Notas iniciais
bom como pedido e prometido aqui vai o primeiro capitulo muito obrigada pelos dois comentarios , me motivaram para posta hoje
sejam bem vindas :D
espero que gostem bjss
Boa Leitura

16 anos atrás

16 anos atrás

Era um dia comum na cidade de Seattle, mas ia mudar completamente a vida dos Cullen’s. Hoje, Carlisle ia levar seu único filho Edward Cullen para conhecer a empresa que um dia ele ia comandar. Edward estava empolgado e muito animado, pois ia passar o dia com seu pai que não lhe dava muita atenção depois que perdeu sua mãe com apenas quatros anos.

– Como esta a escola, filho? – perguntou Carlisle ao lado de seu filho na grande limusine.

– Está tudo bem, papai. Hoje minha turma... – Edward foi interrompido pelo toque do celular de Carlisle. Ficou em silêncio, observando o pai

– Pronto – disse Carlisle atendendo. – Já estou chegando, só mais um minuto. – Carlisle desligou. Olhou pro filho e sorriu.

– Está muito ocupado papai? – perguntou o menino de apenas dez anos fitando o pai

– Um pouco filho. Mas eu preciso te pedir uma coisa. – Edward assentiu, esperando o pai prosseguir.


– Prometa-me que não vai brigar com Aro novamente. Sempre que se encontram, vocês brigam. Já estás ficando um rapazinho, Portanto, não pode sair brigando por ai. – Edward fechou a cara e cruzou os braços.

– O senhor sabe que eu o odeio. Ele que me provoca, eu só me defendo. – Carlisle sorriu e bagunçou o cabelo do garoto.

– Se ele lhe provocar o ignore, está bem? – Edward apenas assentiu, emburrado.

Assim que chegaram, Edward olhou para o enorme edifício a sua frente e não acreditou que um dia iria presidir esse lugar, como seu pai fazia.


Pegou a mão de seu pai, que o guiou até o último andar, o da presidência.

Quando o elevador abriu, Edward pôde ver duas pessoas em sua frente.

– Bom dia Carlisle. Que bom que trouxe Edward para fazer companhia a Aro. – falou Marcus o único sócio que Carlisle confiava plenamente.

– Assim como nós, nossos filhos serão muito amigos. — Carlisle sorriu e apertou a mão de seu amigo.

– Com certeza. – disse Marcus

Caminharam juntos até a sala de Carlisle. Edward não queria decepcionar seu pai, portanto, decidiu que quanto menos falasse com Aro, menos brigas ocorreriam.


Carlisle apresentou seu filho para as pessoas que avistavam ao longo do caminho. Edward atraía muita simpatia da parte das pessoas, Aro era o único que não entrava nessa lista.
Assim que chegaram à sala da presidência, Edward logo sentou-se na cadeira de seu pai. Carlisle riu com a cena. O homem estava gostando de ter a companhia de seu filho. Marcus pediu para seu filho sentar-se na sua mesa, que se localizava um pouco à frente da mesa do outro sócio.

– Senhores, preciso da sua presença na sala de reunião. Os investidores estão esperando. – disse Renata. A mulher era uma secretária muito competente. Muitas vezes, Marcus se insinuava para a garota, que diferente do seu chefe, não queria envolver sua vida profissional com a pessoal.
– Já estamos indo. – disse Marcus

Carlisle se aproximou do seu filho. Este, estava distraído com um jogo no notebook do pai.

– Edward, daqui a pouco eu volto. Por favor, não saia daqui. – avisou-lhe Carlisle, dando um beijo na cabeça de Edward

– Tudo bem, pai. – disse, ainda entretido com seu jogo.

Carlisle e Marcus saíram da sala deixando os dois garotos sozinhos.
Aro não podia ver Edward quieto, que já começava a atormentar.

– O que você está jogando? – perguntou se apoiando na cadeira em frente da mesa.

– Não lhe interessa – disse Edward fechando o notebook e olhando feio para o garoto à sua frente.

– Aproveite enquanto pode, Edward. Essa cadeira não vai ser do seu pai por muito mais tempo. – Edward fechou sua mão em punho, querendo socar Aro. Mas lembrou das palavras que seu pai disse, e reassumiu o seu controle.


– Você e seu pai morrem de inveja da minha família né? Mas tem razão em sentir inveja. Os Cullen’s são melhores que os Volturi’s – era admirável o orgulho que o garoto de apenas dez anos falava de sua família. Aro fechou a cara e jogou todos os papéis que estavam em cima da mesa no chão.

– Meu pai é muito melhor do que o seu. Ele vai ser o presidente e eu serei o sucessor. Não você. – Edward não conseguiu controlar sua raiva, então partiu pra cima do seu inimigo, lhe dando bons socos na cara.


