Notas iniciais
Há muito tempo eu não escrevo nenhuma história apesar de muitas ficarem se remexendo na minha cabeça. Espero que gostem da história de Lionel e comentem!!

Numa fria noite de inverno, a lua se coloriu de vermelho sangue denunciando o assassinato cometido pelas criaturas mágicas.

A alcateia se dirigia para uma pequena cabana escondida numa clareira em meio ao uma densa floresta. As luzes acessas e fumaça na chaminé indicava que era habitada. Lentamente eles se aproximavam e rondavam a cabana. Talvez o primeiro erro dessa família foi acreditar que conseguiriam dar conta de espantá-los. O homem, provedor da casa, saiu trazendo consigo em uma mão um machado e uma tocha acesa. Foi devorado antes que pudesse ver qualquer coisa. Os lobos avançaram invadindo a casa rasgando a mulher, mãe da família. Satisfeitos eles admiravam o sangue derramado no chão. Ao sair rodearam a casa mais uma vez e encontraram uma das janelas, na parte trás, aberta e embaixo dela várias pegadas se dirigindo a floresta. Não pensaram duas vezes antes de segui-las.

As gêmeas corriam assustadas e temiam uma pela vida da outra. O que acabaram de presenciar mudariam para sempre a vida delas. Uma tropeçou e caiu.

- Vamos, levante-se! — disse a que estava em pé.

- Não consigo correr mais, estou cansada. — retrucou a outra passando as mãos nas pernas.

- Vamos, só mais um pouco e estaremos na estrada.

- Mas ainda sim vai demorar muito para chegarmos a cidade e pedir ajuda.

- De qualquer jeito não podemos desistir. Tenho fé que vamos conseguir. Os deuses estão nos olhando!

A menina levantou-se e se pôs a correr novamente. O caminho até a cidade era longo e cansativo até mesmo para o adulto mais bem treinado seria ainda mais para duas meninas de seis anos. A floresta estava mergulhada num breu e apenas a mais velha conseguia se locomover com facilidade. Ela já estava acostumada com terrenos acidentados enquanto a outra passava por uma enorme dificuldade.

De dentro das sombras pulou uma criatura. Um lobo cinzento grande que partiu para cima das duas. A mais velha agilmente sacou uma pequena faca e se esquivou cortando parte da garganta do animal protegendo-se. A outra continuava a correr deixando a irmã para trás com aquela criatura. Ela, acostumada a caçar e a enfrentar animais perigosos, segurava sua pequena arma com habilidade enquanto seu oponente a estudava com frieza. Ele atacou e mais uma vez com um golpe de maestria esfaqueou o animal que caiu morto no chão.

Ela correu atrás da irmã. Ela corria, corria, até poder ver a estrada de longe. Mas nela havia um corpo deitado. O sangue manchava o branco da neve. E ao chegar mais perto a menina se pós aos prantos. Reconhecia aquele pequeno corpo branco, que agora estava frio, e queles cabelos tão negros quanto a noite. Os lobos se aproximavam e garota não se mexia. Foi quando o extraordinário aconteceu.

Na frente da alcateia um lobo branco conduzia-se. Aos poucos ele foi se modificando até se transformar numa criatura com pele e cabeça de lobo, mas com uma silhueta feminina humana, andando sobre as duas patas. Ela se aproximou da menina paralisada e a encarou por alguns minutos. Quando seus olhares se tocaram uma rivalidade surgiu, produzindo faíscas eletrizantes. A menina sacou a arma e tentou ferir a líder do clã, mas foi surpreendida por uma rapidez sobre-humana por parte da nova inimiga. Por fim ela saiu ferida.

- Você não pode me derrotar dessa maneira — depois se virou — por isso vou deixá-la viver.- saiu junto com seus servos para floresta adentro.

Sua vida estava acabada. Agora que perdera sua família não restava mais nenhuma motivo para viver, apesar das ultimas palavras da mulher-lobo. Então pegou novamente a sua arma e a colocou na altura do pescoço. Antes de tentar suicídio uma enorme luz brilhou do céu e um caminho feito de estre-las construiu-se diante de seus olhos. Perplexa largou a faca. Desceu então uma mulher vestida por mantas de seda, cercada de luz. Seus cabelos longos e prateados refletiam com perfeição a luz da lua. Aquela era a deusa da noite. Ela vinha caminhando em direção a menina e parou apenas quando estava frente a frente com ela. A deusa agachou para encara-la, depois disse:

- Estou aqui para dar-lhe um presente.

-Presente? — perguntou.

- Lembre-se sempre é um presente não uma maldição — depois disso ela inclinou-se e beijou a menina. Elas se deitaram no chão. Os lábios da deusa eram frios e duros enquanto da menina eram quentes e macios. Porém a medida que o tempo passava seu calor deixava o corpo, assim como seu cabelo tornava-se branco, da mesma cor que a neve. Assim, iniciou-se seu renascer.

