Notas iniciais
Heey! Como vai povo? Desculpa a falta de criatividade no título haha. Tentei melhorar a minha escrita neste capítulo, espero que vocês gostem. Ah! No próximo capítulo a história vai ter um rumo muuito diferente do que ele tem tido. Take a good read :DD

– Eu não sei bem o que pensar, preciso de tempo para colocar tudo em ordem. – Terminou Natasha muito confusa, ela coçava sua cabeça tão freneticamente, que poderia deixá-la careca. E seus olhos mexiam de um lado a outro, tentando buscar uma maneira mais amável de lhe explicar, mas não funcionou-... Só me dê alguns dias.

– Alguns dias?! Natasha nós estamos em meio a uma guerra, não podemos esperar muito. Quanto tempo teremos até que eu ou você e machuque gravemente? – Exclamou o fauno com o desespero nos olhos castanhos. O maior medo dele naquele instante era perdê-la.

– Mas eu não posso simplesmente dizer que o amo, sem ter certeza disso. Eu gosto tanto de você... Por isso não quer te iludir ou te afastar de mim, só quero um tempo para entender esse meu estúpido coração! – Falou a menina com lágrimas nos olhos. Simplesmente o amava, mas não sabia que tipo de amor era esse. Seu rosto clamava por compreensão.

– Okay. Se assim for melhor para você, eu te espero. Não me importo se demorar 100 anos, ou mais. Eu VOU te esperar. – Finalmente cedeu o moreno ao perceber que isso machucava sua amada.

Houve-se um momento de silêncio. As Jubas-de-Aslam (nome das árvores que tinham lá, e que só davam flores no outono. Estas eram douradas como as jubas de um leão) soltavam pétalas, os dois se entreolhavam como se até mesmo no silêncio fossem capazes de se comunicar. Então, um estrondo é causado no fundo do bosque, logo depois uma árvore cai. E então novamente o barulho ensurdecedor, mas agora a arqueira percebe um raio de magia vindo da escuridão. Então assustada ela corre até seu posto e alerta os meninos de plantão para que começassem o plano de defesa. Eram dois faunos, o mais velho tinha 12 anos apenas. Depois das instruções, foram gritando pela vila:

– Acordem! A Feiticeira tornou a atacar! Vamos iniciar o plano de defesa. – Diziam correndo casas à dentro.

Um chifre de búfalo soprado por Steve serviu como alarme. O som despertava os moradores, e alertavam os soldados de plantão. Aos poucos os homens e mulheres meio bodes saiam armados de suas casas, se despedindo de seus filhos, que eram levados por tia Martha até uma gruta que ficava do lado oposto à batalha.

Não passara de 6 horas. Havia neblina por toda a parte. O vento estava calmo, e a tropa inimiga era muito “sutil” em sua marcha. Eles vinham armados, e em grande número. O exército parecia o mesmo de antes, mas com forças maiores e renovadas. E de uma forma muito desorganizada, totalmente oposta aos que os defensores faziam. Estes estavam organizados em grupos, eram quatro grupos de 10 guerreiros entre arqueiros e impugnadores de espadas. E em cima da casa de nossa garota os músicos começaram a entoar uma melodia calma e profunda.

Esta tal melodia foi composta pelo próprio Aslam, antes do mesmo partir, ela fora feita para dar coragem, sabedoria e paciência aos soldados de Cair Paravel. E pelo jeito estava funcionando, pois Mark estava mais calmo e apto para a batalha. Ainda estava um pouco abalado por dentro, mas sabia que devia dar o máximo. A sua amada percebendo o seu estado de ansiedade olha para ele e em silêncio moveu os lábios formando as palavras “Vai dar tudo certo no final”. E faz com que ele fique um pouco corado.

A mais ou menos 25 metros os inimigos começaram gritar e correr partindo ao ataque. A música que antes era calma, agora se transformara em algo estridente e insuportavelmente aguda. Tão aguda que faz com que o alvo morra com os tímpanos estourados, ou enlouqueça e ataque seus aliados. Mas por se tratar de magia, os faunos e seus aliados (as dríades e Natasha) não eram afetados. As dríades não conseguiram reagir a tempo na última batalha, mas agora elas também estavam apostas. Mesmo não tendo participação nas reuniões e nas organizações (pois elas não conversavam muitos com as outras criaturas) elas foram informadas do plano.

E então os dois lados se chocaram em combate bem no meio das árvores. Espadas se tocando, flechas sendo disparas, e o som demoníaco da varinha da gelada Jadis ao disparar sua magia. Gigantes jogavam pedras enormes que esmagava um ou dois corajosos soldados. Trolls causavam terremotos com suas maças, aquilo tudo fazia o coração da humana pesar, ela não imaginava que seria tão horrível. E Mark com os olhos cheios de coragem defendeu-a como da última vez. Com certeza a dupla mais incrível que Nárnia já viu.

Cinco gigantes covardes vieram ataca-los por trás, mas o humano meio animal apaixonado percebeu, e bloqueou o primeiro soco com sua espada, na verdade ele fez um corte na mão do monstro que recuou dando um empurrão no guerreiro. E logo que a menina percebeu, foi ajudar seu parceiro. Atirou duas flechas duma vez, e acertou perfeitamente um dos gigantes, uma delas continha uma poção caseira (preparada por Karol) que causava desmaios que poderiam durar dias. Um já se fora faltavam quatro. Natasha disparava com uma grande velocidade acertando cada um dos inimigos com precisão. E ao serem atingidos eles se distraiam e Mark os acertava bem no coração. Até que todos fossem mortos.

Assim se sucedeu durante 2 horas, o exército defensor não estava muito cansado graças ao grande plano. Eles tinham turnos de músicos, e um líquido cheio de vitaminas (uma especialidade de tia Martha). Entretanto, o exército da Feiticeira estava se cansando (assim como no confronto anterior). A dama esgotada e com suas vestes (as mesmas de antes) rasgadas decidiu pela fuga novamente:

– Maldição! Malditos sejam vocês! Eu voltarei daqui a alguns dias e os destruirei por completo. Podem esperar. Recuem seus idiotas, estas pestes tem elixir. – Gritou furiosa ao ver seu orgulho ferido novamente.

E assim eles se foram. Deixando cerca de 15 mortos e três monstros desmaiados. Mas mesmo assim a maioria ainda conseguiu fugir. Logo após o silêncio voltar ao bosque, os feridos serem atendidos e os mortos terem um enterro digno. Uma reunião foi iniciada com todos os representantes.

Notas finais
E aí? Curtiu? Se sim me fala isso, eu não sou telepata ou adivinha >.O e se não gostou, aparece nos coments. Quero muito saber a opinião de vocês :)) Bye ~