eles riram novamente.

Durmam com os anjos.

Vem logo, Brooke. — Puxou a irmã pela mão.

Eu não tô com sono... — Reclama de novo. — Por que eu tenho que tomar banho?

Eu ouvi isso? — Ela olha para a mãe. — Banho, porquinha. — Ela deixou o irmão puxá-la. — Vamos combinar de não darem doce demais quando saírem com ela? — Eles novamente começam a rir.

**--** **--**

Oliver rolou na cama. Quando sua mão parou do outro lado, onde sua esposa deveria estar, ele não a sentiu. Ele abriu os olhos, e franziu o cenho. Ela não estava deitada ao seu lado. Olhou no relógio que estava em cima da mesa de cabeceira. Quase três da manhã. Revirou os olhos. Não é possível, ele pensava. Pousou o rosto no travesseiro, balançando a cabeça. Lentamente, por causa do sono, ele se levantou. Ele sabia onde ela estava. Ele tinha certeza de onde a sua esposa estava. Já era a quinta vez, só naquela semana, que ele acordava de madrugada, e não encontrava sua esposa ao seu lado. Desceu as escadas lentamente, e quando chegou no hall, encontrou a cozinha com a luz acesa. Ele não se surpreendeu. Não. Como já disse, ele estava começando a se acostumar. Aquilo já estava se tornando corriqueiro. Parou na entrada da cozinha e a observou. Ela estava mais uma vez, sentada na bancada, dessa vez de costas para ele. Mas ele pôde ver ao lado dela, um pote de sorvete, uma panela pequena de brigadeiro que ele tinha feito naquele mesmo dia, um pote médio com jujubas, outro pote com fini e enfim um outro maior, que continha M&M. Ele balançou a cabeça. Olhou para a mesa, encontrando o porta bolo vazio. Tinha sobrado um pedaço médio, e ela com certeza já tinha devorado ele. O que estava acontecendo com sua esposa, era o que ele se perguntava. Bufou e se aproximou.

Felicity. — O corpo dela deu um pulo, por causa do susto.

Que susto, Oliver.

Se você levou um susto, é porque está fazendo coisa errada.

Eu não sou criança. – Murmura, pegando um punhado de M&M.

Está parecendo uma. Fazendo coisa escondida.

Eu não estou fazendo nada escondida. – Responde, olhando-o nos olhos.

Não? E isso? – Ele pegou um dos potes. – Felicity, você comeu metade disso sozinha? O pote estava cheio. – Ele estava não só surpreso, mas incrédulo também.

Me deu vontade, ora. Você vai ficar me recriminando?

Isso não está certo.

Fica calmo, é só um pouco de doce.

Pouco? – Olhou em volta dela. – Meu amor, você comeu metade de um pote de jujuba, metade do fini, está acabando com o M&M..., e esse brigadeiro estava quase até na tampa, Felicity. Tem só metade dele aqui.

Também não é pra tanto, exagerado. – Revirou os olhos.

E você comeu o restante do bolo. – Apontou para o porta bolo.

Eu estava com vontade.

O que é que está acontecendo com você? – Felicity mordeu o lábio, ficando pensativa. Balançou a cabeça. Não. Não era aquilo não. Era impossível aquilo estar acontecendo. Bufou. Não era nada.

Eu estou bem. Só me deu uma vontade de comer doce.

Faz dias que você está com essa vontade imensa de comer doce.

Imensa não. – Retrucou.

Felicity foram cinco dias seguidos. Tirando a semana passada, que foram três dias seguidos. Isso está ficando corriqueiro.

Mentira. – Cruzou os braços. – Foram só...

Oito vezes. – Ele diz, quando percebe que ela não conseguiu nem mesmo fazer as contas.

Viu? Não deu nem duas semanas.

Ainda, né? Porque eu não duvido que possa acontecer hoje, amanhã, depois... – Ela bufou. – Isso vai parar. Eu vou esconder esses doces.

O que? — O olha incrédula.

Isso mesmo. Você está parecendo uma criança, então vou tratar você como uma criança.

Isso é ridículo. – Ele se aproximou, colocando as mãos na cintura dela, para trazê-la para o chão. – Oliver, eu só fiquei...

