Notas iniciais
EU VOLTEEEEEEEEEEEEEEEI o/ A semana foi corrida pra mim, muitas provas, trabalhos, etc. e agora que é época de provão eu vou dar uma sumida de novo, mas relaxem porque eu não vou abandonar a fic. Esse capítulo tá meio mal escrito, mas prometo melhorar no próximo. Enjoy!

JONES P.O.V

Jones estava largado em sua cadeira na sala que dividia com Anne. Sempre chegava mais cedo que ela, exceto quando o inspetor dormia em sua casa. Ele deu um sorriso bobo ao pensar na colega.

Tudo nela era perfeito. Tudo nela era sexy, mas não exageradamente. Anneliese, era uma pessoa normal, o que fazia Jones gostar cada dia mais dela. Contava os minutos para vê-la todas as manhãs e era apaixonante contemplar ela dormindo ao seu lado.

Como um ser humano podia ser tão lindo?

Ao lembrar de quando saíra do DP na noite anterior com Georgia e a colega, soltou um suspiro de satisfação. Em pouco tempo, se apegara muito as duas. Era como se fossem sua família.

Desde Charlotte, Jones nunca sentira-se dessa forma com nenhuma mulher. Em nenhum momento passou por sua cabeça que poderia voltar a gostar de alguém de novo.

No segundo seguinte, a porta se abriu e Anne entrou.

–Bom dia, moço. — disse ela, colocando o suporte com os copos de café em cima da mesa e dando um sorrido.

–Bom dia. — o rapaz levantou-se e puxou-a para um beijo carinhoso. Anne sorriu em seus lábios e levou uma de suas mãos até os cabelos do colega, que encostou-a na parede.

Dois dias passaram-se desde a prisão de Trish Colletti e desde então eles tentavam apagar as cenas trágicas de suas mentes da melhor maneira possível: juntos. As mãos de Jones adentraram na blusa da morena, acariciando a pele que arrepiava-se onde seus dedos tocavam. Anne arranhou a nuca do inspetor com leveza, que colocou-a sentada em cima da mesa, ficando entre suas pernas.

–Ai, ai. — riu a moça, fazendo carinho em seu rosto. — Está muito cedo pra essas coisas, querido.

–Nunca é cedo demais para beijar minha mulher. — falou Jones com um sorriso.

–Sua, é? — a perita levantou uma sobrancelha e sorriu de canto. Ele aproximou o rosto do da colega e sussurrou.

–Minha.

–Gosto do som disso. — ela mordeu o lábio inferior e deu um selinho demorado no inspetor. — Mas, vamos deixar a pegação pra mais tarde porque sinto que hoje teremos trabalho pra fazer.

–Concordo. — afastando-se da moça, ele pegou seu copo de café e deu um longo gole.

Os dois ficaram conversando sobre assuntos diversos durante um tempo, até que o Chefe Samuel King entrou na sala.

–Com licença. — pediu King com um leve sorriso.

–Toda, Chefe. — disse Anne.

–Obrigado, Detetive Maddox. Como ontem não tive tempo de fazer isso, decidi passar aqui para parabenizar os dois pessoalmente pelo sucesso em mais um caso. Seu desempenho melhora a cada dia, Detetive e eu estou muito feliz em tê-la em nossa equipe. — elogiou ele com um sorriso largo.

–Fico contente, Chefe King. — agradeceu Anne corando um pouco.

–Excelente! Agora, eu acho que vocês deveriam ir falar com a sra. Carter e o sr. Colletti, já que ambos perderam suas filhas essa semana. Quero ter certeza de que não farão nada de que possam se arrepender depois. — ordenou King cruzando os braços. — E aproveitando o embalo, por que vocês não conversam com o One-Tooth-Sam? Tenho certeza de que ele adoraria ter sua atenção.

–Agora mesmo, Chefe. — afirmou Jones com um sorriso animado. — Vamos, Anne?

–Vamos. Com licença, senhor.

Eles foram até a viatura de mãos dadas, o que despertou olhares curiosos de seus colegas de trabalho, principalmente de Carrie, que observava tudo da bancada da recepção. De lá, a dupla seguiu até Cooperville, onde encontraram o One-Tooth-Sam na entrada do acampamento de sem-teto com a expressão um tanto rabugenta.