Numa fria noite de inverno, a lua se coloriu de vermelho sangue denunciando o assassinato cometido pelas criaturas mágicas.

A alcateia se dirigia para uma pequena cabana escondida numa clareira em meio ao uma densa floresta. As luzes acessas e fumaça na chaminé indicava que era habitada. Lentamente eles se aproximavam e rondavam a cabana. Talvez o primeiro erro dessa família foi acreditar que conseguiriam dar conta de espantá-los. O homem, provedor da casa, saiu trazendo consigo em uma mão um machado e uma tocha acesa. Foi devorado antes que pudesse ver qualquer coisa. Os lobos avançaram invadindo a casa rasgando a mulher, mãe da família. Satisfeitos eles admiravam o sangue derramado no chão. Ao sair rodearam a casa mais uma vez e encontraram uma das janelas, na parte trás, aberta e embaixo dela várias pegadas se dirigindo a floresta. Não pensaram duas vezes antes de segui-las.

As gêmeas corriam assustadas e temiam uma pela vida da outra. O que acabaram de presenciar mudariam para sempre a vida delas. Uma tropeçou e caiu.

- Vamos, levante-se! — disse a que estava em pé.

- Não consigo correr mais, estou cansada. — retrucou a outra passando as mãos nas pernas.

- Vamos, só mais um pouco e estaremos na estrada.

- Mas ainda sim vai demorar muito para chegarmos a cidade e pedir ajuda.

- De qualquer jeito não podemos desistir. Tenho fé que vamos conseguir. Os deuses estão nos olhando!

A menina levantou-se e se pôs a correr novamente. O caminho até a cidade era longo e cansativo até mesmo para o adulto mais bem treinado seria ainda mais para duas meninas de seis anos. A floresta estava mergulhada num breu e apenas a mais velha conseguia se locomover com facilidade. Ela já estava acostumada com terrenos acidentados enquanto a outra passava por uma enorme dificuldade.

De dentro das sombras pulou uma criatura. Um lobo cinzento grande que partiu para cima das duas. A mais velha agilmente sacou uma pequena faca e se esquivou cortando parte da garganta do animal protegendo-se. A outra continuava a correr deixando a irmã para trás com aquela criatura. Ela, acostumada a caçar e a enfrentar animais perigosos, segurava sua pequena arma com habilidade enquanto seu oponente a estudava com frieza. Ele atacou e mais uma vez com um golpe de maestria esfaqueou o animal que caiu morto no chão.

Ela correu atrás da irmã. Ela corria, corria, até poder ver a estrada de longe. Mas nela havia um corpo deitado. O sangue manchava o branco da neve. E ao chegar mais perto a menina se pós aos prantos. Reconhecia aquele pequeno corpo branco, que agora estava frio, e queles cabelos tão negros quanto a noite. Os lobos se aproximavam e garota não se mexia. Foi quando o extraordinário aconteceu.

Na frente da alcateia um lobo branco conduzia-se. Aos poucos ele foi se modificando até se transformar numa criatura com pele e cabeça de lobo, mas com uma silhueta feminina humana, andando sobre as duas patas. Ela se aproximou da menina paralisada e a encarou por alguns minutos. Quando seus olhares se tocaram uma rivalidade surgiu, produzindo faíscas eletrizantes. A menina sacou a arma e tentou ferir a líder do clã, mas foi surpreendida por uma rapidez sobre-humana por parte da nova inimiga. Por fim ela saiu ferida.

- Você não pode me derrotar dessa maneira — depois se virou — por isso vou deixá-la viver.- saiu junto com seus servos para floresta adentro.

Sua vida estava acabada. Agora que perdera sua família não restava mais nenhuma motivo para viver, apesar das ultimas palavras da mulher-lobo. Então pegou novamente a sua arma e a colocou na altura do pescoço. Antes de tentar suicídio uma enorme luz brilhou do céu e um caminho feito de estre-las construiu-se diante de seus olhos. Perplexa largou a faca. Desceu então uma mulher vestida por mantas de seda, cercada de luz. Seus cabelos longos e prateados refletiam com perfeição a luz da lua. Aquela era a deusa da noite. Ela vinha caminhando em direção a menina e parou apenas quando estava frente a frente com ela. A deusa agachou para encara-la, depois disse:

- Estou aqui para dar-lhe um presente.

-Presente? — perguntou.

- Lembre-se sempre é um presente não uma maldição — depois disso ela inclinou-se e beijou a menina. Elas se deitaram no chão. Os lábios da deusa eram frios e duros enquanto da menina eram quentes e macios. Porém a medida que o tempo passava seu calor deixava o corpo, assim como seu cabelo tornava-se branco, da mesma cor que a neve. Assim, iniciou-se seu renascer.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.