Com vontade de comer doce. – Completa, cortando-a. — É. Eu já ouvi isso antes. – Guardou as coisas. – Você tomou todo o pote de sorvete? – A olha incrédulo. – Felicity, ele estava inteiro. Vou te levar ao médico. Sério. Estou começando a ficar preocupado.

Não precisa. Eu estou ótima. – Caminhou para fora da cozinha. Ele correu até ela, pegando em seu braço, e fazendo-a se virar para ele.

Se isso continuar, nós vamos ao médico, Felicity. – Ele viu nos olhos dele que ele estava falando sério. – Mais um dia..., e eu te levo ao médico nem que seja arrastada. – Ela mordeu a parte interna da bochecha. – Você está ouvindo, não está?

Estou. – Revirou os olhos. – Não vai mais acontecer. – Ele a segurou por alguns minutos, tentando decifrar os olhos dela. Ela estava estranha. Muito estranha. – Vamos dormir? – Ela se virou quando ele a soltou.

Isso só pode ser lombriga, não é possível. – Sussurra, enquanto a seguia para o quarto.

**--**

Felicity amarrou os cabelos em um rabo de cavalo, enquanto via o marido terminar de se arrumar. Os gêmeos iriam acompanhá-lo até a empresa, já que o Oliver tinha combinado de ver um acionista junto do pai. Ela havia combinado de se encontrar com as amigas, na casa de Sara e Ray. Enquanto que os homens estariam com as crianças, elas estariam com os bebês. Pelo tempo não estar tão frio, Felicity decidiu vestir um vestido branco com várias rosas pink desenhadas pelo tecido, com poucas na cor rosa claro, perto de algumas das outras. Escolheu um scarpin pink, e o deixou perto da porta do banheiro, antes de começar a se maquiar. Escolheu algo bem leve. Ouviu os passos do marido.

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Você vai se encontrar comigo no restaurante? — Felicity o olhou pelo espelho. Ele vestia uma camisa vinho e uma calça social preta.

Não. Vou estar com as meninas até mais tarde.

Odeio ficar tanto tempo longe de você. — Diz depois de suspirar, abraçando-a por trás.

Eu também. Mas pensa bem..., você vai estar com nossos filhos. — Ele sorriu.

Você está gostosa nesse vestido.

Estou? — Ela mordeu o lábio.

Muito. Sua bunda está maior, ou é impressão minha? — Ela franziu o cenho.

O que quer dizer com isso?

Que..., ela parece estar maior. — Ela se virou nos braços dele.

Está me chamando de gorda?

Felicity, só falei da sua bunda. E se ela está maior, não é um problema, na verdade eu até gosto. — Ela mordeu a parte interna da bochecha. — Você está estranha.

Novamente com isso? — Ela revirou os olhos, saindo dos braços dele.

É porque está. Você acabou de reclamar, e se alterar, porque disse que sua bunda está maior.

Foi o jeito que disse, que me incomodou. Só isso.

Não sei porque. Eu amo sua bunda. — Ele deu um tapa um pouco forte, quando ela estava calçando um dos pés do scarpin, fazendo-a se desequilibrar, mas ele a segurou antes.

Oliver. — Ele estava rindo. — Quase que eu caio.

Eu não deixaria. — Beijou o pescoço exposto.

Estou pronta. — Ele a fez dar uma voltinha.

Gostosa como sempre. — Ela sorriu. — Quer que eu traga algo para você?

Vou estar na Sara.

Vai jantar lá também?

Provavelmente, já que ela vai pedir comida francesa.

E você adora, então... — Ela assentiu. Ele suspirou. — Vamos passar o dia todo sem nos ver.

Te recompenso depois. — Ela o beija e se afasta.

É bom que a recompensa seja boa. — Ela gargalhou, enquanto saía do quarto com o celular em mãos. Oliver olhou para a bunda dela, enquanto ela andava. — Está maior. — Ele sussurra antes de segui-la.