– O que está acontecendo aqui? – perguntou Carlisle, logo tirando seu menino de cima do filho do seu sócio.

Carlisle estava com dificuldades pra controlar seu filho, já que o garoto se debatia muito.


– Vocês não podem ficar sozinhos um minuto que já brigam! – esbravejou Marcus, que segurava seu filho que se debatia, devolvendo o olhar de raiva que Edward lhe lançava.

– Foi ele que começou. – disseram os dois meninos ao mesmo tempo.

– Já estou farto dessas brigas. Vamos pra casa Edward. – disse Carlisle rebocando seu filho da sala.

[...]

(Casa: http://images01.olx.com.br/ui/11/01/12/1301610340_7049912_1-Fotos-de--Mansao-Aldeia-da-Serra-dentro-de-um-condominio-de-alto-padrao-em-Barueri-Sao-Paulo-Brasil.jpg)

Assim que chegaram na casa, Edward subiu para seu quarto e se trancou lá. Não entendia porque seu pai não o escutava. Sempre dizia que não gostava de Marcus e de Aro, e que algum dia iam fazer alguma coisa de ruim. Carlisle nunca o escutava.

– O que aconteceu com Edward? – perguntou Sue, preocupada.

– Brigou novamente com Aro. – disse Carlisle tomando um gole de sua bebida.

– Por que o senhor ainda insiste em aproximá-los? Eles se odeiam. – Sue sabia que Edward nunca iria ser amigo de Aro.


– De uma forma ou de outra, algum dia eles irão trabalhar juntos. O mais adequado é que sejam amigos. – Carlisle deixou seu copo sobre a mesa. – Cuide dele Sue, vou ter que volta para a empresa. Não me espere para o jantar. – Carlisle deu um beijo na testa de Sue e se foi, fechando a porta.

A senhora foi em direção ao quarto daquele que considerava como filho. Não deixou transparecer, mas achava que Carlisle não podia cobrar tanto assim de Edward. O garoto tinha apenas dez anos.

– Edward abra porta. – Sue bateu na porta, mas não obteve nenhuma resposta. – Edward? – ela conferiu a maçaneta, mas estava trancada.

– Me deixa sozinho, Sue! – gritou Edward com uma voz chorosa.

– Pelo menos deixe a porta destrancada, assim quando der a hora do almoço trarei sua comida. – ela falou, mas novamente o garoto não respondeu.


Sue desceu para cozinha e preparou seu prato favorito. Sabia que Edward não resistia a um prato de lasanha e de sobremesa Milk-shake de chocolate.
Assim que o prato estava pronto, Sue subiu com uma bandeja e conferiu se a porta estava aberta. Sorriu ao ver o menino a obedecera, deixando a porta encostada.

Edward estava deitado na cama, com seu videogame portátil.

– Trouxe seu almoço. – Sue colocou a bandeja sobre a cama e ficou parada o olhando.

– Não estou com fome – resmungou.

– Então eu vou levar essa lasanha e o Milk-shake de volta – Sue ia pegando a bandeja quando Edward se levantou e segurou a bandeja sorrindo.

– Acho que a fome voltou. – Sue sorriu e ficou o observando comer.

Na empresa...

Carlisle chegou e já tinha pilhas de trabalho para serem realizados. Concentrou-se nos trabalhos. Atendia telefonemas importantes e assinava vários documentos trazidos por sua secretária.
Carlisle estava em um telefonema importante quando Marcus entrou em sua sala com um papel em sua mão. Colocou em cima da mesa e fez um gesto pedindo para ele assinar.

– O que é isso, Marcus ? – perguntou Carlisle ainda com o telefone no ouvido.

– Uma documentação importante. Só falta a sua assinatura. – Carlisle queria ler aquele documento antes de assinar, mas estava sem tempo, ocupado demais com um acordo de dois milhões de dólares, portanto, não podia desligar o telefone.

– Deixe em cima da mesa, depois eu assino. – Marcus ficou inquieto e negou.

– Preciso que assine agora. Tenho que mandar para o cartório. – Carlisle não se lembrava de nada que precisasse ser enviado para o cartório, mas confiava em Marcus. Pegou a caneta e perguntou onde deveria assinar.

– Nessas duas folhas. – disse Marcus apontando para as linhas. Carlisle assinou, e voltou sua atenção para o telefone.

Marcus sorriu e saiu da sala de seu sócio.

[...]

Já se passavam das 19:00 horas da noite. Os funcionários já haviam saído. Na empresa, apenas permaneciam Marcus e Carlisle que já estavam terminando seus trabalhos. Carlisle terminou, desligou o notebook e pegou sua pasta.

