Crônicas Do Olimpo - A Batalha Do Labirinto

22 Ache-me se for capaz! A Promessa do Rei de Creta!


Notas iniciais
Saudades?? Voltei como prometido o capítulo novo, mas alguns avisos antes u_U :

Nas notas finais haverão detalhes sobre a segunda parte da história, ou seja. A Próxima saga da Megan, para quem pretende ler e estiver interessado.

Obrigada para minha irmã do chalé 3 'Daughter of Poseidon' que recomendou a fic do CDO "O Mar de Monstros".

Eu ia postar este capítulo mais cedo, mas o Nyah entrou em manutenção T.T

No Capítulo de hoje :

* Um pouco mais sobre Dédalo e Desgramado do Minos que esta bagunçando a cabeça do meu primo...
* Mais uma lembrança que envolve os irmãos Jackson...
* Fagulhas de Jegan voando, fagulhinhas... Mas fagulhas.

A noite eu tive mais pesadelos, os mesmos não me deixam em paz nunca... Eu quase não dormi com as enigmáticas palavras do neto de Apolo, Octavian. Acho que aquilo foi mais um favor, mas infelizmente eu consegui dormir.

Eu estava no tribunal de um rei – uma grande câmara branca com colunas de mármore e um trono de madeira. Sentado nele havia um cara rechonchudo com cabelo ruivo encaracolado e uma coroa de louros. Ao seu lado estavam de pé três garotas que pareciam serem suas filhas. Todas tinham o mesmo cabelo ruivo e usavam túnicas azuis.

As portas rangeram ao abrir e uma voz anunciou ecoando como se viesse de uma caverna:

– Minos, Rei de Creta!

Eu estremeci, mas o homem no trono simplesmente sorriu para suas filhas.

– Mal posso esperar para ver a expressão em seu rosto. — ecoou novamente a voz.

Minos, a própria assombração tão viva quanto nunca verei, entrou na sala. Ele era tão alto e sério que fazia o outro rei parecer uma criança. A barba pontuda de Minos tinha ficado cinzenta. Ele parecia mais magro desde a última vez que eu sonhara com ele, e suas sandálias tinham respingos de lama, mas o mesmo brilho cruel estava em seus olhos, o mesmo olhar que eu tanto odiava... Naturalmente eu tinha um ódio mortal por aquele homem.

Ele se curvou duramente para o homem no trono.

– Rei Cócalo. — ecoou a voz do Rei Minos. - Soube que você resolveu meu pequeno enigma?

Cócalo sorriu.

– Pequeno? Nunca... Especialmente quando você anunciou pelo mundo que estava disposto a pagar mil talentos de ouro para a pessoa que pudesse resolvê-lo. A oferta... é verdadeira?

Minos bateu palmas. Dois guardas enormes entraram, lutando para carregar uma grande arca de madeira. Eles a colocaram aos pés de Cócalo, e a abriram. Pilhas de barras de ouro brilharam. Aquilo devia valer um zilhão de dólares. Cócalo assobiou apreciativamente.

– Você deve ter falido seu reino para dar tal recompensa, meu amigo.

– Isso não lhe diz respeito.

Cócalo deu de ombros.

– O enigma é muito simples, na verdade. Um de meus conselheiros o resolveu.

– Pai – uma das garotas alertou. Ela parecia ser a mais velha, um pouco mais alta do que suas irmãs.

Cócalo a ignorou. Ele pegou uma concha marinha em espiral das dobras de sua túnica. Um fio prateado havia sido passado por ela, de forma que ela estava pendurada como um pingente gigante em um colar.

Minos deu um passo à frente e pegou a concha.

– Um de seus conselheiros, você disse? Como ele passou o fio sem quebrar a concha?

– Ele usou uma formiga, se você consegue imaginar isto. Amarrou um fio de seda à pequena criatura e a persuadiu a atravessar a concha colocando mel do outro lado.

– Homem engenhoso – Minos disse.