**--** **--**

Oliver a beija e em seguida ela se despede dos filhos, antes de abrir a porta do carro. Como combinado, ele a deixaria na Sara, com seus seguranças, claro, e iria para a empresa. Mike e a equipe que ele comandava ficaria ali, para a segurança de sua esposa e das outras mulheres. Felicity desceu e ele esperou que ela entrasse para que pisasse no acelerador. Felicity percebeu que não tinha pego a bolsa, onde estava seus documentos, mas não preocupou, ela não sairia mesmo. Ela abraçou Sara, Laurel e Caitlin assim que chegou, e rapidamente, voou em direção à afilhada, que dormia tranquila no bebê conforto.

Oi, bebê. Você está tão linda.

E dorminhoca. — Laurel completa com um sorriso, sentando-se ao lado da amiga.

Não reclame, Laurel. — Caitlin diz.

E o Connor?

Dormindo lá em cima. Laurel não quis levá-la para lá também.

Ah, eu gosto de ter ela pertinho de mim. — Felicity sorriu.

Sabe o que estávamos conversando? Sobre nossos maridos e noivo saírem sozinhos.

Eles vão deixar nossos filhos fazerem de tudo.

Como sempre.

É hoje que a Brooke não dorme tão cedo. — Elas riram. — Sempre que ela sai com eles, ela volta ligada no 220.

Por que a Thea não veio? — Felicity as olhou com a feição maliciosa.

Não.

Ela está em um encontro com meu irmão.

Nossa, e o Tommy sabe?

Não, Laurel. — Sara gargalha.

Eu vou jogar na cara dele. Hoje ainda. — As outras riram.

Você é maldosa.

Tenho certeza de que Ray vai jogar na cara dele, sobre a língua gigante que ele tem.

Isso por causa dos gêmeos? — Sara assentiu.

Então meu marido vai rir muito. — E elas não puderam retrucar.

**--** **--**

Oliver entrou no restaurante com os filhos. Estava atrasado quase uma hora, por causa do problema em que encontrou assim que chegou na empresa. Ele só queria um dia calma naquele lugar, mas parecia ser impossível. Ele quase riu quando ouvir seu filho dizer que estavam todos surtados. E estavam mesmo. Loucos. E assim que viram o chefe, voaram nele. Walter tinha metade da empresa na cola dele, e Oliver a outra metade. Todos com problemas em seus setores. Graças a Deus, Oliver conhecia as habilidades de sua esposa, e pediria para ela ir até o setor de IT na segunda, para resolver o problema que ele não conseguiu resolver. Assim que encontrou os amigos, caminhou até eles.

Até que enfim. — Dizem juntos.

Não sabem o inferno que encontrei assim que cheguei à empresa.

Estavam todos surtados. — Os homens riram ao ouvir Bryan. — Eles voaram no meu pai assim que o viram.

Realmente, não pensei que sairia de lá hoje.

Tão tenso assim?

Problemas em todos os setores. Todos. — Bufou.

Teve um homem lá que apontou o dedo na cara do meu pai. — Os outros franziram o cenho, olhando para Oliver.

Nada que eu não pudesse resolver também. — Tommy riu, imaginando o amigo ameaçando o indivíduo. — Eu tenho que ser um monge. — Os outros riram.

Papai também passa por isso. Eu já o vi ficar nervoso na empresa.

Vai aprendendo, um dia vai me substituir. — Diz para o filho. — Quando não estou lá, a empresa vira um caos. — O menino assente.

Você não chamou seu tio, Bryan? — O menino olhou para Barry.

Ah, essa é a parte boa. — Ray diz rindo. A noiva tinha mandado uma mensagem para ele, pouco antes de Oliver chegar.

O que?

Ele está em um encontro.

Mesmo? — Tommy se pronuncia, e Oliver bufa. — Então minha previsão é certa? Ah, estou adorando isso.

Por falar em previsões... — Ray muda de assunto. Queria que a noiva jogasse na cara do outro. — Eu estou achando que vou cortar a sua língua. — O garçom arregalou os olhos ao se aproximar e ouvir. Barry e Oliver seguram uma risada. — Você é um maldito que deveria perder a língua grande.

O tio Ray está brincando, moço. — Bryan diz ao homem. Roy o olha.