–Hey, Sam. Como vai? — cumprimentou o inspetor aproximando-se do idoso com a colega.

–Ah, ótimo! Era de vocês que eu precisava! — exclamou o prefeito passando a mão no rosto. Jones uniu as sobrancelhas e trocou olhares com a parceira.

–Algum problema? — perguntou Anne levantando a sobrancelha e cruzando os braços.

–As coisas entre os capangas dos Víboras e do Marconi estão ficando cada vez piores. Temos que esconder o que temos, ou aqueles brutamontes vão levar embora!

–Entendemos sua frustração, Sam. Mas infelizmente ainda não temos nada para incriminar aqueles caras... — suspirou Jones passando a mão no cabelo.

–Há, não é isso que eu estou pedindo, meu caro. — riu o idoso. — Andei sabendo que sua amiga Anneliese tem um bom olho para achar coisas perdidas e não faço ideia de onde deixei meu dente de ouro da sorte.

–Pode deixar, encontraremos seu dente rapidamente. — comprometeu-se a moça com um sorriso simpático. — Fico feliz de saber que temos uma reputação! Até mais, Sam.

Querendo resolver tudo de uma vez para terem o resto do dia livre, após saírem de Cooperville passaram no açougue de Raoul Colletti. O lugar estava estranhamente vazio e o açougueiro encontrava-se cabisbaixo num canto.

–Bom dia, sr. Colletti. — cumprimentou Jones um pouco sério. — Como vai?

–Ah, olá policiais. — suspirou ele tristemente. Perder a filha e ainda aceitar que ela havia matado alguém era uma tarefa difícil e dolorosa para o homem. — Faz 2 dias que eu não durmo, vejo o sangue da Jennifer por todos os lados!... Por favor, inspetores, vocês podiam investigar meu armazém e ver se não tem mais nenhum objeto com o sangue dela?

–C-claro, sr. Colletti. — gaguejou Anne concordando. Ao ouvir o pedido, Jones fechou os punhos e tremeu levemente. Tudo que queria era não ter que ver mais nenhum vestígio do sangue de Jennifer em sua vida, mas parece que as coisas não saíram como o planejado. — Bom, Jones e eu temos um pequeno compromisso agora, mas voltaremos em menos de uma hora para verificar seu armazém. Com licença.

Ambos saíram do armazém com o estômago embrulhado ao pensar que teriam de revirar o açougue novamente em busca do sangue de Jennifer. Rapidamente, os dois foram até a casa de Vanessa Carter, onde as lembranças sobre o assassinato da garota eram ainda mais fortes. Como Jones lidava com as pessoas daquela cidade fazia tempo, ele ficou encarregado de conversar com a sra. Carter.

–Olá, sra. Carter. — cumprimentou o inspetor com um olhar piedoso. — Eu e Anneliese resolvemos passar para ver como a senhora está.

Quase que imediatamente, a mulher começou a chorar. Desde quando a conheceram, nunca viram Vanessa Carter sem lágrimas no rosto. Realmente, a morte da filha tinha acabado com ela.

–P-policiais, vocês precisam me ajudar. — pediu a mulher aos prantos. — Minha bebezinha será enterrada amanhã e eu não encontro a medalha de batismo dela em lugar nenhum! Ela precisa da medalhinha para o descanso eterno!

–Não se preocupe, sra. Carter, encontraremos a medalha rapidinho. — tranquilizou-a Jones com um leve sorriso. — Podemos começar dando uma olhada em sua cozinha?

–Claro, claro. Fiquem a vontade.

A cozinha da dona de casa estava bagunçada, diferente de quando eles vieram das outras vezes onde encontrava-se sempre limpa e organizada. O inspetor e a perita começaram a procurar a medalha de Jennifer com um pouco de dificuldade por conta da bagunça. Jones as vezes distraia-se em sua procura para observar Anne, que fazia tudo exatamente concentrada.

Tudo que ela fazia era com cautela e perfeição, o que a fazia ser cada dia mais digna do orgulho do inspetor, tanto no trabalho quanto fora dele. Um tempo depois, a morena encontrou uma pequena medalha dourada e delicada entre vários papéis no balcão da cozinha.

–Como sempre, encontrou a galinha dos ovos de ouro. — riu Jones aproximando-se da parceira.

