Crepúsculo ao Contrario

1 Forks: Meu hospicio particular


Notas iniciais
Olá pessoal, escrevi essa historia inspirada na historia da Aghata Menezes, então resolvi escrever a minha fic. Espero que gostem. Boa Leitura

Estava dentro de um avião indo para Forks, uma cidade sem graça, que sempre fica nublado e chove, e é fria e verde. Minha mãe estava praticamente me expulsando de casa, deu a louca nela, ela tinha me falado que iria curtir a vida e viajar para todo lugar com o seu novo namorado Phill — não gosto daquele cara ele esta se aproveitando de minha mãe – e eu não estava incluído nessa sua viagem, eu tive que vim para Forks morar com meu pai, eu não queria vir mas fui obrigado, na verdade ameaçado, eu acho que minha mãe tem sérios problemas de cabeça, mas isso não importa eu herdei essa loucura também, mas voltando o assunto de Forks, essa era uma cidade pequena, pelo jeito todo mundo sabe que tem um novo cidadão chegando, cidade assim a fofoca rola solta. Tive que desembarcar em Seattle porque aquela pobreza de cidade não tem aeroporto ainda tive que pegar outro para chegar em Port Angeles. Quando desci do avião avistei Charlie, não chamava ele de pai porque não o considerava um pai para mim, ele é só um chefe policial que bebe o dia inteiro, pesca nas suas folgas, e só fala besteira. Ele não é do tipo pai carinhoso e essas coisas, ele nos deixou quando eu tinha apenas 1 ano de idade, ai minha mãe me fazia passar as férias com ele, aposto que ela aproveitava a minha ausência para ir em festas, não tenho boas lembranças da minha infância, tenho péssimas. Mas não quero me lembrar disso.

Chegando perto da viatura de Charlie ele me falou.

— Olha se não é a minha garota, como você cresceu! — falou me dando uns tapinhas nas costas.

— Charlie!- falei irritado.

— Só to brincando com você, nossa sua mãe não tá te alimentando, você ta parecendo uma vara. — disse ele me analisando.

É eu sei disso não precisava falar. Eu não era do tipo de homem que tinha o porte físico musculoso e essas coisas, e era um magrelo, alto tinha um cabelo bagunçado na cor de cobre e olhos verdes.

— Ah e você um barril. — falei olhando para aquela pança.

Charlie tinha uma barriga enorme, deve ser as cervejas e as comidas gordurosas que ele come.

— Isso – ele apontou para a barriga – é saúde.

A saúde do colesterol.

— Ah ta, vamos logo. – já estava ficando impaciente.

Iria passar uma hora dentro daquele carro com o Charlie, que tortura.

Estava chegando em Forks, era tudo verde, e estava nublado, grande novidade.

— Tenho um presente para você.

— Presente? – Charlie me dando um presente? Coisa boa não era.

— É um carro.

— Carro? – quase berrei.

— O muleque você ta surdo ou você gosta de repetir as coisas?

— Não, só estou espantado. – realmente estava. Da onde ele tirou dinheiro para comprar um carro, e também Charlie nunca me deu um presente, nem mesmo uma cueca ou uma meia e agora me dá um carro?

— É você vai precisar. Eu estava trabalhando esses dias atrás ai, quando de repente vi uma vovozinha suspeita andando com uma carga no carro ai eu mandei ela parar, quando eu vejo a velhinha, estava com uns 50 kg de maconha e umas capsulas de cocaína, ai eu não sei o que aconteceu, a vózinha traficante teve uma parada cardíaca, mas não tinha ninguém na rua para socorrer, eu que não ia colocar minha boca naquela velha, provavelmente iria pegar uma doença. Ai o carro dela ficou no pátio da delegacia, e ninguém foi buscar, então eu peguei ele pra você.

Meu Deus, fiquei em choque com o que ele disse estava parecendo uma estatua, esse não pode ser o meu pai pelo amor de Deus. Minutos depois do momento de inércia, consegui falar.

— Mas isso não é contra lei?

— Que nada, relaxa, ninguém vai saber.

Nossa que exemplo de policial, esta cidade deve estar bem protegida.

Chegando na casa do Charlie, peguei minhas malas, e entrei, a casa não era muito grande, era de dois andares, encima tinha dois quartos e um banheiro,e embaixo ficava a sala e a cozinha, chegando ao meu quarto, me deparei com um quarto cheio de poeira tinha até umas teias de aranha. Charlie chegou logo após.

— Deixei do mesmo jeito da ultima vez que você veio.

— É percebi. Você não limpa a casa?

— Limpo só o meu quarto, para receber as gatinhas.

O que? Tem gente que sai com o Charlie? Quem são essas doidas? Acabou com o meu ego agora, porque eu nunca tive uma namorada, nem mesmo ficava, e o Charlie pegando geral? Não acredito.

Dei uma limpada no meu quarto, quando escuto uma buzina.

— EDWARD! DESCE AQUI SEU CARRO CHEGOU!

Tinha ate esquecido. Desci as escadas correndo quando cheguei na porta vi que meu ano aqui não iria ser legal.

Notas finais
Gostaram? Espero que sim. Se gostaram comentem para eu saber se alguem gostou ou odiou, se ter comentarios continuarei postando mais capitulos. Obrigado pela sua atenção Biah Cullen