É. Ele não vai cortar a língua do meu pai de verdade não. – Lyon completa, vendo a palidez do homem.

Já..., vão pedir? — Barry riu baixo, ao perceber que o homem se assustou de verdade.

Sim. Eu tô com fome. — Killian se pronuncia.

Eu quero batata frita.

Eu também. — Brooke concorda com Kitty. Os homens fazem os pedidos e o garçom sai apressado. — Assustou o moço, tio Ray. — Os outros riram.

Você não viu a cara que ele fez. — Oliver comenta com um sorriso.

O que foi que eu fiz, para você querer cortar a minha língua?

Eu e Sara fomos ao médico.

São gêmeos — Killian diz, animado, antes do pai. Tommy começa a gargalhar.

Sério? – Oliver se pronuncia. Ray assentiu. – Isso é..., como está sentindo?

Bem. Não me importo em ser gêmeos. O fato é que eu não entendo como ele pode conseguir falar e a coisa acontecer. — Os amigos riram.

Tommy, continue fazendo suas previsões. — Bary diz, divertido.

Okay..., a próxima grávida é a Felicity.

Ela não quer engravidar, então... — Balançou a cabeça. — Desiste. Dessa vez sua previsão não vai acontecer tão cedo. — O outro bufou.

Isso é o que vamos ver.

Eu não estaria tão certo de que sua previsão vá acontecer, dessa vez.

Eu tenho que concordar. Caitlin disse que Felicity não quer engravidar. Que ela não acha que seja o momento.

Você acha que eles ficaram jogando baralho quando viajaram? — Os outros riram, enquanto que Oliver o mandava se ferrar.

Tia Sara disse que vai jogar umas coisas na sua cara. — Tommy olhou para o garotinho. — E ela disse que vai ficar muito feliz em fazer isso.

Do que seu filho está falando, Palmer?

Você vai saber quando chegarmos lá em casa mais tarde.

Ah, mudando um pouco de assunto... — Barry se pronuncia. — Ficaram sabendo que os Yankees vão jogar aqui de novo?

Sim. E eu e Oliver já combinamos de ir assistir.

Venham também. Até o Roy vai.

Seu cunhado? — Oliver assentiu. — Bom, eu já estava pensando em levar Killian...

Bryan disse que iria, e eu pedi ao papai para me levar também. – Apesar de fazer um tempo, Oliver ainda se surpreendia em como seu filho e o filho de Ray estavam próximos. Eles eram tão amigos, quanto Lyon e Bryan são. Tão unidos quanto. Era impressionante que isso esteja acontecendo, levando em consideração a briga que tiveram no começo do ano.

Agente vai sempre que eles vêm, né pai? — Tommy assente. — É muito legal.

Eu não quero. — As garotinhas dizem juntas.

Vocês ficam com suas mães, então.

Vai ser legal, Kitty. É muito melhor do que assistir pela TV. — Barry olha para o filho de Oliver. — Vamos com agente.

Barry, isso é um encontro? — Sussurra.

Cala a boca, Tommy. — O outro riu.

Agente vai comer no Belly Burger depois? — Os outros riram, e Ray concordou.

E tomar sorvete. — Bryan completa.

Então eu vou. Vamos Brooke?

Assistir jogo? — Resmungou.

Você vai gostar. Vamos ficar bem pertinho. E você vai ver como é legal. Até a Kitty aceitou ir, B. — Oliver franze o cenho.

Que fofo. — Ray sussurra, e Oliver o olha. — O que? Não fique com ciúmes da sua filha.

Logo Barry e Oliver terão genros.

Cala a boca, Tommy. — Dizem juntos. O amigo volta a rir.

Eu não gosto de jogo. É chato. E eu nem entendo.

Eu explico. — O garotinho sorri. — Vai, vamos com agente.

Não seja fresca, até a Kitty já aceitou.

Bryan. — Oliver o repreende.

O que? Ela já se acostumou, papai. – Os amigos e os tios riram.

Chato. — Murmurou. — Tá bom. Eu vou.

Não acredito que o garoto a convenceu a ir.

