Crônicas de Bolso

1 XY 1- Sonhos e Aventuras em Kalos!


Crônicas de Bolso: Aventuras em Kalos

XY 1- Sonhos e Aventuras em Kalos!

Estava uma tremenda chuva em toda floresta, corria rapidamente para Lumiose onde começaria minha primeira jornada Pokémon. Estava todo melado de lama, molhado e com frio, quando me deparo com meu rosto no chão que se mela de lama.

Eryon: Ai, ai, ai. Meu rosto. – Olho para frente e vejo algo sendo jogado para fora do arbusto. Um Fennekin cai na minha frente machucado, me ajoelho na frente dele e pego ele no colo.

Eryon: Um Fennekin, melhor eu leva-ló. O professor saberá o que fazer. – Me levanto com ele nos braços e ele parece desmaiado, fora de combate. Volto a correr para fugir da chuva.

Dois Vespiquen saem por trás das árvores um pouco distante de onde encontrei Fennekin, e eles parecem irritados. Provavelmente ele e Fennekin possuem uma história. Coloco minha mochila no não com Fennekin nela e pego um pedaço de pau para enfrentar os Pokémons.

Eryon: Melhor vocês não se aproximarem ou então vou ter que ataca-lós. – Eles tentam se aproximar e eu tento acerta-lós, o que faz os dois recuarem, fazemos isso mais um pouco até que um dos dois Vespiquen usa o Raio Sinalizador o que me faz ser jogado para trás.

Eryon: Ai não. Eles vão pegar o Fennekin. Olho para Fennekin ao meu lado no chão que abre os olhos lentamente, tento me levantar mais não consigo. Vejo rapidamente Vespiquen usar o Corte Furioso que é impedido por Fennekin que morde Vespiquen.

Quando os dois Vespiquen tentam atacar com o Poder Oculto em mim e Fennekin que estávamos caídos no chão, após Vespiqueen me jogar no chão e fazer com Fennekin o mesmo, Fennekin usa as Brasas que cria uma explosão que faz os Vespiquen fugirem. Com a explosão, Fennekin é jogado para longe e eu tento me arrastar porque minha perna ta doendo bastante para chegar perto, mas não consigo, ele esta muito longe.

Eryon: O que é isso? Vejo uma espécie de aurora se aproximar de Fennekin, uma densa nevoa se forma em toda floresta e mais do que de repente, um Pokémon com uma espécie de chifre parecendo um X brilhante aparece perto de Fennekin aparentemente curando ele.

Eryon: Fennekin. Não. – Grito e em seguida desmaio. E quando acordo depois do que pareceram minutos, mas na verdade foram horas, vejo que estou dentro de uma cada numa cama e logo a porta se abre e entra um homem. – Quem é você?

Sycamore: Desculpe te assustar assim, sou o Professor Sycamore, estamos em Lumiose. Eu te trouxe para aqui, te achei desmaiado e jogado na lama perto de um Fennekin que está sendo tratado agora.

Eryon: Obrigado. E como está Fennekin agora? – Pergunto a ele.

Sycamore: Isso não foi nada, e Fennekin irá ficar bem, ele apenas precisa de um pequeno descanso. Mais eu gostaria de saber, se aquele Fennekin é seu Pokémon?

Eryon: Não. – Respondo claramente.

Sycamore: Porque não se levanta e vem tomar café da manhã e então você me conta o que houve.

Estamos conversando, após o café da manhã em uma sala enquanto comemos uns biscoitinhos bem gostosos e enquanto tomo um pouco do que sobrou do meu café com leite.

Sycamore: O que? Um X misterioso entro de uma névoa que fazia as flores ganhar vida, os Pokémons ganharem força e etc. Isso só pode ser um Pokémon. – Exclama ele.

Eryon: Você sabe que Pokémon é esse?

Sycamore: Xerneas um Pokémon lendário, dizem boatos que qualquer coisa sem vida que Xerneas toque o seu aproxime com sua aura, ganha vida novamente. – Fico impressionado por ter estado tão próximo de tal Pokémon.

Eryon: Incrível – Nossa conversa é interrompida quando um garoto entra na sala do laboratório correndo junto de seu Bulbasaur. –, parece que o senhor tem visitas professor.

Mike: Desculpe entrar assim professor, meu irmão ligou para você avisando que viríamos, mas ele voltou porque teve um contra tempo. – Paramos tentando entender o que ele falou, pois ele fala muito rápido e nem se apressou direito. – Desculpe, é que eu sou meio acelerado na parte comunicativa, sou Mike Hiryon.

Sycamore: Então você veio, que bom. E falando nisso, Chris ligou para avisar que ele iria voltar á Kanto para resolver um problema. Porque não senta e conta como foi a viagem. – Ele obedece e senta no outro sofá na minha frente.

Mike: Falando na viagem, professor eu gostaria de saber se você conhece um Pokémon que produz um frio na barriga, ou uma sensação de frio ou até mesmo a morte. Coisa do tipo, pois creio que eu vi um Pokémon desse perto do avião enquanto estávamos vindos até aqui.

