Notas iniciais
Achei esse capítulo um pouco pequeno, mas espero que gostem!

– Vamos, vamos. Nós iremos pegar a sua coisa mais preciosa... A filha dele.

Liam eu me chamo, sou foragido. Policiais de todos os Estados estão a procura de mim. Lidero uma gangue, e estou a ponto de fazer um dos meus melhores assaltos, vou raptar a filha de um dos maiores empresários desse tempo.

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Alguns dos meus fiéis bandidos estavam de vigia, enquanto eu estava entrando no quarto da filha do empresário. Quando eu entrei em seu quarto ela estava dormindo, pois eram 3 horas da madrugada.. Ela era tão bonita, dava até pena de tocá-la. Sua pele era branca, e ela tinha um cabelo enorme e preto. Fiquei encantado ao vê-la dormir. Como alguém pode ter uma formosura e o encantamento de uma bela Princesa?... Não posso me render aos encantos de uma bela dama, tenho que continuar com o meu plano.

Então ligeiramente a peguei no colo e logo ela acordou, fiquei mais encantado ao vê-la despertar, mas quando ela abriu os olhos e me viu começou a gritar. Então tampei sua boca e a mandei ficar quietinha. Ela sem entender nada, começou a bater em mim e tentava se soltar.

– Calma. Não vou fazer nada se você também não fizer nada. — Soltei-na, e rapidamente ela correu pra porta. Então eu fechei antes mesmo que ela saísse.

– Quem é você? E o que você quer comigo? — Disse, meio assustada.

– Venha comigo e eu prometo que não farei alguma vileza.

Sem ouvir sua resposta, peguei-na no colo e corri pra fora da casa. Ela gritava por socorro, e eu mandava-na ficar quieta, mas ela não obedecia-me. Logo escutei passos, assim que olhei para trás vi o empresário, de quem tanto falei. Ele estava com uma cara de furioso, e estava segurando uma espingarda, um tipo de arma antiga.

– Venha cá, seu moleque insano! — Ele atirou e acertou na mesinha que estava perto de mim.

– Papai, socorro!!! — Ela dizia, aos prantos. — Me larga! — Ela deu um tapa na minha cara, e enquanto isso seu pai tentava atirar em mim. Mas eu não atirava porque estava carregando a menina e não dava pra mim pegar na arma que estava em meu bolso. Por fim, consegui sair da mansão, ela era bem enorme.. Deu pra perceber.

– Entrem no carro, rápido! Ele já está vindo. — Entramos no carro e a menina ainda estava gritando, então coloquei um pano em sua boca. Então liguei o carro e pisei no acelerador, logo o grande empresário saiu da casa e acertou um tiro que atravessou a janela do carro e acertou meu braço. A dor era insuportável. Mas fui forte e continuei a dirigir, tentando esquecer a dor. Logo duas viaturas da polícia apareceram e começaram a atirar, mas eu acelerei mais e consegui fugir da polícia. Mas eles não descançaram e continuaram atrás de nós. Mas eu consegui despistá-los, pois entrei em um beco escuro e eles não perceberam pra onde fomos. Depois fomos pra outro estado, demoramos quase o dia todo, mas valeu a pena. Fomos para Wolverhampton, em West Midlands.

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– Entra, garota. — Disse.

– Por que vocês estão fazendo isso comigo? Eu não fiz nada pra vocês!

– Você é tão inocente. — Meu parceiro Pumpkin disse, seguido de uma leve gargalhada.

– Vamos, garota. — A puxei pelo braço e entramos numa casa abandonada onde não tinha ninguém que morasse ali por perto. Era tudo deserto. Então a empurrei pro sofá, e ela caiu sentada.

– Vocês vão me matar? Me bater? — Ela disse, quase chorando.

– Cala a boca! — Pumpkin a segurou pelo pescoço querendo dar um soco nela, então segurei seu braço.

– Para, cara! Pra que fazer isso?

– Qual é? Vai me dizer que tá com pena dessa garota aí? E logo você que já matou até uma família inteira.

– Não estou com pena, só acho que não precisa bater nela!

Pumpkin rasgou a roupa daquela menina e queria estrupá-la. Então eu dei um soco em seu nariz, que o fez cair no chão. Ele ficou sem ação, com a mão no nariz que estava sangrando muito.

– Não faz isso! Seu babaca. — Disse a ele.

Ele rapidamente se levantou e tentou acertar um soco em mim, mas eu não conseguia aguentá-lo muito, pois eu só estava conseguindo bater com um braço, pois o outro braço estava ferido.

– Eu vou te pegar! — Disse, e logo ele deu um soco no meu peitoral, isso me fez ficar um pouco sem ar. Logo eu dei um outro soco que acertou em seu rosto. E logo começamos a brigar feio, eu estava aguentando bem pra quem estava com um braço ferido. Logo todos os meus amigos vieram tentando nos afastar. Logo o Pumpkin tirou a arma do bolso e apontou para mim, dizendo:

– E então, cadê a valentia agora?

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.