É, eu compreendo esse sentimento. — Ray e Tommy riram. — Tentei fazer Kitty ir comigo várias vezes, e ela sempre negava. — Bufou. — Um pedido do seu filho..., e ela aceita. — Barry se aproxima mais de Oliver, se inclinando na mesa. — Definitivamente ficarei de olho no seu filho. — Oliver revirou os olhos.

Você não é único que está com problemas não. — Ray e Tommy voltam a rir.

Vocês estão mesmo preocupados? Eles têm sete anos.

Não se meta. Você não tem filha.

Mas vou ter. — Os amigos o olham. — O que?

Como assim você vai ter? Você não disse nada disso.

O outro bebê é uma menina.

Cara, parabéns. — Dizem todos juntos.

Valeu.

Mas..., mesmo que você diga que terá uma menina..., ela vai demorar para ter a idade de começar a namorar. Eu e Oliver estamos mais perto do que qualquer um de vocês. – Oliver concordou com o amigo, olhando para Lyon que tinha trocado de lugar com Killian, e agora ele estava ao lado de sua filha. Lyon, Brooke, Kitty, Bryan e Killian, essa era a ordem que as crianças estavam sentadas.

Ah, ainda bem que essas garotas têm Caitlin e Felicity para não deixar vocês as colocarem em bolhas. — Oliver e Barry fuzilam Tommy com o olhar.

**--** **--**

Caitlin era a única que tinha percebido a fome absurda da amiga. As outras estavam tão entretidas na conversa que nem mesmo haviam percebido que Felicity tinha almoçado mais do que qualquer uma delas, e que agora devorava uma porção grande de comida francesa. Ela sabia que a amiga gostava, por isso tinha dado a ideia para Sara, que prontamente aceitou. Todas elas gostavam. A ideia era ter certeza. A ideia era ver o que estava vendo. Apesar de a amiga não estar percebendo nada disso. Balançou a cabeça. Ela não diria nada. Deixaria que a amiga percebesse sozinha. As coisas ficaram mais claras quando viu o quanto de doce a amiga comeu. Sara estava entretida com o mexeu dos seus bebês. Faltavam pouco menos de um mês para que os bebês nascessem. Olhou para seu filho, que estava dormindo no bebê conforto, chupando o bico com gosto. Ele já estava com quase três meses. Quase três meses desde o nascimento de seu filho. Olhou para Felicity, vendo rir de algo que as amigas diziam. Ela nem mesmo tinha prestado atenção.

Não concorda, Cait? — Ela piscou algumas vezes, quando ouviu ser chamada.

O que?

O que houve, Cait? Parece muito pensativa.

É. Nem nos ouviu.

Foi mal. Sobre o que conversavam?

Sobre a forma fofa que Bryan trata sua filha. — Cait sorriu. — Ele é todo carinhoso, e cuidadoso..., não só com ela, mas com a irmã também.

Fez um ótimo trabalho, Felicity. — Cait sorriu para a amiga.

Bom, eu espero que sim.

Não. Você fez. — Sara afirma. — Os dois são educados, carinhosos, cuidadosos... — Laurel concorda com a irmã. — Eu espero que os meus gêmeos sejam assim como os seus.

Tendo você como mãe? Eles vão pensar duas vezes antes de fazer alguma arte. — As outras riram. — Então sim, eles serão tudo isso e muito mais.

Eu não quero ser rigorosa demais. Quero que eles sejam crianças, antes de serem qualquer outra coisa.

E está certa. Eu não disse que seria rigorosa. — Sorriu. — Você pode não demonstrar, irmã, mas é muito “manteiga derretida”.

Ah, olha quem fala. — Diz enquanto ouvia as amigas rirem. — Você é muito mais que eu. — E Laurel não pôde retrucar.

Você e Ray já escolheram os nomes?

Tínhamos só o nome do menino até ontem. Killian deu uma ideia para o nome da menina. Nomes que combinaram perfeitamente.

E quais são? — Sara sorriu.

Você faz isso de propósito, não é?

Nos deixou meses sem saber o nome do menino, e agora vai fazer o mesmo com o da menina? — Felicity completa, fazendo Sara rir.