– Ah, realmente. O tutor de minhas filhas. Elas o adoram.

Os olhos de Minos ficaram frios.

– Eu teria cuidado no seu lugar.

Eu não segurei, no instante seguinte eu tentava correr para alertar Cócalo, mas eu não conseguia me mover, apenas ouvi minha própria voz ecoar:

- Não confie nele! Coloque-o no calabouço junto com alguns leões comedores de gente ou algo assim!

Mas o rei não pareceu me ouvir, Cócalo apenas riu.

– Não se preocupe, Minos. Minhas filhas são sábias para suas idades. Agora, sobre o ouro...

– Sim... – Minos disse. – Mas veja bem, o ouro é para o homem que resolveu o enigma. E pode haver só um homem capaz disso. Você está abrigando ele. Dédalo.

Cócalo se mexeu desconfortavelmente em seu trono.

– Como você sabe o nome dele?

– Ele é um ladrão miserável! – Minos disse. – Ele trabalhou em minha corte, Cócalo. Ele virou minha própria filha contra mim. Ele ajudou um usurpador a me fazer de bobo em meu próprio palácio. E então ele escapou da justiça. Eu venho procurando por ele há dez anos.

– Eu nunca soube de nada disto. Mas eu ofereci ao homem minha proteção. Ele tem sido o mais útil de todos.

– Eu ofereço a você uma escolha – Minos disse. – Entregue o fugitivo a mim, e este ouro é seu. Ou arrisque-se fazendo de mim seu inimigo. Você não quer Creta como sua inimiga.

Cócalo empalideceu. Achei estúpido ele parecer tão assustado no meio de sua própria sala do trono. Ele devia ter chamado seu exército ou algo assim. Minos só tinha dois guardas. Mas Cócalo simplesmente ficou sentado lá suando em seu trono.

– Pai – sua filha mais velha falou, – Você não pode...

– Silêncio, Aelia. – Cócalo enrolou sua barba. Ele olhou de novo para o ouro brilhante. – Isso me mortifica, Minos. Os deuses não amam um homem que quebra seu juramento de hospitalidade.

– Os deuses não amam os que abrigam criminosos também.

Cócalo assentiu.

– Muito bem. Você terá seu homem atrás das grades.

– Pai! – Aelia disse novamente. Então ela se recuperou, e mudou sua voz para um tom doce. – A-ao menos nos deixe divertir nosso visitante primeiro. Após sua longa viagem, ele deve ser tratado com um banho quente, roupas novas, e uma refeição decente. Eu ficaria honrada em preparar o banho eu mesma.

Ela sorriu lindamente para Minos, e o velho rei grunhiu.

– Suponho que um banho não seria ruim. – Ele olhou para Cócalo.

– Eu o verei no jantar, meu senhor. Com o prisioneiro.

– Por aqui, Vossa Majestade – disse Aelia. Ela e suas irmãs conduziram Minos para fora da câmara.

Eu os segui para dentro de uma câmara de banho decorada com azulejos em mosaico. Vapor enchia o ar. Uma torneira enchia a banheira de água quente. Aelia e suas irmãs encheram-na com pétalas de rosa e algo que deveria ser o Sr. Bolha da Grécia Antiga, pois logo a água ficou coberta de espuma multicolorida. As garotas se viraram (e eu também... Não queria ver nada que não deveria... Credo! Visão do Tártaro, imagino.) quando Minos largou sua túnica e entrou no banho.

– Ahh. – Ele sorriu. – Um banho excelente. Obrigado, minhas queridas. A viagem foi realmente longa.

– Você tem perseguido sua presa por dez anos, meu senhor? – Aelia perguntou, batendo suas pestanas. – Você deve ser muito persistente.

– Eu nunca esqueço uma dívida. – Minos sorriu. – Seu pai foi sábio em concordar com as minhas exigências.

– Oh, certamente, meu senhor. – Aelia disse.

