Criminal Heart
1 Animal
Notas iniciais
Achei esse capítulo um pouco pequeno, mas espero que gostem!
– Vamos, vamos. Nós iremos pegar a sua coisa mais preciosa... A filha dele.
Liam eu me chamo, sou foragido. Policiais de todos os Estados estão a procura de mim. Lidero uma gangue, e estou a ponto de fazer um dos meus melhores assaltos, vou raptar a filha de um dos maiores empresários desse tempo.–-||-- Alguns dos meus fiéis bandidos estavam de vigia, enquanto eu estava entrando no quarto da filha do empresário. Quando eu entrei em seu quarto ela estava dormindo, pois eram 3 horas da madrugada.. Ela era tão bonita, dava até pena de tocá-la. Sua pele era branca, e ela tinha um cabelo enorme e preto. Fiquei encantado ao vê-la dormir. Como alguém pode ter uma formosura e o encantamento de uma bela Princesa?... Não posso me render aos encantos de uma bela dama, tenho que continuar com o meu plano. Então ligeiramente a peguei no colo e logo ela acordou, fiquei mais encantado ao vê-la despertar, mas quando ela abriu os olhos e me viu começou a gritar. Então tampei sua boca e a mandei ficar quietinha. Ela sem entender nada, começou a bater em mim e tentava se soltar.– Calma. Não vou fazer nada se você também não fizer nada. — Soltei-na, e rapidamente ela correu pra porta. Então eu fechei antes mesmo que ela saísse.– Quem é você? E o que você quer comigo? — Disse, meio assustada.– Venha comigo e eu prometo que não farei alguma vileza. Sem ouvir sua resposta, peguei-na no colo e corri pra fora da casa. Ela gritava por socorro, e eu mandava-na ficar quieta, mas ela não obedecia-me. Logo escutei passos, assim que olhei para trás vi o empresário, de quem tanto falei. Ele estava com uma cara de furioso, e estava segurando uma espingarda, um tipo de arma antiga.– Venha cá, seu moleque insano! — Ele atirou e acertou na mesinha que estava perto de mim.– Papai, socorro!!! — Ela dizia, aos prantos. — Me larga! — Ela deu um tapa na minha cara, e enquanto isso seu pai tentava atirar em mim. Mas eu não atirava porque estava carregando a menina e não dava pra mim pegar na arma que estava em meu bolso. Por fim, consegui sair da mansão, ela era bem enorme.. Deu pra perceber.– Entrem no carro, rápido! Ele já está vindo. — Entramos no carro e a menina ainda estava gritando, então coloquei um pano em sua boca. Então liguei o carro e pisei no acelerador, logo o grande empresário saiu da casa e acertou um tiro que atravessou a janela do carro e acertou meu braço. A dor era insuportável. Mas fui forte e continuei a dirigir, tentando esquecer a dor. Logo duas viaturas da polícia apareceram e começaram a atirar, mas eu acelerei mais e consegui fugir da polícia. Mas eles não descançaram e continuaram atrás de nós. Mas eu consegui despistá-los, pois entrei em um beco escuro e eles não perceberam pra onde fomos. Depois fomos pra outro estado, demoramos quase o dia todo, mas valeu a pena. Fomos para Wolverhampton, em West Midlands.–-||--– Entra, garota. — Disse.– Por que vocês estão fazendo isso comigo? Eu não fiz nada pra vocês!– Você é tão inocente. — Meu parceiro Pumpkin disse, seguido de uma leve gargalhada.– Vamos, garota. — A puxei pelo braço e entramos numa casa abandonada onde não tinha ninguém que morasse ali por perto. Era tudo deserto. Então a empurrei pro sofá, e ela caiu sentada.– Vocês vão me matar? Me bater? — Ela disse, quase chorando.– Cala a boca! — Pumpkin a segurou pelo pescoço querendo dar um soco nela, então segurei seu braço.– Para, cara! Pra que fazer isso?– Qual é? Vai me dizer que tá com pena dessa garota aí? E logo você que já matou até uma família inteira.– Não estou com pena, só acho que não precisa bater nela! Pumpkin rasgou a roupa daquela menina e queria estrupá-la. Então eu dei um soco em seu nariz, que o fez cair no chão. Ele ficou sem ação, com a mão no nariz que estava sangrando muito.– Não faz isso! Seu babaca. — Disse a ele. Ele rapidamente se levantou e tentou acertar um soco em mim, mas eu não conseguia aguentá-lo muito, pois eu só estava conseguindo bater com um braço, pois o outro braço estava ferido.– Eu vou te pegar! — Disse, e logo ele deu um soco no meu peitoral, isso me fez ficar um pouco sem ar. Logo eu dei um outro soco que acertou em seu rosto. E logo começamos a brigar feio, eu estava aguentando bem pra quem estava com um braço ferido. Logo todos os meus amigos vieram tentando nos afastar. Logo o Pumpkin tirou a arma do bolso e apontou para mim, dizendo:– E então, cadê a valentia agora?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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