Vocês são curiosas demais.

Sara, larga de ser má.

Eu vou dizer... — Diz rindo. — Os nomes são... — Ela deu uma pausa, para poder deixar as amigas e irmã mais curiosas do que já se encontravam.

Sara. — Dizem juntas, fazendo a outra rir mais uma vez.

Adoro fazer isso. Vocês são curiosas demais.

Fale de uma vez.

Ela vai nos fazer implorar. — Laurel e Felicity olham para Cait.

Sara, você não faria isso.

Talvez eu devesse deixar vocês saberem só quando nascerem.

Sara.

Gente, falta menos de um mês. — Provoca. Elas fuzilam Sara, que volta a rir. — Okay, okay. Eu vou dizer os nomes dos bebês. — Ela abre a boca, mas ouvem o barulho da porta.

Os nossos maridos. — Olhou para Sara. — E noivo.

Chegamos. — As crianças beijaram as mães e correram para o segundo andar.

O que foi isso?

Crise de abstinência. — Os homens riram ao ouvir Barry.

O que? — Elas dizem juntas.

Videogame. — Tommy responde e as mulheres entendem.

O que estavam fazendo?

Estávamos conversando.

Vulgo, fofocando. — Laurel joga uma almofada no marido e os outros riram. — Okay, me desculpe, amor.

Tommy, agora que chegou, eu vou finalmente... — Felicity viu Sara se levantar e sorriu. — Dizer o quanto você...

Sou linguarudo. – A corta. – É. Seu noivo ameaçou cortar a minha língua, mas eu não vou deixar de fazer minhas previsões. Vou começar a cobrar. – Os homens riram e as mulheres reviraram os olhos.

Não era isso, idiota.

Continue mesmo a fazer suas previsões. — Felicity provoca. — Está indo muito bem.

Então saiba que acabei de fazer uma previsão sobre você.

Faz horas isso, e você já deve saber que isso vai ser impossível. — Barry o interrompe.

Do que ele está falando? — Olhou para o marido, mas foi Tommy quem respondeu.

Você vai estar grávida. — Felicity arregalou os olhos. — Estou sentindo isso.

Isso que está sentindo só pode ser dor de barriga. — Todos riram, menos Tommy, que bufou.

Minhas previsões estão acontecendo, Felicity.

Está mesmo. — Felicity olha para Sara. — Inclusive..., uma que você fez a algumas semanas. — Sorriu diabolicamente e as mulheres riram. — Você sabia que a sua previsão sobre Roy está se concretizando? — Ray riu.

Seu noivo me contou. — Sorriu. — Isso é mais um motivo para que Felicity e Oliver acreditem em minhas palavras abençoadas. — O casal bufou.

Você deveria era parar de falar. — Oliver rosnou.

Por que?

Porque Roy está em um encontro. — Sara quem respondeu.

E daí? — Deu de ombros. — O que eu tenho a ver com isso?

Você quer saber quem é a garota?

Você vai amar. – Caitlin debocha.

Vai ficar super feliz. – Felicity completa, também debochando. – Melhor pessoa para o meu irmão.

Só não sabemos se você vai concordar.

Do que elas estão falando? Eu meio que estou perdido. — Ray e Barry riram.

Elas..., estão falando da nossa irmã. Idiota. — Tommy arregalou os olhos.

Como é?

Isso mesmo. — Sara bateu palmas e o noivo e as amigas riram. — Parabéns, Tommy. Você está indo muito bem nas suas previsões.

Até conseguiu um namorado para a sua irmã. — Barry riu ao ouvir a esposa.

E uma cunhada para você. — Felicity completa.

Não. Isso não é verdade. — Os outros voltam a rir, adorando ver o desespero no olhar de Tommy. Oliver bufou, ele não estava gostando de saber que sua irmã estava mesmo em um encontro, e pior, que ela estava mesmo gostando de alguém. Não era por ser o irmão de sua esposa, e sim porque ela era sua irmãzinha. Impossível ele aceitar isso tão rápido.

É sim, meu amor. Eles saíram na hora do almoço, e Felicity recebeu uma mensagem da Thea, dizendo para que ela avisasse a Walter que iria..., chegar tarde. — Tommy e Oliver se olharam.

