Criação dos Doze
1 Prologo
Notas iniciais
PROLOGO
" As vezes precisamos ouvir a voz da consciência, ela pode evitar muitos males, não só para si mas para as demais pessoas também, oque será contado aqui agora mostra como o ser humano pode ser ambicioso e cruel, disposto a usar outros para atingir seus objetivos, destruindo vidas e fazendo atrocidades por dinheiro.
Alguns não fazem o trabalho sujo, nem sujam as mãos de sangue, mas são tão culpados quanto os assassinos, monstros e bandidos, são tão cruéis quanto o prior dos criminosos, e em sua inocência podem ser tão perigosos quanto o prior dos escorpiões, com veneno tão letal e personalidade tão traiçoeira quanto a mais perigosa das serpentes.
Aqui agora iremos ver dois deles, homens levados por sua ambição a destruir vidas inocentes, condená-las a dor incondicional, e não era somente física.
Will rapper e Liam thomas eram somente dois cientistas, dois jovens gênios posso assim dizer, um tanto incompreendidos, pobres e sem financiamento, mas seus sonhos foram muito Além do que deveriam, eles se deixaram corromper...
– Acho que não deveríamos estar fazendo isso Will – O moreno disse ao jovem de cabelos cor de mel um tanto bagunçados – não me parece certo — ele tornou a falar, o outro andava de um lado para o outro pelo pequeno laboratório, seu jaleco branco como a neve esvoaçava atrás de si.
–Liam – disse o loiro parando a frente do amigo – isso vai nos render uma bolada cara – falou com um sorriso no rosto – nos vamos finalmente ser valorizados e nosso trabalho vai ser conhecido. — O entusiasmo na voz de Will era quase contagiante, mas para Liam aquilo ainda parecia errado.
–Esta bem – falou o moreno derrotado, não deixaria o amigo na mão, não depois de tantos anos de trabalho, mesmo que sua consciência o avisasse do erro que estava prestes a cometer ele ainda assim o faria, a cobiça e ambição falara mais alto do que o bom senso.
–Qual foi a ultima mensagem do nosso financiador ? — Will, um rapaz alto de pele clara tornou a falar em quanto andava pelas prateleiras e bancadas do laboratório, procurando os frascos certos, alguns tipos de seringas e colocando tudo numa mala preta.
–O de nome benefactor ? – Liam perguntou, carregando nos braços uma pequenina maleta prateada — tem certeza que vamos entregar o trabalho da nossa vida a ele Will ? — apesar de mais velho, Liam sempre achara Will um tanto inconsequente, sua euforia tomava geralmente atrapalhava em caso de negociações, ele confiava de mais.
– O cara vai nos pagar quatro bilhões para fabricarmos para ele Liam, e claro que vamos entregar – respondeu como se o moreno o tivesse feito a pergunta mais idiota do mundo, quem recusaria quatro bilhões, pensou ele, jamais teria que trabalhar pelo resto da vida, financiariam um bom laboratório e quando a invenção de ambos fosse revelada ao mundo ganhariam o premio Nobel.
Liam, derrotado novamente, baixou os ombros e pousou a maleta na mesa, abrindo-a.
–Ótimo, estão os doze ai ? — Will perguntou olhando o conteúdo de olhos brilhantes.
– sim, ao longo do tempo faremos mais – Liam disse pouco convicto, algo na mente dele o dizia que o homem nunca mais os procuraria.
–Acho que devemos ir – o loiro fechou a maleta e colorou-a em baixo do braço — vamos perder nosso voo
–Vamos então
Assim ambos saíram do laboratório, fechando a porta da pequena saleta e pegando um táxi para o aeroporto de San Diego, indo de encontro a Seattle.
Eles não faziam ideia, mas estavam prestes a mudar suas vidas, mais precisamente a arruiná-las, alguns caminhos não tem volta, e o caminho que Will e Liam tomaram e um desses, um caminho sem escapatória e sem chance de saída.
Fale com o autor