–Bobinho. — disse Anne beijando o rosto do rapaz. — Hey, sra. Carter! Encontramos esta medalha, é da sua filha? — perguntou a perita mostrando para a mulher.

–É... parece que sim. — respondeu Vanessa fungando. — Mas minha filha mais velha tem uma igual. Deixe-me ver... — ela pegou a medalha das mãos da morena e olhou a parte de trás do objeto, mas logo em seguida começou a chorar novamente. — Não consigo ler a data de nascimento! Ah, minha pobre bebezinha!

–Acalme-se, sra. Carter! — pediu o inspetor afagando o ombro da dona de casa. — Anne e eu estamos acostumados com esse tipo de coisa. Vamos decifrar a data de nascimento pra você e voltamos num instante.

Depois de retirarem-se da casa de Vanessa Carter, eles retornaram ao armazém de Raoul Colletti. Ao entrarem, a náusea tomou conta do corpo de Jones que automaticamente começou a sentir-se enjoado. O inspetor trabalhava a tanto tempo com gente morta que era uma surpresa não ter estômago forte. Anne também estava um pouco enjoada, mas não tanto quanto o companheiro.

–Na boa, o Raoul só pode estar de zoeira com a gente. — resmungou ele passando a mão na testa. — Esse lugar está CHEIO de sangue! Como vamos saber o que é de porco e o que é da mulher?

–Realmente, a pessoa não tem noção... Mas fazer o que. — disse a morena colocando a mão na frente do nariz.

–Seu estômago é mais forte que o meu, então se vira pra achar sangue humano nessa bagunça.

Jones entregou um par de luvas para Anne e ela começou a procurar. O rapaz ajudava como podia, mas a cada segundo se sentia mais tonto.

–Bom, isso me parece a única coisa com sangue humano aqui. — falou a moça pegando um par de óculos e guardando em saco plástico. — Vamos levar para a análise e depois falamos com Raoul.

–Ok. Agora vamos voltar para Cooperville procurar o dente do Sam, depois vamos para o laboratório fazer o que temos pra fazer e ai entregamos tudo de uma vez.

–Perfeito.

O rapaz dirigiu para o acampamento e em poucos minutos eles estavam lá. Jones nunca entenderia porque Anne sempre cismava em vasculhar latas de lixo. E como todas as vezes, a teimosa sempre acertava.

–Filha da mãe! — exclamou Jones rindo enquanto observava o pequeno dente de ouro nas mãos da colega. — Como você sempre acerta?

–Intuição feminina. — respondeu ela piscando. — Vamos devolvê-lo a Sam.

Os dois procuraram o prefeito pelo acampamento e encontraram-no perto do barraco onde dormia. Era um pouco maior que os outros, mas sem muita diferença.

–Aqui, Sam! Um dente de ouro recém saído do lixo. — disse o inspetor cruzando os braços.

–Mas já!? — espantou-se ele com um riso bondoso. — Rá, não mentiram mesmo. Não deve-se subestimar as habilidades dessa jovem. Obrigado, Detetive.

–Hey, eu também ajudei bastante, viu? — resmungou o rapaz fazendo um tom ofendido.

–Claro, claro... o importante é você acreditar nisso! — riu o idoso. — Mais uma vez, muito obrigado.

–De nada, Sam. Tenha um bom dia. — disse Anne e logo após retirando-se do acampamento com o colega.

No carro, Jones soltou um suspiro longo e triste. Geralmente ele não se deixava abater por isso, mas desde que começara a trabalhar com Anne o rapaz não era tão notado assim. Nem mesmo importante.

Como sempre, a moça havia notado que algo estava errado com seu colega e preocupou-se.

–O que foi?

–Se eu disser que não foi nada, você iria acreditar? — perguntou o inspetor olhando nos olhos da perita.

–Você sabe que não. — respondeu ela tranquilamente.

–Pois bem: eu tenho inveja de você, Anneliese. — admitiu ele com um pesar no coração e a morena pareceu espantada com aquilo. — Você é incrível, faz tudo com dedicação e perfeição, não tem medo de nada e sempre é forte em relação a qualquer coisa. Queria ser pelo menos metade da pessoa que você é. — respirando fundo, ele continuou. — As vezes fico pensando se a gente realmente devia estar ficando ou algo do gênero. Fico pensando se eu te mereço. Como dizem você é "muita areia para o meu caminhãozinho".