Tudo culpa dessa sua língua grande e dessas previsões idiotas. — Rosnou.

Não é possível. — As mulheres começam a rir. — Não. Minha irmã não. Harper filho de uma...

A culpa foi sua, não dele.

Você quem previu o “futuro romântico” dele. — Barry diz depois de Ray.

Você quer continuar a fazer suas previsões, Tommy?

Maldita seja a minha boca. — As mulheres gargalharam.

Não. Não diga isso, Tommy. — Sara provoca, colocando a mão no peito. — Não é maldita. Você conseguiu alguém especial para a sua irmã. Fique feliz por ela. — Elas voltam a rir.

Vocês são maldosas.

Então, Sara..., agora que já jogou na cara do Tommy..., e que foi lindo vê-lo desesperado.

Deveríamos ter gravado. — Barry e Ray riram.

O que foi, Lis?

Você não disse os nomes dos bebês.

É. Você disse que diria. — Ray e Sara se olharam sorrindo. Todos olham para o casal, curiosos.

Enzo e Eliza Lance-Palmer.

**--** **--**

Felicity escovava os cabelos, quando Oliver entrou no quarto. Ela o olhou pelo espelho que tinha no quarto, e o viu retirar a camisa. Ele tinha ido colocar os filhos para dormir enquanto ela tomava banho. Fez um coque frouxo, depois de escová-los bem. Não gostava muito de dormir com os cabelos soltos. Eles tinham ficado o dia inteiro longe um do outro, e mesmo que tivessem ficado com os amigos por mais uma hora, quase duas, eles tinham sentido saudades de estarem só os dois. Se aproximando da esposa, que estava apenas de lingerie preta, ele a abraçou por trás, fazendo-a largar o brilho que passava nos lábios pouco antes de ele abraçá-la. A apertou mais em seu corpo, antes de beijar a área exposta do pescoço.

Isso é para me recompensar? – Ela sorriu, mordendo o lábio.

Como assim?

Me deixou almoçando e jantando sozinho com os gêmeos. – Ela volta a mordeu o lábio, sentindo-o mordiscar seu pescoço. – Porque se for uma compensação..., você pode fazer isso mais vezes. – Ela riu baixo. – Você é linda demais. – Sussurra, causando arrepios por todo corpo de Felicity. Colocou a mão livre sobre o queixo dela, para que se inclinasse para trás, deixando toda a área do pescoço. Ela sentia a língua dele, passeando por sua pele. Aceitando aquele carinho, Felicity inclinou a cabeça para o lado, para que o marido pudesse explorar melhor. O beijo já não era tão lento, ganhava certa profundidade. Oliver apertou a cintura da esposa com ambas as mãos quando chupou com mais intensidade, fazendo-a arfar. Felicity sentiu a mão do marido subir lentamente, acreditava que ele fosse pegar em seu seio, mas a mão massageava com carinho, sua barriga. O rosto de Oliver tocou sua bochecha, virando o dela própria, os lábios se encontraram. Ele gemeu na boca dela ao sentir a língua da esposa tocar a dele. Sem esperar mais, suas mãos subiram até os seios macios, fazendo com que Felicity gemesse pouco mais alto. Suas mãos abriam e fechavam, fazendo movimentos circulares, e ele se deleitava, mesmo com o tecido do sutiã abaixo delas. Com cada movimento que Oliver fazia, Felicity arfava sonoramente. A mão direita dela agarrou os cabelos claros por trás, trazendo-o para mais perto. Os dedos entrelaçaram nos cabelos, fazendo-o sentir um arrepio gostoso, deixando-o mais excitado do que já se encontrava, imaginando se ela estaria como ele. Querendo causar mais prazer a ela, adentrou as postas dos dedos para baixo do sutiã preto de renda, ao mesmo tempo que concentrava os beijos no pescoço da esposa. Puxou a peça para cima, apenas para tirá-la do caminho, mesmo que ainda estivesse presa ao corpo de sua mulher.

