Crazy girl and three boys
10 Ela é tão linda!
Notas iniciais
Matt’s POV
A mais um menos um mês e meio eu conheci a Mei, conheci ela na detenção. Aquela detenção ridícula me serviu pra conhecer a menina mais linda e legal do mundo. No outro dia descobri que ela foi transferida pra minha turma. Comecei a conversar com ela e logo os meninos chegaram e se apresentaram pra ela, ela era muito legal.
Depois de duas semanas eu meio que estou sentindo coisas pela Mei, não coisas que amigos sentem, é diferente é tipo quando a Mei chega e me abraça eu fico nervoso, quando a gente não tá junto eu penso nela constantemente. Ela é tão linda e meiga. Teve um dia que ela foi na minha casa a gente ficou conversando descobri as coisas que ela gosta e quer. Foi tão especial. Nossa! Cara isso tá tão gay.
Eu preciso falar pra ela que eu gosto dela. E já sei como vou fazer isso.
Rick’s POV
Um mês e meio, é o tempo que tem desde que a Mei entrou na minha sala, quando eu a vi entrando na sala logo fiquei interessado. Ela conhecia o Matt, bom começo. Logo eu percebi que a Mei não é igual às outras meninas, eu também percebi que eu estava meio que gostando da gatinha. Que isso fique claro, eu nunca, nunca gostei de uma menina antes. Ela é tão linda!
Vou contar o que eu estou sentindo pra ela, sei um modo ideal pra isso.
Arthur’s POV
Mei, Mei eu acho que eu estou gostando dela, acho não eu tenho a completa certeza. Eu vou me declarar pra ela. Eu preciso me declarar pra ela antes dos meninos, sim eles estão gostando dela, e como eu sei disso? Sabendo cara, eles demonstram isso toda hora. A Mei é tão linda! Acho que ela merece um cara especial e esse cara sou eu. Pode ter certeza.
Mei’s POV
Hoje é sábado, eu estava em casa com a minha mãe no dia da faxina. Faxinar com a minha mãe é tão engraçado minha coroa é muito hilária. Eu contei pra ela da mudança de turma, ela ficou irritada, mas depois ficou de boa, contei pra ela que não era mais amiga da Gisele e da Raquel, e conte que tinha três amigos perfeitos, contei também que meio que estou gostando deles de um modo diferente. Ela pirou, literalmente. Foi engraçado.
A gente terminou a faxina e minha mãe decidiu que a gente iria sair pra comprar roupas, eu detesto ir fazer compras com a minha mãe, eu fico horas com ela num provador e ela experimenta mil roupas e não leva nenhuma porque diz que ficou gorda. Eu odeio isso, simplesmente odeio. Se qualquer um chegasse aqui e me livrasse desse passeio teria meu eterno amor.
Minha mãe começou a se arrumar e me mandou fazer o mesmo quando alguém bate no portão. Saio e vejo que era o Arthur.
–Oi grandão. – eu falo.
–Oi baixinha- ele me responde. — tá ocupada?
–Não, quer dizer tenho que sair com a minha mãe. – eu digo.
–Ah queria te chamar pra sair. – ele disse fazendo beicinho. — mais você já vai sair.
–Que quero sair com você- eu digo.
–Mais e a sua mãe?
–Eu dou um jeito. – digo. — me espera ai que eu já volto. – Entro e falo pra minha mãe que preciso ir resolver uns negócios e não vou poder ir com ela, ela fica indignada, mas aceita. Troco de roupa a jato e saio com o Arthur.
–Pra onde a gente vai? – pergunto.
–Pra um lugar especial, preciso te contar uma coisa. – ele diz me olhando.
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