Eu achei que ela estava pesando a mão na bajulação, mas o velho estava engolindo tudo. As irmãs de Aelia gotejaram óleo aromático em cima da cabeça do rei.

- Sabe, meu senhor – Aelia falou, – Dédalo achou que você viria. Ele achou que o enigma era uma armadilha, mas não resistiu em resolvê-lo.

Minos franziu a testa.

– Dédalo falou de mim para vocês?

– Sim, meu senhor.

– Ele é um homem mau, princesa. Minha própria filha caiu em seu feitiço. Não dê ouvidos a ele.

– Ele é um gênio – Aelia disse. – E ele acredita que uma mulher é tão inteligente quanto um homem. Ele foi o primeiro a nos ensinar como se tivéssemos mente própria. Talvez sua filha pensasse da mesma maneira.

Minos tentou se sentar, mas as irmãs de Aelia o empurraram de volta para dentro da água. Aelia foi para trás dele. Ela segurava três minúsculas orbes em sua palma. Primeiro achei que fossem contas de banho. Mas ela as lançou dentro da água e as contas espalharam linhas de bronze que começaram a se enrolar em torno do rei, atando seus tornozelos, colocando seus pulsos um de cada lado, circulando seu pescoço.

Embora eu odiasse Minos, aquilo era horrível de se ver. Ele bateu e gritou, mas as garotas eram muito mais fortes. Logo ele estava desamparado, deitado na banheira com seu queixo encostando-se na água. As linhas de bronze ainda estavam tecendo em volta dele como um casulo, apertando seu corpo.

– O que vocês querem? – Minos exigiu. – Por que fazem isso?

Aelia sorriu.

– Dédalo tem sido gentil conosco, Vossa Majestade. E eu não gosto de você ameaçando nosso pai.

– Fale para Dédalo – Minos rosnou. – Fale para ele que eu o caçarei até depois da morte! Se houver justiça no Mundo Inferior, minha alma o assombrará pela eternidade!

– Palavras valentes, Vossa Majestade – Aelia disse. – Eu lhe desejo sorte buscando sua justiça no Mundo Inferior.

E com isso, os fios de bronze se enrolaram em volta do rosto de Minos, fazendo dele uma múmia de bronze.

A porta do banho foi aberta. Dédalo entrou, carregando uma mala de viagem. Ele havia aparado seu cabelo curto. Sua barba era de um branco puro. Ele parecia frágil e triste, mas ele se abaixou e tocou a testa da múmia. Os fios se desenrolaram e assentaram no fundo da banheira. Não havia nada dentro deles. Era como se o Rei

Minos simplesmente tivesse sido dissolvido.

– Uma morte indolor – Dédalo meditou. – Mais do que ele merecia. Obrigado, minhas princesas.

Aelia o abraçou.

– Você não pode ficar aqui, professor. Quando nosso pai descobrir...

– Sim – Dédalo disse. – Receio ter colocado vocês em encrenca.

– Oh, não se preocupe conosco. Papai ficará feliz o suficiente pegando o ouro daquele velho homem. E Creta é bem longe daqui. Mas ele o culpará pela morte de Minos. Você precisa fugir para um lugar seguro.

– Um lugar seguro – o velho homem repetiu. – Durante anos eu fugi de reino em reino, procurando por um lugar seguro. Temo que Minos tenha dito a verdade. A morte não o impedirá de procurar por mim. Não há lugar abaixo do sol que poderá me abrigar, uma vez que este crime se torne público.

– Então para onde você irá? – Aelia falou.

– Um lugar que jurei nunca mais entrar – Dédalo disse. – Minha prisão será meu único santuário.

– Eu não entendo – Aelia disse.

– É melhor que você não entenda.

– Mas e o Mundo Inferior? – uma das irmãs perguntou. – Um terrível julgamento espera por você! Todo homem tem que morrer.

– Talvez sim... – Dédalo disse. Então ele tirou um pergaminho de sua bolsa de viagem, o mesmo pergaminho que eu vira em meu último sonho, com as anotações de seu sobrinho. – Ou talvez não.