Oh. – Ela arfou mais forte, contorcendo em suas mãos, enquanto continuava com os movimentos circulares que preenchiam suas mãos nos seios da esposa. Sua língua fez um trajeto da curva do pescoço até sua orelha, enquanto os polegares e os indicadores segurassem os mamilos com delicadeza. – Oliver. – Gemeu seu nome, e isso fez com que seu membro latejasse. Não aguentando mais, ele a virou em seus braços e tomou os lábios em um beijo ardente, chupando sua língua com força, ao mesmo tempo que sentia as mãos dela seu pescoço. Levando ambas as mãos para detrás do corpo dela, abriu o fecho do sutiã, se livrando dele em seguida, sem que soltasse os lábios carnudos. Respirando ofegante, Oliver abaixou os olhos, fixando-os nos seios rosados e expostos, e guiando-a, deitando-a e se pondo sobre ela, ele voltou a beijar o pescoço, fazendo-a arfar, apertando com uma das mãos, o lençol por baixo deles. Com as mãos nos seios dela, ele a ouviu a gemer. Era música para seus ouvidos.

Felicity. – Gemeu, ao sentir o quadril dela se mexer. Desceu os lábios até o seio direito, fazendo com a língua o que fazia antes com os dedos. Felicity se contorcia abaixo dele, ao mesmo tempo em que gemia. Oliver se afastou rapidamente, retirando a bermuda jeans escura e a cueca box, se colocando por cima dela novamente, agora, tomando com a boca, seu seio esquerdo. Felicity gemeu alto e cravou as unhas nas costas largas, arranhando-a inconscientemente. Oliver desceu os beijos lentamente até a barriga mordiscando algumas vezes aquela área, antes de voltar, no mesmo ritmo, para o seio esquerdo. Felicity sentiu a sensação molhada, entre suas pernas, e a respiração se tornou ofegante. Em seguida, ela sentiu a ereção do marido. Arfou e apertou a mão direita nos cabelos dourados. Ele a olhou. Seu peito subia e descia, seus olhos demonstravam desejo e ela mordia o lábio. – Me toque, amor. – Ela o ouviu. – Eu quero sentir seu toque. – Levou a mão dela até seu membro, devagar, e deixou que ela começasse com os movimentos, o que fez com que ele gemesse. Oliver fechou os olhos, sentindo a sensação de ter a mão delicada de sua esposa sobre seu ponto mais sensível. – Oh, Felicity. – Geme entredente. Oliver a beijou, e a mão livre dela o puxou para mais perto, sugando a língua dele com força, enquanto continuava com os movimentos.

Oliver. – Ela gemeu quando sentiu as mãos apertarem com certa força, suas coxas, subindo os dedos com leveza até seu sexo. – Oh. – Ela arfou alto, parando de fazer os movimentos.

Não pare. – Pede ofegante, mas ela não ouve. Oliver faz movimentos circulares no ponto sensível dela, pedindo mais uma vez para ela continuar. Ela puxou o marido para outro beijo, mordendo o lábio de forma provocante, sentindo o dedo dele largar seu íntimo. Abriu mais as pernas quando o sentiu se mexer, se colocando no meio de suas pernas.

Oliver. – Geme dentro da boca dele. Ele aperta a cintura com força, antes de adentrá-la com delicadeza, sentindo seu membro ser esmagado pelas paredes internas do sexo dela.

Fe-li-ci–ty. – Geme, mordendo o lábio dela, antes de tomá-los mais uma vez, urgentemente, começando a fazer os movimentos com a ajuda dela, que enrolava as pernas em sua cintura e mexia o quadril junto dele, fazendo-o ir mais fundo, acarretando um sentimento gostoso.

Notas finais
Vocês descobriram o nome dos bebês de Sara. Enzo e Eliza. Eliza, em homenagem á minha sobrinha que vai nascer agora em março. Estou bastante ansiosa por isso Quem gostou dos hot? Eu amei escrever cada um deles. Viram como Tommy levou na cara? Sara não deixaria de esfregar na cara do cunhado. Espero que tenham rido tanto quanto eu nessa cena. Por favor, não deixem de comentar. Até semana que vem Kissus PS: Postarei a prévia no WhatsApp