Crônicas de Dorikan

5 A mais velha árvore pt1


Notas iniciais
Agora é q começa a aventura!!!
“Fragmento retirado do livro de regras da Biblioteca Nacional” [...]Todos sabem o quão é importante a cerimônia dos fogos. Neste dia os jovens que completaram 18 anos vão até uma espécie rara de árvore, que foi plantada pelo próprio rei as fadas, duendes e gnomos, essa árvore é conhecida pelo nome de “A Mais Velha Árvore”. [...] [...]Os jovens fazem uma grande fila na frente da árvore desde o primeiro raio de sol brilhar e cada um por sua vez entra na clareira da árvore para pegar um presente, que deverá geralmente é o instrumento que ele usará para trabalhar em sua profissão. Se o jovem abrir o presente dentro da clareira ele ficará preso até o fim do dia dentro da árvore mágica, se pegar dói presentes ficará preso na clareira, sendo apenas liberados no final do dia e tendo que esperar mais um ano para escolher o seu presente. [...] ?A Mais Velha Árvore? ?Parte I? Ridhoan corre o mais rápido que pode, ele sabe que provavelmente será um dos últimos da fila, mas não custa nada tentar, a animação está no ar todos os comércios estão fechados, existe ainda um longo caminho a seguir, mas não existe ninguém preocupado com isso. Ele corre até esbarrar em Lanfre. — Lanfre! Não precisava chamar minha atenção desse jeito... Está doendo um bocado! — Vamos logo! Não quero ser a última da fila e ainda mais atrás de você! Realmente, quando chegaram havia várias pessoas, de várias cidades vizinhas na fila, realmente parecia que os dois seriam os últimos. -Viu só Rid! Se não fosse por você eu estaria ali, bem na sua frente! -Você sabe que eu corro bem mais que você, não é?-grita ele para Lanfre. -Ah! Por que eu fui dormir tarde? -Ah que bom que pelo menos alguém aqui dormiu... -cruza os braços e amarra a cara, Ridhoan. Uma pessoa aparece quase que do nada, seus olhos são completamente brancos, como sua pele, somente seu cabelo que é escuro como o breu para quebrar todo aquele branco fantasmagórico. -Ah! Não creio! Estou escutando bem ou estou logo atrás do melhor guerreiro da cidade e a mais bela dama?-diz o recém chegado. -Ah! De onde você surgiu Lefro?!- Grita Rid. -Da minha casa! Oras, de onde mais eu viria? -Ah que saudades de você! E você não tem como saber se eu sou mesmo a mais bela dama!-e não foi Lanfre que disse isso. -Ridhoan! Seu grande bobo da corte!- Diz entre risadas Lanfre- E como está você Lefro? Faz anos que não te vejo! -Indo muito bem obrigado, posso não estar te vendo, mas você me enxerga, posso não ser o mais rápido nas corridas, mas sou o mais veloz, quem sou eu? -Você é Lefro!-Diz Ridhoan Eles conversam por cerca de mais duas horas, até chegar a vez de Ridhoan. -Vá à minha frente Lanfre, eu posso ir logo atrás, afinal, você iria chegar aqui antes de mim se não tivéssemos nos esbarrado. -Ah! Você é uma amora Rid! Fico te devendo esta! A frente da clareira se fecha vagarosamente com suas folhas, mas menos de dois minutos depois ela se abre e de lá não sai ninguém. -Nossa! Eu achava que Lanfre nunca seria tão besta de abrir o presente dentro da árvore!-Ridhoan sussurra para Lefro. -Ela foi rápida demais na escolha, Lanfre é decidida, mas mesmo ela demoraria mais de dois minutos lá dentro, Ridhoan, deixe-me ir à sua frente, por favor. -Por mim tudo bem, mas cuidado com seja lá o que for que esteja lá dentro. E novamente a mesma cena, as folhas que cobrem a entrada se fecham e menos de dois minutos depois se abrem novamente. -O que será que aconteceu lá dentro?- Ridhoan fica desconfiado, mas seus amigos são mais importantes que seu receio. Ele avança lentamente portal a dentro, é muito diferente do que se imagina vendo de fora, é extremante grande e iluminado, no topo existem raízes com flores pequenas, no chão terra batida e nos cantos, um pouco de grama nova. Existem duas salas separadas, Ridhoan entra na sala menos iluminada de onde vem um ruído um pouco abafado. Logo depois de entrar ele tem uma surpresa, seus dois amigos estão amarrados um ao outro com mordaças, cada um com seu pacote ainda na mão e uma fadinha branca e azul sobrevoando-os. -Você foi o último da fila?- Diz a fada. -Sim! Sou eu! Desamarre meus amigos agora! -Por que eu haveria de fazer isso? -Eles não fizeram nada de errado! -Eu te darei uma escolha! Huhuhu -Você jura que libertará meus amigos? -Eu sou uma fada! Por que não haveria de cumprir minha palavra? -Fadas são traiçoeiras! -Eu sou especial! Sou branca e azul, quantas fadas branca e azul você conhece?! E agora a sua escolha! Ou você leva o teu presente ou liberta teus amigos! -Eu escolho meus amigos!- Escolhe decididamente Ridhoan. -Libertos! Agora saiam rápido daqui! Agora o assunto será particular! -Não iremos a lugar nenhum!-Dizem Lanfre e Lefro ao mesmo tempo. -Ah, não irão?-Ao dizer isto, a fada os envolveu numa nuvem de fumaça, quando a fumaça baixou os dois já não estavam mais lá. -Para onde você levou meus amigos! Diga ou não me responsabilizo pelos meus atos! -Eles só estão do lado de fora da árvore, sentados em cima de um galho para ser mais exata! -Então por que não entram? -Pois já não estamos mais nas colinas de Antaidon em Takesh. Estamos em uma das salas do castelo do Rei das Fadas.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.