Notas iniciais
-----

Capitulo 1 — Geralmente pode-se dizer que a mentira é algo ruim e indelicado, porém generalizar a mentira é tão ruim quanto preconceituar a mesma . Não estou, atráves desta mizera e chata escritura, tentando defender a fraude que a mentira pode significar para as pessoas, mas sim uni-la á única opção em que alguns estão paradigmados a conviver. No entanto, esses "alguns" não são o pior tipo de pessoas, e quem seria eu pra promove-los á melhores? São, na verdade, as mais natas, fiéis ,bondosas e, de uma maneira plauzivel, amantes intensos por impedir a propagação da dor causada pelo sofrimento que a verdade traz. Se a mentira é algo negativo, porquê o ser humano quer tanto livrar-se da realidade? Há alguns anos, dois garotos, Franklin Belish, de 9 anos e Ben Mcfeld, de 8, conversavam sobre brinquedos em um jardim artificial ao ar livre quando o pequeno Mcfeld fez então uma pergunta aleatória : — Hey, você tem a nova linha de brinquedos da FestKid¹? – Claro que sim!– Dizia Franklin pensativo. Era obvio que o garoto havia mentido, porém aquilo não era uma mentira absurda, mas sim a espectativa de Franklin de ter a linha de brinquedos. Não posso culpar o pequeno Belish pela vontade louca de possuir o que não pode. A culpa disso é toda da sociedade, que exige requisitos materiais a você em troca de um pequenino lugar na igualdade humana, quando, na verdade, o que torna cada um único é a diferença existente entre todos.

¹ Marca inventada

Notas finais
-------------VAGO-----------
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.