Ele deu um tapinha no ombro de Aelia, então a abençoou e a suas irmãs. Ele olhou mais uma vez para os fios acobreados refletindo no fundo da banheira.

– Ache-me se for capaz, rei dos fantasmas.

Ele se virou para a parede de mosaicos e tocou um azulejo.

Uma marca brilhante apareceu – um Delta Grego – e a parede deslizou para o lado. As princesas ofegaram.

– Você nunca nos contou sobre passagens secretas! – Aelia disse. – Você tem estado ocupado.

– O Labirinto tem estado ocupado – Dédalo corrigiu. – Não tentem me seguir, minhas queridas, se vocês dão valor à suas sanidades.

Então tudo escureceu e só vozes permaneceram na minha cabeça... O Pior de tudo era que eu reconhecia cada uma delas.

Um meio-sangue sozinho, viajando pelo labirinto.

Quintus virá nos ajudar. Tudo o que temos de fazer é alcançar a arena

Uma bênção de Cronos.

Então tudo ganhou cor novamente, eu tinha sete anos, reconheci o local como o lago de canoagem, um garoto de olhos verdes me puxava pelo braço até lá.

- O que você quer me mostrar? — eu perguntei.

- Uma coisa banaca. — disse ela.

Estremeci ao ouvir a voz de Percy de novo. Era outono, eu sabia disso, folhas secas e amarronzadas flutuavam na água do lago. Eu vestia a típica camiseta laranja do acampamento meio-sangue, esta estava meio grande demais em mim. Meu cabelo negro estava preso em um rabo de cavalo mal feito... Não me lembro bem, mas tenho quase certeza de que foi Percy que penteou meu cabelo, claro.

Não havia outra pessoa que pudesse fazer um rabo de cavalo tão caído como aquele. Mesmo assim, eu gostava, lembro dele insistindo para fazer isso no meu cabelo no inverno passado, primeiramente a resposta era "não", depois acabava em um suspiro de "Tá bom...".

- Apenas olhe. — disse ele se colocando na minha frente.

Percy ergueu a mão direita na direção do lago, naquela época eu era muito ingenua, eu não tinha noção de que haviam monstros lá fora cada um mais poderoso que o outro, eu nunca havia encontrado o mesmo mostro duas vezes, e Percy sempre estava por perto e sempre os vencia e vendo tudo aquilo, eu achava que ele era um tipo de príncipe encantado ou herói da história que sempre me levaria para um final feliz, e depois de eu perder a memória daquilo... Bem, depois do final de Percy, eu meio que mudei de opinião.

Voltando, quando Percy ergueu a mão na direção do lago o meu queixo caiu. Ele havia criado um cavalo inteiramente feito de água, era um pégaso na verdade por conta das asas. Toda vez que o pégaso de água batia as mesmas, gotas de água respingavam no meu rosto. Então Percy estalou os dedos e o pégaso sumiu.

- É lindo. — disse eu encantada.

Percy sorriu.

- Achei que fosse gostar, você também pode fazer isso e muito mais. — disse ele. — Apenas tem que acreditar mais em si mesma.

Meu sorriso desvaneceu.

- Não sou como você Percy... — falei sentando-me na beira do lago. — Tudo o que sei fazer é.... Não me molhar e falar com cavalos. Não consigo controlar a água, não consigo invocar a água...

- Você consegue sim. — disse ele se sentando do meu lado. — Você é uma filha de Poseidon...

Eu dei um meio sorriso.

- Por que você tem que ir? — essa era sempre a mesma pergunta...

Percy suspirou.

- É uma missão importante. — disse ele. — Eu, Annabeth e Grover vamos salvar o mundo de novo.

- E de novo, e de novo... — falei.

Ele sorriu.

- Eu tenho medo, Percy. — eu disse olhando para a água. — Se você morrer... Eu... Eu estarei sozinha.

Mesmo ingenua eu sabia, eu sabia o que poderia acontecer em um missão como aquela.