Anne suspirou e segurou o rosto de Jones entre suas mãos para que ele pudesse olhar em seus olhos. O rapaz não conseguia encarar os olhos daquela mulher sem derreter-se por dentro. Deus, o que estava acontecendo com ele? Quando começou a sentir-se assim?

–David, me escuta. Eu não sou melhor que você e não deve sentir-se desmerecido ou algo assim. Você é incrível, o melhor parceiro que eu já tive em toda minha carreira. Te garanto que eu não conseguiria fazer metade das coisas que faço sem a sua ajuda. — a convicção com que ela dizia aquilo era extrema e isso fez o inspetor sentir-se um pouco melhor, dando um sorriso fraco. — E outra, sou eu que me pergunto se mereço você. Não deixe que te ponham para baixo. É um profissional incrível e também, o único homem que conseguiu mexer comigo de verdade. Sim, eu realmente estou dizendo tudo isso. — ele agora estava emocionado. Nunca nem Charlotte havia dito coisas assim sobre ele. Lhe passado tanto confiança. O inspetor não era de chorar, mas concentrou-se para não fazê-lo. — Eu posso parecer dura, medonha e carrancuda, mas eu tenho um coração e te afirmo que se não tivéssemos trabalho a fazer, eu passaria o dia inteiro falando o quanto te admiro e te quero por perto.

O rapaz não sabia o que falar e muito menos como agradecer por aquelas lindas palavras, então só a beijou. Dessa vez não foi só um beijo cheio de carinho e ternura, mas com paixão. Com sentimentos a mais. Durou pouco, mas foi significativo. Ao seguirem para o DP, a cabeça de Jones ficou rondando com pensamentos para o final do dia.

No laboratório, os dois colheram uma amostra de sangue dos óculos que Anne encontrara e entregaram para Grace analisá-la. Depois sem pressa, a perita mostrou ao colega como fazia para decifrar a data de nascimento na medalha de Vanessa Carter. Eles se divertiram ao fazer e não demoraram muito para terminar. Pouco tempo depois, a ruiva se aproximou da dupla para falar sobre o resultado da análise.

–Eu analisei o sangue e deu positivo para a vítima. — disse ela satisfeita pelo seu trabalho. — Mas... achei que o caso já estivesse encerrado.

–Longa história. — suspirou Jones. — Bem, vamos dar as boas notícias ao Raoul.

–Obrigado, Grace! Não sei o que faríamos sem você! — falou Anne dando um beijo no rosto da amiga que riu.

Eles foram até o açougue, onde encontraram Raoul Colletti atendendo um cliente. Era surpresa ver alguém lá quando se tinha acabado de ocorrer um assassinato naquele lugar.

–Pronto, Sr. Colletti! Aqueles óculos eram o único objeto que achamos traços do sangue de Jennifer. — disse Anne com um leve sorriso. Jones sentiu-se lisonjeado quando ela usou o termo "nós" e não conseguiu deixar de sorrir.

–Muito obrigado, Detetive Maddox e Inspetor Jones! Se todos fossem altruístas como vocês, talvez minha filha não tivesse se tornado uma assassina. — lamentou Raoul com um longo suspiro. — Infelizmente não saberemos disso, mas muito obrigado. Talvez eu consiga dormir agora.

–Ficamos felizes em ajudar. Tenha um bom dia. — despediu-se a morena, saindo do açougue com o parceiro.

Um tempo depois, a dupla encontrava-se na casa de Vanessa Carter para dar as respostas que conseguiram com a medalha.

–Sra. Carter, Detetive Maddox fez milagre novamente! — brincou Jones olhando para a parceira.

–Nós fizemos milagre, ele quis dizer. — corrigiu Anne piscando para o rapaz. — A data de nascimento da sua filha é 12/04/1995?

–Ah, é sim! Meu Deus, que alívio! — exclamou a mulher aos prantos, como sempre. — Muito obrigado, policiais! Agora minha filha pode descansar em paz de verdade!

–Imagine. Até mais!

Os dois retornaram apressadamente ao DP para dar as notícias ao Chefe King, que mais uma vez os parabenizou pelo sucesso. A cada dia, Jones ficava mais feliz por ter sido escolhido como parceiro de Anne e agora, não imaginava mais a equipe de Grimsborough sem ela.