Sycamore: Eu acho que conheço sim, mas o que houve?

Mike: Tudo ocorreu mais ou menos assim. – E logo ele começa a relatar a respeito da aventura no avião.

FLASH BACK – MIKE

Estava grudado na janela do avião que acabava de sobrevoar as redondezas de Lumiose e tudo era incrível, rios, florestas e a grande cidade Lumiose. Tão bonita e chique mesmo de cima, com grandes prédios, casas, hotéis, campos de batalhas, parques, praças e uma emocionante e incrível torre no meio. Volto a sentar no meu lugar e olho para Christopher, meu irmão.

Mike: Chris, maninho. O que é aquela torre gigante no centro de Lumiose? – Ele continua dormindo e eu pego uma pena que encontro na cadeira estranhamente e faço cócegas no seu nariz, até que ele bate no nariz com força e acorda.

Christopher: O que foi mano, tava num sonho tão bom. Você me acordou e agora eu perdi a melhor parte. – Ele fica emburrado.

Mike: Estava sonhando com o que? Com batalhas Pokémons, você sendo um grande criador ou com beijos de meninas bonitas? – Ele me olha e eu paro com as brincadeiras. – É que a pouco eu vi uma torre no centro de Lumiose, o que é?

Christopher: É isso, pensei que era algo mais interessante. É a Torre Prisma, a grande e majestosa Torre Prisma de Lumiose. – Responde.

Mike: Entendi, mas o que ela faz exatamente?

Christopher: Não acredito que você não lembra. A Torre Prisma é o orgulho de Lumiose, nela fica o ginásio da cidade. Além de ser um bom ponto turístico de Kalos, você não acha?

Mike: Sim, sim. É incrível e linda. – Faço que sim com a cabeça. – Tudo bem, vou agora apreciar a linda cidade, pode dormir agora maninho. – Sorriu e volto à janela para ver mais coisas, enquanto ele volta a dormir

Nada mais parece me chamar atenção, exceto uma espécie de coliseu gigante acoplado a um prédio bem chique e bonito, fico curioso, mas decido explorar a cidade quando chegar em vez de perguntar ao meu guia.

Mike: Linda Lumiose, me aguarde. – Minha visão parece ficar paralisada, estou em choque, vejo um Pokémon vermelho e preto voando perto do avião e tudo parece triste e tão sombrio, uma sensação de dor, morte, agonia e do mesmo jeito que ele aparece, ele some, do nada. – Nossa, meu Deus.

Estamos descendo as escadas, e Chris ainda parece cansado. Ele dormiu quase todo o longo vôo e ainda esta bocejando de sono. Conto sobre tudo que vi, inclusive sobre o Pokémon que eu vi voando.

Christopher: Já disse Mike, Pokémons que fazem você sentir dor como a morte não existem, não que eu conheça e além do mais, você já morreu para saber como é a dor da morte?

Mike: Você é mesmo um chato, como pode saber das coisas, se vive dormindo. Não importa, eu sei o que vi e foi real. – Fico emburrado.

Christopher: Vamos logo, precisamos ir logo. Sycamore deve estar nos esperando.

Estamos vendo o mapa da cidade Lumiose, quando Chris recebe uma ligação em seu telefone celular, ele para e atende enquanto eu vejo os mapas, depois de um tempo ele desliga e vem até mim.

Christopher: Mike, tenho péssimas notícias. Os Pokémons da fazenda não estão bem, estão depressivos de acordo com o professor, preciso voltar e analisa-lós.

Mike: Tudo bem, nós vamos e depois voltamos. Sycamore não irá se importar.

Christopher: Não, você pode ir viajar, esse é o inicio do seu sonho, não pode deixar você estragar. Agora vá maninho e seja o mais forte de todos.

Mike: Okay, vou ser. Por nós dois. – Sorrio com uma rápida piscada de olho e sai correndo até o laboratório do Professor Sycamore.

FIM DO FLASH BACK – MIKE

Mike: E foi isso que aconteceu. Foi bem estranho, to com cala-frios até agora.

Eryon: Aconteceu algo bem parecido comigo, mas diferente de você, o estranho Pokémon dava uma sensação boa, de vida, alegria.

Sycamore: Esse Pokémon que você viu se chama Yveltal, Mike. Ele é chamado Pokémon da destruição e o que Eryon viu se chama Xerneas e é o Pokémon conhecido como Pokémon da vida, ambos são lendários de Kalos, protetores e guardiões.

Mike: Tudo bem, podemos parar com esse papo entre vida e morte, to ficando assustado.

Eryon: Eu também, porque o senhor não fala de sua pesquisa professor, gostaria de aprender mais sobre ela.

Sycamore: Tudo bem. Minha recente pesquisa se chama Mega Evolução, imaginem uma evolução além da evolução, por exemplo, o Garchomp evoluir além dessa atual fase evolutiva, é isso que estou pesquisando. E além de que existem diferenças entre a evolução comum e a mega evolução, o Pokémon volta ao normal depois de realizar a mega evolução.

Eryon: Então qualquer Pokémon pode realizar a mega evolução, qualquer hora?