- O que esta dizendo? — perguntou ele — Você ainda tem Jake.

- Não é a mesma coisa! — exclamei.

Percy colocou a mão na minha cabeça.

- Eu não consigo fazer isso se você não acreditar em mim... — disse ele. — Eu vou salvar o mundo de Gaia, e vou voltar vivo. Eu sempre volto...

É Percy... Porém naquela vez, no Monte Tam, você não voltou.

Na manhã seguinte me assegurei de que Sra. O'Leary tinha biscoitos caninos suficientes. Eu pedi a Kim do chalé 9 que ficasse de olho nela, e ela não pareceu muito feliz com isso. Então eu caminhei até a Colina Meio-Sangue e encontrei Jake e Argos na estrada.

Jake não parecia tão animado, e eu tão pouco.

- Esta pronta? — perguntou ele.

- Tenho que estar...

Não falamos muito na van, ambos estávamos sérios demais. Mas durante o caminho todo, Jake apertava minha mão como se estivéssemos em um abismo e se ele me soltasse, eu cairia na morte.

- Pesadelos? — perguntou.

Assenti.

- E você?

Ele balançou a cabeça.

– Uma mensagem de Íris de Eurítion.

Eu o encarei.

- Algo errado com Nico?

– Ele deixou o rancho na noite passada, voltando para o labirinto. Nico tinha ido embora antes dele acordar. Ortro seguiu seu rastro até a guarda de gado. Eurítion disse que ouviu Nico falando sozinho nas últimas noites. Só que agora ele acha que Nico estava falando com o fantasma de novo, Minos.

Eu mordi o lábio.

- Droga... — murmurei. — Se eu não tivesse...

- Não podemos começar com esses "E se". — cortou. — Nico vai ficar bem, Megan... Temos que acabar logo com essa droga de missão...

- Não esta gostando disso, não é? — perguntei.

Ele não respondeu, apenas disse:

- Como é esse cara? — perguntou ele. — Dave.

- Denver. — corrigi.

- Daniel. — sorriu ele. — Fico mais tranquilo quando você errado o nome dele...

- Tranquilo? Por que? — perguntei.

Ele sacudiu a cabeça de novo.

- Nada. — disse ele. — Nós... Nós podemos fazer isso.

Argos nunca falava, provavelmente porque ele tinha olhos por todo o seu corpo, incluindo – assim eu tinha ouvido – na ponta de sua língua, e ele não gostava de mostrar aquilo.

- Eu tive um sonho esta noite... — eu disse. — Não um sonho exatamente, algo sobre Luke... Acho que eles acharam um meio-sangue vagando sozinho pelo labirinto.

Jake ficou pálido.

- O que mais? — perguntou.

- Não sei, só ouvi as vozes falando... — eu disse. — Mas não era um deles.

Jake olhou de relance para a janela, a praia de Montauk passando direto por nós.

- Acha que tem alguma chance de ser Nico? — perguntei hesitante.

Ele prendeu a respiração.

- Não cogite a ideia. — disse ele, ficamos um bom tempo em silêncio.

Depois de alguns minutos eu me surpreendi com Jake erguendo minha mão e encostando os lábios nos meus dedos.

- Bem. — disse ele tentando soar otimista. — É uma coisa boa você ter um plano para nos guiar, hum?

Eu sabia que ele estava tentando fazer eu me sentir melhor... Mas não seria tão fácil assim, ainda por cima, baseando no primeiro encontro de Jake e Daniel (quase que eu disse Denver...), não acho que vai ser o congresso da paz ou algo assim.

Notas finais
A próxima saga será "Lendas do Olimpo", primeira temporada será "O despertar de Gaia" e não... Não será como Os heróis do Olimpo, claro que será bem baseado, mas teremos mais informações sobre isso no final da quinta temporada de CDO.

Beijos, espero q tenham gostado ^^ Não, Daniel não é igual a Rachel, ele é muitoooooo pior, anti-jegan totale.