– Já estou indo, meu amigo. Vai ficar aqui? – Carlisle perguntou. Marcus olhou em sua direção e assentiu.

Carlisle saiu de sua sala e foi direto para o elevador. Apertou o botão T, e esperou chegar. Quando estava na garagem, poucos carros ainda estavam no estacionamento. Caminhou até o seu. Estava com uma estranha sensação de estar sendo observado. Apressou os passos e finalmente chegou até seu carro. Xingou baixinho quando não conseguiu achar as chaves.

– Fica quietinho. – escutou algo tocando sua nuca , Levantou as mãos e se virou. Muito perto dele – mais perto do que gostaria – estavam dois homens encapuzados, com uma arma apontando para sua cabeça.

– Calma, não façam nada comigo. – pediu Carlisle.

– Seu dia chegou, Cullen. – disse o homem que estava com a arma apontada para sua cabeça.

– O que quer dizer com isso?

– Você perdeu tudo Carlisle. – reconheceu a voz e se virou para ver Marcus vindo em sua direção.

– O que esta dizendo Marcus? Conhece esses homens? – Carlisle já estava ficando apavorado. Não podia morrer. Seu filho estava lhe esperando.

– Claro que conheço. Os contratei para acabar com sua vida. E adivinha! Esse dia é hoje! – falou sínico. Carlisle não estava acreditando no que seu “amigo” estava dizendo.

– Por que esta fazendo isso? Nós somos sócios!


– Éramos sócios. As empresas Cullen’s são minhas! E a partir de amanhã vão se chamar Volturi’s! – Marcus gargalhou, vitorioso.

– Mas eu não passei nada para seu nome! – Carlisle revirou sua memória, até se lembrar dos papéis que Marcus havia lhe pedido para assinar.

– Você é muito burro, Carlisle. Como pôde assinar papéis sem ao menos ler!

– Confiei em você! Todos esses anos que te considerei um irmão e você me aplica um golpe! – Carlisle se recusava a acreditar.


– Considerou porra nenhuma! Você me humilhava! Deu-me uma mísera mesinha no recanto da sua sala, e ainda casou com Esme, tirou ela de mim! Eu a amava! Mas você e seu egoísmo vinham antes de tudo, claro.

– Tudo isso por pura inveja. – depois que Carlisle pronunciou essas palavras, Marcus ficou vermelho de raiva, tomou a arma da mão do homem e a apontou para Carlisle.

– Me mate logo! Mas tenha certeza de que quando meu filho souber de tudo isso ele vai vim atrás de você! – Carlisle escutou o disparo e apertou seu peito que sangrava.

– Seu querido filhinho vai para bem longe de daqui! – Carlisle olhou para ele mais uma vez antes de cair no chão.

– Me perdoa Edward, deveria ter te escutado. – depois que falou isso, o homem que antes considerara como um irmão descarregou a pistola no corpo inerte do homem à sua frente.

Marcus pagou os homens. Não fizeram merda nenhuma, mas para não falarem nada, fez tudo certinho.

1 semana depois...

Edward estava em seu quarto com Sue , arrumando sua mala para viajar para Nova York.

– Eu sinto muito Edward. Não queria que você fosse embora. – disse Sue limpando as lágrimas.

– Não fique assim Sue, eu vou voltar e vou vingar a morte do meu pai. – se aproximou de Sue e lhe deu um abraço.

– Você só tem dez anos, mas fala como um homem de vinte. Espero lhe ver novamente. – ela deu um beijo em sua cabeça.

– Eu voltarei. – essa frase soou mais como uma promessa, que certamente o menino de apenas dez anos, com sede de vingança, iria cumprir.

Sue o ajudou a descer as escadas. Na sala, encontravam-se Marcus e Aro a sua espera. Iriam mandar Edward para um colégio interno em Nova York. Ele não poderia nem sair ou recebe visita. Seria como uma prisão.

Quando chegaram no aeroporto, Sue o levou até o portão de embarque.

– Adeus, querido. Se cuide. – disse Sue se despedindo pela última vez de Edward.

– Adeus, Sue. Muito obrigado por tudo. – Edward lhe abraçou e entrou na sala de embarque. Não olhou pra trás.

Olhando pela janela do avião fez um juramento.


– Descobrirei tudo sobre a morte do meu pai e o golpe na empresa. Vou matar os envolvidos. Eu juro. – Uma lágrima caiu de seu olho. Talvez a última.

Continua...


Notas finais
então o que acharam ? devo mesmo continuar ????
comentem , gosto de saber a opiniao de vcs bjsss ate o proximo :*
Daay