Sycamore: Não, para a Mega Evolução funcionar é necessário possuir duas pedras especiais. Chamadas de Mega Pedra que é carregada pelo Pokémon e Pedra Chave carregada pelo treinador, além de que um forte elo é necessário para isso acontecer.

Eryon: Entendi. – A porta da sala ao lado se abre e Fennekin corre para me abraças pulando em meu colo rapidamente, acaricio o pelo dele.

Sophie: Fennekin está ótimo professor.

Sycamore: Obrigado Sophie, pode ir.

Mike: Que bonito esse Pokémon é seu? E você é quem mesmo?

Eryon: Sou Eryon, prazer. E não, o achei na floresta machucado e depois o professor nos achou machucados na floresta, mas é outra longa história. Mais acho que gosto dele, será que... Fennekin – Ele me olha com atenção – Acho que a aventura de mais cedo, me fez gostar de você, já temos praticamente um elo e adoraria que você fosse meu Pokémon, você topa? – Fennekin sorrir e tenho certeza de que ele concorda.

Sycamore: Se é assim, aqui esta uma Pokébola, vá em frente e capture-o.

Eryon: Então okay, Fennekin seja meu Pokémon. – Toco devagar a Pokébola na testa de Fennekin, puxando ele para dentro e o capturando.

Eryon: Legal, peguei um Fennekin. – Me levanto empolgado, mas logo o solto da Pokébola. – Mike, falando em captura, você vai pegar seu Pokémon também?

Mike: Não, eu já tenho o meu. Bulbasaur saia. – Bulbasaur aparece do nada saindo daquela Pokébola, e ele é bem bonitinho.

Sycamore: Então, aqui esta para os dois, uma Pokédex para cada e também suas Pokébolas. Podem pegar.

Nós Dois: Obrigado professor.

Sycamore: Porque não aproveitam esse clima para realizar suas primeiras batalhas?

Mike: Eu topo, vamos então Bulbasaur. Nossa primeira batalha em Kalos, na verdade, nossa primeira batalha em qualquer região. – Ele rir e nos levantamos até uma espécie de cúpula, uma sala com teto solar e paredes de vidro.

Sycamore: Essa será uma batalha um contra um, que só acabará quando um Pokémon de um dos lados estiver fora de combate. Agora é hora da batalha, comecem.

Eryon: Nós vamos primeiro, pode ir com as Brasas logo Fennekin. – Ordeno após uma rápida olhada na Pokédex, o mesmo faz Mike. Guardamos nossa Pokédex.

Mike: Bola de Energia. – Os ataques se colidem e explodem. – Raio Solar com força total.

Eryon: Esquive com um pulo e giro e em seguida use o Arranhão. – O Raio Solar é rapidamente disparado, creio que o teto solar ajudou na velocidade do ataque, mas Fennekin esquiva e consegue atingir o oponente.

Mike: Aguente, por favor, Bulbasaur e use a Bola de Energia. – Fennekin é atingido e lançado para longe, mas contra ataca quase que imediatamente enquanto esta no ar sendo jogado.

Eryon: Brasas. – O ataque acerta Bulbasaur também o que deixa os dois Pokémons bem cansados e machucados. – Decida com as Brasas.

Mike: Nós vamos vencer essa batalha com outra Bola de Energia, Bulbasaur. – Os ataques se colidem criando uma pequena explosão, mas impressionantemente a fumaça não é da destruição do ataque completa, pois um pouco dos ataques desliza estranhamente passando pelo ataque oponente e acertando o Pokémon oponente.

Eryon: Você esta bem Fennekin? – Fennekin e Bulbasaur não cedem e se matem de pé.

Sycamore: Já chega, a batalha está declarada como empate. Mike e Eryon, vamos descansar, estamos cansados demais.

Nós Dois: Certo. – Pegamos nossos Pokémons nos braços e apertamos nossa mão, e em seguida vamos descansar.

É manhã novamente em Lumiose e estamos na porta do laboratório com Sycamore, Sophie e os inicias de Kanto perto de Sophie.

Sycamore: Fico feliz que tenham decidido viajarem juntos e espero que me mantenham informado de sua jornada. Passem para me visitar quando estiverem na cidade.

Eryon: Passaremos sim professor, pode deixar. Caso minha mãe ligue, diga tudo que ela precisa saber e que eu irei ligar para ela quando chegar na próxima cidade.

Mike: Professor, qual é o ginásio mais próximo. Pelo que Eryon falou de noite, é melhor treinar mais antes de enfrentar o ginásio de Lumiose.

Sycamore: A cidade de Santalune fica aqui perto e nela existe um ginásio.

Eryon: Tudo bem Professor, obrigado por tudo mais precisamos ir logo. Queremos chegar lá bem cedo. Manteremos contato em breve.

Mike: Até mais professor, obrigado também.

Vamos embora sorridentes pela avenida enquanto acenamos para Sycamore e Cia na frente do laboratório. Em busca de sonhos, aventuras, batalhas, amigos, capturas e muita diversão. Isso é o que buscamos, nossos ideais.

Continua no Próximo Capitulo!