Marcus Stewart, filho do detetive Kevin, estava andando de mãos dadas com sua namorada Anne Ribernack. Marcus era magro, com olhos esverdeados, moreno e sua pele era de cor branca. Anne tinha olhos azuis, era muito magra e tinha a pele mais branca que Marcus, seu cabelo era loiro... Era, isso porque depois da leucemia seu cabelo caíra e ela começou a usar peruca.

Amor, quem matou o meu pai?

Eu não sei ainda Anne, mas fica tranqüila, meu pai irá descobrir.

Eu não vou conseguir viver sem ele aqui... Ele era muito bom comigo, fez de tudo pra mim. Eu o amo.

Calma Anne, eu estou aqui... Conte sempre comigo.

Obrigada amor. — ela começa a chorar.

Ele deu um abraço apertado nela e os dois se beijam.

Os dois namoravam já fazia dois anos, antes dela contrair a doença. Fazia um ano e meio que ela estava com leucemia, ele não deixou de ama — lá depois disso, em todos os momentos difíceis da sua vida ele estava lá.

Amor, eles já verificarão se a arma usada contém digital?

Ainda não Anne... Falando nisso, eu já ia me esquecendo, meu pai me pediu para eu guardar essa arma no depósito, eles virão busca- lá à tarde. Vamos comigo?

Vamos então Marcus.

Marcus já estava com a arma guardada em seu bolso, ela estava dentro de um plástico, fechada. Ele pegou sua bicicleta e levou Anne na garupa.

Passaram por perto da casa de Anne, todos se encontravam lá fora, estavam terminando de almoçar.

Eles chegaram lá e Marcus começou a mostrar os objetos de crime que se encontravam nesse depósito. Havia todo tipo de armas, facas e pistas encontradas em diversos outros casos. Tudo era guardado lá.

Enquanto isso na casa dos Ribernack, o detetive voltara para colher mais depoimentos. A próxima a dar o depoimento seria Anne.

Ela não se encontra agora, mas se você quiser, nós podemos ligar pra ela vim até aqui.

Ah pode ser então.

Caryl ligou, mas só dava desligado ou fora de área. Tentou ligar para Marcus, mas dava na mesma.

Onde será que ela está agora?

O Detetive Stewart respondeu:

Em casa ela não está,os dois haviam saído a hora que vim para cá. Acho que foram para o depósito, meu filho ia fazer um favor pra mim.

Deve ser então. Quer falar com outra pessoa agora?

Vou falar com sua outra filha então. Cadê ela?

Vou dar uma olhada.

Caryl procurou por Mirian, mas não a achou.

Acho que ela foi andar de bicicleta.

Tem mais alguém aqui para poder dar o depoimento?

Meu filho logo vai sair ,a empregada não chegou ainda, ela foi ao supermercado... Então, não há mais ninguém.

Nisso, Richard sai de casa e propõe falar para Anne vim embora. Caryl concordou, falou á ele onde ela estava e Richard foi.

Chegando ao depósito, ele avisou Anne que teria que voltar, pois o detetive tinha perguntas para fazer á ela.

Richard então saiu ao seu compromisso, ou seja, iria comprar drogas.

Marcus fechou o depósito, pegou sua bicicleta e foram embora.

No meio do caminho, Marcus se lembra de algo e fala com Anne:

Deixei a chave do depósito na porta, preciso ir lá buscar agora.

Nossa, então vamos lá... Vamos voltar.

Eles voltaram, pegaram a chave e foram embora novamente.

Chegaram, o detetive estava a espera.

Vamos então ao depoimento Anne.

Claro.

O depoimento de Anne foi pouco significativo, ela não ouviu nada na noite do crime. Ficou sabendo do acontecido só depois da chegada dos policiais. Anne disse que seu pai era muito bom com ela, que sempre fez de tudo, toda a atenção dele era destinada a ela.

Toca o celular do detetive e ele atende

Depois de alguns minutos sua expressão do rosto muda.

Ele diz:

A arma do crime...

O que aconteceu com a arma?

Ela... Sumiu.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.