Como deduziram, fora lhes dado o resto do dia de folga.

–A Georgia vai ligar se eu te roubar um pouquinho? — perguntou o inspetor indo até o carro com a parceira.

–Acho que não. — respondeu Anne com um sorriso.

–Perfeito. Tem uma coisa que eu queria fazer.

–O que? — perguntou a moça, curiosa.

–Você vai ver.

Jones tinha planejado uma tarde agradável para ele e Anne numa clareira. Ele parou para comprar algumas coisas antes de irem e isso despertou uma intensa curiosidade na morena. Depois de alguns minutos na estrada, o rapaz parou o carro no meio fio e eles seguiram a pé até a clareira.

Era um lugar belíssimo, com pequenas flores brancas espalhadas por todo o lado. Jones observou um sorriso surgir nos lábios de Anne e eles caminharam até o meio da clareira, onde o rapaz estendeu uma toalha no chão e sentou-se em cima.

A morena sentou-se ao seu lado e tirou da sacola de compras algumas frutas, suco, chocolates e sanduíches. Sem pressa, Jones e Anne começaram a comer, sempre trocando carinhos. O rapaz deitou-se sobre a toalha com a barriga para cima, sentindo a fraca luz do sol bater em seu rosto. A moça deitou por cima dele, levando uma das mãos até seu rosto, fazendo carinho. Jones deu um sorriso leve e beijou a colega apaixonadamente, deixando uma das mãos em seus cabelos e a outra em sua cintura. Ela retribuiu o beijo com a mesma intensidade, afagando com carinho a lateral do rosto do inspetor.

–Eu te amo, Anneliese. — sussurrou ele entre o beijo para a surpresa da morena. Anne parou o beijo e olhou no fundo dos olhos azuis do parceiro, tentando processar o que ouvira. — É, eu amo você. Já venho querendo dizer isso a um tempo, mas achei que você precisava de mais espaço, tempo. Anne, eu nunca conheci alguém que me fizesse sentir desse jeito, nem mesmo a Charlotte. Desde o nosso primeiro beijo, é você que eu quero ter do meu lado todos os dias, compartilhar os melhores momentos e que me faça feliz. — as palavras saiam automaticamente da boca do inspetor e tudo era mais puro e sincero. — Eu quero você, Anneliese. Você e mais ninguém.

Por um tempo, nada saiu da boca da moça. Ela apenas ficara parada encarando os olhos do rapaz, que engoliu em seco imaginando se falara besteira. Aos poucos, lágrimas escorreram do rosto de Anne e um sorriso formou-se em seus lábios.

–Eu também te amo, David. E acredite se quiser, você é o primeiro homem que eu me apaixono em toda minha vida! — disse ela para a felicidade do inspetor. Ele limpou as lágrimas do rosto da amada com o polegar e abraçou-a apertado. — Eu amo você! Eu amo você! Ah, meu Deus, eu não consigo parar de dizer isso!

Jones riu baixo e beijou-a intensamente, apertando-a contra seu corpo.

–Namora comigo? — perguntou ele ao pararem o beijo.

–Sim! SIM! — gritou Anne enchendo o rosto do, agora, namorado de beijos.

O inspetor levantou-se e pegou a namorada nos braços, girando pela clareira com ela no colo. O riso melódico que saia dos lábios da morena ecoava pelo lugar e era a melhor coisa que Jones poderia ouvir. Colocando-a de pé no meio das flores, eles se beijaram com carinho, ternura, amor e uma série de outros sentimentos.

Finalmente, Jones podia dizer que Anne era sua. Completamente sua. Eles não queriam parar aquele beijo e nem tentaram fazê-lo. Segundos depois, a chuva caia sobre os dois, mas eles não se importaram em momento algum.

A única coisa que importava era que estavam juntos e nada, nem ninguém, poderia tirá-los um do outro.

Notas finais
Gostaram? Odiaram? Comentem! E olha, alguém me responde POR QUÊ A FANFIC TEM 371 VISUALIZAÇÕES E OS ÚNICOS COMENTÁRIOS SÃO DA LEH? Só por causa disso, o capítulo vai ser dedicado a ela por ser minha leitora mais fiel! Beijo, gatz! Beijo na alma, vlw, flw.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.