Crazy girl and three boys
13 Eu te beijo
Notas iniciais
-Ah é — ela disse coçando os olhos.
-Bom, você já ta se sentindo melhor? — eu perguntei.
-Um pouco, tô com fome. — ela anunciou.
-Bom então vamos lá ver o que tem pra comer.
-Vamos. — ela disse se levantando da cama e indo pra cozinha a segui.
Lá na cozinha tinha um post it na geladeira. "Mei-chan, se você acordar com fome tem sopa vono no armário, não se esqueça de tomar suas aspirinas, qualquer coisa me liga. Te amo"
Mei leu o post it e amassou e jogou-o no lixo, passou por mim e foi até o armário abriu e pegou o pacote de sopa vono.
-Ótimo é de legumes. — ela disse desanimada com uma carinha muito fofa.
-Por que você ficou doente? — perguntei.
-Pra te falar a verdade nem eu sei, acho que foi os cinco milk shakes que eu tomei. —
-Como é que é!? Você tomou cinco milk shakes.
-Tomei — ela riu.
-Você nem é morta de fome né? Por isso que ficou doente.- eu disse.
-É talvez. — ela foi até pia e pegou uma panela e encheu de água e colocou no fogo. — Vai querer sopa?
-Não gosto de sopa, você não tem outra coisa?
-Folgado, hm, deixa eu ver. — ela foi ao armário de novo. — tem rufles.
-Eu quero. — disse e ela jogou a rufles em mim. — o que tem pra beber?
-Além de ser folgado é cara de pau. — ela foi até a geladeira. — tem chá gelado.
-É pode ser. — ela me serviu o chá.
A água da Mei ferveu e ela fez a sua sopa, nós fomos pra sala e quando cheguei lá vi um violão.
-Você toca violão Mei?
-Não.
-Sua mãe toca.
-Não.
-Então por que tem um violão na sua sala?
-Um dia eu quis aprender e então minha mãe comprou esse violão, mas acabou que eu nunca aprendi então o violão virou parte da decoração da sala. — ela disse sorrindo.
-Que maldade com o bichinho Mei!
-Toca alguma coisa nele. — ela falou pegando o violão.
-Tocar?
-É, faça ele se sentir feliz pelo menos uma vez na vida dele. — ela disse me entregando o violão.
-Tudo bem. — eu disse, é agora, essa é a hora de me declarar pra ela. Vou cantar a música que compus pra ela. — pra você Mei. — eu disse e ela sorriu.
-Ninguém consegue ver o jeito
Que seus olhos brilham sem querer
Toda vez que você sorri. — cantei e ela me olhou e largou o prato da sopa em cima da mesinha.
-Se eu pudesse escreveria
Lindos versos de amor
Só pra ter você aqui .
Mas por que é tão difícil te mostrar.
Você não sabe
O que eu sinto por você
Mas já é hora de dizer.
Você não sabe
Porque eu prefiro esconder
Mas agora já é tarde
E agora você sabe. — olhei pra ela e ela sorriu timidamente.
-Sentado outra vez
Juntando as palavras pra um dia talvez
Conseguir te explicar
Sei que é ilusão saber o que se passa
No seu coração
Será que eu vou descobrir
Mas por que é tão difícil te mostrar
Você não sabe
O que eu sinto por você
Mas já é hora de dizer
Você não sabe
Porque eu prefiro esconder
Mas agora já é tarde
E agora você sabe
Quando você passa eu não sei o que fazer
Eu já tentei de tudo
Pra você perceber. — terminei e ela me olhou, seu olhar estava confuso.
-Matt, que lindo, você fez pra mim? — ela me perguntou fofa.
-Fiz.
-Essa música quer dizer o que ela quer dizer?
-É.
-Matt, eu não sei o que dizer. — ela disse toda vermelha.
-Diz que gosta de mim também. — eu respondi.
-E- eu... — ela gaguejou
-Você.
-E-eu t-também gosto de você. -ela disse me olhando, meu coração estava a mil, me aproximei dela devagar e encostei meu rosto perto do dela. Ela fechou os olhos ela respirava forte e passei meu nariz pelo seu rosto e finalmente encostei meus lábios nos dela e a beijei.
Notas finais
*Capitulo não revisado, se acharem erros me avise.
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