Creepy Project
6 Capítulo 2 - The Heart Attack.
Notas iniciais
Essa é a história de The Heart Attack, o que vive para matar.
Sua história começa em um hospital. Lá estava uma mulher de longos cabelos e olhos negros. Ela parecia estar grávida e usava uma roupa azul de paciente. Seu filho estava pronto para nascer. Junto a ela, estava um homem alto e forte de curtos cabelos negros e olhos da mesma cor. Esse parecia ser o pai da criança. Usava uma roupa de médico para ajudar no parto de seu filho.
– Eu não acredito... É hoje... — Disse o homem animado segurando a mão da esposa, que estava deitada na cama.
– Sim... Espero que Deus o proteja e que ele seja saudável. — Falou a mulher sentindo algumas dores, porém sorrindo ainda.
O doutor entra na sala onde eles estavam se preparando para o parto.
– Muito bem, hora de começar. — Falou o doutor se aproximando.
O parto estava acontecendo normalmente, até que o doutor para o procedimento examinando a barriga da mulher.
– M-Mas o que é isso? — Falou de modo baixo, porém os dois escutaram.
– Isso o que? — O homem perguntou preocupado.
– Senhora, anda tendo dores agonizantes desde que engravidou? — Perguntou preocupado olhando a mulher.
– Um pouco, isso não é normal? O que está acontecendo? — A mulher se desesperava.
– Calma, parece que há mais de um bebê aqui...
– Mais de um?! — O casal falou em unissom se surpreendendo.
– Eu não sei, isso é muito estranho... — O doutor examinou de novo.– Estranho, sumiu... — O casal suspirou aliviados.– Sinto muito, deve ser a idade. — Disse de um modo relaxado pegando um pano e limpando o suor de sua testa.
– Tudo bem... — Logo a mulher se pôs a gritar de dor apertando muito forte a mão do marido.
– É agora, faça força e respire bem fundo. — Disse o médico enquanto a mulher se esforçava bastante.
Depois de um tempo, o bebê nasceu. Um garoto com poucos fios de cabelos pretos e olhos da mesma cor. Ele chorava bastante enquanto a mulher segurava seu filho com cuidado.
– Ele é lindo... — Falou a mulher fazendo carinho nele.
– Qual é o nome dele, já decidiram? — Perguntou o doutor olhando o bebê. O casal se olhou sorrindo e disseram em unissom.
– Christopher Dawn Smith. — O doutor registrou nos documentos.
– Senhor e senhora Smith, preciso de suas assinaturas para comprovarem em documentos que o filho é de vocês. — A mulher assinou deitada na cama ainda o seu nome, que dizia “Jessica Smith”. E o homem assinou seu nome do lado da esposa. “Raphael Smith”.
O pequeno “Chris”, tem que ficar na incubadora por dois dias. Eles decidiram deixar Jessica internada em um quarto para não ficar longe do filho.
No primeiro dia, Chris não demonstrou nenhum problema. Ele era bem calmo, sorria bastante e não chorava por nada. No fim do primeiro dia, uma enfermeira foi ver como estavam os bebês que estavam com Chris. Ao chegar na incubadora, todos os bebês choravam, menos Chris. Ele era o único que dormia tranquilamente em sua caminha. Foi um trabalho imenso para a enfermeira cuidar disso.
No dia seguinte, Jessica foi ver como estava seu filho. Ele estava acordado, porém imóvel. Ela entrou na sala acompanhado da enfermeira, pegou ele no colo e acariciou o mesmo sorrindo. Ao fazer isso, ele sorriu esticando seu pequenos bracinhos em direção ao seu rosto, o que deixou ela feliz.
– Eu te amo, Chris. — Concluiu com essas palavras colocando ele de volta lá.
Era o fim do segundo dia.
Na manhã seguinte, Jessica e Raphael poderiam ir para casa junto com Chris. Raphael foi ao quarto de Jessica.
– Olá querida, como vai? — Perguntou sorrindo escondendo algo nas suas costas.
– Me sentindo ótima. O que você tem aí? — Reparando que ele escondia algo dela. Raphael logo mostrou algumas roupas pequenas de coloração azul para Chris.– Ownt, elas são lindas. Vai ficar muito bem nele. — Disse comovida ao ver as roupas.
– Sim, vai ficar muito bem. — Sorriu de modo tranquilo abraçando a esposa.– Vamos lá buscá-lo?
– Claro.
Então o casal saiu da sala e foi em direção à incubadora. Ao chegar lá, viram a enfermeira confortando alguns bebês. Mais uma vez, todos eles choravam, menos o pequeno Chris.
– Olá, viemos buscar o nosso filho. — Raphael chamou a atenção da enfermeira.
– Ah claro. Ele está bem ali. — Mostrou Chris dormindo.– Ele é surpreendentemente calmo, foi o único bebê que não chorou nenhuma vez aqui.
– Muito obrigada, nós agradecemos por cuidar dele. - Jessica falou gentilmente segurando-o. – Muito obrigada, tchau. — Se despediram e sairam de lá com os documentos que foram assinados pela enfermeira. Logo depois, a enfermeira saiu procurando o doutor.
E então, a mais nova família saiu do hospital. As roupas couberam direitinho em Chris, o que deixou eles felizes. E então, entraram no carro prateado de Raphael e foram para casa.
No quarto do hospital, a enfermeira arrumava as coisas. Após concluir seu trabalho, ela saiu de lá indo para a incubadora. Ao olhar pela janela do quarto, viu tudo vermelho. Tinha sangue para todos os lados. Ela entrou lá desesperada e viu todos os bebês mortos, todos com um buraco no peito, todos com seus corações decepados.
A polícia investigou o caso e nunca acharam o culpado desse crime odiento...
Fale com o autor